Oneshots De Séries

178 Not So Behaved 2 - Tim Attack - NCIS


Tim e Abby estavam noivos há alguns meses. Eles estavam felizes pelo fato de o casamento estar próximo.

Todos os dias, ele a deixava no trabalho, que era o dele também e depois de um beijo delicioso, se despiam. Para Abby, era todo o paraíso.

— Eu vejo você mais tarde, Abbs. – Tim beijou a noiva e a viu andar até o elevador novamente. – Delicia.

Tony gemeu sentindo o doce que se formava entre Abby e Tim. Mas ele estava felizes que os amigos finalmente estavam prestes a se casar.

Caminhando pelo escritório de campo, o empresário VJ Chaya, se sentia bastante confiante. Ele não conseguia tirar seus olhos de Abby e estava querendo mais um encontro com ela.

Ele trazia consigo bombons e flores para a cientista que atraiu a sua atenção. Afinal de contas, ele era rico e qualquer garota adoraria ter ele como seu marido e namorado.

— Desculpe, eu estou aqui para ver Abigail Sciuto. – Ele parou no bullpen, vendo um dos agentes parar de digitar e encarar ele. – Agente McGee, certo? Eu acho que você sabe onde Abby está?

— Ela sabe que você está aqui? – Tim perguntou, apertando a bola anti stress.

— Não. – Ele olhou para o agente. – Eu queria fazer surpresa para ela.

— Deixa eu chamar minha NOIVA. – Tim falou a última parte alto. – Querida, tem um rapaz aqui querendo ver você.

Chaya olhou para Tim com deboche. Ele não podia acreditar que Abby tinha um noivo. E muito menos, esse noivo.

— Olha, se ela não puder... – Ele quase queria fugir quando ouviu as botas. – Ah, olá bela Abby.

— Sr Chaya. – Ela odiava esse cara de todos os jeitos. – O que está fazendo aqui?

— Eu vim trazer alguns doces para você. – Ele sorriu. – E flores.

— Desculpe, mas eu simplesmente não os quero. – Abby rejeitou a oferta. – Que tal você dar para alguém que os queira.

— Não seja assim, doce Abigail. – Ele viu que Tim estava ficando roxo de raiva. – Eu sei que você gosta desse tipo de doçura. E você é uma delas.

— Com licença, eu preciso tomar insulina. – Abby deu com a caixa no peito dele e foi para o laboratório. – Deus, ele me irrita.

— A mim também. – Tim entrou no laboratório. – Insulina?

— Foi a melhor desculpa que eu consegui. – Ela o beijou. – Esse cara não me deixou em paz durante dois meses e depois conseguiu uma namorada. Provavelmente ela fugiu dele.

— Acho que é a desculpa mais apropriada. – Tim a beijou. – Quer vir comigo? Eu reservei uma mesa no Sweet Valentine.

— Tem doce e Valentine no nome já sei que é bom. – Ela pegou a bolsa e os dois foram em direção ao restaurante.

Chaya descobriu que Tim havia levado Abby para o restaurante e fez uma reserva para si em uma mesa longe do casal. Talvez ele pudesse fazer com que o lugar pudesse dar algumas coisas estragadas.

— Eu vou querer um suco de laranja e uma salada para o começo. – Abby devolveu o menu. – E depois, eu decido.

— Vou querer o mesmo que ela, mas com uma salada de pepino. – Ele sorriu e viu que Abby estava apreensiva. – O que foi?

— Ele está aqui. – Abby disse, com medo do que Chaya poderia fazer. – Eu não consigo deixar de lado essa sensação de medo que eu tenho.

Chaya estava tomando um copo de vodca quando percebeu que Gibbs e Jenny também estavam lá no restaurante. E Tony e Ziva haviam acabado de entrar.

Se levantando de seu lugar, ele pagou e foi sentar no carro.

— Abby, eu sei que estamos noivos e é por isso que eu realmente estou pensando em dividirmos uma casa. – McGee deu a ela uma cópia de sua nova casa. – Comprei para você.

— Eu vou beijar você até a morte. – Ela recebeu a comida na mesa e sorriu. – Bom Appétit.

— Merci. – Ele atirou um beijo para Abby e Gibbs, Jenny, Ziva e Tony se juntaram a eles, fazendo um almoço em família.

— Não me importo com o que pode acontecer. – Chaya olhou para Tim e Abby. – Eu quero Abby.

— Não, você não pode forçar alguém a te amar. – Uma voz no telefone disse. – Agora tenho coisas de verdade para fazer. E eu vou ver um advogado.

Bebendo mais um gole, ele saiu do carro em direção ao restaurante, uma vez que Tim e Abby estavam já saindo.

— Você acabou com todas as chances que eu tinha com ela. – Ele se dirigiu a Tim. – Você dá uns pegas nela e depois me deixa fazer amor com ela.

— Senhor Chaya, você está alcoolizado. – Tim tentou não lutar com o homem. – Por favor, não.

— Covarde. – Ele quebrou a garrafa e pegou uma parte dela, mas a deixou cair.

Chaya se aproximou e Tim deu um empurrão, dando início a uma briga.

Tim tentou imobilizar o homem, mas ele caiu no chão. Vendo isso, Abby correu para ajudar o noivo, mas caiu no chão, por causa de um empurrão do homem.

— Chega! – Gibbs se lançou ao homem. – Ziva, peça toalhas. Tony, algemas.

Gibbs colocou Chaya na calçada, mas ele se soltou e voltou atrás de Tim, o jogando no chão e tentando sufocar. Tim chutou o homem, o jogando para o lado.

Jenny pegou a arma Taser de Ziva e imobilizou Chaya com dois golpes.

— Timothy, chega. – Abby pediu. – Ele não vale a pena.

Ele olhou para Abby e para a multidão que via o homem no chão. Tim estava com ciúme desde a hora que ele tentou conquistar Abby.

Agora ele havia se envolvido em uma briga e estava realmente envergonhado.

— Tim, quando eu ver você na sede, eu quero você na minha sala. – Jenny olhou para o agente. – Vá para lá e me espere.

Abby se levantou e foi com ele. Chaya acabou preso or embriaguez, ofensa pública e por perseguição.

— Olha, eu estou feliz que você tenha defendido Abby daquele louco, mas não é desse jeito. – Jenny se sentou. – Agora eu tenho que suspender você por uma semana sem pagamento.

— Tudo bem, eu entendo. – Ele suspirou. – Mas eu não me desculpo.

— Na verdade, não quero desculpas. – Ela sorriu. – Mas vamos fingir que você fez e Chaya tinha um mandato de prisão em aberto.

— Eu já posso ir? – Tim perguntou, ansioso.

— Claro. – Ela sorriu quando Abby acompanhou o namorado para o elevador.

— Bem, eu acho que essa semana de folga vai ser boa. – Abby deu um olhar feliz para ele. – Afinal de contas, tem várias coisas que a gente pode fazer.

Abby tocou em uma parte especial de Tim enquanto dava um de seus sorrisos indecentes.

Essa briga precisava de uma reconciliação.