Hiro acorda com o som dos passarinhos cantando em sua janela. Ele coça os olhos e espanta a preguiça segundos depois de se sentar na cama. Ele olha para o alarme e percebe que acordou 10 minutos antes, o que lhe dá um alívio, já que sua rotina ultimamente tem sido apenas acordar atrasado. Ele olha para o monitor e percebe que Baymax, de olhos fechados, está totalmente carregado. Depois de se arrumar, Hiro desce as escadas e se senta na mesa da cozinha. Tia Cass nem percebe sua presença. Ela faz ovos mexidos no fogão, e Hiro quase desmaia com o maravilhoso cheiro que se espalha pela casa. Tia Cass canta alegremente com seus fones de ouvido, até coreografia ela faz. Um sorriso cresce no rosto de Hiro, mas desaparece rapidamente quando olha os retratos na parede. Ele as olha fixamente, e lembra de tudo com era antes. Ele sente muita falta de Tadashi, qualquer um percebe. Quando Tia Cass percebe que Hiro está na cozinha, se vira e coloca os ovos mexidos em seu prato. Ela percebe a tristeza de estampada no rosto de Hiro as observar as fotos.
- Não fique assim, Hiro. Se alegra, garoto. Como rápido antes que esfrie. Daqui a pouco você se atrasa de novo. – Diz ela, tentando animá-lo.
- Vou comer, Tia Cass. – Diz Hiro, encarando o prato tristemente. A cada garfada nos ovos e a cada gole no suco, Hiro fica mais alegre. Não porque ele estava com fome. Aliás, a fome também é um dos motivos. O motivo principal, vamos dizer assim, é por que daqui alguns minutos Hiro irá encontrar, depois de duas semanas, seu amigos novamente.
- Tchau Tia Cass. – Hiro solta o garfo no prato e puxa a mochila, correndo disparadamente até a porta. Quando Hiro encosta sua mão na maçaneta, escuta a voz de Baymax vindo detrás dele.
- Erro. Erro. Erro...
Ele se vira para tentar saber o que está acontecendo com Baymax.
- Qual será seu problema agora, em amigão? – Pergunta ele.
- Erro. Erro. Erro...
Ele sabe que perguntas não adiantaram. Baymax murcha derrepente.
Hiro pega Baymax (Pelo menos a parte murcha dele!) e o coloca debaixo do braço. Hiro houve uma buzina, e abre a porta.
- Vamos garoto? – Pergunta Wasabi, sorrindo de dentro do carro, onde também está Honey e Gogo. Hiro se pergunta o motivo do qual Fred não está lá.
- Bora! – Diz ele, com um sorriso enorme no rosto.
- Esse debaixo do seu braço é o Baymax, Hiro? – Pergunta Honey.
- Sim, sim. Ele está com algumas falhas no sistema e vou leva-lo para ver se consigo resolver.
- Ah, tá certo. Se ele precisar de alguns detalhes em rosa, minha sala fica bem...
- Não vai ser o caso, Honey. – Hiro sorri falsamente, tentando tirar aquela ideia da cabeça de Honey.
Wasabi acelera (Bem, não tanto!)
- Porque o Fred não veio hoje? – Pergunta Hiro.
- Bom, de acordo com ele, hoje é a grande estreia da continuação de um filme que ele ama, cujo o nome não me recordo. Ele disse que teria que ficar na fila da parte da manhã, à parte da noite, então não poderia vir para a faculdade. – Diz Wasabi.
- Ok. Vamos passar para as novidades agora, por favor? – Diz Gogo.
Chegando na faculdade , Hiro corre direto para sua sala. Ele está mais preocupado com Baymax do que nunca.
- Vamos lá amigão, tomara que tudo dê certo agora. – Diz Hiro, com a mão no queixo girando entorno de Baymax, que acabou de ser inflado. Ele abre os programas de Baymax, em seu peito.
- Parece que está tudo be... Mais o que é isso? – Olha Hiro atentamente para o local. Ele sai correndo e bate na porta da sala da Gogo. Quando ela abre.
- Você disse que quando eu precisasse de ajuda era só te chamar que eu teria seu apoio, não é? – Diz Hiro, só depois de completar a frase percebe que Honey também está na sala.
- Sim. É o caso? – Pergunta Gogo.
- Sim, vamos para a minha sala... – Ele puxa o braço de Gogo – Você também, Honey. – Ele completa.
Os três saem correndo em direção à sala de Hiro.
- Consegue me explicar isso? – Pergunta Hiro apontando para o peito de Baymax, ao chegar na sala. Há uma pequena partícula azul entre os encaixes de programas.
- Sinceramente, eu não faço a mínima ideia do que isso possa ser. – Diz Gogo, expressando dúvidas em seu rosto. Depois de um tento pensando, Honey se manifesta.
- Eu tenho um palpite. – Diz Honey.
- E qual seria ele? – Pergunta Gogo como uma expressão do estilo, “Fala Logo!”.
- Essa partícula pode ser restos do portal que ficou agarrada no cartão de Baymax quando vocês entraram dentro dele, fazendo assim que o Baymax ficasse com erro. – Diz Honey.
- Isso realmente faria muito sentido, mais isso aconteceu há meses, como Baymax foi “dar biziu” só agora? – Pergunta Hiro.
- O portal naquela época não funcionava. Ao atravessá-lo vocês eram encaminhados para um cenário espacial. Ou seja, não era bem o que os cientistas previam. Pode ser que ele finalmente funcionou, e esse possa vim ser um dos motivos que está fazendo Baymax falhar.
- A Honey tem razão. – Diz Gogo.
- Então se encostássemos...
- Sim, vamos para um lugar onde se encontra outro pedaço de partícula. – Diz Honey, completando Hiro.
- Como faremos para tirá-lo daí? O Baymax não pode ficar com “Erro” para todo sempre, e se encostar... – Fala Hiro.
- Talvez com a massa de mais de um corpo não tenha problema, creio eu que uma simples partícula como essa não faça estragos tão pesados. – Fala Honey, observando a partícula bem atentamente.
- Vamos tentar nós três juntos, então. Os três colocam a mão na partícula. Eles simplesmente desaparecem.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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