Only Hope
9 Capítulo 9 - Don't Speak
Notas iniciais
Damon Pov
A moça bonita havia desaparecido. Achei muito legal da parte dela se preocupar com um cara como eu. Minha cabeça doía mais do que nunca. Tentei força-la para se lembrar de alguma coisa do meu passado, mas nada saiu.
Elena Pov
‘‘Você e eu costumávamos estar juntos, todos os dias juntos sempre. Eu realmente sinto que eu estou perdendo meu melhor amigo eu não posso acreditar este poderia ser o fim.’’
Cheguei em casa me sentindo acabada. Hoje uma parte de meu coração havia sido arrancada. Damon. Como esse nome doía. Joguei-me na cama e momentos adentraram em minha mente:
‘‘Invertei nossas posições e tirei sua Box. Dei um leve chupão em sua intimidade que estava completamente dura. Ele ungiu de prazer. Damon nós inverteu e logo tirou minha calcinha. Ele começou a lamber meu interior, aquilo estava me matando aos poucos. ’’
‘‘ Ele colocou suas mãos em minha bochecha demonstrando afeto e grudou nossos corpos e logo tratou de sugar meu lábio inferior. Suspirei. Ele grudou seus lados aos meus e pediu passagem. Exitei no inicio, mas logo cedi’’
‘‘O empurrei e o sentei numa cadeira. Agachei-me e segurei seu penis com cuidado, e comecei a suga-lo. Damon gemia fortemente. Ele segurou meus cabelos e empurrou minha cabeça pra mais dentro de seu penis.’’
Aquelas lembranças eram indecentes, mas doíam, eram as únicas que eu tinha com ele. Com meu Damon. Não tão meu agora. Agarrei o travesseiro e deixei as lembranças me invadirem de novo.
‘‘Damon me deitou em cima de cima, e ficou por cima de mim tentando equilibrar seu peso. Ele saiu de mim e entrou devagar, me torturando. Aquilo havia me deixado louca, arranhei suas costa já não me aguentando mais. Minhas costas arfavam. ’’
‘‘– Eu te amo. – Meu coração perdeu algumas batidas. O Damon me amava? O que aquilo não fazia sentido. Eu não sou mulher pra ele. ’’
Joguei-me para o outro lado da cama e peguei meu celular. Tinham 15 chamadas de Carol. Não conseguiria falar com ela, não agora. Fechei as chamadas e busquei por uma foto de Damon.
‘‘ Nossas memórias, bem, elas podem ser convidativas. Mas algumas são totalmentepoderoso assustador. Como nós morremos ambos você e eu. Com minha cabeça em minhas mãos eu sento e choro. ’’
‘‘– Então fique. Por que eu não sei o que aconteceu comigo, mas desde o momento em que ficamos eu não consigo te tirar da cabeça. Eu durmo pensando em você, eu acordo pensando em você, o meu corpo te deseja, mas do que tudo no meu mundo, e quando eu te vejo assim chorando e como se tivessem arrancado um pedaço de mim.’’
E foi assim que adormeci, jogada de qualquer jeito na cama, olhando a foto de Damon e recordando momentos.
Damon Pov
Uma semana depois ...
Finalmente sai daquele hospital, não aguentava mais ficar nele. Sai e fui para o meu apartamento. Como eu sabia onde era? Não sei, só sei que deixaram o endereço na recepção do hospital no dia do acidente. Minha cabeça ainda doía, menos mais doía. Cheguei no apartamento e fiquei analisando.
Era pequeno, mas com um gosto moderno. Fui adentrando cada canto da casa. Foi quando cheguei ao quarto. Os lençóis estavam no chão, os travesseiros um pouco rasgados, havia várias pétalas murchas espalhadas pelo chão e o cheiro de sexo estava por toda parte daquele recipiente.
Quem será que estava aqui comigo? Sentei na cama e peguei um dos travesseiros que estava menos rasgado. Ele havia um cheiro de morangos. Um delicioso cheiro de morango. Mas de quem? Tentei força minha mente, mas a única coisa que consegui foi uma puta dor de cabeça. Tomei meus remédios, arrumei o quarto e deitei abraçado ao travesseiro com cheiro de morango.
‘‘– Eu não quero me casar, poxa vida. Não com o ... ’’
Acordei assustado. De quem era aquela voz? Quem não queria se casar? Com quem essa pessoa não queria se casar? Resolvi me levantar e tomar um banho. Precisava colocar meus pensamentos em ordem. Sai do banho enrolado na toalha e fui da uma volta pela sala, lá tinha uma agenda com alguns compromissos. Com certeza aquela letra não era minha, era de alguma mulher. Lá continha número de lanchonetes, restaurantes, hospitais, farmácias e o que me parecia ser o da escola há qual eu dava aula com o seu endereço e meus horários.
Quem havia feito isto por mim? Era tantas perguntas sem nenhuma resposta. Isso estava me enlouquecendo aos poucos.
Elena Pov
- Carol eu fiz o que eu achei certo ok. – disse abaixando a cabeça.
- O certo? Você nem deu uma escolha pra ele escolher entre lembrar de quem você era ou não. Elena nesse momento Damon esta perdido neste mundo. Ao menos você se dignou a fazer aquela agenda lembrando alguns momentos da vida dele, e de coisas essenciais. Mas corta você, ah isto não foi certo. Você fez parte da vida dele Elena, ele tem o direito de saber. – disse Carol indignada.
- Não Carol, ele não precisa se lembrar. Por que afinal não vai adiantar de nada vou ter que me casar com Matt semana que vem e se eu fizesse ele se lembrar de que eu era a ‘‘mulher’’ dele, ele iria me querer ao menos perto dele para ele se lembrar de alguma coisa. Mas eu não posso e você sabe disto, eu quase ia arrumando uma namorada pra ele. Só não arrumei porque você não deixou então não reclame. – soltei tudo como um jato. Meu coração doía toda vez em que eu tinha que falar, ou me lembrar de Damon. Era como se estivesse pagando algum pecado.
Já havia se passado uma semana, mas para mim era como se tivesse passado uma eternidade. Queria ver como ele estava beija-lo, abraça-lo, dizer que amo ele. Ain coisas tão impossíveis. Fiquei um tempo assim sentada imaginando o futuro que não iria acontecer.
- Amiga você precisa sair deste quarto. Afinal mesmo você não querendo você se casa semana que vem.
- Eu sei Carol, mas não to preparada pra isto. Eu não quero isto. – disse já chorando.
- Caroline, desça aqui. – berrou minha mãe do cômodo de baixo.
- É melhor você ver o que ela quer. – disse e Caroline saiu saltitando do meu quarto, as duas estavam planejando todo o meu casamento. Vestido, flores, bufe, dança. Exatamente tudo, enquanto eu? Eu só ficava aqui no quarto chorando ou lembrando-se de Damon.
Peguei meu celular e disquei no ultimo número no qual eu tinha ligado, há semanas atrás. Primeiro toque, segundo toque, terceiro toque, ia pro quarto quando uma voz rouca atendeu.
-Alô? – lágrimas começaram a escorrer, era meu amor. Era a voz pela qual eu chorava todos os dias pra ouvir sussurrar qualquer coisa em meu ouvido. Era Damon. — Alô quem é? – disse Damon mais uma vez na tentativa de saber quem era. Mas logo percebi o que estava fazendo e encerrei a ligação. Eu só podia estar ficando doida.
Damon Pov
Estava atrás de alguma coisa na televisão quando meu celular começou a vibrar. Peguei e vi AMOR escrito na tela. Eu tinha uma namorada?
Atendi mas ninguém respondeu, tentei de novo, mas não obtive nenhuma resposta. Eu tinha uma namorada? Mas porque ela não falava comigo? Por que ela não veio atrás de mim? Fiquei encucado e fui ler a tal agenda pra saber se tinha alguma coisa sobre esse Amor. Porém foi inútil não se falava nada dela. A única coisa de interessante que achei foi que eu tinha um melhor amigo Alaric. Resolvi ligar pra ele e perguntar sobre algumas coisas.
Carol Pov
Não aguentava mais ver minha amiga sofrendo pelo Damon. A minha vontade era de ir atrás dele e jogar todo o amor dela na cara dele. Mas não tinha todo este poder, ao invés disto, estou organizando tudo pro seu casamento com Matt. Sabia o tanto que ela sofria com isto, mas infelizmente havia um acordo no meio disto tudo e ele não podia ser quebrado. Estava na cozinha quando vi Jenna falar para Matt subir atrás de Elena. Não acredito que aquele cretino estava ali. Subi correndo atrás dele, mas ele já tinha fechado a porta do quarto.
Elena Pov
Estava deitada chorando pra variar, quando escuto alguém trancando a porta. Levanto-me sem muita vontade e do de cara com a fuça do Matt.
- O que você ta fazendo aqui? – perguntei seca.
-Bom, eu iria pedir pra você se afastar do Damon, mas como ele mesmo se encarregou de fazer este trabalho preferi deixar quieto. — disse ele com um sorriso diabólico.
- Como assim? Você sabe que eu nunca iria me afastar dele. – falei me sentando de vez na cama.
-Ah ia sim Elena, e como ia. A minha intenção era dele só quebrar uma perna ou um braço, mas perder a memória foi fabuloso. – Assim que Matt terminou de falar aquelas palavras meio que fiquei em estado de choque por alguns minutos.
- Foi você? – perguntei incrédulo.
- Quem mais poderia ser?
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