Only Girl in The World
7 Capitulo 7 - Alice e Lívia chegam no hotel
Notas iniciais
Chegamos no hotel exaustas, a recepção foi ótima, Luís o amigo de meu pai, dono do hotel veio nos receber e perguntou como estavam meus pai e tudo mais. Entramos no quarto, deixamos nossas malas em algum canto e caímos na cama, dormimos até uma hora da tarde, acordei com o barulho do celular de Lívia tocando.
– Lí acorda, seu celular. — disse chacoalhando-a para acordar logo.
– Já to levantando, espera...- ela ainda estava dormindo.
– Vai logo Lívia! — levantei-me e fui atender o celular antes que a pessoa desligasse.
– Alô? — eu disse.
– Oi, quem está falando? — aquela voz era famíliar mas não conseguia reconhece-la.
– É a Alice, com quem gostaria?
– Ah, Alice querida, já chegaram no Rio? Vocês estão bem? Cadê a Lívia? — era a mãe da Lí, tia Laura.
– Oi tia, já estamos hospedadas e estamos bem... — ao me ouvir dizer "tia", Lívia percebeu que era sua mãe e quase me matou pra pegar o celular e falar com ela — vou passar pra Lívia tia, antes que ela me mate, beijos. — falei e entreguei o celular à Lí.
Enquanto elas conversavam fui tirando algumas coisinhas da minha mala e colocando numa mesinha que havia no quarto. Depois fui tomar banho e Lívia continuou no celular.
Quando voltei ela estava jogada na cama com o celular ao seu lado escutando WMYB sua música preferida dos meninos. Comecei o papo:
– Eaí, o que sua mãe disse?
– Nada de mais, só perguntou como estávamos, como foi a viajem e blablabla, aquela conversa básica de mãe.
– Tá, mas que cara é essa minha filha? Parece que tá morrendo. — fazia tempo que eu não tirava uma com a cara de Lívia, ela deu risada e disse:
– Eu tô é com fome, você não tem nada aí?
– Novidade, vive com fome! — dei uma gargalhada e continuei. — deixa eu arrumar meu cabelo que logo descemos à lanchonete pra comer alguma coisa.
– Eee, mas não tem serviço de quarto não?
– Claro que tem madame, mas vamos descer lá, dar uma caminhada pelo hotel né, aí depois a gente dá um pulinho na praia — pisquei pra ela.
– Ai amiga mas eu não to muito a fim de nadar.
– E quem disse que vamos entrar na água sua bocó? É só pra passar o tempo, dar uma caminhada, aproveitar que estamos no Rio hahaha'.
– Tá bem, gostei da idéia, vou tomar um banho aí descemos.
– Ok. — concordei.
Nesse meio tempo fiquei no twitter pelo celular, não tinha mais nada pra fazer mesmo, logo Lívia volta e diz:
– Eaí como estou? Eu definitivamente amei essa blusinha e você? — (Lívia)
– Está Linda amiga, o que acha do meu look básico mas super fofo? — dei uma risadinha e ela também.
– Básico? não tem nada de básico aí não filha — ela riu — bem, vamos descer por que eu não aguento mais de fome.
– Ok ok, vamos.
Ao sair da suite nos supreendemos com algo meio estranho naquele andar.
– Lice, não tem mais ninguém no mesmo andar que nós. — Lívia disse com o ar meio amedrontado.
– Tá com medo é? — sacaneei.
– Não zoa sua besta, você sabe que sou medrosa, mas olha, de cinco suites só a nossa que está ocupada, pense nesse lugar de noite?
– Aff, para com isso menina, você está me deixando com medo desse jeito. — caímos na risada — Será que essas suítes estão reservadas pra alguém?
– Não faço idéia, mas deixa pra lá, vamos pegar o elevador e descer logo por que minha barriga não vai aguentar muito tempo.
– Pobrezinha — falei com ironia.
– Besta! — Lívia respondeu.
Descemos, comemos alguma coisa e fomos dar uma volta na praia, depois visitamos alguns shoppings pra não perdermos o costume e voltamos para o hotel.
Eram seis e meia da tarde quando voltamos, ficamos mongando por um tempo e mais tarde fomos jantar na lanchonete. Nove e meia já estávamos na cama prontas pra dormir pois acordaríamos super cedo para ir ao aeroporto receber nossos bebês, quase não dormi aquela noite de tanta ansiedade.
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