Notas iniciais
Desculpe a demora meus amores eu estava sem tempo e também sem criatividade. Se o capitulo ficar chato me avisem hein.

Depois daquela agradavel de nem um pouco constrangedora conversa, eu e Kerol fomos para casa. Fiquei pensando muito em Jessie, e também fiquei pensando em uma loira que estava lá... Ok, ninguém precisa saber disso. Eu estava completamente mal com o queKerol havia dito para Jessie.

- Kerolayne, será que da proxima vez que nos encontrarmos com a Jessie, você pode ser menos... Cara dura? — Eu perguntei olhando Kerol que olhava os pés.

- Até parece pai. Aquela mulher é uma cobra e eu tenho que ser realista! — Kerol disse humorada e sem olhar para mim.

- Claro realismo! — Eu disse debochadamente.

- Pai quando você vai levar minha professora para jantar hein? — Kerol perguntou animada e eu a olhei de canto.

- Ah... Depende de quando eu tiver tempo! — Eu disse e Kerol riu alto.

- Você sem tempo? Conta outra. Um camelo tem menos tempo do que você e olha que ele só sabe tomar água. — Disse Kerol seria e eu fiquei meio confuso. Um camelo?

- Por que um camelo? — Eu perguntei confuso e olhando-a.

- Não sei por que um camelo, só sei que esse é meu exemplo e sem mais perguntas! — Disse Kerol arqueando uma sobrancelha.

- Ok,ok! Mas... Camelo? — Eu perguntei, não conseguia me conformar em ser comparado com um camelo. UM CAMELO!!

- Ai pai! — Disse Kerol revirando os olhos.

- Usa outro exemplo pelo amor de Deus, vou morrer com essa vergonha! Vai outro! — Eu disse e Kerol começou a rir discretamente.

- O que você quer eu diga... Já sem. Pai até um bebado tem mais tempo do que você. E ele só bebe! — Disse Kerol, piorando totalmente o meu exemplo. Putz...

- Um bebado? Agora eu quero o meu camelo de volta! — Eu disse com uma voz meiga.

- Sem camelo. Vai ser o bebum agora. — Kerol disse num tom bravo.

- Mas... Mas... — Eu disse mas não conseguia completar minha frase.

- Sem mas. Seja homem! — Disse Kerol e eu fiquei mais indignado ainda.

- E o que eu sou? — Perguntei olhando-a confuso.

- Não sei. — Ela disse olhando para frente.

Seja homem? Mas... O que eu sou? Uma bicha passiva? Ok, Andy você está enlouquecendo. Não pense mais nisso, nem em camelos, bebados e muito menos no fato de não terem te chamado de homem.

Chegamos em casa e fomos para a cozinha, eu estava faminto e eu pedi para que Kerol fizesse panquecas para mim.

- Faça você mesmo! — Kerol disse me olhando com cara de indignação.

- Como você me ama! Só por isso eu vou pedir uma pizza! — Eu disse pegando o telefone e discando o numero da pizzaria.

- Vai fazer alguma coisa de útil. — Disse Kerol folhando uma revista.

- Eu só posso fuder e cantar! — Eu disse olhando-a e logo desliguei o telefone. Ninguém atendia.

- Use algumas dessas... qualidades. — Disse Kerol ttentado achar uma palavra boa para a sua frase.

- Claro, vou fazer show's particulares para senhoras obesas e idosas! — Eu disse serio e olhando-a rir.

- Não é uma má ideia! — Disse Kerol surpresa.

- Cale-se Kerolayne! — Eu disse num tom bravo. Hoje não era mesmo o meu dia.

- Eu só estou dizendo que se você fizesse isso deixaria muitas senhoras felizes! — Disse Kerol num tom brincalhão.

- Eca... Fiquei imaginando! — Eu disse saindo de meus pensamentos pervertidos. E que vão me fazer ter pesadelos.

- Vamos ao cinema pai? — Kerol perguntou.

- A essa hora? — Perguntei olhando para meu relogio.

- Sim, vamos por favor! — Disse Kerol com a carinha de cão perdido. Eu odeio aquela carinha linda.

- Não posso, tenho alguns compromissos amanha! E tenho que ir para a cama sedo! — Eu disse arrumando uma desculpa qualquer.

- Pai, você não faz nada! — Disse Kerol seria.

- Boa noite! — Eu disse indo para meu quarto.

- Ok, então eu vou com o Mike! — Disse e eu pare de andar.

- Quem é Mike? — Perguntei, quem era aquela criatura? Nunca vi mais gorda.

- O sobrinho do Ashley! — Disse Kerol, pela primeira vez na vida ela acerta o nome de um dos caras.

- Não você não vai com essa... pessoa! Vamos você e eu! — Eu disse, mas logo me toquei do que havia falado.

- Obaaaaaaaaaaaaaaaaa! — Disse Kerol correndo para seu quarto e indo se arrumar.

- Será que se me atirar na frente de carrinho de mão eu morro? — Perguntei para mim mesmo, me deitando no sofá. Eu não estava com a minima vontade de ir no cinema.