Notas iniciais
HEYHEYHEY minna-san Õ/

NOVISSíMA fic NXTOUKO.

Porque simplesmente sou apaixonada por esse casal. Primeira fic que faço em primeira pessoa, então, peço perdão qualquer erro de digitação.

Nyan.

Frases em itálico, ou são pensamentos fortes do próprio personagem, ou os pokémons falando.

". . ." indicam passagem de tempo.

É isso ai.

Enjoy ~

Touko’s Pov

On.

Havia saído de Nuvema town com um sonho.

Talvez não apenas um sonho.

Quase podia admitir que era movida quase que unicamente por meus sonhos.

O sonho de sair de minha pequena cidade... Conhecer inimagináveis novos pokémons e pessoas. Batalhar na liga Pokémon, encontrar novos lugares...

Cumprira parte de todos esses sonhos como ele havia me feito prometer a ele e a mim mesma. Mas não consegui ficar animada com isso. Ainda havia aquela estranha ausência. Aquele vazio. Faltava alguma coisa.

Não.

Faltava alguém.

Quem...?

Que bobagem a minha. Sabia exatamente quem era “aquele” que me fazia falta.

A luz do pôr-do-sol transparecia pelas folhagens coloridas de outono. Encostei-me em Reshiram que cochilava atrás de mim, ressonando baixinho. Peguei a única folhinha verde destacava-se em meio a todos aqueles tons de laranja, rodando entre os dedos.

Verde. O exato tom excêntrico dos cabelos dele.

N.

Sabia quem, mas e seu nome? Era um mistério. Ele em si sempre fora misterioso para mim.

Era insolente, arrogante, cabeça-dura, teimoso...

Chegando de repente.

“Continue a correr atrás de seus sonhos”

Foi o que disse, antes de partir para longe, na mesma rapidez que viera.

Não me dando tempo para me despedir de forma adequada. Não me dando tempo para me acostumar à ausência que ele me traria. Uma ausência que nem deveria estar lá.

Estaria eu...

Não.

Definitivamente não.

Sacudi a cabeça tentando espantar aqueles pensamentos.

Não havia esse tipo de interação, pelo simples fato de sermos diferente demais. Ele príncipe e eu, plebéia. Até porque, ama-lo era como um grito no vácuo.

Soava tão clichê.

Acomodei-me a pelagem macia de Reshiram, nostalgicamente observando a ultima faixa de luz antes de Sol desaparecer completamente, dando lugar a lua e as estrelas no céu negro.

Touko’s pov.

Off.

. . .

N’s Pov

On.

– Maldito seja Ghetsis! — praguejei feios impropérios contra meu tio.

Amassei a folha da carta, jogando-a em algum canto qualquer do quarto, virando-me para o lado, tentando dormir.

O que ele ganharia se vingando dela? Não fazia sentido!

Virei na cama mais uma vez. Nunca antes me sentira tão impaciente como nas semanas anteriores e agora. Algo tirava toda a tranquilidade que eu naturalmente possuía antes, e tirava também qualquer possibilidade de uma boa noite de sono, que eu realmente estava precisando.

Não.

Alguém. Era o termo mais apropriado.

Estava confuso, indeciso, irritado. Algo que odiava sentir, a propósito.

Nunca antes me importara com pessoas. Apenas os pokémons me eram importantes. Exatamente porque as pessoas haviam me dado motivo mais que suficientes para isso.

Por que justo agora resolvera se importar com alguém além de si próprio e os pokemons? E por que justo “ela”?

Passei a se importar agora? Não... Isso já vem se desenrolando a um bom tempo, a ameaça do meu querido tio foi apenas mais uma coisa na pilha já grande e tênue.

Ghetsis, aquele que devia estar preso, agora ameaçava a primeira pessoa com quem eu realmente me importara...

Agitei a cabeça espantando aquele ultimo pensamento

O que eu estou pensando? Ri comigo mesmo irônico.

Eu não me importo com ela. Que bobagem a minha.

Era uma pessoa quase impossível de lidar. Tinha um gênio terrível! Era extremamente tinhosa e irritantemente insistente. Além de irresponsável com seu próprio bem estar, arriscando-se mais do que deveria e tomando atitudes impensadas. Ela conseguia me tirar do sério.

Levantei-me da cama perambulando pelo aposento, tentando me distrair ou ocupar meus pensamentos com qualquer coisa que não fosse ela. Algo que se tornara bem difícil desde que... Bem... Desde que conhecera ela.

Lembrava do tom de azul exato que eram seus olhos, a expressão séria quando estava preocupada, os sorrisos fascinantes, a expressão calma enquanto dormia. Eram tantas coisas diferentes...

Suspirei. Espantar ela de meus pensamentos estava se tornando cada vez mais difícil. Caminhei rumo à sacada, apoiando-me no parapeito.

A pequena pedra negra vibrou em meu bolso. Tomei-a em mãos, observando ela expandir em Zekrom que pousou ao meu lado.

O tempo não espera, garoto.

Sei disso.

Então por que dessa indecisão?

Não há indecisão.

Esse sentimento deixou então de ser indecisão?

Que sentimento? Você é que está colocando palavras em minha boca. Nunca disse nada sobre sentimento algum. Sentimento que a propósito, nem existe.

Vacilei por um momento.

Nunca disse, mas já pensou.

Pare!

Até quando pretende mentir?

Não estou mentindo. Você está me confundindo!

Não estou o confundindo. O fato de ter se exaltado com isso é apenas uma prova que você sente algo mais por ela...

Você não sabe de nada.

Acredite eu sei e estou fazendo de tudo para ajudá-lo.

Tenho a impressão que diverte-se as minhas custas isso sim.

Não totalmente.

Sabia.

Está agindo como tolo.

Ela é só uma criança, Zekrom.

E você também não é?

N’s Pov

Off.

. . .

Touko Pov.

On.

Havia chegado a uma boa clareira, olhei em volta. Podia ouvir um barulho que indicava um pequeno riacho deveria correr por ali. Além dali, ao pé da floresta, a grama alaranjada e as folhas formavam um tapete das cores típicas do outono.

Um bom lugar e espaçoso o suficiente para que os pokémons pudessem correr livremente.

Juntei as pequenas 6 pokebolas, e a pequena pedrinha branca, liberando Oshawott, Lilligant, Reuniclus, Chandelure, Emolga, Beartic e finalmente, Reshiram

– Saiam pessoal – joguei as pokébolas, libertando a todos, ouvindo seus grunhidos animados em resposta enquanto disparavam pelo campo.

Sentei-me e sorri ao observa-los brincarem como crianças. Fechei as mãos em frente a boca e ao nariz soprando-as, tentando esquentá-las. O tempo havia esfriado drasticamente. Reshiram deitou em torno de mim, olhando-me preocupada, reencostei-me nela olhando para o céu.

– Parece que vai nevar... — murmurei, observando o céu cinzento.

Fechei os olhos, devaneando por alguma lembrança qualquer.

Nem havia notado quando minhas reflexões não eram mais conscientes. Ficava mais sonolenta a cada minuto que passava.

Ouvi um galho se quebrando na floresta escura, abri os olhos de imediato, alerta, fixando-os naquele ponto da floresta onde uma sombra parecia tomar forma.

– Sei que tem alguém ai. Saia de onde está. — disse em tom audível o suficiente, tentando assumir a pose mais corajosa que pude para o momento.

Reshiram virou-se para onde eu olhava, os outros pokémons também seguiram a minha volta, desconfiados. O único som que ouvia era o riacho logo ao lado.

– Onee-chan?

Virei para a voz do outro lado da clareira assustada.

– Touya? O que faz em um lugar perigoso como esse? – perguntei vendo-o sair em meio às árvores.

– Eu é que pergunto! Estamos preocupados com você! Faz meses que sumiu. Estou indo pra casa. Mamãe tentou falar com você também, várias vezes. Por onde andou?

Meses?

– Ah! Bem... Eu estive vagando por aí. – murmurei, segurando a mão que me foi oferecida a levantar, sentindo Reshiram se levantar atrás de mim.

Não fazia ideia de onde estava, apesar de que eu nunca fui daquelas que se atinham muito aos detalhes de fronteira e divisões de cidades.

– Está perdida, né? – indagou — Vamos, admita.

– Sim – concordei a contragosto.

Claro que me perdia com facilidade. Mas caminhei sem rumo propositalmente dessa vez. Embora que não quisesse ser encontrada, Touya chegara em boa hora. Olhei de relance para trás, onde antes pensara ter visto aquele vulto.

A floresta estava como deveria estar, quieta como uma floresta costuma ser.

Provavelmente era só coisa da minha cabeça.

Suspirei aliviada.

– Ainda continua com seus problemas de localização? – indagou – Isso até me faz esquecer que minha irmã desvairada do jeito que é, conseguiu ser uma das heroínas da profecia. – brincou rindo.

– Mais respeito! Sou sua irmã mais velha, Baka! — dei um soco em seu braço, rindo.

– Ite! É a mais velha apenas por alguns minutos! — reclamou, esfregando o braço.

Emolga pousou em minha cabeça e Oshawott pulou para meus braços.

– Como vão vocês? – indagou Touya recebendo uma confirmação animada de todos.

Sorriu enquanto Emolga planava em torno dele antes de voltar a minha cabeça. Acariciei o topo da cabeça de Reuniclus logo ali ao lado – Né... Touko. Por que não passamos o natal juntos lá em casa? Mamãe vai ficar feliz em nos ver, principalmente a você.

– Touya... — eu disse sem graça.

– Bom... Está previsto uma nevasca daqui a algumas horas. Desejo estar ao menos abrigado, até lá e acho que seria uma bom que você estivesse abrigada também.

– Mas... – olhei para Oshawott que respondeu afirmativamente — Okay. — concordei resignada.

– O caminho para lá é longo, talvez seja uma boa ideia já irmos – comentou abrindo o mapa.

Reshiram pousou a cabeça em meu ombro.

– Tem um jeito mais rápido — comentei.

– Como o que, por exemplo? — indagou

– Que tal voarmos? – dei de ombros – Claro, se Reshiram concordar em levar nós dois – olhei para ela que sacudiu as asas ansiosa. Não pude evitar de sorrir.

– Não haverá problema quanto a isso. – disse olhando em direção ao céu.

Seu assovio ecoou pela clareira.

Observei a graciosa garça sobrevoar a clareira descendo em pequenos círculos até o gramado, piando musicalmente. Touya montou em Swanna ajeitando se entre as asas, segurando firmemente no pescoço da ave — Melhor irmos logo, senão vamos ser pegos pela tempestade no meio do caminho.

– Voltem — chamei todos de volta, guardando as pokebolas na minha bolsa. Reshiram se abaixou o suficiente para que pudesse subir e me ajeitei na pelagem quente e macia

– Nuvema town, Swanna – pediu Touya quando a ave alçou vôo

– Nuvema, Reshiram — sussurrei.

Realmente era muito bom estar aqui em cima novamente.

Reshiram grunhiu, olhando para a floresta.

Olhei para a floresta lá embaixo ainda desconfiada, quando um vulto escuro subiu rápido demais sumindo nas nuvens para que pudesse distingui-lo.

Só acho, que talvez não tenha sido só coisa da minha cabeça.

. . .

– Está nevando – estendi a mão para o floco de neve que veio dançando em círculos até se desfazer em água na pele quente, assim que desci de Reshiram

– Bem em tempo – Touya suspirou aliviado, espreguiçando-se – Swanna, pode descansar. Obrigado. – guardou a pokébola no bolso

Acariciei sua cabeça, observando-o brilhar tornando a pequena bolinha novamente, pousando na minha mão – Obrigado a você também, Reshiram.

– Tadaima, okaa-san – Touya abriu a porta, deixando os sapatos jogados de qualquer jeito no hall, jogou a bolsa no sofá, sumindo no corredor para a cozinha.

Fechei a porta atrás de mim, soltando o cadarço da bota e tirando-a calmamente e ajeitando os sapatos de Touya, pousando a bolsa com cuidado no canto do hall. Na sala, a lareira crepitava, e bem ao lado dela, a árvore de natal já enfeitada, iluminava a sala com pequenos pontos de amarelo, vermelho e verde.

Segui para a cozinha logo atrás, achando-o apoiado no balcão.

– ...Touko estava perdida de novo. Ainda bem que estava lá para salvá-la, se não fosse por mim...

– Ainda quero entender como tanta besteira dessa boca – o interrompi acertando-lhe um tapa certeiro na nuca.

– Ita – protestou ele esfregando onde o bati.

– Touko-chan...

Não que me sentisse completa, mas aquele buraco no meu coração, parecia ao menos um pouco menos vazio.

Era bom. O aconchegante calor do lar depois de tanto tempo.

– Por que sumiu desse jeito depois de lutar contra a equipe Plasma? Tentei te ligar tantas vezes! Ninguém tinha noticias suas! Tem ideia do quanto fiquei preocupada todos esses meses? – ralhou nervosa.

Lembrava de ter desligado meu pokétch desde minha ultima batalha com N, acho que há alguns meses, não tinha muita certeza. Uma leve culpa incidiu sobre mim.

– Desculpa... — foi tudo o que eu consegui pensar para dizer naquele momento

Olhei para minha mãe, seus olhos brilhavam de lágrimas – Finalmente está de volta...

– É bom estar de volta... – fui interrompida quando senti seus braços me envolverem em um abraço apertado e suas lágrimas molharem minha blusa — Okaa-sama.

– Sinceramente, que tal pararmos com essa coisa melosa de vocês mulheres e comermos? Estou morto de fome – Touya se pronunciou reclamando e interrompendo a conversa, para meu alívio.

. . .

Afundei no ôfuro até a água cobrir minha cabeça. A água morna desfazendo os últimos nós dos músculos.Relaxando por alguns segundos antes de meu pulmão protestar por ar.

Voltei à superfície, respirando fundo e sai da banheira e, me enrolando na toalha, caminhando calmamente até meu quarto.

Tranquei a porta atrás de mim com cuidado para não fazer barulho para meus pokemons que já dormiam ajeitados no tapete ou alguns disputavam minha cama ou a pequena poltrona.

Vesti uma roupa qualquer, me aproximando da janela trazendo comigo uma escova para desfazer os nós do meu cabelo.

Ainda não nevava o suficiente para a neve se prender ao chão, mas o tempo já esfriara o suficiente para as lareiras da pequena cidade estivessem todas acesas, e ar condicionado ligados a todo vapor, tudo para manter as casas quentinhas.

As casas agora eram enfeitadas com todo o tipo de enfeites de natal que se possa imaginar. Pisca-piscas, bonecos de neve, globinhos coloridos, guirlandas.

Natal...

Pra onde iria depois do natal? Talvez pudesse esperar para partir depois do ano novo.

Poderia arriscar uma aventura pela região de Sinnoh e Hoenn, ou talvez Johto e Kanto. As ilhas laranja também não eram má ideia...

Qualquer lugar parecia bom naquele momento.

Era difícil admitir. Mas quem sabe a sorte não estivesse do meu lado e destino não me fizesse esbarrar com ele? Assim poderia cumprir sua última promessa e prosseguir a vida em paz.

Mas... Será que era só isso mesmo?

Touko’s Pov

Off.

. . .

N’s Pov

On.

Estamos perto, garoto.

Eu sabia que não seria difícil encontrá-la, não enquanto Reshiram permanecesse ao lado dela. Zekrom e Reshiram eram metades de um só, um saberia onde outro estaria.

E agora eu estava correndo atrás de uma garota que mal sabia quem era. Estava quase sobrevoando sua cidade, e mal sabia o que diria se a encontrasse.

Não estava a protegendo por que me importava. Apenas não queria que ele envolvesse alguém inocente nisso tudo, não é?

Me convencer disso funcionava melhor antes.

Nunca imaginei que alguma vez agiria tão impensadamente na minha vida. Ou em como eu ficaria inconformado comigo mesmo. Atitude lamentável.

Ora, está se acovardando, garoto?

É, pode se dizer que sim.

Que coisa inédita a se ver e se vir de você.

Concordo.

Responda uma coisa. Você sabe o que sente por aquela garota?

Eu... Não sei.

– Volta aqui — ouvi a voz conhecida gritando

– Não, obrigado. — responde rindo o garoto

– Então, pare de correr! — disse a garota

Essa voz... Poderia reconhecê-la em qualquer lugar.

– Acho melhor não. — disse a voz, amedrontada.

– Escolhe um dos dois! — respondeu em falsa irritação.

Touko?

– Prezo por minha vida — riu o garoto correndo pelo corredor branco, as árvores cobertas de neve.

– Seu pirralho... — praguejou rindo em seguida. Sua risada como sinos de vento ecoando como música para meus ouvidos.

Quase jurei que poderia ouvi-los o dia todo. Eu nunca a ouvira rir tão abertamente dessa forma.

– Mas que diabos...? — praguejei quando um vulto passou dando meia volta, parando de frente para nós — Um hydreigon? — grunhi quando o vi em cima do pokemon — Ghetsis — grunhi quando o vi logo atrás de nós

– Olá, meu sobrinho querido.

– O que faz aqui, Ghetsis? Se está mesmo pensando em... — ameacei

– Ora, não me trate de forma tão inospitaleira! — disse em falso perjúrio — Não posso estar com saudades do meu sobrinho?

– Seu cinismo me comove.

– E se eu estivesse mesmo aqui para matar aquela garota que atrapalhou todos os meus planos? — riu supondo em pergunta

– Eu não permitiria...

– Passou a se importar com meras pessoas? E ainda por cima plebeus? Não lhe reconheço mais como meu sobrinho, N.

– Não me importo com ela.

– É mesmo? E se eu lhe disparar um ataque? — indagou indiferentemente

– Você não faria isso... — murmurei embora não estivesse muito confiante

– Tem certeza? Hydreigon onda de calor.

– Touko!

Tivera apenas tempo de gritar seu nome, mas minha voz ainda parecia baixa demais. Em poucos instantes aquela língueta de fogo iria atingi-la, e nada poderia fazer para evitá-lo.

Zekrom tomou impulso para cima e mergulhou como um parafuso até o chão, a rajada de vento, impediu-me que conseguisse enxergar com exito.

Estávamos muito longe para que pudéssemos fazer algo a tempo de impedir aquele ataque a tempo.

Reshiram se materializara ao seu lado, protegendo-a da chama com sua asa que impedira a onda de calor. Agitou-se desfazendo o fogo. Observei ela tirar os braços que provavelmente vieram a ficar em frente ao seu rosto para protegê-lo da lufada de calor e das pequenas faíscas das chamas que passaram pela pelugem de sua guardiã, agora meio chamuscada.

Parando bruscamente, Zekrom pousou à alguns metros delas.

Desci do dorso macio de Zekrom, pulando na neve fofa, ao lado dela.

– N?! -disse ela, parecia piscar algumas vezes tentando se certificar que era eu mesmo ali na sua frente.

Observei-a por algum tempo.

O rosto corado era parcialmente coberto pelo cachecol que usava em conjunto dos longos cabelos, agora soltos, caiam em madeixas até o meio de suas costas.

– A quanto tempo não?

Trajava um casaco pesadas aberto mostrando as roupas habituais apenas incrementadas com uma meia-calça grossa e um par de luvas protegendo-a do frio.

– Não estamos em boa hora. Teremos tempo para conversar. Agora, você corre perigo — apontei para o céu onde o hydreigon ainda voava.

– Ghetsis? — indagou

– É, e ele está aqui para te matar.


To be Continued...

Notas finais
O que acharam? *-----------*

Estou com essa fic na cabeça a exatos meses, deletei ela uma vez. Masssssss... Finalmente saiu! O/

Infelizmente planejava deixar essa fic apenas como one-shot. MAs não resisto ao um bom drama e tentativas de homicídio contra o protagonista. É.

Sim.
O famoso e antigo suspense.

Sei que vocês me adoram por isso. RIARIARIARIARIA' ~
N aff' seu lindo, marry me ~

E então? Por que ghetsis quer mata-la? N sente algo mais por ela? O que acontecerá depois?

Veja no próximo capítulo, or not. KAOSKAOSKOASK' soumá
Cof Cof'
REVIEW, REVIEW, REVIEW. q
Elogios, especulações, pedidos e etc.
Reclamações, ah! essas não faço questão não. q.
KissesXKisses ~