Operação babá
22 Chapther twenty two
Taichi levou Sora até seu apartamento, o castanho a princípio foi somente do lado da ruiva, um tempinho depois ambos foram enlaçando os dedos, até finalmente darem as mãos, alguns estudantes que estavam passeando juntavam os indicadores dizendo uma para as outras que ali ia um casal.
— Ta entregue! Indica o castanho apontando para o prédio.
— Arigatou, de verdade eu não ia dormir na sua casa, mas obrigada mesmo assim por ceder sua cama.
— Sora, eu não ia deixar você dormir no sofá não é? Taichi segurou o rosto da ruiva e se aproximou da mesma quando estavam próximos o pai de Sora apareceu pigarreando, separando a filha e garoto que ela dizia ser amigo.
— Boa tarde, Sora sua mãe ficou preocupada, e Yagami-San…
— Ah senhor não fala assim, já disse pode me chamar de Taichi, me sinto um velho assim, estranho o senhor chegar de supetão…
— O que? Pergunta o senhor Takenouchi
— Nada não, só, ah… Sora nos vemos amanhã até logo Biyomon, tchau Sora. Taichi se despede.
— Sério que vai pagar de ciumento? Pergunta brincalhona a guardiã do amor colocando a mão na cintura.
— Não estou com ciúmes! Nega o pai da ruiva disfarçando.
— Sei! Fica Tranquilo entre mim e o Taichi-Kun só tem amizade.
— Amizade? Sora-Chan eu até convivo pouco com você e sua mãe… O pai de sora debochou. — Mas eu não esqueci dos sinais não.
— Mas… O senhor ta vendo coisas. Sora cora.
Pai e filha sobem e enquanto a ruiva conversava com a mãe, tentando explicar que não aconteceu nada.
Koushiro estava cada vez mais aprofundado em suas pesquisas, sabia que não havia jeito de trazer os amigos de volta ao normal se não fosse a própria Witchimon desfazer o encanto, pois destruir antecipadamente podia sim significar a permanencia dos digiescolhidos da segunda geração no atual estado, buscou no antigo notbook o nível de poder da bruxinha e achou uma informação que não esperava, a digimon feiticeira tinha como forma anterior nada mais nada menos que um Tsukaimon, digimon tipo virus na forma rookie, apesar de se assemelhar com patamon seu temperamento é o oposto, Tsukaimon ataca com bolas das trevas e seu ataque mais forte consiste em fazer o adversário chorar com insultos para deixar cheio de energia negativa.
— Um Tsukaimon? Olha Koushiro-San, esse digimon apesar de se parecer com um gentil Patamon, pode ser pior que um PicoDevimon, não são digimons confiavéis, além das formas evoluídas dele poderem dar muito trabalho, o que quer com um digimon desses? Perguntou Tentomon.
— Tento… Acho que a namorada do Senpai Kido pode vir a ser um Tsukaimon. Koushiro buscava mais informações.
— Ou uma Plotmon, não sabemos pois a Witchimon nunca regrediu pra forma infantil para termos certeza, mas se ela for mesmo o Tsukaimon porque está afim de comportamentos tão humanos como o romance? Pergunta curioso o digimon inseto, voando perto do parceiro.
— Cada novo dado eu fico mais confuso, Witchimon está buscando diversão, prazeres humanos, será que ela ja experimentou isso antes ou só ficou curiosa, afinal de contas antes disso tudo acontecer estávamos de férias no mundo digital, e começaram diversos casais se formar, tal como Ken e Miyako, Daisuke e Hikari, será que ela presenciou algum casal em momentos românticos e quis experimentar os gestos.
— E você Koushiro-San não quer experimentar? Pergunta Tentomon deixando o ruivo queimando de vergonha, era óbvio que se a garota fosse interessante ele conversava sem problemas com ela, o ruivo era muito comunicativo, não tinha haver o fato de ser um aluno exemplar com o fato de estar solteiro o ruivo apenas concentrava seu tempo nos computadores, nos estudos, nas suas pesquisas, hábito que o que o levava a receber muitas cobranças dos amigos, uma provocações de Mimi que dizia que podia conseguir alguns números das amigas, e perguntas inconvenientes dos digimons que já tinham visto os parceiros beijando.
No momento o ruivo estava tentando “salvar o mundo”, verificava o quão forte, perigosa a digimon podia ser, pelo que ele levantou a digimon era um adversário forte o bastante para eles não subestimá-la.
Seu celular toca, Koushiro lê a mensagem da colega dizendo que a turma aguardava ele e os amigos para os ensaios do festival.
— Falar é fácil. Koushiro resmungou se levantando brutalmente.
— Koushiro-San… Sua mensagem foi entregue. Avisou Tentomon voando sob a cabeça do parceiro.
— Que? Pergunta Koushiro quase jogando o celular para cima, o garoto olha a tela e era realidade, um momento tenso acabou quase com todo o segredo, imediatamente o ruivo manda desculpas à colega do clube, recebendo uma imediata resposta com emoticons zangados seguidos de “não precisava dessa grosseria”.
— Sabe, Koushiro-San nas mini-séries, ou novelas o rapaz se desculpa com a namorada dando um presente, ou flores ou chocolates, dependendo do grau da bobagem os dois. Tentomon deixa Koushiro constrangido.
— Tento, ela não é a minha namorada, apenas fazemos parte do mesmo clube, aw kami, mas você tem razão não foi justo descontar a minha frustração nela, mas não dá para levar os bebês ao festival do colégio, vão fazer inúmeros boatos sobre eles, como os já existentes sobre Ken e Miyako, agora sobra para a Mimi e o Yamato, Sora e Taichi…
— Taichi-San namora a Sora? Questiona o digimon.
— Supõe-se que sim… Talvez, mas a prioridade ainda é a Witchimon…
— E se desculpar com sua amiga.
— Uma coisa por vez tento, aw não!
— Não gosto dessa frase geralmente ela vem acompanhada de maus presságios.
— O Taichi… Koushiro liga para o castanho após ler sua mensagem. — Você não pode estar falando sério sobre isso, você sabe que se os pais dele souberem nunca mais vão confiar na gente. Dramatiza o ruivo.
— Começa não ruivo, se quer ajudar ótimo, se não continua o que tava fazendo que eu procuro outro que tenha boa vontade…
— Boa vontade? Taichi, sabe a quantas horas eu estou pesquisando sobre a digimon? Desde quando fazer algo inconsequente é sinal de boa vontade?
— Koushiro, menos ta, menos, bem menos… Cara é apenas uma bruxinha apaixonada não uma bomba prestes a explodir! Quanto ao Yamato-San e o irmão vão fugir após o show, ele precisa levar coisas, são três dias no ônibus eu só fiz uma mochila com coisas que o Takeru na certa não pode viajar sem, afinal…
— Ele é um bebê… Taichi, se a Natsuko e o Hiroaki souberem…
— Não vai ser nem a primeira nem a última vez que eu ajudo o Yamato, se eles vierem a nossa casa nos fazemos de bobos…
— Essa parte você é perito não é Yagami? Pergunta zombando o ruivo.
— Então eu coloquei fraldas, mas pelo que eu saiba dez fraldas não creio que dê pra três dias que dirá por mais tempo, o Yamato já disse que vai levar, mas na hora do aperto vai que… Enfim eu vou com eles ajudar, a Sora vai junto, bom a princípio ela me bateu, me xingou, falou tudo o que pensava, mas no fim ela topou em nome da nossa amizade, acho que dez potinhos de papinha dá pro gasto até chegar lá.
— Vocês estão criando um problema atrás do outro, já não basta terem enfurecido a digimon estão provocando os pais?
— Provocando? Quem começou foram eles, a Natsuko principalmente com essa de “vou levar meu filho pra bem longe”, sabe o quão o Yamato sofreria se o Takeru fosse levado pra longe dele? Pergunta Taichi.
— Ok! Eu entendi! Já hackeei mesmo o padrasto deles. Confessa o ruivo.
— Você atira pedra, mas… Esses caladinhos comem pelas beiradas, fala ai descobriu o que? Temos um padrasto ruim, um psicopata.
— Tenho uma arara que por sinal tem que se calar do outro lado da linha. Zombou Koushiro se sentando. — Taichi-San, parece que ele apenas é um empresário no ramo de vinhos, ele joga golf…
— Que chato, pensei que tinhamos algo mais interessante, então é só um riquinho metido a papai. Debochou o castanho interrompendo o ruivo.
Enquanto isso…
Após um longo passeio, Yamato e Mimi chegam a residência dos Ishida, tudo estava tranquilo, para o guardião da amizade até demais, a castanha olhava admirada ao redor, pois as poucas vezes que esteve na casa do loiro via muita bagunça pela cozinha e pela sala, agora estava tudo organizado.
— O chapéuzinho vai ficar tão fofo nele! Mimi tira um chapéu da aba azul de uma das sacolas de compras, o boné da patrulha canina, com o personagem na frente e duas orelhinhas de cachorro.
— Mimi-Chan eu vou ver o Takeru e você vê… Yamato se interrompeu beijando Mimi. — Se esconde bem essas sacolas.
Takeru estava passeando com os pais naquela noite, somente quando Yamato chegou em casa ele viu as notificações dispararem no aparelho, cheio de mensagens perguntando se ele gostaria de sair com ela e o irmão, na primeira mensagem Yamato deduziu errado a mensagem e pensou que o padrasto estava no Japão, nem chegou a cogitar que sua mãe não ia expor o mais novo no atual tamanho.
— Cadê seu irmão Yama-Kun? Perguntou Mimi.
— A Natsuko-San levou ele para o shopping! Disse que ele precisava se distrair um pouco. Gabumon sai do quarto e abraça o parceiro.
— Logo teremos muitas distrações…
—Ainda não desistiu de fugir? Pergunta o digimon.
— É ruim eih gabu! Eu tentei, mas seu parceiro tem um coração mole e um a cabeça de concreto. Pentelhou a castanha.
— O que são essas sacolas, é de comer? Perguntou Patamon xeretando dentro das sacolas.
— Acho que você está pior que o Agumon… Nem tudo é comida Patamon. Bronqueia Gabumon.
— Eu sei! É que os bolinhos da Nancy-Chan estavam tão gostosos e essas sacolas me fizeram lembrar dos lanches que eles levam la na sala de informática.
— Amanhã a noite estejam prontos. Yamato se abaixa na altura de Gabumon e acaricia seu pelo.
— Prontos para quê? Perguntou Gabumon coçando a cabeça.
— Nós vamos passear! Palmon respondeu animada.
— Para onde Yamato-Kun? Perguntou Gabumon.
— Vamos sair de férias, o Yamato disse que é um lugar muito bonito. Palmon deslumbra o local após ouvir que era florido e tranquilo.
— Ainda vamos fugir? Perguntou Gabumon preocupado.
— Yamato-San, seus pais não estão mais brigando…
— Patamon pode parar, me responde você quer ir lá pra longe, ficar o dia todo esperando o Takeru voltar do colégio, isso se eles não o colocarem no colégio interno. Presumiu o loiro tentando assustar o digimon.
— O que é um colégio interno Mimi? Perguntou Palmon.
— É um colégio onde os alunos estudam, e ficam presos a semana toda só sendo solto nas sextas-feiras isso se tiverem bom comportamento, se reclamamos da rigidez aqui lá é bem pior. Mimi se explicou para a parceira se sentando no sofá.
Patamon não entendia o que era um colégio interno, por isso na cabecinha do digimon lhe veio logo a imagem de uma prisão, isso fez o alaranjado sacudir a cabeça negativamente e voar para o colo de Mimi.
— Eu não quero ficar sozinho e muito menos que o Takeru-Kun vá preso! O digimon sagrado murcha as asas e fala choroso.
— Calma Patamon, ninguém vai levar o Takeru e você pra lugar nenhum. Promete Yamato.
— Que coisa é essa atrás do sofá? Pergunta Gabumon puxando uma caixinha de transporte de animais.
— A gente usa pra levar animal no avião… Não, a Natsuko-San… Ela era a… Yamato você podia vir ao meu escritório! Chamou a sincera com o ar desconfiado.
— Gabu, a Mimi tem escritório? Perguntou Patamon em cima da caixinha de transporte.
Mimi espera Yamato no quarto do loiro que acaba confessando que comprou a caixinha pra fazer o digimon do irmão mudar de ideia e topar ir com eles sem dar tanto sermão.
— Yama-Kun para de assombrar eles, você sabe muito bem que nossos parceiros nos seguem independentemente de onde formos, usar de chantagem foi muito jogo sujo. Repreendeu a sincera.
Hiroaki e Natsuko entram e não entendem a reação de Patamon que salta da caixinha de transporte, tomando uma curta distância atingido a porta da jaulinha com seu ataque três vezes, deixando Hiroaki e Natsuko perplexos.
No dia seguinte a confusão…
O grupo se encontrou em Tamashi para buscar Ken e levar o pequeno com eles ao parque, a ideia era reunir o grupo para se despedirem temporariamente o que causou uma algazarra entre os bebês que ficaram sem entender os motivos do casal sumir.
— “Seu padrasto está mesmo no Japão então? Pergunta Daisuke. Pra que fugir”?
— “Meu irmão acha que ele está aqui, mas ontem a noite eu sai com meus pais, os dois juntos, quando minha mãe voltou descabelada aquele dia, não foi o Ray-K… Não foi o noivo dela, foi o ex”. Contou Takeru surpreendendo a todos.
— “Natsuko-San, eu… Nossa deu uns pega no ex, já ouvi falar em despedida de solteiro, mas nunca nesse nível”. Hikari dispara chocada.
— “Isso pra mim foi uma bela sem vergonhice, foi mal Takeru-Kun, é sua mãe, mas se ela queria o ex porque não disse ao futuro, ah você entendeu… Não sou ninguém pra jugar, cada um é livre pra pegar quem quiser”. Miyako opina sem dó.
— “ Não diz isso não quatro olhos, não vê que o papa prima deve estar com saudade de brincar com a prima dele de casinha”. Provocou Daisuke.
— “ Concordo com a Miya sobre isso não ter sido direito, mas quem sou eu pra dizer o certo e o errado aos meus pais? Eu to é numa fria e vou entrar em outra, tentei escrever com os dados, mas não seguro nada sem”…
— “Colocar na boca, não adianta, todo objeto desde um mordedor ao nosso sapato a gente quer colocar na boca, mas vocês vão mesmo fugir? Perguntou Iori.
— “Pra geninho você tá bem surdo, ele acabou de dizer que o Yamato-San vai hoje após o show, os nossos digimons na hora errada não usam a boca grande que tem. Daisuke zombou .
— “Hikari-Chan, você sabe que não tá escondida não sabe? Do que está escondida? Perguntou a violacea vendo Hikari tapando seu rosto com as mãos.
— “Hikiko-Chan, e o grupo de dança! Cochicha a castanha.
Os bebês olham em direção no momento em que um flash é disparado.
—” Mais uma pra nos preocupar, como aguentou essas enjoadas”? Perguntou Daisuke.
— “Eu gosto de dançar, mas elas não quiseram saber, pra elas tudo o que importa são titulos, por eu não comparecer elas me excluÍram, mas não quero pensar nisso, temos que dar um jeito de contar ao Yamato…
— “Esquece Hikari-Chan, arigatou pela boa vontade, o Yamato as vezes precisa bater a cabeça pra aprender a lição, ele não procura saber vai e faz.” Takeru cruza os braços e fecha a cara.
— Yama-Kun, o seu irmão ta te imitando. Pentelhou Mimi, levantando risos.
— Aquelas insuportáveis do time de dança. Taichi se abaixa para dar água a irmã.
— Dizemos que são nossos primos! Mimi pensa rápido na desculpa.
— Que desculpa batida. Taichi zombou.
— Tem uma ideia melhor? Questionou Yamato defendendo a namorada.
— Não. Engasga o lider sem graça.
— Então porque abre a boca? Perguntou Yamato.
— Toma seu mal agradecido! Taichi tira a mochila que colocou o que conseguiu pra Yamato de baixo do carrinho.
— Somos o grupo mais unido que eu já vi! Obrigada Taichi-Kun, olha tem bastante papinha.
— “Nossa que sorte!. Takeru pentelha.
— “ Apropósito que boné é esse? A patrulha canina? Isso me lembra as maratonas chatas da boneca mais retardada que eu já vi, o pior são as músicas”. Daisuke reclama.
— “Eu sei como se sente Dai-Kun, as músicas grudam na cabeça e quando você ouve o começo você canta, eu to assim com a Dora… Aventureira? O pior é que a gente repete “ Raposo não pegue”. Takeru arrancou risos dos amigos.
— “A única ação que vemos, é mania de bater palmas e mexer o corpo, seremos os únicos adolescentes no país a saber de cor as canções e bordões, também não consigo tirar as músicas do beckyargans da cabeça,We've got the whole wide world in our yard to explore!
We always find things we've never seen before!
That's why every day we're back for more!
We're your friends, the Backyardigans. Ken também entra na brincadeira”.
— “Só vamos tentar não… Cantar na frente do colégio. Miyako pensa na cara que todos fariam se ouvissem. E ri.
— Vamos voltar para o colégio adiantados no inglês. Pentelhou Hikari.
— Já devemos estar acomodados a essa vida, não vejo mais ninguém reclamar, Daisuke e Ken se permitem perguntar, quando os dois se transformaram em bebês, la nos primeiros dias aqueles choros, vocês estavam reclamando”? Questionou Iori, curioso.
— “Mais é claro né nanico, foi muito esquisito acordar dentro do berço e todo mundo quando nos viu fazendo careta e achando que estávamos com fome nos dando mamadeira”.
— “Mas estavam todo sujo, e sim mamaram todinho o leite”. Lembrou Miyako.
—” Uma das cenas que não sai da minha cabeça é o jato na Mimi-Chan, pro bem do Ichijouji-San é melhor a gente não contar que tinhamos conciência do que faziamos. Sugeriu a guardiã da luz.
— “Fala ai cara você já molhou mais alguém além da Mimi”? Pentelhou o ruivo.
—”Meu pai não sabe trocar muito bem a fralda, ele demora pra conseguir, e hoje eu peguei o pote de talco enquanto ele tentava e espirrei acabou que a força do espirro somado a bexiga já cheia acabou com um jato”. Relata Ken fazendo os amigos terem uma crise de risos.
—”Suas bochechas ficam kawaii demais coradas assim”. Miyako elogia. — Meus pais não tem problemas em trocar a fralda, nem meus irmãos…
—Depois de uma ninhada né olivia palito, ja decoraram até a instrunções. Pentelhou o ruivo.
— “Dai-Kun que maldade” Hikari repreende, mas ri.
— “Deixa esse suricato da cabeça vermelha, o verão ta acabando, você tem sorte da gente não saber andar”. Ameaça Miyako.
—” Vamos abrir a volta as aulas com um clássico. Pentelha o mais novo.
—”É Tom e Jerry”. Takeru arrancou gargalhadas dos amigos.
— Vocês estão tão risonhos. Sora pega Hikari no colo.
— Estão conversando, será que eles entendem mesmo uns aos outros? Questionou Biyomon.
— Dizem que sim, mas só uns aos outros, não entendem muito bem a linguagem dos adultos. Sora explicou.
— “Pode apostar cunhada que sabemos bem mais que você pensa que sabemos, então era por isso que no meu aniversário os dois não saiam do trocador, como eu fui besta”. Hikari zomba da situação se lembrando do segredinho do irmão e da cunhada que se beijaram dentro do trocador de uma loja e foram apanhados.
“Inoscente amiga, pensa assim”. Pentelhou Miyako no colo de Mimi.
—Mudando o foco da conversa, eu ainda penso o mesmo de antes, Yamato e Mimi estão tomando uma atitude errada, precipitada, vocês tem noção que quando se derem conta do desaparecimento de vocês e da nossa ligação com ele eu não quero nem pensar, os dois não querem rever esse plano? Perguntou Koushiro se manifestando.
— Você viu se tem mais alguma mensagem do francesinho? Questionou Yamato.
— Uma hoje cedo, ele queria saber se podia ajudar a sua mãe com o Takeru, estranhamente se referindo ao Takeru como “nosso menino”. Mais estranho é que a resposta foi um não precisa. Relata o guardião da sabedoria.
— O casamento ainda está de pé! Sinal claro que eles querem levar o Takeru pra longe.
— Pior eles querem levar ele preso, o Takeru-Kun vai dormir na escola e só volta se tiver bom comportamento. Relatou Patamon.
— “Que conversa é essa”? Pergunta o mais novo.
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