Oni Lover's - Versão SasuHina

17 Capítulo 15 - O poder da fé


Notas iniciais
Oi, gente! Como vocês estão? Espero que bem. Eu amei os comentários *-*Espero que continuem acompanhando a história :D. Quero dizer que não vou poder ficar atualizando a história várias vezes, não estou com muito tempo. O colégio está muito puxado, muito assuntos para estudar, provas super difíceis e tenho que recuperar as notas baixas que tirei na primeira unidade. Desculpem-me pela demora mais uma vez, mas vou atualizar muito pouco por causa do tempo.O capítulo está bem diferente dos outros, ele retrata outras coisas que quero abordar na história. Como eu já comentei antes, vai além de apenas um romance entre um demônio e uma humana. Espero que percebam algo nesse capítulo. Boa Leitura!

Capítulo 15 — O poder da fé

No capítulo anterior...

– U-uchiha-san, eu concordo completamente! — respondeu atrapalhada, colocando o cabelo atrás da orelha de modo delicado, deixando o Uchiha mais encantado.

– Urgh! Hahaha. — Sasuke riu levemente, fechando os olhos.

– O que foi Uchiha-san?! Eu fiz algo estranho?! — perguntou nervosa e com as bochechas coradas.

– Você é tão fofa! — Sasuke falou espontaneamente ainda dando risadas discretas.

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"Como aquele tarado ousa olhar para minha Sakura-chan e amigas daquele jeito?! Velhote tarado! Ainda vai se vê comigo, ah se vai."

"Humanos... Como sempre tão desprezíveis! O jeito que ele olhou para minha Hinata dá-me uma fúria imensa. Não sei como não arranquei sua cabeça na frente de todos. Ela não merece ser olhada daquela maneira. Ela é a minha doce e pura Hinata!"

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" O que?! Ela vai pagar a conta dele?! Como vai voltar para casa?! Droga, Hinata. Sempre me fazendo fazer coisas que não quero."

– Tudo bem, Tudo bem! Eu pago sua conta, dobe. Agora solte-me agora! — Sasuke falou com uma veia saltando de sua testa.

– Oooooooh Arigato, Sasuke! — Naruto deu pulo e com os olhos brilhando abraçou Sasuke..

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– Err... Hyuuga-san, eu posso acompanhá-la até a sua casa? — Sasuke perguntou com as bochechas coradas e sua voz saiu pouco firme, denunciando que estava nervoso, o que o fez com que ficasse levemente irritado por estar tendo um comportamento ridículo.

– Claro, Uchiha-san! Eu adoraria tê-lo como companhia. — respondeu Hinata com um sorriso bobo e encarando o chão com as bochechas pegando fogo. Sasuke deu um sorriso apaixonado em resposta.

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Sasuke desejava que ela não estivesse apaixonada por ninguém, pois só assim conseguiria chamar a sua atenção plenamente. Ele não sabia como explicar, mas havia algo dizendo que não devia deixar aquela garota escapar.

❤❤❤

Os ventos batiam violentamente nos seus sedosos cabelos negros que esvoaçavam com graça. As poucas pessoas que passavam olhavam em sua direção encantados pela sua beleza exuberante e difícil de se ver. Seus passos eram elegantes e sua postura reta. Um príncipe na visão das garotas, um deus na visão das mulheres e um martírio na visão dos homens.

Andava sem rumo pela ruas escuras e sombrias de Londres. Não era uma hora segura para pessoas andaram naquela hora, especificamente. Sim, pessoas. Bem, ele não era uma pessoa. Então, não havia com o que se preocupar. Era um terapia caminhar admirando as ruas calmamente, observando as pessoas. Era interessante na sua visão. Só que ás vezes, adorava brincar com elas. Deu um sorriso maligno e seus olhos ficaram vermelhos.

❤❤❤

(Para entrar no clima)

Ria loucamente, apreciando os gritos de desespero de sua vítima, que clamava por piedade.

– Por favor, deixe-me ir ou mate-me logo! Não aguento mais...

Grossas lágrimas rolavam pelo o seu rosto, seus gritos ecoavam por toda rua, mas ninguém ouviu. Aquele ser maligno usou algo que impedia de ouvir as pessoas de escutarem os seus gritos de socorro.

– Oh, darling! É apenas o começo e já está pedindo para morrer? Que decepção. — fez um bico, demonstrando mágoa, mas sua feição mudou completamente para uma insana. — Ainda vamos brincar muito!

A garota viu um pedra grande e jogou com toda força em seu rosto, aproveitando o momento de distração resolveu correr. Ouviu gritar de longe com ódio:

– Como você ousa, sua humana nojenta!

Contudo o ser fora mais rápido e apareceu em sua frente com uma expressão furiosa, fazendo com que seu coração parasse por alguns segundos e suas penas bambeassem , desejando morrer por ver tantas coisas ruins no olhar daquela coisa. Essas coisas, não existiam! Não tinha como existir! Seus olhos obscuros e vermelhos a encaravam com nojo.

O ser puxou com sua força desumana o cabelo da garota que começou cair rapidamente com pingos de sangue no chão. A jogou na parede com força que gritou com a dor. Pegou um dos seus braços e começou a puxar lentamente, como se fosse puxando uma coxinha para ver o seu recheio. A garota chorava, implorava, mas nada surtia efeito. A pele começou a rasgar exibindo seus músculos, caindo uma quantidade considerável se sangue. Por fim, puxou o braço da garota completamente, o desmembrando do seu corpo. Deu um chute em sua barriga. A garota arranjou forçar se levantou com dificuldade. A dor do seu sangue jorrando do seu ombro estava insuportável. Não podia morrer assim! Não depois de conseguir atingir suas metas e conhecer a verdadeira felicidade. Lembrou dos seus pais e seus amigos, como estavam orgulhosos dela! Estava orgulhosa de sim. Se fosse morrer, morreria com honra. Encarou a criatura sem medo, com firmeza. Não sabia de onde vinha aquela força. Sentiu suas pálpebras pesarem. Suas pernas fraquejaram, caindo logo após no chão.

– Ahh... Ahhh... God, please help me... — a inglesa sussurrou entre gemidos com os olhos marejados, o que deixou o ser ainda mais furioso. Começou a rir, zombando da garota.

– Deus? Deus?! Você acha mesmo que ele irá te salvar?! Você acha se Deus existisse ou amasse seus filhos o mundo seria assim?! Hãm?! Humanos estúpidos! Estão sozinhos. Você tem que colocar a sua fé na gente e não neles!

– Não! Deus, ele nos guia, só que diferente das pessoas ele nos dá liberdade de escolha! O mundo está assim por causa de nós que somos muito fracos, porque desistimos facilmente de nós mesmos! E-e-eu, posso morrer hoje, agora! Mas eu sei que ele nunca me abandonou! Sempre esteve aqui... Do meu lado... Observando-me... Ele mostrou-me a verdadeira felicidade...

Algo mexeu dentro do demônio, mas do mesmo jeito que apareceu rápido foi embora.

– Só por causa desse discurso todo, vou te fazer da minha refeição. — Deu um sorriso diabólico.

Caminho lentamente em direção a garota e levantou a blusa dela lentamente. Lambeu sua barriga e começou a dar leves mordidas. Entre sussurros a garota rezava, com uma das mãos em seu coração encarando o céu.

"Pai nosso, que estais no céu"

– Você parece bem saborosa... — comentou com um sorriso malicioso. Seus olhos eram insanos. Sua pupila era vermelha e sua córnea preta.

"Santificado seja o Vosso Nome,

venha a nós o Vosso Reino"

Foi na hora que abriu a boca e mordeu com força a barriga da garota arrancando um pedaço dela, junto feio pedaços do intestinos. A garota revirava olhos de tanta dor. Percebendo que morreria logo, usou um dos seus poderes para ficar mais tempo viva.

"Seja feita a Vossa vontade

assim na terra como no céu."

O demônio começou a morder o seu estômago.

" O pão nosso de cada dia nos dai hoje,

perdoai-nos as nossas ofensas

assim como nós perdoamos

a quem nos tem ofendido."

Lágrimas rolavam pelo seu rosto.

"E não nos deixeis cair em tentação,

mas livrai-nos do Mal. Amém."

Seres com grandes asas começaram a surgir, mas não era possível ver seus rostos e nem o demônio sentir sua presença. No momento de distração do demônio (com sua vítima), iriam salvar a garota para conhecer a verdadeira e plena paz. Tocaram o rosto da garota, que no momento estava com os olhos fechados e começaram a retirar a sua alma, até que seu corpo caísse sem vida no chão.

"Venha até o Reino dos Céus"

Notas finais
Desculpem-me qualquer erro de digitação ou português. Beijo e tudo de melhor sempre! :D