Onii-chan, Aishiteru!
5 Capítulo 5 - Finalmente Juntos... Ou Não?
Notas iniciais
Eu sei que devo pedir mil desculpas, e sei que devo me explicar, porém se for explicar por quê sumir da fic, posteriormente terei que explicar por que sumi literalmente do Nyah! Vamos apenas dizer que foram por motivos pessoais que ultrapassam a vida virtual, resumindo, estava sem net em casa.
HUSAUHSAHUSAHUA
De qualquer forma, fiz esse capítulo realmente quando tinha um tempo livre, só pra constar na hora eu estava um pouco pra baixo, então não estranhem algo diferente na narração!
Por hora é isso...
BOA LEITURA!
XD
Era mais um dia normal na Escola Raimon, o sol raiando, os alunos adentrando os portões colocando o assunto em dia, Endou todo alegre como sempre e Gouenji calado como era de se esperar, parecia que nada tinha mudado. Só parecia!
Kidou e Haruna se encontraram no portão da escola, olharam um por outro por alguns segundos.
Haruna querendo cessar o olhar do irmão que parecia querer abraçá-la, disse:
- Bom dia, Onii-chan.
“Onii-chan”, tais palavras ecoaram na cabeça do rapaz, se não fosse essas miseráveis palavras ele podia agarrar a irmã e dar um beijo nela ali mesmo. Mas nem tudo é fácil na vida, isso nós sabemos.
- Bom dia. – Kidou respondeu sério para não demonstrar seu ar tristonho.
Após isso nada de incomum aconteceu, dirigiram-se as suas respectivas salas e tempo passou voando. Haruna não parava de olhar pela janela, via o céu azul, as nuvens com as mais variadas formas, gato, bola, arvoré, Kidou e... Kidou? Uma nuvem com a forma da cebeça do irmão dela?!
Já era demais pra cabeça da pobre menina, bateu suas bochechas rubras e respirou fundo tentando acalmar seu coração que agora batia num ritmo acelerado. Levantou-se interrompendo e disse para o professor que estava se sentindo mal. O sensei vendo que Haruna estava toda vermelha, imaginou que estivesse resfriada, então deixou a mesma ir para a enfermaria.
Haruna não sabia o que fazer em relação ao que estava sentindo, deitou-se em uma das macas da enfermaria e embrulhou-se, rolando pela cama entretida em seus pensamentos. Será que só ela estava se sentindo daquele jeito tão agonizante? Mas quando.
Já havia batido o sinal do intervalo e Kidou já estava do outro lado do colégio no vestiário do time. Ele olhava incessantemente a parede como se esperasse resposta para o que estava sentindo.
- Você está bem, Kidou-kun? – disse Fudou sempre em tom de deboche.
- Hã?
- Você está bem? – indagou novamente.
- Sim, sim.
Fudou arqueou a sobrancelha, estranhando, mas não disse nada mais.
E é claro, depois de tanto os dois pensarem, eles deviam chegar a uma conclusão, certo?
- Eu a amo. – Kidou sussurrou.
Mas convenhamos, isso não é surpresa para nós, mas sim...
- Eu... eu... eu... eu... eu amo ele. – Haruna finalmente assumirá para si mesma que amava seu irmão, enfiou sua cara do travesseiro da enfermaria logo depois de tal aceitação.
Mas agora surgia a dúvida, como expressar esse amor? Os dois já haviam se beijado, se abraçado, mas nunca tiveram feito isso oficialmente, nunca como casal.
Mas eis a questão: Será que o amor deles é verdadeiro ou só é algo carnal, desejo, paixão? Hein?
Eu não sei ao certo, mas uma coisa posso confirmar, Haruna pensou nisso e ficou na dúvida. E agora? Ela começou a criar ideias e mais hipóteses sobre o amor dela pelo irmão, e do irmão por ela. Haruna chegou a um pequeno problema. Na noite anterior, o seu irmão havia visto sua calcinha e seu nariz tivera sangrado, em outras palavras, ele ficou “animado”. Isso seria uma grande prova que ele estaria interessado no corpo dela, mas é claro, isso prova também que quando se ama uma pessoa, ela se sente atraída pelo corpo da pessoa amada. Agora ela estava completamente confusa.
Porém eu diria que Haruna só estava arranjando desculpa para não assumir seu amor pelo irmão.
Nossa querida protagonista estava cansada, afinal pensar também cansa. Decidiu sair da enfermaria e ir além da escola, para evitar se encontrar com o irmão, contudo para sua infelicidade saiu para o pátio da escola em direção ao bosque, foi abordada por Fudou e Sakuma.
- Haruna! – chamou Sakuma.
- Hã? – a garota respondeu espantada.
- Precisamos de um favor seu,... – disse Sakuma.
- Precisamos que chame o Kidou. – completou Fudou.
- Eu?! – Haruna não conseguiu conter sua ruborização ao ouvir o nome do irmão.
- É. Ele está lá no vestiário. – Fudou estranhou a garota ter ficado vermelha tão rápido.
- Eu não posso ir. Eu...
- Por favor, Haruna. – implorou Sakuma. – Endou já está nos esperando na quadra para treinarmos nossos chutes e precisamos do seu irmão para o Imperador Pinguim Número Três. Por favor!
- T-Tá bom, então. – ela ainda estava apreensiva. – Eu vou indo então.
- Obrigado, Haruna. – agradeceu Sakuma.
- Muito estranho. – sussurrou Fudou, vendo Haruna já se distanciar vagarosamente em direção ao vestiário.
Nosso estrategista da escola Raimon estava a frente do espelho, ajeitando a sua capa. Tentando fazer uma estratégia que ele pudesse conquistar Haruna, mas porque isso parecia tão difícil? Ele batia a cabeça, fazia planos e mais planos, mas nada de tão romântico saía. Com certeza era mais fácil jogar futebol do que conquistar o coração de uma mulher, isso agora Kidou tinha certeza.
Mas o mesmo se espantou ao ouvir a porta do vestiário masculino abrir e a voz da sua amada, digo, irmã, o chamar.
- Onii-chan?
- Pode entrar, Haruna. – ele disse tentando manter a calma enquanto a irmã saía de trás dos armários.
Os dois se encaram de novo, mas dessa vez parecia mais difícil do que de manhã cedo.
- Sakuma, Fudou, quadra, treinar, chute, Endou. – ela engoliu seco, vendo que não tinha falado coisa com coisa.
- Como é que é? – Kidou não pode deixar rir.
- Ah, você entendeu. – a garota riu, corando levemente, ficando tão fofa quanto se pode imaginar, ela levantou o rosto involuntariamente e seus olhos encontraram o do irmão.
Os dois agora estavam ligados através do olhar, Kidou também estava corado e os dois tremiam. Suas mãos estavam trêmulas, estavam suadas, seus corações estavam quase explodindo e suas respirações estavam fundas.
- Haruna, eu...
- ONII-CHAN, AISHITERU!
Haruna soltou as palavras que só faltavam perfurar sua garganta de tanto esforço para sair, mas agora ela se sentia mais aliviada, mais leve, mais calma. E Kidou? Ele começou a sorrir completamente bobo e sem reação, não sabia como reagir agora, afinal fora pego de surpresa.
- Haruna, eu também te amo.
Os dois nem haviam notado, mas nesse meio tempo andaram para perto do outro e suas respirações ainda continuavam fortes. Haruna enlaçou o pescoço do irmão com seus braços, Kidou agarrou as costas da irmã e a apertou contra si, então quase encostaram seus lábios, ficaram respirando um na boca do outro por alguns segundos. E enfim, selaram seu amor proibido com um beijo. Ele saboreava os lábios da irmã com todo carinho e Haruna não se continha mais, também empurrava seus lábios em direção dos do irmão, querendo chupá-los também.
Tudo estava muito bem até agora, repito, até agora, pois uma pessoa escondida atrás do armário havia ouvido e visto tudo o que os irmãos disseram e fizeram.
- Quem diria. Kidou-kun tem tara pela irmã. – a pessoa sorriu maliciosa, pensando em como se aproveitar da tal descoberta.
Notas finais
Olhem o lado, Haruna e Kidou se aceitaram!!!
Até a proxima amigos! ASUUHASHUASHUSA Sempre quis falar isso!
Tá, parei! -.-'
Até mais ver!
XD
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