Oni Lover's - Versão SasuHina
2 Capítulo 2 - Novo Lar
Notas iniciais
Capítulo 2 – Novo Lar
Estou impressionada com Tóquio! Aquelas prédios são gigantes e toda a cidade é muito bela. Acabo de chegar na casa do Neji-nii-san. O apartamento dele fica perto da região metropolitana de Tóquio. A entrada do apartamento é bem bonita! O estilo do apartamento demonstra facilmente o tipo de personalidade dele. Sereno e ao mesmo tempo forte.
– Está casa é sua cara! — comentei sorridente e animada, sentando no sofá.
– As poucas pessoas que eu trouxe aqui também fizeram o mesmo comentário... — disse Neji-nii-san pensativo e colocando as malas no chã.
– Também é bem aconchegante. Pensei que os apartamentos do Japão fossem minúsculo, mas eles não são tão pequenos como já ouvi falar.
– O povo fala demais — Neji-nii-san resmungou — Mas achei apartamentos bem pequenos, claro que só não têm pequenos como o povo fala, o meu mesmo como você percebeu, não é lá tão pequeno.
– Ah, quem você trouxe aqui?
– Só uns amigos do trabalho...
– Hm... Sei! — falei rindo.
– Não começa Hina-chan. — ele revirou os olhos.
– E você Hina-chan? — perguntou não sei o que maliciosamente.
– Eu o que hein? — falei desconfiada, arqueando a sobrancelha.
– Não namora com ninguém não? — Odeio quando ele vêm com essas perguntinhas constrangedoras e estúpidas! Para que ele quer saber disso? Ele sabe como tenho vergonha dessas coisas.
– Não! Rum! — respondi levantando o queixo.
– Sei, sei. — respondeu com um sorriso de lado. — Ele e essa cara desconfiada! Vixe.
– Mas agora vamos falar sobre coisas mais importantes! — Ele e esse ar misterioso.
– Quais coisas? — falei meio assustada.
– Não precisa ficar assustada! — ele riu — Vamos falar sobre o colégio que você vai estudar!
– Hm... — Não quer saber como é seu colégio? — perguntou-me.
– Quero sim, diga-me como é lá! — respondi ansiosa, empolgada e também curiosa! Hehe.
– Bem... Fica perto daqui. Ela não é uma das melhores escolas de Tóquio, mas ela é boa. Têm várias atividades que você pode fazer lá: artes, música, esportes... Eles deixam vocês confeccionar seu uniforme ou comprar um com cores rosas, roxos... Contudo você receberá um tipo de broche, algo assim, para colocar no uniforme, para identificar os estudantes. Os sapatos você que escolhe. Agora, quando tem algum campeonato entre as escolas, eles fornecem um uniforme que seja igual para todo mundo, para representar a escola. O diretor pareceu bem legal, os professores que me cumprimentaram também. Espero que sejam assim com você também.
– Tomara, né! — depois disso caímos em um silêncio confortável até que eu me pronunciei.
– Neji-nii-san, vou descansar um pouco, pois estou morrendo de sono! Mais tarde a gente conversar melhor, ok? — falei bocejando logo depois.
– Tudo bem, vou te levar para o seu quarto. — falou me dando um sorriso de lado. Ele foi comigo no quarto e colocou as malas do lado da cama.
– Descanse bem agora, pois vamos jantar mais tarde! Além disso, suas aulas começam daqui a dois dias! — depois de me avisar ele saiu do quarto. Observei-o, era bem aconchegante. Desabei na cama.
6:17 p.m, Apartamento de Neji.
– Hina-chan, Hina-chan... Acorde! — ouvi um voz me chamando e alguém me balançado.
– Vamos! Acorde Hina-chan! — ouvi ele falar de jeito impaciente e balançando-me mais fortemente. Realmente tenho que acordar? Acho que passei mais de 6 horas naquele avião... Eu quero dormir.
– Ahhh nãããoo Neji-nii-san, me deixa dormir mais vá! Estou cansada ainda. — falei sem abrir os lhos e com a voz meio grogue.
– Já são seis e dezessete da noite Hinata! Você não quer conhecer um pouco mais de Tóquio, não? Aqui em Shibuya têm muitas coisas legais! Tem o NHK Broadcasting Center e o Ebisu Garden Place, onde Makino e Doumyouji, vão ao seu primeiro encontro!
Na mesma hora dei um salto da cama.
– Sério?! Então vamos lá agora! Que massa! — falei dando uns pulinhos toda empolgada.
– Vamos ver sim... — Comecei a dar um sorriso, porém ele murchou logo depois.
– Mas não hoje, pois fica muito movimentado por causa dos carros. Hoje vamos apenas jantar fora.
– Onde nós vamos? — perguntei mais animada.
– A nenhum lugar muito longe, já que você mesma disse que ainda está cansada. Nós vamos a uma barraca de lámen que fica aqui perto, então iremos caminhando. É bem gostoso e lembra um pouco o miojo.
– Hm, legal. Então vou trocar de roupa.
Abri minhas malas e peguei um dos meu vestidos favoritos, coloquei uma sapatilha branca e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo. Sai do quarto e fui para a sala. Neji-nii-san estava sentado no sofá pensativo, olhando para um ponto fixo.
– Estou pronta já! — falei sorrindo para Neji-nii-san que quase deu um pulo por causa da minha voz. Segurei o riso.
– Que vestido fofo! A sua cara. — ele comentou rindo. — Vamos.
Neji-nii-san estava com uma roupa bem bonita. Quando saímos do prédio senti como estivesse sendo observada, mas como sou paranoica e medrosa, não deve ser nada. Apenas olhei o local para confirmar se realmente tinha alguém e não vi nada. É, eu estava doida.
– O que é que você tanto olha? — perguntou Neji-nii-san de braços cruzados e com a sobrancelha arqueada.
– Nada, só achei que tivesse alguém olhando a gente, mas vi que não era nada.
– Ok, vamos. — Ele revirou os olhos e voltou a caminhar. A sensação de estar sendo observada sumiu e comecei a reparar no lugar onde estávamos.
6:45 p.m, Barraca de Lamén.
Depois de um tempo chegamos na tal barraca de lámen, não era um barraca na verdade. Em cima era uma casa e embaixo dela ficava o lámen. A parede da entrada era toda de madeira, mas percebi que era só para decorar mesmo e também havia umas plantas enfeitando a entrada e aquelas lâmpadas típicas que dava um ar aconchegante. Neji-nii-san entrou e cumprimentou um senhor e uma senhora que estava atrás de um balcão que estava a nossa direita.
– Konbanwa¹ Katashi-san, Kaede-san! — falou a minha irmã sorridente.
– Konbanwa! Neji-san. — responderam os dois em uníssono.
– Pode me dizer o nome da menina que o acompanha? — perguntou a senhora olhando para mim de maneira curiosa.
– Ela é Hinata, a minha imoto, a qual te falei.
– Oh sim! Lembramos sim dela. — respondeu o senhor Katashi.
– Hajimemashite, Hinata-san. — falou os dois.
– Vou servir os outros clientes, Kaede ficará aqui.
Katashi saiu para servir os outros clientes e Kaede perguntou:
– Vão querer o que?
– Eu o de sempre e você, Hina-chan? — perguntou Neji-nii-san.
– Eu não sei... Não conheço muito os pratos daqui, você sabe... Logo que nasci fui morar nos Estados Unidos. — sussurrei para ele envergonhada.
– Kaede-san, o da minha imoto será o mesmo do meu!
Nós retiramos e fomos nos sentar na última mesa, que ficava do lado de uma janela. Eu e Neji-nii-san ficamos calados o tempo todo, até que o senhor Katashi trouxe o lamén. quebrando o silêncio.
– Apreciem! Esse eu caprichei, é por conta da casa. — ele falou empolgado. Neji-nii-san falou envergonhado, mas agradecido com um sorriso no rosto.
– Arigatou gozaimasu², Katashi-san. Não precisava. — Ele deu uma piscadela e saiu.
– Itadakimasu³! — falamos em uníssono.
O lámen estava uma delícia! Acabou de entrar na minha lista de comida favoritas. Depois de comermos, Neji-nii-san ficou contando alguma coisas de Tóquio, sobre o trabalho dele e quando iríamos comprar o meu material escolar. Quando vimos que estava esvaziando a barraca de lámen (como diz Neji-nii-san), percebemos que já estava ficando tarde e fomos nos despedir do Katashi e da Kaede.
– Ja ne! Katashi-san, Kaede-san! — falamos em uníssono.
8:02 p.m, Apartamento de Neji.
Quando chegamos no apartamento Neji-nii-san começou a perguntar o que eu achei dos japoneses que eu conheci.
– Bem, eu achei eles simpáticos e atenciosos. O lamén estava delicioso também. — comentei dando um sorriso.
– Ainda bem que gostou! Vou dormir, pois quem está com sono agora sou eu, imoto-chan. — Ele me deu um abraço e foi para o quarto dele.
Bom, até agora estava tudo bem. Estava tão feliz por estar com Neji-nii-san depois de tanto tempo que eu acabei esquecendo a minha atual situação... Meus pais estavam mortos. Eu nunca mais iria vê-los. Meus olhos ficarem marejados e começou a cair as lágrimas. Logo não consegui a controlar os soluços que começaram a ficar altos, fazendo com que Neji-nii-san saísse do quarto desesperado sem camisa
– Hina-chan... O que foi? — ele perguntou preocupado me abraçando e encostei a minha cabeça em seu peitoral.
– Só... Os meus pais.
– Hina-chan... — Olhos dele marejaram e ele me abraçou mais fortemente.
– Vai ficar tudo bem, você tem a mim. Nós vamos superar isso, juntos. — ele disso tentando manter a voz mais firme possível. Depois de tanto tempo, dormimos juntos e abraçados.
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