Ontem, hoje e sempre
1 Nosso Aniversário de Beijo
Nossas vidas seguiram o seu curso natural, os anos vieram rápidos mais rápidos do que nós esperamos e queremos, nós assim como nossos amigos encontramos novos desafios pessoais, profissionais e familiares. Os anos foram bons para Callie e eu, vivemos uma vida boa e feliz, nossos filhos cresceram e tem encontrado seus próprios desafios.
Sofia hoje com quinze anos é nosso orgulho e maior desafio, oh! Idade difícil de superar, ela se tornou uma linda garota, inteligente, cheia de atitudes, ela tem o mesmo porte físico de Callie e prevemos que terá quase a mesma altura, mas traz no rosto aquele sorriso safado de Mark Sloan, em seus gestos vemos um pouco de cada uma de nós, Callie sempre diz que nós duas somos iguais e que está sempre em desvantagem naquela casa, mesmo Tim sempre jogando em seu time, é prova de que somente a genética não faz o caráter de alguém, e não é o sangue nos torna uma família ou pais, tentamos passar para Tim e Sofia o melhor de nós duas.
Tim está preste a completar doze anos, ele é mais escorregadio que Sofia e tem uma ligação sobrenatural com Callie os dois se entendem apenas por um olhar, deve ser sua genética Mark Sloan e Arizona Robbins juntos, tem os olhos azuis e o cabelo castanho claro, quase loiro, mas o resto denúncia a sua paternidade Callie diz que até mesmo suas partes íntimas são parecidas com o pai, não gosto de pensar nesse detalhe, o monstrinho do ciúmes ainda vive dentro de mim e mesmo com Mark morto há anos ainda sinto vontade de lhe dar umas tijoladas, por um dia ter colocados suas mãos enormes em Callie, conseguimos esconder sua paternidade por anos, e a primeira a notar foi a pessoa que mais conheceu Mark Sloan, Carolyn Shepherd.
Isso aconteceu na festa e dez anos de Bailey Shepherd, Callie e eu sentadas em um banco só olhando nossas crianças correram quando essa Senhora sentou-se ao nosso lado.
– Então como conseguiram?
– Desculpa Sra. Shepherd, conseguimos o quê? Perguntei sem entender o que ela estava perguntando, Callie apenas franziu a testa, parecia que ela tinha entendido a pergunta.
– Colocar mais um Mark Sloan no mundo, Mark está morto a mais tempo que a idade de Timoty, então como conseguiram? Ele sabe quem é seu pai?
Callie e eu engasgamos nos denunciando, não esperávamos que alguém descobrisse nosso segredo.
– Sra. Shepherd desculpa mas não acho que essa conversa seja apropriada para o momento.
– Ora Arizona, é esse seu nome não é Dra. Robbins, posso lhe chamar de Arizona, eu criei aquele menino, o vi crescer, se tornar em corpo de homem com a mentalidade de um tarado de quinze anos e cometer erros, mas o vi cometer o maior acerto de sua vida que foi ter Sofia com vocês, então ninguém mais além de mim pode dizer que o filho de vocês é filho de Mark Sloan, só me pergunto é como vocês fizeram, eu conheço a mentalidade de vocês médicos, eu dei a luz a cinco deles, então vocês vão me dizer ou terei que descobrir por conta própria.
– Sra. Shepherd.
– Carolyn, por favor vocês são mães de dois de meus netos isso nos torna uma família, sabe o que vejo quando olho para Tim e Bailey brincando? Vejo Mark e Derek na mesma idade.
– Addison tinha os espermatozoides que Mark deu a ela, então ela nos deu.
– Vocês vão contar a eles?
– Nós já contamos, há alguns meses quando Tim nos questionou sobre o doador do esperma, você sabe essas coisas não se pode guardar por muito tempo, só não pretendíamos espelhar a notícia, mas como você mesmo disse está cada dia mais nítido quem é o pai dele.
Algumas semanas depois dessa conversa que tivemos com a Sra. Shepherd, recebemos da mesma uma caixa onde continha várias fotos e várias coisas de Mark Sloan em todas as etapas de sua vida e verdadeiramente eles eram muito parecidos, demos essas fotos a Sofia e Tim eles tinham direito de saber quem foi o pai deles, a Sra. Shepherd levou a sério mesmo em nos tornarmos uma família ela sempre estava em contato conosco e nossos filhos, quando eles tinham questionamento sobre Mark que eu e Callie não podemos responder eles procuram por ela ou Derek.
Bem estou sentada aqui no Joe’s, esperando por Callie que está dando aulas aos novos internos, hoje faz exatamente dezoito anos que a beijei no banheiro sujo desse bar e mudamos nossa história, nunca em minha vida imaginei que um simples beijo em uma morena bonita e gostosa pudesse mudar meus sonhos, planos e valores sobre ter uma família, na verdade mais sobre ter filhos. Quando meus pensamentos são interrompidos por uma voz conhecida e que faz meu coração quase saltar do peito.
– Ei loira, posso te pagar uma bebida?
– Bem, você até pode mas já vou avisando que sou casada e muito bem casada.
– Sério que pena, mas sabe de uma coisa se sua esposa não se importar eu não me importo.
– É? Mas tenho certeza que minha esposa morena, sexy e quente vai se importar e muito.
Peguei a morena a minha frente e a puxei pela gola da jaqueta e a beijei, um beijo apaixonado, quente, carinhoso e sincero.
– Nossa isso foi quente!
– Meninas isso deixou alguns dos meus clientes excitados e outros com inveja, boa noite Callie o mesmo de sempre?
– Olá Joe, sim um vinho branco estupidamente grande e gelado, acabo de sair de uma sessão de aulas com 15 internos, e sabe de uma coisa a cada ano eles ficam piores, precisamos fazer uma auditoria para ver o que essas faculdades de medicina os tem ensinado.
– Então o que nos trás aqui no Joe’s em uma noite fria e molhada como essa, com nossos filhos dormindo na casa dos Mcdreamy? Poderíamos estar em nossa banheira aproveitando, e depois nossa cama, enhen o que acha?
– Vamos aproveitar nossa banheira e nossa cama mais tarde, Calliope sabe que dia é hoje?
– Uhum! quarta-feira?
– Não Calliope.
– Não é quarta eu pensei que era quarta.
– Cale-se Calliope às vezes você é muito lerda, hoje faz dezoito anos que nós nos conhecemos. Foi no dia de hoje há dezoito anos atrás que eu te beijei aqui no banheiro do Joe’s.
– Eu nunca esqueço esse dia meu amor, é por isso que devemos ir para nossa casa aproveitar nossa banheira e nossa cama quente e macia, e deixo você arrancar a lingerie que estou usando só com os dentes.
– Callie! Dei um tapa em seu braço.
O trajeto até nossa casa foi o mais longo possível com Callie me provocando enquanto eu dirigia, ela já havia aberto os primeiros botões da blusa deixando a mostra o seio redondo e bem coberto com uma lingerie vermelha que realçava sua pele morena, sua boca já havia ido parar no meu pescoço e orelha várias vezes assim como sua mão passeado pela minha virilha.
Eu não conseguia me concentrar no transito, Callie havia me prometido uma noite de amor intensa, nada do nós já não fizemos nesses anos todos mas no momento tudo que eu podia pensar era em ter a boca da outra mulher entre minhas pernas.
Geralmente sou uma pessoa paciente mas o que Callie estava fazendo era incrível, mas a antecipação do que estava por vir iria me matar antes que conseguisse chegar em nossa cama.
Parei o carro na garagem da forma mais brusca que consegui e agarrei minha esposa pela gola da jaqueta e a puxei bruscamente e sussurrei no seu ouvido.
– Como quiser, linda.
Callie me beijou com tamanha fome que jurei ter sentido um orgasmo naquele momento, logo vi minha camisa sendo arrancada juntamente com o soutien e jogada no banco de trás do carro sem nenhuma cerimônia, senti minha esposa abocanhar meu seio e sugá-lo com força, e deslizar a língua fazendo o caminho do meu estômago, parando para mergulhar a língua em meu umbigo antes de ir mais longe, quando ela se acomodou entre minhas pernas, acariciou sua boca e nariz no meu sexo, inalando o meu cheiro, Deus, ela adorava aquele cheiro, mesmo com a calça cobrindo minha área de excitação era claramente cheiro de uma mulher muito excitada. Ela sorriu e lambeu os lábios, olhando para os meus olhos azuis escuros de excitação, só havia uma maneira de obter mais, a empurrei contra o banco do passageiro que ela ocupava, ela deitou seu banco me puxou para cima dela com cuidado para não causar um acidente e puxou minhas calças para baixo. Ela usou os dedos para conferir minha excitação, ofeguei quanto o ar frio atingiu meu centro quente. Callie podia me ouvir lutando para respirar e ela mal tinha me tocado. Ela olhou para cima para ver meus olhos azuis brilhantes nervoso olhando para ela.
– Você precisa relaxar. Foi tudo que ela disse
Com um pouco de dificuldade ela me ajudou livrar da calça e consegui me apoiar ajoelhada mesmo com a prótese sobre o assento do carro, enquanto Callie se posicionou de forma que seu rosto ficou de frente para o meu centro de prazer.
– Ok.
Ela sentiu que estava pronta para receber o prazer vindo de sua boca, fechei os olhos e suguei meu lábio inferior, abri minha boca e um som irreconhecível escapou de minha garganta quando sentiu a língua forte de Callie lentamente lamber todo o meu sexo. Eu não podia manter meu corpo se contorcendo de prazer.
– Você tem um gosto bom.
Callie disse mais para si mesma, antes de repetir sua ação tão lentamente que parecia que estava se afastando.
– Callie, por favor não ...
Me esforcei usando as duas mãos para empurrar a cabeça de Callie de volta para baixo. Gemi quando minha morena começou a me provocar na abertura com a língua. Tentei empurrar novamente a cabeça para baixo e empurrei os quadris para conseguir mais, mas Callie não estava dando. Ela só começou a chupar e mordiscar os lábios, arrancando de mim um suspiro doido. Callie lambeu meu sexo novamente antes de voltar para sua sucção e mordiscadas. Soltei um longo gemido baixo, isso era uma tortura, doce e deliciosa tortura.
– Diga-me o que você quer.
Callie adora quando tomo o controle e ter minhas mãos em seu cabelo, guiando-a a levava a loucura . Ela gemeu quando seu rosto foi imediatamente empurrado para baixo sentindo o calor úmido do meu sexo.
– Me fode Calliope, apenas me fode Dra. Torres.
Esse foi o sinal para Callie mergulhar dentro de mim com sua língua forte e ágil deslizando para dentro e para fora como o mais profundamente possível, mas nem de longe suficientemente profundo. Ter Callie ali dentro de mim era a melhor coisa havia sentido em anos me sentia cheia e ofegante agora que Callie continuava a me agradar avidamente. Gemi mais alto quando sentiu dois dedos substituir a sua língua, arqueando as costa contra o painel do carro, isso com certeza iria me deixar marcas, mas nada importava quando os lábios apertou delicadamente meu clitóris, engasguei de prazer.
Callie deslizou seus dedos dentro e fora da minha vagina encharcada em movimentos lentos e deliberados, enquanto ela tomou seu tempo brincando ao redor do meu clitóris com a língua. Meu corpo queria mais pela forma como ele tremia quase desesperadamente e empurrando meus quadris para cima da minha esposa, ela ali trabalhando ardentemente para me levar a um orgasmo explosivo e merecido. Esse foi apenas o primeiro entre muitos daquela noite.
Olhar minha esposa linda dormindo nunca teve preço, os anos se passaram mas sua beleza cada dia me enchia mais os olhos, não me canso de admirar sua pele morena e quente, de amá-la de todas as formas que posso. Depois no sexo dentro do carro na nossa garagem nós entramos e Callie tinha sido mais esperta que eu, nossa cama estava coberta de pétalas de rosas e muitas velas aromáticas espalhadas pelo quarto, foi uma noite incrível de muito sexo quente, barulhento e juras de amor, outra coisa que com os anos ficaram melhor ao contrário do que muitos casais reclamavam era nossa vida sexual, cada dia estávamos mais conectadas e quentes na cama. Nossos filhos por mais que tínhamos cuidado sempre nos pegava em momentos pré-íntimos e constrangedores, mas não ligávamos isso só mostra a eles que são filhos de duas pessoas que se amam.
– Bom dia moça bonita, preciso levantar tenho alguns relatórios para terminar e enviar para os provedores da fundação.
– Urumm, mas podemos ter um momento romântico antes de você debruçar naquele computador novamente a cama está tão boa e quente.
– Callie ainda estou dolorida de ontem a noite ou melhor essa madrugada e os meninos já devem estar chegando, para se prepararem para escola, não quer que eles nos peguem assim novamente.
– Não se preocupe, Mer vai leva-los direto para escola hoje, então temos tempo para um pouco de sexo matinal.
– Callie você não presta. Eu te amo.
– Eu também te amo.
A manhã foi ótima tive sexo na cama e no chuveiro sem crianças atrapalhando com batidas na porta, e não fiz meu relatório e chegamos atrasadas para nosso dia de trabalho.
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