Only Destiny...
1 Only Destiny/A Filha da Prefeita
Notas iniciais

Capitulo 1-A Filha da Prefeita
–Calla onde você pensa que vai?-grita Beki desgovernada.
–Eu ouvi um barulho lá fora.
–Vamos voltar pra festa e para as bebidas.-responde Beki balançado a cabeça
–Deve ser impressão minha, vamos voltar.-o barulho voltou e elas perceberam que ele vira da estrada da morte.
–Você ouviu isso?-pergunta Beki a amiga loira de Raven
–Vem da estrada da morte!-diz a garota morena,alta e de olhos azuis.
–Não está pensando em ver no que isso vai dar certo?
–Beki você vem ou está com medo?-desafia a morena
–Tem dois garotos gatos nos esperando lá dentro e você quer perder o seu tempo indo até a estrada onde já teve muitas mortes?Estou fora amiga!
–Ok!Vou ver o que é sozinha.-a morena anda um passo mas a loira a faz recuar segurando forte em seu braço.
–É muita coragem pra uma pessoa só, ainda mais sabendo o que sabemos!Você estará cometendo um grande erro se avançar um passo na direção daquela estrada.
–Volta pra festa e diz pro Otávio que eu fui embora.
–Tá maluca ou o quê?!!!
–Não eu estou bem.
–Não parece, você está abrindo mão de um garoto que te ama muito pra ir até uma estrada sombria e praticamente deserta.
–É!Essa é a ideia. -Calla foi em direção à estrada da morte denomidada assim por causa das mortes, olhou para os lados mas não vira nada e ninguém.-Tem alguém aí?-grita a garota e então se vira.
–O que uma garota faz em uma estrada sombria como esta?-pergunta um cara super gato , parecia ser convencido, mau,maluco e bêbado.
–O que poderia acontecer?É Mistic Fall's nada acontece acho que essa cidade deveria se chamada Mistic Tédio!
–Parabéns pelo senso de humor.-responde enchendo um copo de uísque
–Quem é você?
–Não gosto de dizer o meu nome para estranhas.
–Tá legal!Calla Raven Montekier.
–A filha da prefeita não deveria estar aqui!
–Já sabe o meu nome agora me diz o seu?
–Damon Salvatore e talvez você sobreviva.-ele usa velocidade vampírica e morde o pescoço da garota fazendo gritar de dor.
–Damon para com isso!-Damon se assusta ao ver Alaric e solta a garota, ele olha novamente para a direção do amigo mas ele já não estava mais ali.
–Você é um deles não é?-pergunta Raven com uma pistola em mãos.
–Onde paramos?Me lembrei!Na parte em que eu matava você.-a garota atira na perna do vampiro fazendo-o cair no chão.
–É talvez eu sobreviva!-a garota corre em direção à festa enquanto o vampiro arrancava a bala de sua perna.
–E então encontrou o que procurava?
–Beki vamos para a festa!-
–Por quê?Você está estranha.
–Tem um vampiro na estrada, vamos logo.
–V-vampiro???
–Eu dei um tiro nele mas não vai segurá-lo por muito tempo.
–Vampiros só entram se forem convidados e se o Otávio o convidou?
–Ele não tinha cara de ter 17 anos.Ai!
–O que houve com o seu pescoço?
–Ele me mordeu.
–Yoo hoo!Raven???-o vampiro estava a chamá-la
–Temos que ir logo antes que ele venha atrás de mim.-elas correram para a festa.A casa onde rolava a festa era dos pais de Otávio que raramente apareciam na cidade e na vida do garoto.
–Otávio não convida ninguém pra entrar depois eu te explico.-Raven fecha as janelas da casa com a ajuda de Beki.
–O que está acontecendo?-pergunta o garoto sem entender o que estava acontecendo.
–Raven!-chama Beki assustada enquanto a amiga fechava as últimas janelas.
–Agora não Beki.
–Por acaso ele é o vampiro?-pergunta Beki fixando um local assustada, Raven olha para o local e percebe que já era tarde ele já estava ali.
–Damon?
–Raven!
***
Calla Narrando
–Filha acorda!Vai se atrasar para a escola de novo.
–Mãe me deixa dormir.
–Primeiro você estava tendo um pesadelo e segundo você tem que ir pra escola e eu tenho que ir trabalhar.E não esquece de levar o seu irmão para a escola.
–Mamãe!-Raven diz após ser obrigada a acordar.
–Leva o Mathias e a sua irmã pra escola.
–Mãe eu não preciso que me levem para a escola!Mathias fala entrando no quardo da garota.
–Precisa sim, você só tem 10 anos garoto. -fala Clara
–Eu não tenho idade pra dirigir, e você que tem 16 anos e não tem carteira. -retruca o garoto fazendo Clara perder a fala e ficar sem resposta.
–Parem de brigar!-disse mamãe e eles pararam de discutir.
Me levantei e comecei a me arrumar, eu estava assustada com o pesadelo, e também não fazia ideia de com tive um pesadelo de pessoas que eu não conheço exeto Beki ela era mesmo a minha melhor amiga bruxa, apesar de ser mais medrosa do que eu.
–Anda rápido Calla!-gritou Mathias
–Ok!Sai do banheiro. -Estou pronta!
–Então vamos. disse Clara.-Primeiro dia de aula aí vamos nós.
Fomos pra escola depois de nos deliciarmos com um belo café da manhã.
"Woldstock Escola de Mistic Fall's"
–Estaciona naquela vaga!-disse Clara, mas um garoto foi mais rápido do que eu e estacionou antes, droga!
–Tente aquela. -disse Mathias, estacionei o carro e descemos.
Mathias era o meu irmão de 10 anos e Clara era minha irmã de 16 ambos se odiavam e brigavam o tempo inteiro. Beki e Giovanna as minhas melhores amigas vieram falar comigo.
–Está tudo bem?-pergunta Vanna
–Por que não estaria?-perguntei
–Você perdeu a festa do aniversário do Pablo ninguém nunca faltou a festa dele todo mundo vai te marcar agora e eu não quero andar com uma garota odiada por todos.
–Também não é pra tanto...
–Sua mãe te proibiu. -disse Beki
–É você acertou!-respondi
–Ultimamente ela te proíbe de tudo não é, eu até pediria os meus pais pra te adotarem, mas é que sua mãe acabaria com eles em três tempos. -disse Beki
–Eu vi a sua irmã Clara por que a sua mãe te proibiu e a ela não?-pergunta Vanna
–Eu faltei à aula de balé porque estava muito cansada e ela descobriu.
–Isso é péssimo e injusto, você sempre é a garota certinha e mesmo assim ela te proíbe de tudo. -disse Vanna
–Não liga não, chegou algum novato? -perguntei
–Chegou alguns mas o que está sendo cercado pelas garotas é o novato “Stefan Salvatore”! -disse Beki fazendo aspas
–Ele é bonito? -perguntei
–Você está falando sério? -pergunta Beki
–Acho que não precisa responder. -disse e elas concordaram e então fomos pra sala.
Me sentei em uma das carteiras vazias e pelo visto o garoto que estava sentado atrás de mim deveria ser o tal de Stefan já que as garotos pareciam querer devorá-lo com os olhos.Me virei para trás.
–Meu nome é Calla Raven. –me apresentei
–O meu é...
–Stefan Salvatore, é ,as garotas me falaram prazer em conhecê-lo e cuidado com elas ou vão te devorar com os olhos. –soltei um sorriso e me virei para prestar atenção na aula de História que estava prestes a começar.
–Cadê o Sr. Montekier.? –perguntei
–Ele está desaparecido e talvez nunca reapareça e eu continuo sendo o seu professor de Histórias, chamaria isso de destino. -respondeu o Sr. Myve
–Eu chamaria de falta de sorte, eu vou ver isso na secretária com licença. –disse me levantando e indo em direção à porta.
–Você só pode sair se o professor dê permissão. –disse
–Eu vou contar pra todo mundo que tipo de professor você é!
–Tem a minha permissão para sair.
–Obrigada! –fui até a secretaria
–Com licença o que houve com o Sr. Montekier.?
–Ele continua desaparecido Calla e nem sabemos se ele aparecerá de novo. – respondeu a Sra. Viera, ela era a professora de matemática substituta.
–Como uma pessoa pode desaparecer e ninguém ter notícias?
–Calla eu seu que gostava muito dele mais às vezes perdemos pessoas que gostamos.
–Talvez eu não precise perdê-lo, me empresta os dados dele?
–Calla sabe que é proibido, os alunos não podem ter acesso aos dados dos professores.
–Eu sei mas se é para o bem não tem problema...ao menos eu acho que não.
–Ok!Mas não conte a ninguém que eu estou fazendo a maior loucura da minha vida te mostrando isso. –ela pegou alguns papéis na gaveta e um envelope.
–O que é isso? –pergunte assustada
–O professor foi encontrado morto ontem. -os meus olhos queimavam e as lágrimas escorriam sem que eu pudesse impedir, ela me deu um lenço e tentou me consolar.
–Você era a melhor aluna dele pode apostar!
–Obrigada, eu vou voltar pra sala de aula. –respondi
–Volte apenas pra essa aula do resto você está liberada, eu assino os papéis da permissão da saída e você vai pra casa. –Voltei para a sala de aula, os meus olhos estavam vermelhos e inchados já que o aluno novo reparou que eu tinha chorado.
–Aconteceu alguma coisa? –perguntou
–Não.Na verdade aconteceu. –respondi
–O que seria motivo suficiente para te fazer chorar?
–O professor de história não desapareceu, ele está morto.Meu pai morreu Stefan, tinha marcas de mordidas em seu pescoço deve ter sido algum animal.
–Você pediu permissão para sair da escola?
–Depois dessa aula.
–Se quiser eu te levo pra sua casa você não está em condições de dirigir, e eu sinto muito pelo seu pai eu realmente sinto muito.
–Sei que sente, obrigada. –respondi
–Calla o que aconteceu?pergunta Beki.
–Meu pai...ele está morto. –respondi automaticamente.
–Eu sinto muito, ele e o Mathias eram os únicos que se importavam com você.Sem ele a sua vida vai ser pior. –disse Beki
–O que ta pegando? –pergunta Vanna
–O meu pai morreu. –respondi
–Você está falando sério? –perguntou duvidando
–Por que eu mentiria?
–Eu sinto muito, se quiser eu te levo pra sua casa você não está em condições de dirigir. –disse Vanna
–Eu agradeço mas eu combinei de ir com o Stefan e sua mãe não te daria permissão para sair da escola.
–Isso ai agarra o gato. –respondeu
–Vanna quer parar de ser insensível ela acabou de descobrir que o pai está morto. –disse Beki
–Foi mal e aproveita a oportunidade. –Vanna foi se sentar assim que o professor voltou com o teste que sempre tinha no início do ano.
–Façam um bom teste e boa sorte alunos! –ele entregou o teste e eu fiz em menos de dez minutos, me levantei e entreguei, minutos depois Stefan fez o mesmo.
Saímos da escola e eu entreguei as minhas chaves para ele dirigir.O trânsito estava pouco movimentado e eu estava ouvido vozes na minha cabeça...mas não eram vozes do meu sub-consciente eram de outras pessoas.Vi um cara de 1,85, cabelos castanhos, olhos castanhos, ele vestia uma jaqueta preta e calça jeans.
–Stefan cuidado. –disse puxando o volante para não atropelar o cara, o carro capotou três vezes e em seguida caiu da ponte Wickery.
O meu cinto emperrou e eu comecei a ingerir muita água e perdi a consciência.Acordei e cuspi a água que tinha ingerido.
–Por que fez isso?
–Você não viu? –perguntei
–Do que está falando? –perguntou
–O cara que você quase atropelou. –respondi
–Não tinha ninguém na estrada Calla, você está bem?
–Estou e eu vi, tinha um cara na estrada.
–E o que ele disse, você ouviu alguma coisa? –perguntou
–Ele disse que ele voltaria para se vingar de uma tal de Elena.
–Elena?
–Também acho que ouvi o nome Kol e Finn.
–Acho melhor a gente ir embora daqui.
–Me desculpe.
–Pelo quê?
–Por quase ter matado a gente.
–Você acabou de descobrir que seu pai está morto qualquer erro é esquecido. –respondeu.
–Você mora longe daqui? –perguntei
–Não muito e você?
–Rua Sweet Mistic bairro Center Sweet número 108.
–Pelo visto seremos vizinhos.
–Sério?Você vai morar na casa ao lado? –perguntei
–É.
–Bem vindo à Mistic Fall’s, você mora com algum parente?
–Não.
–Boa sorte para encarar a cidade sozinho.
–Por que diz isso?
–Essa é a cidade do tédio nada acontece.
–Não era assim a alguns anos.
–Morou aqui?Quando era criança.
–É eu morei aqui.
–Acho melhor a gente ir andando, essa estrada não é segura à noite.
–Por que?
–As pessoas daqui são muito supersticiosas e esta estrada é chamada de estrada da morte porque é onde ocorreu 50% das mortes de Mistic Fall’s e definitivamente não é segura à noite.
–Eu te protejo dos malfeitores daqui.
–Sério?Como um irmão mais velho?
–É.
–Parabéns pelo seu novo cargo irmão mas e gostaria de ser algo melhor. –disse e me aproximei o suficiente para beijá-lo, era um beijo adocicado com sabor de menta e parecia que eu estava andando sobre as nuvens e eu tinha a sensação de estar sendo protegida, senti um frio na barriga como se estivesse em uma montanha russa a velocidade.-Me desculpa eu realmente não estava sendo eu, acho melhor a gente ir pra casa...quer dizer você pra sua e eu pra minha...- disse gaguejando
–Está tudo bem. –ele me cortou
–O que?
–Eu gostei do beijo.
–Eu gostaria de se invisível nesse momento.
–Mas aí eu não veria você.
–Acredite é por isso que eu queria ser invisível, vamos antes que escureça ou a imprensa apareça por aqui. –disse e nos levantamos, eu e ele estávamos mais que ensopados.
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