Kerol voltou com uma pequena bolsa, então saimos pelos fundos onde se encontrava o carro. Entramos, e eu liguei o carro, mas sem antes perguntar:

– Para que essa bolsa Kerolayne?- Me virei para o lado, enquanto Kerol colocava o sinto de segurança.

– Sei lá, peguei só para parecer madura!- Ela respondeu sorrindo.

– Entendo... — Eu disse confuso. Para que uma criança de 10 anos queria parecer madura?

– E para que esse rosto maquiado como um palhaço pai?- Ela pergutnou revidando o mesmo olhar que eu fiz.

– Seil á, quero parecer mais jovem.- Eu disse rindo e olhando para ela que sorriu.

– Para que um veio cengo quer parecer mais novo?- Ela perguntou sera, mas com o sorriso ainda no rosto.

– Eu não sou tão velho assim. E por que uma criança que ainda não largou as fraldas quer parecer mais madura?- Perguntei olhando-a com uma sorriso.

– Tuche!- Ela disse apontando para mim que riu.

Então ligamos o radio e fomos, demorou 40 e poucos minutos- já que estavamos morando longe da cidade-, para chegarmos a alguma loja de joias. Entramos e a Kerol quase que vomita arco-iris de tantas joias fofas para crianças e adultos. Logo ela se sentou em uma cadeira do meu lado e uma mulher que parecia ser uma... estranha apareceu.

– Ai, meu Deus. Você é Andy Six!- A moça disse colocando as mãos na boca.

– Sou sim e você é...- Disse fazendo uma cara de confuso, pois eu nunca tinha visto essa tia em toda a minha vida. Tentei ver o nome no cracha dela mas ela o tapava.

– Me chamo Mylena.- Ela disse sorrindo discretamente.

– Mylena!- Eu disse sorrindo e balançando a cabeça positivamente.

– E essa pequena é sua filha?- Ela perguntou curiosa e olhando para Kerol que ficou seria.

— É sim. De um relacionamento meu!- Eu disse sorrindo e olhando para Kerol.

- Qual seu nome?- Mylena perguntou a Kerol.

- Rebecca Black!- Kerol respondeu, acho que eu entendi o que ela queria fazer. Acho.

- Ah... Bem o que desejam?- Mylena perguntou apoiando-se em na mesa onde havia algumas joias.

- Bem queriamos ver alguns colares.- Eu disse apontando para onde havia alguns colares.

- Claro, siga-me!- Mylena disse e fomos para uma sala onde havia milhões de colares.

Kerol estava vomitando arco-iris e eu estava com os olhos arregalados. Mylena pegou uma caixa com os mais diversos tipos de colares. Eu e Kerol ficamos escolhando e escolhendo, ate que finalmente descidimos os que levariamos. Um era um simbolo do infinito e outro era uma laço, os dois eram de ouro.