Only One Nigth - O Despertar

3 Capítulo 3: Escolhas


Notas iniciais
Heeeey meninas ><

PUTA QUE PARIU, EU RECEBI UMA RECOMENDAÇÃO? PARA TUDOOOOOOOO... AAAAI GENTEEEE, TEM NOÇÃO DE COMO EU FICO FELIZ COM OS COMENTÁRIOS DE VOCÊS? EM BREVE VOU RESPONDER CADA UM ><

Face fiction, muito obrigada mesmo, eu amei sua recomendação, capítulo dedicado a você (=

Gente pra quem gosta de ler fanfiction Klaroline
-- http://fanfiction.com.br/historia/370881/Klaroline_-_Never_Let_Me_Go

E leiam essa fanfic super perfeita
-- http://fanfiction.com.br/historia/377841/Observada/

Bem, obrigado também ao lindo do Damon e
Lawliet Ryuuzaki pelos o seus comentários e por continuarem acompanhado a fic, e também quero agradecer a Juuh e Elena pela a MP de vocês, amei muito ><

Então gente é isso, e Mrs Somerhalder, eu vou tentar colocar os gifs amore, =3

Agente se vê lá em baixo minhas totosas ;)

Damon estava encostado no batente da porta observando Elena, seu coração estava quebrado em um milhão de pedaços... Ouvi-la dizer que queria morrer era uma dor insuportável para ele.

– Temos que conversar. — Stefan fala para o irmão.

Os dois descem as escadas calados, Damon observa o nervosismo do irmão mas não comenta nada.

– O que foi? — Damon pergunta.

– Eu e Katherine vamos para Chicago com Klaus...

– Klaus? — Damon o interrompe. — Você vai viajar com Katherine e Klaus?

– Vamos tentar achar alguma coisa

– As pessoas procuram "alguma coisa" a mais de mil anos Stefan.

– Eu não vou ficar parado vendo ele matar as pessoas que eu amo. — Stefan fala. — Se tiver qualquer chance de matar Ektor... Eu vou encontrar.

– Não conte comigo. — Damon fala.

– Nunca contei com você.

– Boa viajem. — Damon vira as costas para Stefan.

Elena POV

Sentia minha garganta arranhando, minha respiração estava fraca... Eu não quero ser um monstro.

– Elena. — Damon me olha. — Você é um monstro

Olho para ele sem entender.

– Você matou pessoas, fez coisas horríveis e se considera humana? — Ele se aproxima de mim.

– Damon... — Sentia meus olhos marejados.

– Você não pode ser salva. — A voz de minha mãe invade minha cabeça.

– Não... — Digo em um sussurro, meu coração doía, sentia que por dentro eu estava desmoronando.

Levantei da cama e caminhei até a porta... Sem me dar conta eu sai da casa e comecei a correr sem rumo. Ouvia a voz de minha mãe, de Matt... Deus aquilo era insuportável. Parei de andar quando vi Damon parado na minha frente

– Você é minha. — Damon sorri e seus olhos... Não.

Ele voa pra cima de mim, e tudo que posso ver antes de desmaiar são seus olhos amarelos.

Elena... Elena.

Abri os olhos e estava em um tipo de quarto escuro.

– Elena. — Olhei para a direção da voz que chamava meu nome, mas não conseguia ver ninguém. — Elena

Me levantei do chão e segui até a porta que havia ali.

– Elena... — A cada passo que dava a voz ficava mais perto. — Elena

Abri a porta, e vi uma luz ofuscante no fundo de um túnel. Fiquei parada olhando para aquele ponto brilhante que ficava maior a cada segundo.

Dei alguns passos para trás e estendi minha mão a procura da porta, e ele não está mais lá.

– Elena. — Matt segura meus ombros e me chacoalha. — Foge. — Ele grita, mas tudo o que ouço é o som da luz que se aproxima. — Foge.

Olho para seus olhos preocupados.

– Foge Elena. — Ele diz e desaparece.

começo a correr pelo o longo corredor, minhas pernas estão bambas, minhas visão embasada, e eu não sei porque eu não consigo parar de correr.

Vejo a porta no fim do túnel, corro mais rápido e consigo chegar até ela.

Olho para trás novamente, abro a porta e vejo uma claridade que machuca meus olhos

– Elena. — Ouço a voz de Damon, mas não consigo vê-lo. — Fica comigo Elena.

Sua imagem é um borrão de cores, sua voz está sumindo.

– Vai ficar tudo bem. — Digo sabendo o que está havendo. — Eu vou estar bem.

– Elena. — Sinto sua mão na minha, tenho vontade de aperta-la e não soltar.

– Isso já devia ter acontecido. — Digo olhando para seus olhos marejados. — Eu estou pronta pra morrer.

– Não é uma opção. — Ele fala.

– É a minha escolha. — Digo fechando meus olhos.

– Me perdoa. — Ouço um barulho de pele rasgando, e um cheiro forte de sangue.

– Damon... — Ates que eu possa dizer algo sinto um líquido quente descer pela a minha garganta. Tento me afastar, mas meu corpo não me obedece.

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Abri meus braços e vi o corpo de uma mulher caindo no chão. Olhei para Damon e depois para aquele corpo morto.

– O que você fez? — Ele caminhou até mim e eu dei passos para trás. — Por que Damon?

– Porque eu te amo de mais pra te ver morrer. — Ele disse e naquele momento eu desejei mata-lo.

– Eu queria isso. — Disse entre lágrimas. — Eu queria morrer.

– Isso não dependia de você. — Ele grita.

– Era a minha vida. — Falo no mesmo tom.

– Me perdoe por salva-la.

– Você sabia que eu não queria isso. — Falo sem conseguir olha-lo. — Eu queria que você pelo o menos uma vez respeitasse minha decisão Damon.

– Eu não posso te perder. — Ele diz com os olhos marejados.

– Você me perdeu. — Dou alguns passos para trás, até que me viro e procuro o caminho de casa.

Ainda sinto o gosto de sangue em minha boca, eu matei aquela mulher. Eu tirei a vida dela como se ela fosse nada.

E eu sinto uma dor tão grande, eu sinto culpa e desespero se misturando com toda essa raiva dentro de mim. E a pior parte é saber que ele fez isso... A pessoa que eu confiei me causou tanta dor, e me odeio mais ainda por sentir tanta raiva dele.

Em questão de minutos estava em meu quarto, chorando, sentindo tudo que eu não devia sentir. Eu queria parar de chorar, queria ver um lado bom nisso tudo...

Não existe um lado bom.

Querido diário;

Eu me sinto mal, eu sinto que todas as pessoas que eu perdi se sentiriam melhor nesse momento, elas estão longe. Eu pretendia pedir desculpas. Eu tinha esperanças de consertar todos esses erros que eu venho cometendo, mas não é tão fácil quanto a vida fez parecer ser.

Sabe, quando eu pensei que nada havia mais sentido, ele aparece e me traz uma esperança. Damon de alguma forma me ensinou a viver e de um jeito único mostrou que as vezes é bom sentir algo a mais que dor.

E quando eu pensei que o amor era algo impossível para mim, Stefan entrou na minha vida, e de uma forma cativante me ganhou por completo, e me fez acreditar que o amor é sim um sentimento.

E agora eu estou vasculhando os pedaços que restaram de mim a procura desse sentimento, eu aprendi a lidar com as decepções mais rápido do que as outras pessoas, eu apenas esqueço e sigo em frente... Mas eu não encontro razão alguma para seguir.

Eu deveria envelhecer e ter filhos, deveria fazer escolhas, cometer erros e conserta-los, deveria sentir dor, deveria ser eu mesma... E mesmo odiando o que eu me tornei, eu preciso continuar.

Parei de escrever e coloquei meu diário em cima da cama, olhei para a porta e vi Stefan encostado no batente.

– Como se sente? — Pergunta me olhando preocupado

– Como eu devia me sentir? — O olho sentido uma lágrima descendo por meu rosto.

– Olha... Eu não concordo com o que ele fez, ele tirou sua escolha — Stefan diz sentando ao meu lado. — Mas eu não teria feito diferente.

– Eu não quero isso. — Falo e tenho a impressão de que vou desmoronar a cada segundo. — Stefan... Eu...

O pior momento da vida, é quando você percebe que perdeu a si própria... Eu estou perdida.

Notas finais
Comentem =C

Gente sei que não ficou muito bom, mas eu tentei u.u

Comentem o que vocês acharam do capítulo, o que querem que aconteça e o que vocês acham que vai acontecer no próximo capitulo... Sugestões são bem vindas, criticas também.

Amo vocês, beijos da tia Barbie ♥