Notas iniciais
Hhahaha, nem deu p sentir minha falta! SPOOOOOOOOOILER SOBRE -A!!!! a proposito um tal de Charles é -A, ele é irmão do Jason e da Ali, e a cidade toda vai descobrir sobre -A, eu acho que é o Andrew, mas ta mt obvio, então nn deve ser, estou falando de PLL, okay - FIIIIM DO SPOILER Sobre o cap, o proximo deve ter beijo, DEEEEEEEVE, q vem do grego "uma probabilidade de 50%), me deixem feliz e eu deixo vcs feliz! kkkkkk meu niveeeeeeeeeer ta chegando, dia 19 de abril, recomendações contam como presente :3

POV — Rose Weasley

Dominique não apareceu para aula, como eu imaginei que seria, então eu tive que sentar com Scorpius, ou era ele ou uma garota da Grifinória que parecia disposta a qualquer coisa para afundar as unhas postiças na ferida da minha barriga. Qual a necessidade disso produção?

– Você disse que queria conversar sobre o que aconteceu antes — comecei como se não quisesse nada enquanto rabiscava um pergaminho com várias estrelas e R.W's. Ele ficou tenso ao meu lado e eu mordi os lábios e fechei os olhos com força, ainda de cabeça baixa de forma que ele não viu minha expressão, abri a boca para me preparar para dizer algo do tipo como "deixa pra lá" ou "que seja", mas ele falou antes.

– Na Ala Hospitalar, quando você acordou, olha, eu não sei o que me deu — ele disse e eu arregalei os olhos me virando para ele, tudo bem, uma coisa era ficar em silêncio outra era dizer que não sabia o que tinha dado nele para querer me beijar, isso feria meu orgulho. Ele pareceu perceber pois bateu na própria testa — Não, não, não, não, não! Olha, não é isso! Eu não quis dizer o que me deu para fazer aquilo de princípio, eu sei muito bem o que me deu para fazer aquilo, eu quero dizer depois, quando suas primas chegaram e...

– Bom dia, classe — disse o professor entrando na sala e eu o fuzilei com os olhos, até ele tinha que nos atrapalhar? — Abram os livros na página 274, e quem me atrapalhar vai perder um ponto para casa.

– Conversamos sobre isso depois — digo e ele suspira passando a mão no cabelo.

Fico quieta na minha e não consigo escutar sequer uma palavra do que o professor dizia, era uma das matérias que eu mais gostava, desde sempre, e justo quando estava perto das provas eu começo a não conseguir prestar atenção na aula. Muito obrigada, Scorpius, ajudou muito, Tinha que tirá-lo da minha cabeça, antes que o estrago fosse ainda maior.

POV — Scorpius Malfoy

Fiz o máximo de esforço possível para escutar o que o professor dizia e compreender, mas não consegui, tudo entrava por um ouvido e saia pelo outro. Olhei pelo canto dos olhos Rose ao meu lado, ela o encarava fixamente, mas não sabia se os seus pensamentos estavam na aula ou não. Eu encarava o meu relógio de pulsos a cada quinze minutos para verificar se já estava acabando a aula, e o professor começou a perceber isso lá pela quinta vez, mas não disse nada. Fingi que estava anotando o que ele dizia, para que ele parasse de me encarar daquele jeito, mas apenas copiei o que estava escrito no quadro, que era quase nada, pois suas explicações eram sempre as mais importantes, que droga.

O sinal finalmente soou, marcando o fim da aula, e eu me virei para Rose pronto para terminar aquela conversa ali mesmo, mas ela já estava levantando com a mochila nas costas.

– Onde você vai? — peguntei confuso e ela deu de ombros.

– Eu tenho aula de Herbologia, e tenho que achar a Dominique antes de ir para lá, se não vou sobrar com aquela menina que quer me matar — ela olhou para uma menina no fim das carteiras e eu segui seu olhar, era só uma garotinha a encarando mortalmente, mas sua expressão se suavizou assim que olhei para ela, ela sorriu e acenou. Sorri de volta e me virei para Rose que revirava os olhos.

– Pensei que quisesse conversar — disse jogando minha mochila nas costas e me levantando também — Você queria até alguns quinze minutos atrás.

– É, já faz uma hora e meia, e eu preciso ir agora. Até mais tarde, biblioteca as 16:00, para estudar para Poções — ela prolongou o estudar e entendi que ela não queria mais conversar, assenti com a cabeça e ela saiu da sala a passos rápidos.

Alvo estava me esperando do lado de fora da sala.

– Por que você não assistiu aula? — perguntei e ele deu de ombros com cara de sono.

– Acabei de acordar cara, pensei que era mais esperto, da para ver isso na minha cara, literalmente — ele apontou para o próprio rosto e eu ri.

– É, eu devia ser mais esperto.

– Falou com a minha prima super gata? — ele perguntou e eu suspirei.

– Quando íamos conversar sobre isso, o professor chegou, ai não deu, e ela não parece mais querer falar sobre isso — dei de ombros e ele arqueou as sobrancelhas.

– Então, você vai seguir com o plano original? Você sabe, a aposta — ele sussurrou a última parte e eu ri.

– É, acho que sim, não tenho nada valioso a perder mesmo.

– Só ela.

– É, isso é alguma coisa em que devo pensar — digo e ele sorri de lado.

– É assim que se fala.

– Do que estão falando? — perguntou alguém atrás de nós e nos viramos assustados.

– Ah, oi... ér... — era a garota do banheiro, não lembrava o nome dela, ela sorriu.

– Letícia — disse e eu assenti.

– Isso, Letícia. Alvo, essa é a Letícia — ela estendeu a mão para ele, mas esse me encarou e depois a ela e revirou os olhos sem apertar a mão dela, que a abaixou meio confusa — Ele está de TPM.

– Ah...

– Eu não, mas minha prima sim — ele diz e eu reviro os olhos, o ignorando.

– De que aposta vocês estavam falando? — ela perguntou curiosa e nos entreolhamos assustados.

– Nenhuma, nada, nunca falamos sobre isso. Temos que ir, tchau Felícia! — diz Alvo se virando e me puxando com ele.

– Letícia! — ela diz parecendo cansada e nós sumimos no corredor.

– Acha que ela escutou?!

– Espero que não! — digo quase tão apavorado quanto ele.

– Rose como meu fígado se descobrir — ele se lamentou e eu assenti.

– Ela não irá.

*****

Finalmente deu 16:00 e eu fiquei animado em ir para a biblioteca com o material de Poções na mochila.

Cheguei e ela já estava lá, como sempre, mas não parecia nada animada.

Me aproximei lentamente e me sentei a sua frente, ela levantou os olhos para mim e os abaixou de novo.

– Você está bem? — perguntei e ela suspirou passando a mão no rosto.

– Eu recebi uma carta, do meu pai, minha mãe não está reagindo muito bem ao tratamento, ele nem contou sobre o incidente com o Lorcan para não piorar a situação mas... a quimioterapia não está tendo resultados — ela disse e eu engoli em seco, não sabia muito bem o que fazer em uma situação daquelas, então apenas me levantei e dei a volta sentando ao seu lado.

Ela me encarou e puder ver as lágrimas brilhando em seus olhos, a puxei pelo ombro a abraçando e suspirei, era tudo o que eu podia fazer, ficar ali com ela e a ajudar no que precisasse, pois nenhuma outra pessoa naquela escola sabia o que estava acontecendo.

Notas finais
Comeeeeentem