Oni Lover's - Versão SasuHina

14 Capítulo 12 - Não foi um dia tão bom assim


Notas iniciais
_______________________________________________________________ Oi, pessoal? Como vocês estão? Desculpem por o outro capítulo ter sido chatinho, mas é que não sabia o que escrever. Espero que esse agrade mais. Boa leitura!

Capítulo 12 — Não foi um dia tão bom assim

O dia no capital do Japão estava perfeito. Não havia muitos carros na rua, não estava fazendo calor e as pessoas estavam menos abaladas pelo assassinato cruel de Maito Gai, mas seria algo difícil de se esquecer. Sempre ficará marcado no coração do povo japonês. Mesmo com a melhor equipe de investigação do país, ninguém tinha conseguido encontrar o verdadeiro culpado por aquela atrocidade.

Em um lugar estava uma Hinata completamente confusa e perdida, não fazia a menor ideia onde se encontrava. Ela perguntou informações a uma senhora idosa onde ficava o Ebisu Garden Place, mas parece que não foi uma boa ideia. A velhinha devia estar caducando... Por fim acabou por parar nesse parte macabra de Tóquio e não sabia o caminho de volta. O pior é que já estava anoitecendo para a sua infelicidade.

– Que Kami-sama me ajude! Onde é que estou?! — perguntou para si mesma baixinho tentando manter a calma. Estava começando a se arrepender de ter saído... Não, Hinata! Foi um bom dia hoje, você se divertiu bastante. Vai dar tudo certo, vamos sair daqui! Repreendeu-se mentalmente.

Hinata resolveu caminhar mais um pouco, para fazer se conseguia sair daquele labirinto sombrio e assustador. Estava dando arrepios em sua espinha! Estava tendo um pressentimento ruim... E por sua infelicidade, ele nunca falha! Esperava desesperadamente que ele esteja errado. Foi aí que viu um bar com vários caras mal encarados.

Kami-sama! É hoje que eu morro!

Deu as costas para aqueles homens, rezando para que eles não tivessem percebido sua presença. Mas para seu azar...

– Ei, garota! Venha aqui.

Droga, droga, Droga!Continue apenas andando Hinata, apenas isso.

– Acho melhor a senhorita vir aqui do que irmos aí atrás de você. — alertou outro mais emburrado.

Kami-sama, o que é melhor fazer....? Correr?

– É muda? Melhor ainda. — comentou o outro maliciosamente.

Hinata resolveu que estava na hora de apertar o passo se não quisesse que algo muito ruim acontecesse com ela.

– Não gosto de garotas difíceis, principalmente hoje que estou de mal humor. Além de ser bem difícil garotas bonitas como você aparecer por aqui. — falou um bastante irritado. O homem olhou para os outros mostrando que estava na hora de ir atrás da garota. Vendo que a mesma começou a correr, fizeram o mesmo.

Hinata estava desesperada! Ela é completamente sedentária! Foi nessa hora que se castigou mentalmente por sempre preferir livros. Devia ter praticado esportes também, sua chance de sair viva era mais fácil.

Ela olhou para trás para conferir o qual estava longe deles, maldita hora que foi fazer isso! Como não estava olhando para frente, tropeçou em algo. Tentou se levantar, mas caiu logo em seguida. Não havia como fugir. A única opção era gritar por socorro e foi o que fez.

– Socorro! Alguém me ajude, pelo amor de Kami-sama! — gritou desesperada. Começou a sentir seus olhos marejarem.

Foi aí que sentiu alguém puxar os seus cabelos de maneira violenta. Não aguentou a dor e gritou. Lágrimas rolaram pelo seu rosto.

– Não adianta gritar garota. Ninguém vai vir te salvar! Nem os policiais se atrevem vir aqui.

Não... Não! Isso não podia estar acontecendo!

Hinata fechou os olhos com força, na tentativa de acordar desse pesadelo, mas ele era real.

Não vou me render fácil!

Os homens estavam tentando tirar a roupa de Hinata, mas estava complicado, já que a mesma se debatia.

– Pare garota! Ou vai ser pior! — gritou o outro furioso.

– Fico longe de mim! — Hinata mordeu a mão de um deles que tentavam colocar a mão em seus seios.

– Sua vadia! Como ousa?!

O homem deu um soco no estômago de Hinata, que acabou cuspindo sangue por causa da força que ele usou. Ela começou a ficar com o corpo mole. Lágrimas violentas desciam do seu rosto. Seus soluços começaram a ficar altos.

– Por favor... Alguém me ajude! — gritou desesperada.

~❤~

Itachi estava em dos bares mais podres de Tóquio. Apenas estupradores, assaltantes, traficantes e prostitutas iam para lá. Ele gostava de lá porque quase se sentia em casa, mas aqueles humanos ainda eram muito ingênuos. Ele só não ia com a caras do estupradores... Para ele, eles eram fracassados. Só conseguiam ter uma mulher a força. Bem, Itachi era o Rei da arte da sedução. Conseguia fazer com que as mulheres ficassem ao seus pés e elas faziam tudo o que ele queria por vontade própria. Ouviu um dos mesmo se pronunciarem, que estavam na porta do bar:

– Ora, ora. Olha aquele que gracinha! Não podemos deixá-la sumir. — falou maliciosamente.

Itachi bufou. Aqueles caras eram uns tremendos idiotas! Sempre era a mesma coisa. Eles ficavam falando um monte de besteira, a mulher corria, pegavam ela e fim. A boa parte é que eles sempre mandavam ele matá-las... Apenas isso.

Ele percebeu que estava até demorando um pouco para eles o chamarem. Ficou curioso. Será que a garota estava dando trabalho? Bom, ele iria conferir isso agora.

~❤~

Ele deu passos mais rápidos e viu uma garota que achava que já tinha visto antes. A garota estava dando trabalho. Ela se debatia dificultando na hora de tirar sua roupa.

– Pare garota! Ou vai ser pior! — ouviu um deles gritar furioso. Um dos homens tentaram tocar no seu seio, mas a mesma fora rápida.

– Fique longe de mim! — mordeu com força a mão do homem.

– Sua vadia! Como ousa?!

O homem deu um soco no estômago da garota, que acabou cuspindo sangue por causa da força que ele usou. Ela começou a ficar com o corpo mole. Lágrimas violentas desciam do seu rosto. Seus soluços começaram a ficar altos.

– Por favor... Alguém me ajude! — gritou desesperada.

Itachi ficou chocado. Estava sentindo pena da garota, mas o que te surpreendeu fora o que viu nos seus olhos. Não tinha tempo para pensar agora, iria salvá-la! Também se livrar daqueles seres irritantes. Não poderia ser brutal na morte deles ou ela ficaria assustada.

Itachi com sua velocidade desumana tirou um dos homens que estava em cima de Hinata arremessando-o na parede. Tinha que ser rápido ou os mesmos poderiam questioná-lo e chamá-lo pelo nome, o que deixaria a garota desconfiada por ele conhecê-los.

– Garota, feche os olhos. — a mesma atendeu seu pedido.

Deu um chute no estômago de um que estava próximo dele e quebrou o seu pescoço. Faltava mais um. Estava tão assustado que começou a correr, não podia deixá-lo vivo ou iria contar para os outros que acabara de salvar uma garota. Correu até ele e deu uma rasteira. Puxou pelo o colarinho da camisa e deu um chute em suas partes sensíveis. O arrastou até a parede e chocou a cabeça do homem contra a mesma, o matando.

~❤~

Hinata ainda estava assustada. Tudo aconteceu tão rápido, homens a atacaram e outro veio salvá-la, para a sua felicidade. Estava grata, mas ainda estava com medo de abrir os olhos.

– Está tudo bem. Pode abrir os olhos. — ouviu uma voz forte e profunda, mas suave e calma.

Hinata abriu seus olhos lentamente e viu um dos homens mais bonito de toda a sua vida. Ele tinha a pele levemente morena e longos cabelos. Seus olhos eram bastante profundos, parecia que ia se perder neles.

Itachi ainda estava em transe por causa da garota. Ela era muito delicada e viu em seus olhos que era pura. Ela é rara! Nunca em seus longos anos de vida tivera a oportunidade de ver um ser puro. Estava encantado.

– Pode se levantar? — perguntou estendendo a mão.

– H-hai...

Seus dedos eram longos e delicados. Além de sua mão ser bastante macia, cabia perfeitamente na sua.

– Arigatou gozaimasu! — Hinata fez uma reverência.

– Não precisa agradecer! Que tipo de cavalheiro seria eu se não salvasse uma donzela em perigo? — perguntou com ar brincalhão para tirar o clima tenso.

– De qualquer o senhor poderia ter se machucado. Não é qualquer um que se arrisca.

Itachi reparou que a garota estava apenas de sutiã e viu o quanto era grande seus seios. Sentiu um calor subir rapidamente pelo seu corpo.

Droga! Praguejou mentalmente.

Tinha que manter a posição de cavalheiro. Percebeu que a blusa que ela vestia estava em farrapos. Começou a tirar a sua camisa.

– O-o-o que o senhor está fazendo? — perguntou nervosa.

Itachi não respondeu, apenas jogou sua camisa para ela mostrando o seu peitoral definido, deixando uma Hinata completamente vermelha e sem ar. Itachi sentiu seu ego masculino aumentar.

– A senhorita não pode sair de sutiã por aí, não é mesmo? — Hinata olhou assustada para o seu colo, tinha completamente esquecido do seu estado de nudez.

– A-arigato. — agradeceu rapidamente vestindo a camisa.

– Agora, me responda. O que uma bela garota como você faz por aqui? — perguntou com um sobrancelha arqueada.

– Isso... Bem... Eu ia para o Ebisu Garden Place, mas parece que uma senhora me deu o endereço errado. Não sabia onde ficava, sou nova na cidade.

– Entendi, mas não pergunte a um senhora por ser mais velha, só por ser idoso não significa confiável. — falou sério.

– O senhor tem razão. — falou constrangida.

– Não precisa me chame de senhor, faz eu me sentir velho. Eu pareço ser tão velho assim? — falou emburrado.

– Não, não! É que eu não sabia direito como trata-lo. Gomen. — respondeu nervosa e rapidamente.

– Calma. Não há nada demais. Chamo-me Itachi e você? — perguntou com um ar mais descontraído.

– Hinata, prazer em conhecê-lo. Itachi-san! — fez uma pequena reverência.

Ele queria dizer que não precisava de tanta formalidade, mas a situação não era adequada. Além de ter percebido que a garota era muito tímida.

– Igualmente, Hinata-san. — falou com um pequeno sorriso.

– Oh não! Neji-nii-san não pode me ver assim. — falou com um afeição abatida.

– Não se preocupe, se quiser podemos cuidar dos seus ferimentos na minha casa. — sugeriu.

– N-na sua ca-ca-sa?!

– Calma! Se eu quisesse fazer algo de ruim com você eu já teria feito, não acha? — falou tentando acalmá-la.

– Verdade... Gomen. É que ainda estou um pouco assustada. — Itachi conseguiu ver a dor nos seus olhos. — Mas você sabe como sair desse lugar?

– Sei... Vamos embora logo.

Notas finais
Desculpem qualquer erro de português ou coesão. Beijo!