Only Hope

5 Capítulo 5 - Nothing And Forever


Notas iniciais
Por favor não me matem no final do capítulo. Bom meu tempo ta super corrido e não vou responder as perguntas agora, quando eu voltar eu responde ... e dedico tudo certinho. Bom to só postando pq fiquei muito feliz com os coments .. Ah prestem atenção no mome do capítulo haha *-* Amo vcs girls! Até mais!

Elena Pov

Chorei até meus olhos secarem. Carregados pela quantidade de choro que fora derramando logo meus olhos adormeceram e cai no meu subconsciente. Acordei com eles ainda carregados. Hoje para a minha sorte só teria coordenação de tarde então teria ao menos a manhã para esfriar minha cabeça. Sentei na cama e vi as horas, ainda eram oito da manhã. Cara nem quando não preciso acordar cedo eu acordo affs. Estava lamentando minha dor quando escutei uma buzina. Sai para a sacada e vi Damon encostado em seu carro. Ele mirou seus olhos na sacada e ficou me dessecando. Olhei para baixo e percebi que estava com uma lingerie preta. Entrei correndo para o quarto e tratei de fazer minha higiene. Peguei bastante água e taquei em minha face, precisava tirar o vermelho da noite passada. Peguei um short e uma regata branca e fui abri a porta. Damon tava com uma regata preta e uma calça jeans.

- O que você quer? — disse com a voz um tanto carregada.

DAMON POV

Elena não podia sair desta maneira de minha vida. Ele me devia uma explicação ela fica comigo e depois sai correndo falando que não pode ficar comigo? Peguei meu carro e segui em rumo ao endereço que ela me deu. Chegando lá buzinei, ela me apareceu na sacada com uma lingerie vermelha, que meu Deus eu a pegava agora mesmo. Percebendo que eu a olhava de cima para baixo, Elena correu para seu quarto e minutos depois estava abrindo a porta.

- O que você quer? — disse ela com uma voz seca.

- Eu vim pra conversar. Podemos? — disse decido. Não iria desistir desta mulher por nada. Seus olhos estavam um pouco carregados, não só os olhos mais sua expressão sem si. — O que aconteceu? — disse preocupado alisando seu rosto. Elena se aproximou e me abraçou. Abracei-a fortemente, tentando passar segurança a ela. Puxei-a pra dentro da casa e tranquei a porta. Elena me carregou pro sofá e sentamos um de frente pro outro. Ela ia começar a falar quando a cortei. — Nem adianta falar que não é nada.

- Você. — Meu coração meio que disparou. Como assim eu? — Eu quero ficar com você Damon. Mas do que você imagina — Disse ela começando a chorar. Comecei a fazer um carinho em sua cabeça. Ela me queria, meu anjo me queria.

- Então fique. Por que eu não sei o que aconteceu comigo, mas desde o momento em que ficamos eu não consigo te tirar da cabeça. Eu durmo pensando em você, eu acordo pensando em você, o meu corpo te deseja, mas do que tudo no meu mundo, e quando eu te vejo assim chorando e como se tivessem arrancado um pedaço de mim. — ela me olhava como se estivesse tentando raciocinar o que ela acabará de ouvir. Cheguei perto de sua boca e depositei um selinho. — Eu quero você, só você. — Após eu dizer isto as lágrimas de Elena se aumentavam mais ainda. — Não chora princesa, por favor!

- Damon, mesmo que eu quero, mesmo que eu desejo você, mesmo que eu lamente todos os dias por não poder te abraçar, lhe beijar eu não posso ficar com você. — disse ela soluçando. Isso estava acabando comigo.

- Por que Elena? Por quê? — disse tentando controlar as lágrimas, mas vou em vão.

- Por que.. — quando ela finalmente ia me contar a campainha tocou. — Eu preciso ver quem é. — Elena se levantou e fui atrás dela. Ela abriu a porta um homem um tanto nervoso olhava para nós com desprezo.

- Ora, ora até o professor Elena? — disse o moleque a ponto de explodir. Passei meus braços em volta da cintura de Elena em uma forma de proteção.

- Vai embora Damon. – O que? Ela me mandou o que? Ela virou e olhou nos meus olhos em desespero. — Por favor? — pediu manhosa. Comecei a andar em direção ao meu carro e o garoto loiro foi adentrando a casa. Voltei para a porta e falei em seu ouvido:

- Não feche a porta, qualquer coisa grite. — ela somente acenou com a cabeça e fechou a porta. Fiquei ali mesmo parado em frente a sua porta. Não confiei nesse muleque sozinho com meu anjo.

ELENA POV

Fechei a porta e não tranquei como Damon mandou. Comecei a andar em direção a sala e Matt estava sentado no lugar onde Damon estava.

- O que você quer Matt? — disse com desprezo.

- Vim conversar com a minha namorada não posso mais? — disse ele se aproximando de mim. Ele me encostou na parede. Tentei sair, mas ele era mais forte do que eu. Ele puxou minha mão pra cima e segurou com muita força, começou a distribuir beijos no meu pescoço, algo que alguns dias atrás teriam-me exitado muito. — O que o professor tava fazendo aqui heim? Tava dando pra ele era? TAVA ELENA?

- Me larga Matt. — O Matt estava descontrolado, isto estava na sua cara. — Você pode me xingar de tudo menos de puta. Você me traiu se esqueceu? — falei tentando me soltar.

- ELENA VOCÊ TA ASSUMINDO QUE FICOU COM AQUELE PROFESOR? FICOU OU TRANSOU COM ELE? FALA ELENA, FALA.

- Isso não é da sua conta. — Assim que falei isto Matt começou a tirar meu short. Tentei chutar ele, mas ele prendeu minha perna e segurou forte meu braço pelo fato de eu ter provocado ele mais ainda. Meu braço doida. — O que você ta fazendo? — perguntei entrando em desespero. — ME LARGA. Matt tirou meu short e me jogou no sofá.

- Você vai ser minha Elena, só minha. — Antes que Matt conseguisse chegar a mim, tirei todas as forças e berrei:

- DAMOOOOOOOON. — Assim que berrei Matt virou para trás quando um grande barulho estrondou dentro da casa. Damon entrou na sala desesperado. Olhou para minha situação e já foi logo na direção de Matt, o qual Damon agarrou no colarinho e o jogou na parede com toda sua força.

- Olha aqui muleque — Damon disse extremamente irritado. Ele iria matar Matt a qualquer momento. Levantei-me do sofá e fui em direção a Damon.

- Damon para. — disse segurando seu ombro. — Você não precisa se rebaixar ao nível dele.

- Mas ele merece esse desgraçado merece. Você não é homem não? Você ia estuprar ela ia? Ia seu filho da puta? — Damon disse bateu sua mão na parede perto ao ouvido de Matt.

- E você que é um professorzinho heim? — falou Matt caçando. Acho que ele tava querendo apanhar só pode.

- Se sou professor ou não, não estou na escola então posso muito bem lhe dar uma lição. — disse Damon que estava prestes a espancar Matt.

- Sai daqui Matt. — disse fuzilando seus olhos. Ele empurrou Damon e começou a andar.

- Isto não termina aqui. — ele falou e saiu batendo a porta atrás de si. Assim que Matt saiu, agarrei Damon e comecei a chorar.

- Ei, não fique assim. Estou aqui. — Damon disse todo carinhoso.

- Me tira daqui? — disse manhosa.

- Tiro sim. — disse ele sorridente.

- Só preciso de um banho.

- Estou te esperando. — estava com medo, mas este seria o ultimo dia em que poderia ir pra cama com Damon. Porque a partir de amanhã seremos somente professor e aluna.

- Banha comigo?

Damon Pov.

Elena me provocava só pode. Uma hora ela fala que não pode ficar comigo e depois pede pra eu banhar com ela? Meu Deus. Olhei para baixo e vi que ela só estava de calcinha. Uma pessoinha lá em baixo começou a se animar.

- Posso, e como posso. — Elena pegou minha mão e começamos a subir pro andar de cima. Estávamos subindo a escada, quando deslizei em um degrau.

- O que foi? — ela perguntou rindo.

- O que? Sua bunda ta na minha cara e você quer o que? — rimos conjuntamente e entramos em um quarto. Apertei sua bunda, e ela começou a rir. Ela me jogou na cama e subiu em cima de mim.

- Que comecem os jogos — disse com uma voz sexy.

Ela tirou minha blusa e começou a distribuir beijos em meu peitoral. Segurei sua bunda e a puxei para cima com tudo. Seus lábios se encontram com os meus e ela deu uma leve mordida. Enfiei minha língua dentro da sua, e nossas línguas entraram em uma dança sensual. Suguei seus lábios e paramos de nós beijarmos. Elena desceu se esfregando em mim. Ela começou a desabotoar minhas calças. Sentei na cama e a ajudei a tirar o resto. Elena tirou minha cueca e olhou profundamente em meus olhos. Ele segurou meu penis e me olhou safada. Meu Deus ela vai fazer isto de novo. Segurei seu lençol com força enquanto ela lambia a cabeça do meu amigo de baixo.

Elena ia devagar me torturando. Ia tentar aprofundar suas lambidas, quando ela tirou sua boca e me beijou. Elena se levantou da cama e começou a tirar sua roupa. Fiquei observando e comecei a me levantar da cama. Elena começou a andar em direção ao banheiro e se enfiou lá. Ela ta querendo me matar só pode. Entrei no banheiro e a água já escorria por todo o seu corpo a deixando mais sexy ainda. Olhei em seus olhos e me aproximei. A peguei no colo e a penetrei profundo. Elena gemeu. Comecei a dar umas estocadas leves e ela me arranhou nas costas. Gemi protestando, mas a sensação era boa. Comecei a aumentar a velocidade e logo gozamos. Desci Elena e a coloquei de novo dentro do chuveiro. A abracei e deixei a água escorrer por nossos corpos.

Elena Pov.

Assim que terminamos, Damon me abraçou e ficamos lá enquanto a água escorria em meu corpo. Desgrudei-me dele e peguei meu shampo de morangos. Damon olhou pra mim com uma cara safada e soltou:

- Posso te dar o banho? – olhe pra ele um tanto incrédula, mas acenti com a cabeça. Damon começou na massagear meus cabelos e aquela sensação era boa. Ele começou a tirar o shampo do cabelo e me apertou contra seu corpo. Soltei um gemido e Damon deu um sorrisinho. Ele pegou o condicionador e ficou fazendo a mesma massagem deliciosa de antes.

Damon pegou o sabonete e começou a massagear minhas partes intimas, neste momento não me aguentei, virei pra ele e ele penetrou dentro de mim. Gememos juntos. Ficamos mais um bom tempo e saímos. Meu corpo protestou quando Damon cortou nossa ligação, mas era preciso.

Peguei um short branco e uma regata preta. Damon se vestiu com a mesma roupa de antes e ficou me observando enquanto terminava de me arrumar.

- O que foi? – perguntei rindo.

- Você é linda. – Instantaneamente meu rosto corou naquele momento. Virei pra ele e disse:

- Vamos pra onde? – perguntei curiosa.

- Pra minha casa. – estava me sentindo realizada por dentro. Entramos no seu carro e chegamos ao um hotel, simples, mas muito bonito. Entramos na sua sala um tanto bagunçada. Olhei pra ele e ele estava rindo. Sentei no sofá e ele foi fazer pipoca. Ele voltou e colocou um filme para agente assistir. Crepúsculo ah adoro aquele filme. Ele voltou com as pipocas e me deitei em seu colo. E passamos o resto da tarde assim, assistindo filmes. Tava tudo perfeito, pena que iria acabar.