Only One Nigth
14 Capítulo 14: No fim do dia!
Notas iniciais
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Abri os olhos e continuei deitada na cama, pensando em tudo o que estava acontecendo, mas na verdade eu só conseguia me lembrar do beijo que Damon havia me dado, da sensação... Foi perfeito, lindo... Tentei pensar em qualquer coisa que não fosse Damon, qualquer pessoa, mas a verdade é que eu não queria pensar em mais nada que não fosse ele, eu não queria pensar em outra pessoa... Eu queria ve-lo, queria toca-lo senti-lo... Me lembrei da noite que passei com Damon, ele não precisou fazer absolutamente nada para que eu me entregasse à ele.
Me levantei da cama e resolvi tomar um banho gelado, e cada vez que a imagem de Damon vinha em minha mente cada pelo de meu corpo ficava em pé, minhas pernas bambeavam e minha respiração falhava, e por um segundo... Eu o imaginava aqui.
Terminei meu banho e me arrumei, coloquei uma roupa simples, peguei as chaves do carro e dirigi até a mansão, eu precisava ve-lo, precisava ouvir a voz dele. Meu Deus Elena o que está acontecendo com você?
Cheguei a mansão e bati na porta, meu coração quase voou pela a minha boca quando o vi com aquele sorriso que me tirava o folego.
– Oi! — Falo com a voz fraca, Damon sorri e balança a cabeça negativamente pra mim.
– Que bom que veio. — Disse dando passagem pra que eu entrasse.
– Eu queria ver você. — Disse me virando e ficando de frente pra ele
Damon desviou o olhar e depois olhou para mim novamente. — Claro que sim. — Falou e caminhou até a mesa aonde estava seu copo de wiskey. — Vamos sair, daqui a pouco. — Disse e caminhou até mim selando nossos lábios em um beijo castro. — Eu também queria ver você.
Olhei para baixo e Damon segurou meu queixo me fazendo olha-lo.
– Eu não deveria me envolver com você. — Fala ele olhando em meus olhos.
– E eu não deveria me apaixonar por você, mas as coisas nem sempre saem como planejamos. — Falo. — Sobre o que você falou ontem... Damon eu não acho que você seja o lobo mal... Pelo o menos não pra mim.
– Elena eu vou te fazer uma pergunta, e quando o dia terminar eu quero que você a responda. — Fala olhando em meus olhos. — Qual seu sentimento por mim?
Respirei fundo e quando fui dizer algo ele colocou o dedo indicador nos meus lábios. — Quando o dia terminar. — Ele sorri de lado e meu peito dispara. — Agora vamos?
– Claro! — Sorri e saimos da mansão.
Entramos no carro e Damon começou a dirigir, fiquei olhando pela a janela pra ver se reconhecia o caminho, Damon estava calado e sério, o que era estranho pra mim já que estava acostumada com o sorriso debochado e as piadas fora de hora. Fiquei pensando na pergunta que ele me fez, estava pronta para responde-la não importa quantos vão se machucar depois de hoje... É hora de pensar na minha felicidade... Sim eu me importo com Stefan, e ainda o amo, mas não é mais a mesma coisa, nosso relacionamento se tornou algo momentâneo, uma coisa sem sentindo algum, eu me sentia sufocada perto de Stefan, como seu eu fosse apenas seu onjeto de diversão, ou seu brinquedo que quebrou... Mas quando estou com Damon eu me sinto, livre, sinto que não importa o que eu me torne daqui pra frente o que ele sente por mim não vai mudar porque é algo real.
Não sei quanto tempo passamos dentro daquele carro até que ele parou e nós descemos, na frente de uma floresta. — É aqui? — Pergunto e ele ri balançando a cabeça negativamente.
Damon se aproxima de mim e me pega no colo, só me lembro de afundar meu rosto em seu peito e sentir o vendo forte contra minha pele, inalava seu perfume embriagante que fazia meu corpo se aquecer, com uma das mãos eu segurava seus cabelos sedosos e macios. Meus olhos permaneciam fechados, e eu estava apenas apreciando aquele momento que eu queria guardar comigo.
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Depois de alguns minutos Damon me colocou no chão e quando olhei à minha volta tive a visão mais perfeita.
Estávamos na frente de um lago cristalino cheio de árvores e campos floridos em volta, eu pudia sentir o perfume das flores se misturando com o cheiro da mata, e logo atrás do lago havia duas montanhas, na água dava pra ver o reflexo do sol, e não muito longe dali um campo florido. — Eu vinha cavalgar naquele campo, quando eu ainda era humano. — Disse olhando na direção que eu olhava. — Esse era meu lugar preferido, ninguém vem aqui à muito tempo.
– Você vinha muito aqui? — Pergunto e ele me sorri em resposta.
– Eu nunca trouxe ninguém aqui. — Disse olhando pro lago cristalino. — Considere-se com sorte.
– Por que me trouxe? — Pergunto ainda admirada com aquela paisagem perfeita.
– Porque você me faz sentir humano! — Damon envolve um dos braços atrás da minha cintura e com a outra mão acaricia meu rosto, ele olhava fixamente em meus olhos enquanto eu sentia tudo dentro de mim vibrar, uma alegria que eu não conseguia nem explicar porque tomava conta de mim, minha mente se mantinha presa em seus olhos, e meus olhos se focavam em seus lábios, que se aproximava dos meus com certa destreza, que fazia eu deseja-lo mais ainda. Meu coração dava cambalhotas em meu peito, minhas mãos estavam tremulas e minhas pernas bambas. Eu me sentia uma adolescente que estava prestes a ganhar seu primeiro beijo. E foi como aconteceu. Quando Damon selou nossos lábios uma explosão de sentimentos fez meu ser vibrar de alegria. Eu conseguia ouvir meu coração se acelerando, pudia sentir meus pelos se erriçarem, nossas línguas estavam entrelaçadas, e faziam uma dança sensual, nossos corpos colados um no outro, e nossos corações batendo em sincronia.
Damon nos afastou e sorriu pra mim, que retribui seu sorriso. Caminhamos por todo aquele lugar com as mãos entrelaçadas, Damon me contava as coisas que havia feito quando humano, me mostrou vários lugares lindos e eu só percebi que a hora havia passado quando vi o sol se esconder dentro da água cristalina. — O dia tá quase no fim! — Disse me lembrando que eu tinha que lhe dar uma resposta. — Tá na hora de ir pra casa.
Entramos no carro e seguimos viagem em silêncio. A noite havia caido e trouxe consigo o brilho da lua cheia, que era acompanhada pela as estrelas.
Chegamos em casa e eu estava nervosa pelo o que viria a seguir
– Então Elena... — Quebrou o silêncio. — Qual a sua resposta?
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