Operação babá

17 Chapther seventeen


Notas iniciais
Turminha que sufoco, parece que desde que noivei nunca mais tive tempo, o povo aparece aqui em casa e com isso não fico em paz para escreve e a Lu sabe como é ficar cheia de ideias e não poder escrever. Falando nessa diva, @LuInoue obrigada de novo por todas as ideias, eu ri tanto escrevendo e encaixado amei a comédia, nós duas amamos sacanear um, e tadinho o escolhido da vez é o Senpai- Joe Teremos mais uma pitadinha de Hiroaki e Natsuko, afinal pior que o Taichi e a Sorinha só esses dois, como disse a @Mai-Briefs nem cagam e nem saem da moita Desculpa a demora povo eu já estava escrevendo mas tinha que ter tempo pra finalizar, bom antes tarde que nunca

Na manhã seguinte, os bebês acordam todos ao mesmo tempo, chorando.

— Todo os dias a mesma coisa, e pior de manhã cedo! Yamato resmunga.

— São bebês. Mimi boceja e se levanta pedindo para as empregadas prepararem as mamadeiras enquanto isso, eles acordaram até mesmo Joe para que o digiescolhido fosse ao encontro de sua namorada e a convidasse para o encontro.

— Como acham que eu vou encontrar a Witchmon? Ela marca os encontros e não me deu nenhum número de telefone, e-mail…

— Joe-Senpai, faz um serenata para ela! Mimi dá a ideia como se fosse fácil.

— Mimi-Chan, não acho um boa ideia. Palmon fala após ter um flashback do Joe e Taichi cantando.

— Sabe que eu concordo, vai que a namorada do Joe… Sei lá acho que ela pode preferir outro estilo de música. Gomamon disfarça a zoeira.

— Joe, vai lá procurar a Witchmon, nós precisamos levar os bebês para suas casa, aí sim podemos te ajudar. Yamato afirma enquanto dava a mamadeira para Takeru.

— Yamato-San…

— Joe, é só você contar o quão é romântico sair com o namorado e os amigos, relaxa você bem que tava com as mãozinhas bem levadas no cinema e tava gostando, pode subir o nível na piscina. Mimi o encarou sorridente.

—Mimi-Chan, olha eu até falaria com a Witch, só que ela não deixou nenhum telefone e não dá para ficar gritando no parque. Joe cruza os braços.

— Witch? Ui, esse relacionamento de vocês está esquentando. Mimi provoca o amigo.

O que os digiescolhidos não sabiam era que a bruxinha estava se divertindo, rindo em sua vassoura. Os amigos pentelhavam o guardião da confiança e os bebês riam da cantoria puxada por Taichi. “Com quem será? Com quem será que senpai vai casar, vai depender vai depender se Witch vai querer, ela aceitou, ela aceitou”...

— Chega vocês, kami… Vocês também regrediram? Voltaram para o Yōchien?

— Não se zanga, é zoeira,anda vai se arrumar não quer que ela te veja nesse estado, quer? Mimi coloca a mão na cintura.

— Mimi, eu acabei de acordar! Reclama Joe.

— Eu me diverti com a musiquinha. Witchimon zombou enquanto entra pela sacada assustando os digiescolhidos. — Então que história era aquela de sair com amigos? Pergunta a bruxinha.

— Sabe, Witch… É que aqui a terra é comum os humanos saírem em casais, digo amigos, irmãos, sair um grupo de namorados, nos divertimos juntos, estive pensando, você aceitaria ir a um parque aquático e depois podemos ir a um karaokê, vamos nós dois e a Mimi e o namorado, o Yamato?

— Pedimos desculpas pelo transtorno ontem, então Witchmon, podemos participar desse encontro? Pergunta Yamato.

— Vocês me deixaram curiosos com esse tal programa de casais, e um karaokê? Isso me parece muito bom e sobre ontem, eu achei mesmo que não confiasse em mim e por isso levado os seus amigos…

— Desculpa a intromissão, nos deixamos levar pela curiosidade e jogamos a chance do Joe fora, sem falar que ocasionamos a regressão de três digiescolhidos. Koushiro se desculpa.

— Podemos fazer uma tentativa. Witchmon se anima, deixando os digiescolhidos esperançosos. — Nos vemos no próximo sábado então, mas sem espiões. Adverte a digimon.

— Prometemos! Yamato promete.

Após aquele momento os digiescolhidos trocaram os bebês e desceram para levar Ken até o carro de seus pais que já o esperavam, Mimi filmava os momentos para mostrar para os amigos quando eles voltarem ao normal, a castanha ainda pensava que os amigos não tinham nenhuma noção do que faziam, Ken e Miya se despediram um do outro trocando beijinhos no vento. A senhora Ichijouji sai do carro e se espanta ao ver que tinham mais bebês do que somente Daisuke e seu filho principalmente ao ver Miyako, podia os boatos aumentarem, podia tudo piorar dali para frente, Ken e Miyako já haviam teorizado na noite passada que sim, que as pessoas podia dizer que eram um casal de gêmeos, que o menino estava passeando com a mãe no metrô no começo do verão e a menina provavelmente estava com o pai, que ambos tinham terminado e cada um ficou com um filho, o que podiam esperar de uma sociedade que viviam de boatos para ter um pouco de diversão em suas vidas, parecia que eles seriam alvo de novos boatos e nem poderiam se defender.

— Miyako, como isso aconteceu com ela, com eles? Pergunta a mãe de Ken.

— Da mesma forma que Ken Daisuke, a digimon os transformou em bebês, estamos fazendo tudo o que podemos, mas tudo vai depender dos próximos encontros? Responde Sora.

— Encontros? Espata-se a senhora Ichijouji.

— Nosso “Don Juan” tem que conquistar a bruxa até o fim do verão assim o feitiço será desfeito e a turma toda volta ao normal. Explica Sora tentando segurar Hikari que tentava desviar do irmão para não continuar usando a tiara, a pequena jogava no chão e o irmão abaixava e pegava, colocava de volta.

— Taichi chega! Sora faz o castanho recuar com a bronca. — Daqui a pouco eu derrubo a menina por sua culpa, deixa ela quieta um minuto que seja. A bronca arranca risos dos amigos.

— Só tava tentando arrumar ela. Justifica o líder.

— Taichi depois arrumamos eles direito, acho que isso ta incomodando ela. Sora fala corada com os olhares e risos da turma.

— Porque não se beijam pra finalizar o vídeo? Provoca Mimi.

Yamato pegava o celular pra mais uma vez tentar ligar para os pais, mas estranhou que não havia mensagens de nenhum deles perguntando onde estavam, nenhuma ligação, quando o normal para a hora era o número de chamadas e mensagens já ter passado das dez, mas não havia nenhuma e suas mensagens nem foram visualizadas, logo quando ele ia ligar para o pai, o baterista da banda ligou para o loiro, esse não estava nada feliz com o que viu já que parecia que Yamato tinha deixado o rock para se aventurar em um banda de pop infantil, muito irritado o guardião da amizade entregou seu irmão para Joe e se afastou para continuar a discussão, ele se defendeu dizendo que foi apenas uma participação com sua namorada, nunca deixaria sua banda e a trocaria, quando ele voltou os amigos já tinham se despedido da família Ichijouji.

— O que foi meu amor? Pergunta Mimi.

— Mimi-Chan, nada não pessoal… Precisamos tomar café anda vem. Mente Yamato.

— Não senti muita firmeza não, anda loiro, se abre, a gente aguenta! Incentiva Taichi fazendo o amigo bufar.

— O que foi? Pergunta a castanha de forma mais carinhosa.

— Ta na rede, nossa apresentação de ontem a tarde provocou uma discussão na banda, todos acham que eu virei cantor de pop.

— Independente do que você cante, você canta com o coração e eu gosto, não vejo problema em mudar o estilo desde continue com a alma que sempre teve. Gabumon anima o parceiro.

— Obrigado Gabu, bom mas já expliquei, o mais estranho são meus pais, outra hora eu resolvo essa questão da banda, meus pais não atendem, o que será que houve, o que fazem? O vocalista se pergunta preocupado tentando mais uma vez ligar.

Mais uma vez Yamato não foi atendido, mas outro companheiro de sua banda ligou muito irritado, pois Yamato sequer lembrou o nome da banda, apenas dançou e cantou em meio as crianças e estava recebendo uma enxurrada de comentários elogiando e pedindo por mais videos dos dois, Yamato nem tinha lido nada estava concentrado em outro assunto e mesmo Mimi que amava ser idolatrada por algo e curtia atenção nem tinha lido ou visto até o presente momento.

— Nem acredito, que lindos, Mimi pulava animada.

— Yamato se for largar a banda e virar cantor de pop ao menos avisa não é, olha o nosso empresário não ta com a cara muito boa não, estão ligando pra ele pedindo apenas vocês dois agora conseguiu brilhou sem lembrar de quem começou com você! Bronqueia baixista.

— Quantas vezes eu vou ter que dizer que não estou saindo da Knife of Day, eu estava me divertindo no festival que ocorria no parque, fomos convidados a subir ao palco… Olha quer acreditar em boato fica a vontade eu já disse o que aconteceu você continua vendo o vídeo e supondo coisa, licença que eu tenho mais o que fazer, ele ouve um babuzeio de um bebê. — Já estou terminando fica quietinho. Yamato coloca a mão em frente o rosto do menor tentando fazer ele ficar quieto, mas o loirinho leva suas mãos a boca e baba toda.

— Meu amor você já leu os comentários? Pergunta eufórica a sincera.

— Nem li e nem quero. Yamato limpa a mão na calça.

— Precisamos nos preparar para o passeio, sabe tenho que instalar a mini câmera em seus óculos Joe-Senpai. Koushiro pede o acessório já tirando o que precisaria da mochila.

— Essa coisa vai ser encaixada nos óculos do Joe, parece uma bolinha. Taichi brinca jogando a câmera pra cima sendo interrompido pelo ruivo que o pega o objeto antes que caísse e o coloca em segurança sobre o pano. — Calma cara.

— Yama-Kun, nossos fãs nos querem. Mimi mostra os comentários.

— Temos outros eventos, olha isso. Mimi mostra os e-mails que ela recebeu.

— Mimi eu já tenho um show essa noite, disseram pra mim estar lá ou vão ter certeza que eu deixei o rock. Yamato revira os olhos.

Naquela noite os digiescolhidos foram apoiar o amigo, os bebês ficaram em suas casas, Natsuko e Hiroaki estavam abraçados na cama de casal, ambos pulam cada um para um lado quando escutam a pergunta “tem ninguém nessa casa não”?

— O que vamos fazer, aw kami os dois chegaram, eu não posso sair daqui. Cochicha Natsuko envergonhada por estar sem roupa.

— Agora está meio tarde para o pensar em voltar atrás, será que o Yamato viu o rastro na sala? Se questiona o castanho.

Enquanto isso na sala…

— Yamato-San, que isso? Pergunta Patamon segurando um sutiã preto, com um laço vermelho.

O guardião da amizade fica engasgado com as palavras, Takeru olhava a peça e Gabumon a cheira.

— Isso tem o cheiro da Natsuko-San!

— Depois de reclamar até da minha bermuda no banheiro agora ta pegando o estilo dos Ishida tira e larga. Resmunga Yamato.

“— Nii-San a mamãe jamais deixaria suas roupas por aí jogadas”. Adverte Takaru.

O que o mais velho ouviu foi mama.

— Patamon solta já isso, anda eu vou colocar o Takeru no berço e me trocar o show começa daqui a pouco.

— Eu nunca vi a Nancy-San usar isso, parece até uma armadura. Patamon insistia.

— E pro seu bem é melhor nunca ver, agora pro berço e para de mexer nas roupas sujas. Ordena Yamato.

“ O que aconteceu aqui”? O músico se pergunta olhando a bagunça na sala e depois põe o irmão no berço e vai para o banheiro.

“— Por isso o Daisuke-San chama isso de gaiola com enfeites.

No show

Os jovens presenciaram o poder de um vídeo viral, não deixavam Mimi em paz pedindo para ela subir ao palco e cantar com o namorado e mesmo com as explicações que ela não fazia parte da banda o público queria ouvir mais uma vez os jovens, apesar das músicas da Knife of Day ter por uma hora e meia acalmado os fãs no camarim tiveram algumas crianças do festival que logo reconheceram os ídolos até empurrando os demais componentes da banda para chegar perto dos dois.

— Cadê as orelhinhas? Pergunta a pequena procurando o acessório que o loiro usava no parque.

— Ah… Bom foi só naquele dia, eu…

— Yamato faça a alegria das suas fãs. Mimi entrega a tiara com as orelinhas de lobo, Yamato bufou pelo nariz e teve uma ideia melhor, colocando a tiara na garotinha que nem parecia acreditar, ao terminar de tirar as fotos saiu correndo toda feliz.

— Que kawaii Yama-Kun.

— Não sei qual é da alegria sendo que isso vende em qualquer lojinha não chega a dez ienes.

— Não é o valor seu bobo, nem o objeto, ela ama o idolo dela… Você e você deu um acessório que usou, por isso ela ficou muito feliz.

— Agora eu tenho um legião de garotinhas atrás de mim e uma banda cuspindo fogo pelas ventas, eu vou pra casa. Mimi o puxa pelo pulso o beija, um ato antes que só tinha importância para ambos agora fotografado por todos.

— Vamos comigo ao evento em Shibuya? Vai sem beneficente. Mimi convida Yamato que torce o nariz e volta o olhar para a namorada.

— Vamos não é, de um jeito ou de outro você vai me convencer, eu já tô perdido mesmo mais um desses não vai me matar, e é até engraçado ver tanta criança no meu show antes só tinha marmanjo e umas doidas, elas trazem uma energia diferente. Yamato acaricia a bochecha de Mimi e esfrega seu nariz ao dela e os flash não pararam irritando a banda, pois apesar de terem alguma atenção o assédio era maior no casal.

— Eles não vão te expulsar da banda, vocè vem a todos os ensaios e apresentações e lota os locais, eles precisam de você, mas só nos shows.

— Só nos shows? Pergunta confuso.

— Pois agora quem precisa de você sou eu, anda vamos. Mimi puxa Yamato para fora.

A semana passou correndo, na noite de sexta os digiescolhidos se reuniram no shopping para comprar roupas de banho, pois logo pela manhã Yamato, Mimi, Joe e sua namorada de verão iriam para o parque aquático, o passeio no shopping estava sendo comum até Yamato e Taichi começarem a disputar na máquina de dança.


Na manhã seguinte...

Os amigos se reuniram no parque e foram para o parque aquático, a digimon aparece com biquíni sensual, ele fazia muito marmanjo nas piscinas babarem e como consequência, apanhar de suas esposas e namoradas, os seios fartos saltando do biquíni deixava a piscina quente como um ofurô.

— Miga acho que você ta causando! Mimi olha a esposa batendo no marido e cobrava atenção.

— E isso é bom? Pergunta a digimon.

— Depende da sua auto estima, se gosta do assédio, mas creio que devíamos procurar algo que não provocasse afogamentos e divorcios. Mimi se referia a peça.

— Não é isso que as humanas usam? A Digimon era inocente demais para entender certas diferenças e estava empolgada como uma criança.

Mimi ia começar a explicar, mas os rapazes saíram do vestiário e Witchmon, levantou o braço e acenou animadamente assim que viu Joe. Yamato ficou com uma gota sobre a cabeça ao ver o tamanho do biquíni e Joe parou de respirar no mesmo momento, enquanto a bruxa acenava seus seios sacudiam lado a outro e a cortininha do biquíni quase expunha parte dos mamilos.

O guardião da confiança congelou e ficou sem cor quando a “namorada de verão” correu em sua direção, os seios balançando ainda mais fazendo os homens do lugar sangrarem pelo nariz, quando ela chegou perto ele caiu de costas na piscina saindo sangue pelo nariz.

— Hey! Namorado? Você está bem? A Digimon perguntou preocupada olhando o rapaz se atrapalhando pra voltar a superfície.

— Miga, vamos ali na lojinha do parque escolher outra roupa, se não vai matar o senpai com um ataque cardíaco. Mimi puxa a bruxinha para a loja.

Depois de encontrar o modelo mais comportado, Mimi e a bruxinha saem da lojinha rindo e encontram Yamato e Joe esperando as duas, Joe corado e envergonhado e Yamato não podia olhar pra Joe que queria rir.

— Nem uma palavra ok? Joe adverte constrangido.

Yamato levantou os braços em rendição mas não deixou a cara de deboche de lado.

Ambos os casais foram ao toboágua, às voltas no enorme escorregador e a queda na refrescante piscina divertiram a bruxinha que até agarrou Joe por trás e encheu seu pescoço e orelha de beijinhos e quando o mesmo olhou para ela seu coração palpitou mais depressa sem falar na cor avermelhada de suas bochechas.

— O que você tem, de novo meu biquíni não te agradou? Pergunta confusa.

Joe estava engasgado com as palavras, o contato estava próximo demais arrancando até certas arfadas.

— Fala alguma coisa, você não me disse se está gostando, se está se divertindo. Witchimon puxa assunto.

— Ele ta amando Witchimon. “Um pouco a mais do que achamos”. Pensa Yamato.

— Vamos jogar volei aquático? Mimi sai da piscina e pega a bola jogando para Yamato.

O jogo estava animado para as duas duplas, mas um inconveniente incidente causou mais um problemão, Joe usou mais força do que devia e com isso acertou o rosto de um homem, o detalhe era que o mesmo parecia um gorila de tão grande, os braços musculosos e a cara de poucos amigos nem Yamato era burro de encarar o valentão, apesar que pra defender o amigo o loiro perdia a noção do perigo, quando ele agarrou Joe pelos ombros o ameaçando, Yamato tentou explicar que foi um acidente, mas o homem queria mesmo era briga, Yamato tentou livrar Joe e quase apanhou até fechou os olhos quando ele fechou os punhos em sua direção e ouviu o grito desesperado de Joe e Mimi. Witchimon apenas deu um sorrisinho sacana e mexeu os dedos liberando uma energia lilás que atingiu o fortão que diante dos olhos de todos deixou de ser humano e se tornou um coelhinho branco com as orelhas pretas.

— Cadê o maluco? Pergunta Yamato abrindo os olhos e piscando confuso.

— Yama-Kun, você está bem? Questiona Mimi.

— Não entendi nada, mas parece que estou bem. O loiro fala aliviado até suspira.

A piscina é tomada por aplausos dos presentes achando que era um truque de mágica combinado e pago.

Depois do incidente eles tomam um banho nos chuveiros para tirar o cloro do corpo e se vestem para aproveitar o resto do parque, Witchimon começa a andar na ponta dos pés~sentindo um aroma gostoso no ar que a levou a uma estrutura montada para um concurso de comer torta.

— Vamos brincar também? Witchimon pula empolgada em poder comer tantos doces de graça.

— Agora é que ferrou! Yamato soa pessimista.

— Se um digimon na fase rookie já come como condenado não quero nem ver um Seijukuki. Mimi colocou a mão na testa, mas topou participar da brincadeira, os amigos sabiam que não tinham chances, contra a digimon e uns participantes que mais pareciam lutadores de sumô, não demorou nem meia torta para Mimi pedir para sair, a castanha mantinha a boa forma e viu o exagero, já Joe e Yamato até tentaram passar da terceira, mas os estômagos já não suportavam mais nenhum pedaço, enquanto a digimon em forma humana parecia um sayajin comendo sem parar deixando até os juízes abismados, pois devido ao físico todos julgavam que a jovem não comeria mais de duas tortas e já passava da decima, um dos competidores empurra metade da assadeira para o lado e toma o refrigerante para ajudar a descer.

— Você vai comer isso? Pergunta Witchimon. _ Não. A digimon devora a torta.

A platéia incentivava a comilança, mas estavam chocados com a participante, o prêmio foi uma sacola de dinheiro que ela deu a Joe.

— Witch-Chan. Joe cora por ter usado o honorífico.

— Fica para você! Eu sou uma digimon não uso isso, agora vocês humanos usam isso a todo momento e é um jeitinho de agradecer toda diversão que propocionaram, eu amei esse passeio me diverti muito. Witchmon da um selinho na boca de Joe, que atrapalhado deixa seus óculos caírem.

Discretamente a castanha tirou foto do momento e sorriu ao ver o amigo todo corado, como o passeio ainda não tinha acabado o quarteto descansou um pouco no parque onde se deitaram sobre a grama, após o merecido descanso eles foram ao karaoke.

Depois de Joe fazer uma falha tentativa no microfone, ele desceu do palco, o que importava era a diversão, não a afinação, afinal não eram musicos profissionais, nem mesmo o casal do momento que foram os próximos a subir no palco, Mimi não podia ter ficado mais feliz ao escolher uma trilha sonora de um dos filmes americanos prediletos entre as meninas.

You Are The Music In Me]

Kelsi: na na na na
na na na na yeah
You are the music in me
You know the words once upon a time
make you listen
there's a reason

Kelsi and Gabriella: When you dream
There's a chance you'll find
A little laughter
Or happy ever after

Troy and Gabriella: Your harmony to the melodies
It's echoing inside my head
A single voice
Above the noise
It's like a common thread
Hmm you're pulling me

Gabriella: When I hear my favorite song
I know that we belong

Troy: You are the music in me
It's living in all of us

Gabriella: It's brought us here because

T&G: You are the music in me

Gabriella: Na na na na

Troy: Oh

Gabriella: Na na na na

Troy: Yeah yeah yeah

Gabriella: Na na na na

T&G: You are the music in me

Gabriella: It's like I knew you before we met
Can't explain it
There's no name

Troy: No name for it

T&G: I said the words I never said

Troy: And it was easy

Gabriella: So easy

Troy: Because you see the real me

T&G: As I am
You understand
And that's more than I've ever know

Gabriella: To hear your voice

Troy: Hear your voice

Gabriella: Above the noise

T&G: I know I'm not alone

Gabriella: Oh you're singing to me

T&G: When I hear my favorite song
I know that we belong
You are the music in me
It's living in all of us
It's brought us here because
You are the music in me
Together we're gonna sing
We got the power to sing

Troy: What we feel

Gabriella: What we feel

Troy: Connected to me

T&G: Can't keep it all inside

Everyone (T, G & K): Na na na na oh yeah
You are the music in me
When I hear my favorite song

Troy: Favorite song

Everyone: I know that we belong

Gabriella: We belong

Everyone: You are the music in me
It's living in all of us
It's brought us here because

Gabriella: Here because

Troy: You are the music in me

Everyone: Na na na na oh yeah 3x

T&G: You are the music in me


O casal trocava olhares e sorrisos no palco, as vozes de ambos agradou a platéia e os amigos até aproveitaram para mais uma carícia, Joe não resistiu e chamou a bruxinha pra dançar. Ao fim do divertido encontro a bruxinha já em cima de sua vassoura agradeceu ao digiescolhidos e se despediu feliz.

— Aw a gente forma o melhor casal de amigos. Mimi se gaba convencida.

— Eu adoro estar no palco com você Mimi-Chan. Yamato declara puxando a castanha pela cintura.

— Você é mesmo a musica em mim, aw eu nem acredito o Joe-Kun não é mais BV. Grita Mimi arrancando risos de Yamato e Joe se envergonha.

— Grita para o mundo Mimi. Ironiza Joe.

— Eu to com a impressão que esquecemos alguma coisa! Yamato fa la pensativo.

— Chaves, carteira, mochila, celular… Supõe Mimi verificando as possibilidades.

— Comigo tudo ok e você senpai? Pergunta o músico.

— Tudo, mas então o que acha que esqueceu? Pergunta Joe.

— Deve ter sido tanto sol na cabeça, preciso ir para casa, hoje rolou uma coisa estranha.

— Mais briga? Pergunta Mimi.

— Não meu amor, sabe na hora que cheguei ontem para deixar meu irmão e os digimons em casa e ir para o show, encontrei as roupas da minha mãe espalhadas, logo ela que falta morrer se ver uma toalha em cima da cama.

— Yamato, ela pode estar cansada, afinal ela ta cuidando de três bebês e dois digimons, isso esgota uma mulher. Mimi zomba.

— Não vi graça. Emburra Yamato revirando os olhos. — O que meu kami, o que eu esqueci?

Um pouco longe dali, de volta ao parque aquático, um coelhinho saia pelas grades de pulava pela rua.

Notas finais
Música do casal Mimato : https://youtu.be/6q2zKznFANo