Oni Lover's - Versão SasuHina
11 Capítulo 9 - Primavera e dor
Notas iniciais
Capítulo 9 — Primavera e dor
Quarta-feira, 5:01. A.M
Hoje nasce a primavera, a estação das flores. As flores desabrocham nos jardins de todos os cantos, dando cor a eles. Os pássaros cantam mais e as pessoas sorriem mais nessa época do ano. A estação favorita dos japoneses. Não faz nem frio e calor. Onde tudo é belo e divertido. O sol já nascia na capital do Japão, podia se ouvir o belo canto dos pássaros logo de manhã cedo. A temperatura estava agradável e o céu estava incrivelmente azul, porém ainda com poucas nuvens, o que o não deixava menos belo.
Hinata acabara de sair do banho, que para ela fora bastante agradável. Além de ter acordado bem disposta, sem aquele calor infernal de antes. Deveria ter começado a primavera! Pensou ela. Foi até o quarto, pegou suas peças íntimas, mas não achou a farda. Procurou, procurou, procurou e nada!
– Deve estar no varal de teto... — comentou pensativa e com o dedo indicador nos lábios.
Hinata foi até o varal pegar sua farda de apenas de toalha, esquecera completamente que Neji já estava pronto, preparando o café.
Hinata andava distraidamente pelo apartamento em direção ao seu destino, até que de repente se bate em algo, o que fez com que perde-se o equilíbrio, contanto não caiu no chão. Sentiu fortes braços a envolverem delicadamente pela cintura, puxando ao seu encontro rapidamente para evitar a queda.
– Hina-chan! Tome mais cuidado. — alertou Neji preocupado.
Hinata ficou vermelha na hora! Estava colada ao corpo de Neji com apenas uma fina toalha a cobrindo, sem falar que o rosto de ambos estavam extremamente próximos, perto o suficiente para se beijar. Foi aí que Neji, percebeu. Estava sentindo todas as curvas de Hinata em si, os seios volumosos, a fina cintura...
– Kami-sama! — exclamou nervoso e extremamente corado, percebendo a situação, afastou-se rapidamente de Hinata. Ele estava tão perto de beijá-la e ele pensando nas curvas da sua prima?! Não sabia que era tão pervertido!
– D-desculpe, Neji! Havia me esquecido completamente que você estava fora do quarto. — explicou-se constrangida.
– H-hinata! O q-que você está pensa que está fazendo andando assim no apartamento? — perguntou nervoso, tentando manter a voz firme e evitando olhar para a prima.
– E-eu estou indo pegar a minha farda no varal! — falou rapidamente.
Que pergunta idiota Neji! Você acha que ela andaria assim sem nenhum motivo justo?! Neji repreendeu-se mentalmente.
– Tudo bem, Hinata. Apenas vá pegar. — falou agora mais tranquilo.
Hinata assentiu silenciosamente e saiu da vista de Neji rapidamente.
– Urgh! — suspirou aliviado.
Neji não entendia o motivo de se sentir tão nervoso perto da prima, com outras mulheres dificilmente ele agia desse modo! Não estava entendendo nada, além dela ser sua prima. Será... Será que estava se apaixonando por ela?! Impossível!
~❤~
– Neji-nii-san, o café está perfeito! Você cozinha muito bem. — elogiou Hinata.
– Arigato, Hina-chan. — agradeceu um pouco corado.
– Não há de que, nii-san!
~❤~
Hinata estava no carro de Neji, que a estava levando para a escola. Podia ir de carro hoje, pois haviam acordado cedo e o trânsito estava rápido por conta dos poucos carros. Hinata olhou para o céu e percebeu quanto estava bonito hoje.
– Neji-nii-san, já reparou como o céu está bonito? — perguntou alegremente e com um sorriso bobo no rosto.
– Oh! Está realmente bonito. — respondeu olhando para o céu. — Ainda bem que já estamos na primavera! A época é bastante agradável, além de ter bastantes eventos na cidade.
– Sério?! Que legal. — falou Hinata animada. Neji olhou para ela como resposta com um sorriso no rosto.
– Vou ligar o rádio. — avisou hinata. Neji apenas assentiu silenciosamente.
Na noite de ontem, uns dos policiais mais querido de Tóquio, Maito Gai, foi assassinado de forma brutal e doentia. Seu corpo fora encontrado decapitado. Os amigos e parentes estão inconsoláveis.
Ninguém sabe o motivo dele ter morrido, já por ser tão querido. Não há indício nenhum de quem o matou ou vestígios do se assassino.
Todos estamos abalados por esse terrível assassinado, um bom homem não merecia ter morrido daquela forma. O caso já está em investigação. Mais informações no Jornal da Tarde. Tenham um bom dia.
– Meu Deus! Quem fez uma barbaridade dessas?! — comentou Hintata chocada e comovida.
– Também não sei, mas uma pessoa dessa não pode ficar solta. Vou evitar de te buscar tarde, ninguém está seguro com uma pessoa desse tipo por ai. — Neji comentou pensativo.
– Verdade.
~❤~
Todos estamos abalados por esse terrível assassinado, um bom homem não merecia ter morrido daquela forma. O caso já está em investigação. Mais informações no Jornal da Tarde. Tenham um bom dia.
– Sasuke, Sasuke... O que você fez agora, hein? — perguntou Itachi a si mesmo, preocupado.
Está na hora de fazer alguma coisa.
~❤~
Sasuke estava em um dos prédios altos de Tóquio, afinal para ele eram ótimos lugares para reflexão... Para pensar, fazia ele clarear a mente. Estava se perguntando como iria lidar com essa garota de agora em diante. Não havia como se afastar, eles nem se falavam... O certo seria evitá-la. O bom seria mudar de lugar na sala de aula, problema era: o lugar de cada um era definido no primeiro dia de aula, não tinha como mudar.
– Que dor de cabeça! — resmungou com mau humor, passando a mão atrás do pescoço.
Se ele não ficasse fraco ele até poderia não se preocupar, mas quanto mais ele se encantar... Olhou para o relógio e percebeu que era a hora de ir para a escola.
– Tsc.
~❤~
Hinata acabara de chegar na escola. Praticamente todos os alunos estavam no pátio, todos conversando alegremente. As pétalas de sakuras caiam das árvores como se estivessem dançando. O cheiro delas eram tão suave e gostoso. Seu cabelo esvoaçava com o vento que batia nela de forma graciosa, era quase como se fosse parte na Natureza. Hinata virou seu rosto para o lado direito e encontrou aquele mar negro e profundo, os olhos de Sasuke, o garoto a qual a salvara. O seus cabelos esvoaçavam, fazendo ele parecer mais belo do que já era. Ele estava olhando fixamente para ela e o mais esquisito era que ambos não conseguiam desviar o olhar, era... Era como estivessem conectados. Ela não sabia explicar a sensação que estava sentindo no momento, era um sentimento novo. Completamente diferente. O contato fora quebrado.
– Hina-chan! — gritou um Naruto empolgado correndo na direção de Hinata, logo atrás dele vinham Tenten e Sakura. Hinata colocou sua atenção em Naruto.
– Ohayo, minna! — Hinata sorriu calorosamente para eles.
– Ohayo! — responderam em uníssono.
– Como você está, Hinata-chan? — perguntou Sakura educadamente.
– Estou ótima, acordei bem disposta hoje! — respondeu alegre e empolgada.
– Estamos vendo Hina-chan! — concordou Tenten entre pequenas risadas.
Hinata olhou para a direção que Sasuke estava, mas ele já havia sumido.
– O que está procurando, Hinata? — perguntou Sakura curiosa.
– Hãm? Nada não, Sakura-chan. — respondeu educada. Sakura apenas assentiu silenciosamente sem acreditar muito em sua reposta, contanto resolveu não questionar.
– Ok, minna. É melhor nós irmos para a sala, daqui a pouco toca. — alertou Tenten.
– Ahhh. Está tão legal aqui. — comentou Naruto manhoso.
– Naruto deixe de ser chato e vamos para a sala! — retrucou Sakura um pouco irritada.
Tenten e Hinata apenas ria da situação. Aqueles dois ainda iriam namorar, com todo certeza! Pensou Tenten.
~❤~
Sasuke estava um pouco na lua com que ainda acabara de acontecer. Ele quando a viu no pátio com os cabelos esvoaçantes não conseguiu tirar os olhos delas, ainda mais quando ela o olhou. Ele viajou naquele olhar perolado. Ele se sentia um sentimento diferente. Completamente novo. Não sabia o que era, só sabia que era bom. Ficaram olhando um para outro durante um tempo, contanto ela quebrou o contato quando ouviu a voz do seu amigo. Só que ele não parou de olhá-la. Viu o quanto ela brilhava quando alegre, conversava com os amigos empolgada e feliz. O som da risada dela, era tão delicada e gostoso de ouvir... Foi aí que Sasuke percebeu que seus pensamentos estavam indo longe demais. Resolveu sair dali e ir para a sala que era o melhor.
~❤~
Um homem de barba e cabelos marrom entrou na sala e deu um bom dia alegre para todos.
– Ohayo, minna! Eu sou o professor de literatura de vocês, chamo-me Asuma. Pelo visto todos estão bem animados hoje, hein?! Afinal a primavera chegou! Eu trouxe um poema sobre a primavera de um escritor brasileiro chamado Mário Quintana.
Primavera cruza o rio
Cruza o sonho que tu sonhas.
Na cidade adormecida
Primavera vem chegando.
Catavento enloqueceu,
Ficou girando, girando.
Em torno do catavento
Dancemos todos em bando.
Dancemos todos, dancemos,
Amadas, Mortos, Amigos,
Dancemos todos até
Não mais saber-se o motivo…
Até que as paineiras tenham
Por sobre os muros florido!
Todos aplaudiram empolgados, contanto um aluno em particular continuava sério na sala de aula, o que acabou chamando a atenção do professor.
– Está tudo bem com você? — perguntou o professor preocupado.
– Como vocês podem estarem felizes assim?! Uma pessoa morreu ontem de forma brutal e doentia! Uma pessoa importante e querida para o país: Maito Gai!
Todos na sala falaram um "Oh", todos estavam chocados, poucos ainda sabiam do ocorrido.
– Olha aqui no jornal. — o professor pegou o jornal das mãos do garoto e viu que ele estava certo.
– Bom, pessoal. Hoje na verdade é um dia de luto. Ele merece um poema em sua homenagem.
A vida precisa ser renovada. A morte é a mudança que estabelece a renovação. Quando alguém parte, muitas coisas se modificam na estrutura dos que ficam e, sendo uma lei natural, ela é sempre um bem, muito embora as pessoas não queiram aceitar isso. Nada é mais inútil e machuca mais do que a revolta. Lembre-se de que nós não temos nenhum poder sobre a vida ou a morte. Ela é irremediável.
O inconformismo, a lamentação, a evocação reiterada de quem se foi, a tristeza e a dor podem alcançar a alma de quem partiu e dificultar-lhe a adaptação na nova vida. Ele também sente a sensação da perda, a necessidade de seguir adiante, mas não consegue devido aos pensamentos dos que ficaram, a sua tristeza e a sua dor.
Se ele não consegue vencer esse momento difícil, volta ao lar que deixou e fica ali, misturando as lágrimas, sem forças para seguir adiante, numa simbiose que aumenta a infelicidade de todos.
Pense nisso. Por mais que esteja sofrendo a separação, se alguém que você ama já partiu, libere-o agora. Recolha-se a um lugar tranqüilo, visualize essa pessoa em sua frente, abrace-a, diga-lhe tudo que seu coração sente. Fale do quanto a ama e do bem que lhe deseja. Despeça-se dela com alegria, e quando recorda-la, veja-a feliz e refeita.
A morte não é o fim. A separação é temporária. Deixe-a seguir adiante e permita-se viver em paz.
"A morte é só uma mudança de estado.
Depois dela, passamos a viver em outra dimensão"
Zíbia Gasparetto
– Agora pessoal, um minuto de silêncio.
Todos na sala fecharam os olhos, rezando por Gai para que ele esteja em um lugar melhor. Sasuke estava um pouco chocado. Primeiro: esquecera de queimar o corpo. Dois: não sabia que as pessoas iriam ficar comovidas daquele jeito. Com certeza não seria nada legal para ele quando encontrar o oyabun.
~❤~
O sinal do intervalo tocou, avisando um fim da aula, contanto a secretária do diretor entrou na sala para dar um aviso:
– Pessoal todos vão para a quadra para fazermos uma homenagem a uma pessoa querida que deixou esse país: Maito Gai. O diretor está esperando.
~❤~
Todos os alunos estavam na quadra, dava para ouvir o "burburinho" dos alunos. Colocaram um tipo de palco para o diretor que logo após subiu no mesmo.
– Bom dia, meus queridos alunos.
– Bom dia. — todos falaram em uníssono.
– Como vocês já devem saber, perdemos ontem uma pessoa querida: Maito Gai. Um homem de família, querido por muitos. Abalou um país, além de ter morrido de uma forma brutal. Por favor, um minuto de silêncio.
Aquilo já estava incomodando Sasuke e muito! Ele nunca fora tão descuidado e tudo por causa daquela garota idiota! Não sabia que ela iria trazer tantos problemas. As pessoas estavam completamente comovidas com a morte desse homem, que para ele era como qualquer outro. Iria ter muitos problemas, com certeza. Tinha que se livrar dela.
– Obrigada, lerei um poema (N/A: o autor do poema é desconhecido) para esse momento importante. Por gentileza, prestem atenção.
Novamente aqueles poemas idiotas! Pensou Sasuke irritado.
O lado humano...
Que me reporta a triste realidade...
Do medo do erro...
E da busca pelo insano!
Faço-me animal...
Para não assumir responsabilidades...
Mordo, cuspo, cheiro...
Abuso meus sentidos...
Observo, escuto mas não falo...
Somente...
Agarro, trituro, uivo...
E quando dou por mim...
Deparo-me...
Com um alguém que precisa ser enterrado...
Para renascer...
Com vontade de viver...
Sem os medos...
Sem querer somente os acertos...
E sim aceitar as falhas!
Recomeçar...
Para enfim construir...
Um lado humano...
Mesmo sendo insano.
~❤~
O dia passara rápido. Vários pais dos alunos foram buscá-los e cedo, por medo. Afinal um assassino perigoso estava a solta e para eles matou uma pessoa sem motivos. Mal eles sabiam que o perigo estava bem ao lado deles.
Sasuke estava pronto para ir para casa, contudo seu celular tocou e rapidamente atendeu. Estava bastante irritado hoje, nem assistiu o resto das aulas. Ficara vagando.
– Alô. — falou sem humor.
– Sasuke? O oyabun pede a sua presença agora mesmo.
Sasuke desligou o celular sem ao menos responder, estava na hora dele colocar um ponto nisso hoje.
~❤~
Em seu apartamento o oyabun estava impaciente. Aquele garoto fazia o que ele queria rapidamente, mas ele sempre fazia algo de errado. Até seus próprios funcionários olhava para ele com raiva. Ele não devia ter matado o homem daquele jeito... Ou deixado seu corpo por aí. Agora só dava isso na televisão e na internet! Até notícia sobre isso nos sites do exterior você encontrava. Ele ira matá-lo hoje mesmo. A informação que Sasuke queria não era ele que tinha e sim a sua filha que estava na Europa que logo voltaria para Tóquio. Era realmente uma boa ideia o fazê-lo. A verdade uma hora ou outra acaba aparecendo.
– Senhor, o Sasuke chegou. — avisou um dos yakuzas.
– Está tudo pronto? — perguntou ao yakuza que afirmou com um aceno de cabeça.
– Mande-o entrar.
– Hai!
~❤~
– Você está vendo o que fez, garoto?! Hãm?! Eu te dei uma chance e você a jogou no lixo, fez isso para me provocar?!
– Senhor, você precisa ficar calmo. Deixe-nos terminar logo com ele. — sussurrou o yakuza para o oyabun. Mal eles sabiam que Sasuke tinha ouvido tudo, o que o deixou mais furioso. O oyabu assentiu.
De todos os lados surgiram yakuzas armados no apartamento, cercando Sasuke.
– Até que você durou bem, garoto... Só que sua hora chegou e você não conseguiu o que queria. — comentou o oyabun maldosamente.
– Seu velho imbecil... — falou com a voz controlada e cheia de ódio, porém os olhos de Sasuke ficaram vermelhos demonstrando a sua fúria e gritou:
– VOCÊ NÃO SABE COM QUEM ESTÁ MEXENDO!
Sasuke desapareceu da vista dos yakuzas e do oyabun.
– Onde ele está?! Como sumiu daquele jeito?! — perguntou confuso e exaltado.
– Atrás de você. — Sasuke respondeu diabolicamente com um sorriso no rosto.
Sasuke pegou na cabeça do oyabun e começou a puxá-la lentamente. O oyabun começou a gritar desesperado. Os yakuzas assustados demais não conseguiram se mover.
– Ahhhhhhhhhh!
Podia se ouvir o barulho da cabeça sendo arrancada lentamente do seu corpo, a pele começou a rasgar e o sangue a descer pelo o corpo do oyabun, sujando o chão.
– O que é você?! — um dos yakuzas perguntou assustado e foi em direção a Sasuke tentando impedi-lo. Sasuke vendo o que ele pretendia tentar fazer arrancou de vez a cabeça do oyabun que jorrou de sangue.
O yakuza assustado parou na mesma hora. Sasuke aproveitando a sua distração, apareceu rapidamente em sua frente e deu um chute em seu estômago com tanto força que o mesmo vou na direção da janela, caindo logo depois, podia-se ouvir o mesmo gritando caindo.
Os yakuzas começaram a correr na direção de Sasuke atirando, outros estavam com uma katana para tentar atacá-lo de perto. Sasuke desviava das balas e ataques com facilidade, porém a imagem de Hinata veio na sua cabeça rindo como fez de manhã cedo, o que fez com que fosse atingido por várias balas.
– Urghh. — gemeu involuntariamente. Sasuke ia ser atacado por um cara de katana, contudo um vulto apareceu na sua frente impedindo o homem de atacá-lo que logo após caiu morto no chão.
– Itachi! — exclamou surpreso.
– Yo, otouto. Você merece uma ajudinha hoje, não é mesmo? Vou acabar com eles rápido.
~❤~
– Por favor, não me mate! — gritou um yakuza completamente ensanguentado no chão.
– Eu não vou te matar... — um sorriso esperançoso apareceu no rosto homem. — Mas o meu otouto sim. — falou maldosamente, fazendo com que o sorriso dos mesmo sumisse.
Sasuke andou em sua direção e usou o poder que só ele poderia ouvir o que o homem dizia.
– O que pensa que vai fazer Sasuke? — perguntou Itachi curioso.
– Nada do que você precisa saber. — respondeu. Itachi apenas bufou.
– Agora, diga me você: conte-me onde encontro o que eu quero.
– Não vou dizer nada! Sei que vou morrer mesmo.
– Você irá, mas eu posso matar a sua querida filha também se não dizer... — sugeriu diabolicamente. O homem disse tudo o que Sasuke queria, logo após ele o matou arrancando o seu coração.
– Vamos embora, Itachi.
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