Operação babá

14 Chapther fourteen


Iori ficou preocupado com outra possível visita de Merry, se ela visse o bebê não poderia fazer outra suposição se não que o bebê era outro filho da sua tia.

— O que podemos fazer? Pergunta Iori refletindo.

— Acho que não podemos fazer muito se não esperar, não é meu pequeno. Natsuko brinca enquanto dava a mamadeira para o filho.

— “Esperar que o Joe-Kun consiga tocar o coração da bruxa, se não ficará complicada a situação”.

— É engraçado que ele tenta falar, pena que não conseguimos entender nada. Iori sorri.

— Eu já tentei, mas não sei o que bubu quer dizer nem dada, tem vezes que ele diz mama, mas fica complicado distinguir se ele quer mamar, papa, ou alguma coisa. Patamon fala confuso.

— Só saberemos quando ele voltar ao normal. Iori concluiu olhando para o amigo.

Na residência do Yagami a turma estava andando de um lado para o outro em círculos, ansiosos por notícias de Joe, Koushiro, Yamato e Taichi quase tropeçam uns nos outros.

—Será que o Joe-Senpai vai seguir nossos conselhos? Pergunta Hikari.

— Poderíamos ter dado muitos conselhos, mas o rapazes estavam com a veia cômica alta hoje. Sora abraça os joelhos.

—Vocês não deviam estar tomando conta dos bebês? Mimi coloca as mãos na cintura e bronqueia os meninos.

—Eles dois estão dormindo na cama do Taichi. Yamato aponta.

— Pessoal não vou conseguir ficar aqui sentado, precisamos descobrir se o Joe precisa de uma ajudinha. Taichi sai do quarto com o ruivo no colo.

—Ele não tava dormindo? Pergunta Hikari.

—O Daisuke-San dorme cinco minutos, já acordou, o Ken já tá no sétimo sono, mas e ai que tal se levarmos as crianças para casa e vamos dar um suporte ao Joe.

—”Ah claro agora precisamos de babá o dia todo”. Reclama Daisuke querendo ir com os amigos.

—Com suporte você quer dizer espiar? Pergunta Miyako.

— Ah Miyako-San, bom não vamos nos aproximar, só queremos ver como o Joe está se saindo. Taichi explica.

— Só que temos que ir com toda cautela, não podemos deixar a bruxa ver a gente. Alerta Koushiro.

— Então vamos fazer assim eu Yamato e Koushiro-San vamos ao cinema gravar o encontro, as meninas ficam aqui com os bebês e assistindo a transmissão pelo computador. Yamato dá a ideia bem convencido que daria certo. —Assim não chamamos a atenção por sermos um grupo grande e mesmo assim damos um sinal se o Joe não estiver conseguindo aguentar.

—Yamato, Niisan, Koushiro… Tomem cuidado, vai saber do que a Witchmon é capaz. Alerta Hikari pegando Daisuke no colo.

— Ela nem perceber que estamos lá, seremos discretos. Koushiro dá sua palavra.

—É dessa discrição que eu tenho medo. Sora se senta no sofá.

Os meninos entraram no quarto e se trocaram, e quando saíram só escutam o silêncio das amigas que estavam com gotinhas, procurando entender os capuzes em cima dos gorros e as máscaras nos rostos como se estivessem resfriados, Daisuke cobriu seus olhos com as mãos

— Essa ai é a grande ideia? Questiona Mimi.

— Vocês vão espionar não assaltar um banco, ou ver um médico. Gabumon provoca.

— Ver um médico? Pergunta Yamato abaixando a máscara.

— O pior que eu concordo com o Gabu, credo Yamato… Parece que tá doente. Mimi pentelha.

— Precisamos ser discretos, e assim as pessoas não vão ficar no nosso caminho…

— Claro que não, vão pensar que estão com uma gripe forte. Wormmon continua as brincadeiras.

— Vocês querem ver o encontro do senpai ou esperar até terminar? Pergunta irritado Yamato.

— Como sempre façam o que quiserem. Responde a ruiva de forma ríspida se sentando no sofá.

Os três saem do apartamento levantando certos olhares dos vizinhos, mas quando chegam ao cinema, se escondem atrás dos bancos e procuram o casal, e não demoram a encontrar Joe segurando a mão da loira, os três se olham de lado com um sorriso sacana e riem.

Joe tentava não ficar nervoso e se lembrar de algumas dicas dos amigos, no meio de tanta piadinha tinha que haver algo que ele pudesse aproveitar, ele sabia que a digimon podia não ter malícia a ponto de saber sobre acasalamento, como também tinha consciência que ela conhecia costumes humanos como andar com as mão unidas, afinal quando ela percebeu que o estudioso relutava com receio ela mesma enlaçou suas mão nas dele e sorriu.

Na forma humana a qual a digimon feiticeira assumiu ninguém podia dizer algo sobre sua aparência, todos viam um casal de jovens passeando juntos.

— Uhm que delicia, aw que bom que topou nosso encontro. A digimon pula derrubando pipoca pelo chão.

— Witchmon, você nunca tinha… Aw de-desculpa, eu não posso perguntar isso porque eu também nunca namorei. Joe cora.

A bruxinha sorri e se aproxima de Joe dando um beijinho no cantinho de sua boca.


Enquanto isso…

Taichi, Koushiro e Yamato acompanhavam a cena, boquiabertos, discutindo se foi selinho ou não, Taichi teimava em dizer que foi um selinho e com isso Joe deixou de se bv, Yamato discordava dizia que aquilo passou longe de um selinho e Koushiro concordava com o loiro, pois não pareceu que os lábios se tocaram.

Joe olhou para trás e Koushiro deu sinal que foram descobertos fazendo os amigos se esconderem.

— O que houve Joe, algum problema? Pergunta a bruxa.

— N-nada, Witch…

— Sabe que eu gostei, pode me chamar assim agora. Witchmon da uma piscadinha.

— Chamar como? Pergunta Joe.

— Witch, assim parece um nome mais humano e gostei que me deu um apelido. A digimon o provoca.

O que o guardião da confiança ia dizer? Que viu os amigos espiando eles e que aquilo não passou de mais uma frase inconclusa? Não óbvio que não, ele não queria arriscar o bom humor da bruxinha e foi pra sessão de cinema com ela, e se lembrou de uma das dicas, “fingir se espreguiçar e dar um abraço, só cuidado para não descer a mão demais”. Joe se engasgou com o refrigerante que ele esperava que ajudasse no calor que sentiu ao pensar na possibilidade de apalpar os seios generosos da digimon.

“O que eu não faço pelos digiescolhidos… Eles me devem uma”. Pensava Joe.

— Ele vai mesmo fazer isso? Mimi Pergunta assanhada com a cena.

— Tá parecendo, aw Joe, para com isso é só uma espreguiçadinha. Torce Miyako.

As meninas até fizeram pipoca para assistir o mais velho paquerando a bruxinha, nem os digimons esconderam sua curiosidade, queriam saber se o primeiro encontro do senpai ia dar certo.

Naquela altura Joe já buscava coragem e se lembrava dos conselhos de seus amigos e do irmão, esse não ajudou muito, pois aquele não era exatamente um lugar muito propício e nem a ocasião.

Joe fingiu dar uma espreguiçada, em dado o momento a câmera tremeu devido as risadas que Koushiro e os amigos não conseguiam segurar, as meninas ficaram na expectativa. Miyako sentiu um estranho cheiro na sala e observou Hikari e Daisuke comendo um biscoitinho feito para bebês, o problema era que o biscoito era feito de peixe e legumes, até o formato do biscoito era de peixe.

— Hikari-Chan o que é isso? Pergunta Miyako vendo o ruivo com o macacão cheio de farelo e a amiga com a boca cheia. A castanha mais nova entrega o pacote para a violácea que não curtia muito o fato dos japoneses colocarem peixes até mesmo em seus biscoitos.

— Hikari, esse biscoito não é para bebês? Aqui diz a partir de seis meses. Pergunta Miyako pentelhando a castanha.

— Kami, é muito gostoso, eu e o niisan adoramos, mesmo depois de grandes ele derrete na boca é muito bom.

— Gosto tem pra tudo. Eu prefiro biscoito ou com morango ou chocolate, até limão, mas peixe e legumes ag. Mimi faz uma cara de nojo.

A pequena distração as fizeram perder o momento em que Joe passou o braço em volta do pescoço da digimon e ela deitou sua cabeça no ombro do mesmo e deslizou as mãos cobertas por uma luva rendada pela coxa do rapaz, quando as meninas viram a cena soltaram um berro e deram pulinhos.

— “Eu nunca tinha reparado o quão longas podem ser as pernas delas, parecem um monte de gigantes pulando, me sinto uma formiga no meio delas, bela hora o Ichijouji resolveu dormir…”

Os pensamentos do ruivo foram interrompidos pelo chiado na tela do computador, o que teria acontecido, será que houve uma interferência no sinal.

— Aw que droga, na melhor parte. Reclama Mimi, já com o celular em mãos mandando mensagem para Yamato.

“Não é uma boa hora meu amor, estamos com problemas técnicos.” Respondeu o loiro corado.

— Que mané problema técnico, essa internet resolve bulgar justo nesse momento crucial.

No cinema…

O grande problema pelo que passavam era que Witchmon após brincar com os nervos de Joe, sentiu a presença incômoda dos meninos, e como sua audição não era de uma humana ela ouviu os burburinhos e risinhos dos três, e na hora saiu do cinema, Joe tentou contornar a situação, mas a bruxinha ficou zangada com a perseguição, ela havia sido clara, queria os encontros com o digiescolhido às sós.

— O que vieram fazer aqui? Pergunta Joe.

— Dar uma ajudinha. Respondeu Taichi sem graça coçando a nuca.

— Então até para os encontros você precisa dos seus amigos? Eu avisei que alguém iria pagar se eu não gostasse, e como vocês três foram…

— Witch, por favor não os transforme…

— Muito tarde Joe-Kun, esse nosso primeiro encontro começou lindo, mas convidar seus amigos… Espero que no próximo não os traga.

— Entendeu tudo errado, nós não viemos a conv… Koushiro ia explicar, mas neste momento a luz começou a ser emanada de suas mãos, fazendo os três abaixarem e Joe tapar seus olhos, quando o guardião da confiança abriu os olhos temia encontrar seus amigos regredidos, mas nem encontrou a bruxa e nem os amigos, esses estavam escondidos e se levantaram se olhando se nada em seu corpo havia mudado.

— Parece estar tudo bem. Supõe Koushiro respirando aliviado.

Os amigos se olham e depois olham para Joe sorrindo

— Ai Joe-Sama, que garanhão, provoca Taichi.

— Taichi, p-para com essas brincadeiras, têm ideia do que vocês podiam ter causado, que ideia imbecil foi essa de me seguir? Grita Joe deixando os trê muito sem graça.

— Joe… A- Bem pensamos que podia precisar de ajuda, olha foi mal.

— Foi muito mal, podiam estar precisando de fraldas nesse momento. Bronqueia o mais velho.

— Mas não tem ninguém de fraldinha nem chorando, então esfria a cabeça… No próximo você conserta esse mal entendido e bom se não se importa eu gostaria de desta vez usar um câmera em seus óculos assim ficamos de longe, se ela fizer algo saberemos a localização. Propõe Koushiro

— Vocês não desistem não? Questiona Joe.

No apartamento da família Yagami.

— Bye meus amores, é uma pena não termos visto a melhor parte mas aposto que narrado tem a mesma graça. Mimi insinua rindo.

— Tchau meninas, até amanhã no parque e Dai vê se dorme viu. Hikari adverte entregando o ruivo para Jun.

— É só colocar uma canção de ninar que ele adormece rapidinho, arigatou pessoal, boa noite. Jun se despediu.

Hikari e Miyako foram para o elevador e seguiram para o apartamento da violacea onde o pai de Ken já esperava para levar o bondoso para casa.

— Boa noite Wormmon! Se despedem Poromon e Plotmon juntos.

— Boa noite, eu me diverti bastante. Wormmon pula para o lado da cadeirinha.

— Boa noite meninas. O senhor Ichijouji se despediu e as meninas abaixam a cabeça.

Após verem o carro indo embora as parceiras de jogress se entreolham e acabam sentindo uma sensação estranha, um arrepio, como se um vento gélido passasse pelos corpos das duas.

— Você sentiu isso Miya-Chan? Pergunta Hikari.

— Uma sensação estranha, ai eu hein, vai pra casa e manda mensagem quando chegar, lembre-se moro a duas quadras do seu apartamento. Avisa a violacea.

— Boa noite Miya. Hikari se despede levando Plotmon.

No momento em que Miyako chegou ao prédio, Iori também chegava em casa e os dois param para conversar sobre Merry, Iori se desculpa várias vezes por ter faltado à reunião e diz que se tivesse ido nessa hora Merry podia ter flagrado Takeru do jeito que estava, Miyako cai o queixo com o relato do amigo.

— Só por esse motivo eu não vou ficar mais zangada com você baixinho. Miyako provocou o castanho que a encarou sério, mas riu em seguida.

Quando iam se despedindo Iori observou uma estranha luz nas pernas de Miyako, mas sacudiu a cabeça pensando estar vendo coisas.

Hikari também chega em casa e observa a bagunça que fizeram pela casa e coloca uma música animada, sua intenção era arrumar a bagunça antes dos pais chegarem, naquele momento Plotmon sobe no sofá brincando com um ursinho, e vê uma estranha luz emanando do corpo de Hikari.

— Hikari-Chan, a Homeostasis quer fazer contato, você está emanando uma luz! Avisa Plotmon

— Plotmon, eu não sinto que seja a homeostasis, será que tem haver com o arrepio aquela hora? Pergunta a castanha.

A luz se intensificou e Plotmon ficou olhando espantada, diante de seus olhos sua parceira estava diminuindo de tamanho até suas roupas ficarem muito grandes.

— Hikari-Chan. Foi tudo o que Plotmon conseguiu dizer no momento, sua parceira agora estava do mesmo tamanho de Daisuke e chorava.

— Que choro é esse Plotmon? Pergunta Agumon saindo do quarto.

— Acho que a Hikari passou pela mesma transformação dos amigos. Explica a cachorrinha.

— Ela está igual o Daisuke, Ken e Takeru. Constata Agumon.

— Precisamos do Taichi, precisamos de ajuda… Aw Hikari-Chan não chora, logo mais seus pais est… Eu não sei se isso é bom ou ruim, seus pais vão cobrar explicações, aw Kami, a ameaça.

— Que ameaça? Pergunta Taichi entra seguido de Yamato.

—Taichi… A bruxa ameaçou no dia que propôs o acordo ao Joe, quando ela… Acho melhor procurar a sua irmã.

—Não precisa ela está bem aqui. Gabumon a trazia nas costas.

—Hikari. Taichi estava espantado, ao ver a pequena Yagami.

—Ainda bem que vocês chegaram, a gente aprendeu uma coisa, trocar fraldas não é para digimon. Plotmon conclui.

— Imouto… Ah Yamato, o que eu digo quando meus pais voltarem? Pera isso quer dizer…

—Quer dizer que Miyako e Iori nesse exato momento devem ser dois humanos pequenos. Completa Gabumon.

Gabumon estava correto, Iori estava se preparando para mais um treino de Kendo, o avô do jovem propôs uma hora de meditação e desligou as luzes, o silêncio da sala unida ao som da pequena cascata de água feita para relaxarem durante as meditações, teve acompanhamento de outro som, o de choro.

—Meu neto que som é esse? Pergunta o senhor Hida se levantando e caminhando com dificuldade até encontrar o interruptor.

—Parece o som que o Takeru, Daisuke e Ken fazem quando estão com fome, ou sono, ou quando fazem a fralda fica pesada, a verdade é bem parecido. Armadillomon supôs preocupado.

O choro não parava só quando o senhor Hida conseguiu acender as luzes pode ver um bebê com os cabelos castanhos e os olhos da cor de esmeraldas, ele parou de chorar e ficou encarando o avô como se pedisse ajuda.

— Iori? Pergunta alarmado o senhor Hida.

—Esse bebê é meu parceiro, Iori-Kun? Mas ele não comeu nenhum bolinho como ficou assim? Pergunta Armadillomon.

Se não bastasse Hikari e Iori, na residência dos Inoue a noite parecia que ia começar de um modo diferente das que estão acostumados.

—Meu filho chame a Miyako-Chan, o jantar está quase pronto, só falta ela.

Matarou se aproxima da porta escutando um babuzeio, pensa que Miyako pode estar vendo algum filme, série, dorama, anime no último volume, mas lá no quarto:

—”Como isso foi acontecer? Entrei no meu quarto uma adolescente e olha para mim agora, não consigo nem andar”. Miyako faz uma falha tentativa de se pôr de pé, a pequena violacea cai de barriga para baixo nos tapetes de seu quarto e chora, seus óculos caíram para o lado, o som do choro estava levantando ainda mais interrogações na cabeça do irmão.

—Matarou-Kun quer parar de brincadeira, estou a horas esperando sua irmã pra me ajudar na cozinha e você aí espiando ela dançando de novo. Reclama a senhora Inoue com uma colher de pau numa mão e com a outra na cintura cobrando o mais velho.

—Mãe, a Miyako-Chan deve ta vendo filmes e alto, escuta. Mantarou puxa a mãe para perto da porta e escutou um choro, senhora Inoue não quis nem esperar a filha responder às batidas que deu na porta e saiu entrando de uma vez.

—Inoue Miyako, não está ouvindo a gente te chamar. A mulher olha ao redor sem encontrar nada.

— Deve estar com os fones de ouvido. Sugere Matarou.

—Matarou cuidado vai cair em cima do bebê. Mantarou se atrapalha ao andar para trás com medo de pisar no que o digimon disse para ter cuidado, isso o espantou pois ele não entendeu, que bebê… Poromon se aproxima da pequena.—Miya-Chan. Com a conclusão a senhora Inoue ficou branca de susto e Mantarou a pegou no colo.

—”Agora eu vejo as coisas pelo ponto de vista do Ken, ele deve ter se assustado com os cômodos da casa enormes e as pessoas parecendo gigantes, KYAAA, ENTÃO O ENCONTRO DEU ERRADO. A violacea se desespera e esperneia no colo do irmão.

—Minha filha… A senhora Inoue tava tentando segurar o choro, e pega a filha dos braços do mais velho.

—Oh Poromon, isso é obra da mesma digimon que enfeitiçou o namorado da Miyako? Pergunta Matarou.

—Provavelmente sim, não tem outra explicação aquela bruxa está transformando os digiescolhidos em bebezinhos, mas não entendo porque agora veio atrás dela, se não se passaram nem da meia noite para ela cumprir a ameaça que fez, disse que só os transformaria se não gostasse do namoro durante o verão, agora a Miya apareceu regredida.

—Matarou precisamos de fraldas, como vamos desfazer isso? Pergunta a mãe da violacea tentando acalmá-la.

—Tem que esperar até o final do verão, a bruxa quem disse. Poromon contava enquanto se aproxima da parceira e sobe em seu colo sentindo seus dedinhos o apertando.

A violacea naquela noite pode constar que talvez a consciência de Ken, Daisuke e Takeru fosse a mesma, sabe-se lá quantas reclamações os três não tinham sobre os fofos momentos, parecia fácil ser banhado, trocado e alimentado, mas para bebês que tenham experimentado antes uma vida mais independente isso tudo era um retrocesso.