Oneshots De Séries
159 Stitches - Jisbon - The Mentalist
Patrick Jane estava completamente apaixonado ao ver Lisbon sorrindo para ele. Ela realmente mudou muitas coisas na vida dele.
Naquela manhã, Jane chegou mais cedo ao FBI e entrou direto na sala de Cho. Agora que ele era o chefe da equipe era algo que Jane poderia usar para conversar com o amigo.
— O que posso fazer por você, Jane? – Cho se virou para o amigo. – Outra falta injustificada?
— Na verdade, eu queria uma liberação. – Jane sorriu. – Hoje é o aniversário de namoro meu e de Teresa e queria saber se eu posso sequestrar minha esposa para um dia de amor.
— Claro, não vamos emitir nenhum boletim. – Cho sorriu. – Acho lindo o relacionamento de vocês dois.
— Cho, eu tenho certeza que Marisa e você são assim. – Jane deixou a sala sorrindo.
O agente olhou para a foto da namorada e sorriu. Ele iria mandar flores para lembrar que ele pensava nela.
Colocando uma garrafa de champanhe na cesta, Jane lembrou de pegar o suco de laranja. Ele e Teresa iriam fazer mimosas e mesmo que Teresa tivesse tido a filha deles há apenas dois meses, talvez pudessem fazer uma diversão mais planejada.
Teresa entrou no FBI carregando a filha e sorriu quando Cho chegou e tomou Lizzie em seus braços. Cho era como um de seus irmãos e ela confiaria a filha com ele e com Wylie.
— Lisbon, tem uma cena de crime para você. – Cho disse quando viu Patrick junto. – Leve Jane com você.
— Certo, chefe. – Ela girou e Jane sorriu para ela, sabendo que a gravidez apenas a deixou mais perfeita. – Vamos?
— Com certeza. – Jane levou ela até o carro e pegou as chaves. – Deixe que eu dirija.
— Claro, querido. – Lisbon se sentou no banco do carona e ouviu Jane colocar o rádio e parar em uma música fofa.
Era Stitches do Shaw Mendes. Ela arriscou algumas palavras e sorriu quando viu que ele estava fascinado por ela saber cantar.
— Então, aproveitando o passeio? – Jane sorriu para ela.
— Acho que a gente acabou de passar pela cena de crime. – Ela olho para o lugar que estava sem policial nenhum. – Jane? O que está acontecendo?
— Eu decidi que eu iria sequestrar minha garota hoje. – Ele sorriu para ela, ambos os cabelos voando. – Estou encrencado?
— Depende. – Teresa sorriu para Jane. – O que tem na cesta?
— Suco de laranja e champanhe. – Patrick sorriu. – Vamos para um lugar onde fazem bastante trilhas, mas que está fechado. Temos um dos bangalôs só para a gente.
— Eu acho que vou curtir esse sequestro. – Teresa olhou para o para-brisa. – Lizzie...
— Está com Wylie e Cho. – Patrick sorriu. – O mínimo que pode acontecer é Cho usar o canguru que ele mantem na sala.
Jane estacionou do lado de fora de um parque e pegou a mão de Teresa a levando para dentro. Havia uma toalha pronta e pequenos cálices a espera de ambos.
— Deixa eu te ajudar. – Ele puxou uma pequena flor quando ela se sentou e a deu para ela. – Para você.
— É tão bonita. – Teresa o beijou e o viu abrir o suco e depois a champanhe. – Nossa, mimosas são boas.
— Para quem não pode beber nada com álcool. – Patrick sorriu. – Eu acho que até rum seria bom.
— Patrick, bebidas sem álcool só tem graça quando se tem uma filha linda com Lizzie. – Ela sorriu para ele. – Deus, é o melhor dia de todos.
— Não diga nada até ver o que eu planejei. – Ele se deitou ao lado dela na toalha. – Vamos para dentro dormir um pouco?
— Eu gosto da ideia. – Teresa se levantou e viu Patrick arrumando as coisas. – Por que você decidiu fazer tudo isso hoje?
— Porque é nosso aniversário de namoro. – Ele viu Teresa sorriu. – Você senhorita é sorrateira.
— Acho que mereço uma punição então. – Lisbon entrou dentro do bangalô e parou ao ver como o lugar era lindo. – Patty.
— Gostou? – Ele sorriu quando a conduziu para o sofá. – Temos uma lareira aqui e temos a geladeira cheia de comida. Tem uma hidromassagem quente e cheia de bolhas.
— Hummm... – Ela quase gemeu. – Posso tomar uma ducha antes de a gente fazer qualquer coisa?
— Eu estava pensando em cozinhar para você. – Ele segurou as mãos dela. – Que tal você subir e se vestir? Vai ficar incrivelmente surpresa.
Teresa aceitou o que Patrick disse a ela e entrou no quarto decorado em rosa. Ela estava procurando uma toalha quando abriu o armário e viu um vestido preto de brilhos pendurado.
Um par de sapatos pretos com solado vermelho e uma pequena blusa que era par do vestido, para o caso de estar frio.
Ela segurou a toalha que encontrou e ligou a banheira, afundando, pensando no que Patrick estava cozinhando.
Assim que ele terminou de cozinhar, Patrick subiu e encontrou Teresa tirando um pequeno cochilo. Ele se deitou ao lado dela, feliz por o forno e tudo ser automático e desligar assim que o tempo de cozimento acabasse.
Assim que acordou, Patrick pegou um barbeador e depois vestiu uma roupa mais formal, mas ao mesmo tempo informal e foi para a cozinha.
Era quase noite, mas assim que Lisbon acordou ela se vestiu e desceu as escadas. Ela escovou os dentes e sentiu o cheiro de comida deliciosa sendo preparada.
— Bem-vinda a cozinha Jane. – Patrick sorriu, puxando um lugar na mesa para ela. – Hoje teremos uma moqueca brasileira com camarão, arroz e especiarias. Também temos suco de laranja e champanhe.
— Bem, eu acho que tenho mesmo que dar o braço a torcer. – Eles tinham uma piada sobre Jane e cozinha. – Se estiver boa, vai ter que cozinhar para nossos amigos.
— Então, experimente. – Jane a viu sorrir e comer a primeira garfada, sorrindo para ele. – Então?
— Tem certeza que você queimou aquela chaleira de chá? – Ela brincou com ele. – Está perfeito.
— Eu aprendi a cozinhar com a nossa babá. – Ele sorriu. – Fique tranquila, querida. Ela não gosta de velhos.
Teresa sorriu e quase se engasgou com o arroz de rir.
Fazendo mais mimosas, Patrick colocou Stitches para tocar. Era um cd misto e tinha desde Shaw Mendes até Demi Lovato.
— Eu tenho uma coisa para contar. – Ele a levantou da cadeira quando eles terminaram e foram para um dos quartos da casa. – Eu só vi agora há pouco.
Entrando no lugar havia uma grande cama elástica. Os dois sorriram e coraram antes de tirar os sapatos e simplesmente aproveitarem para pular um pouco nela. Jane acabou caindo e Teresa foi até ele.
Pegando a mulher em seus braços, ele a deitou e a prendeu sobre ele. Ele a beijou e os dois não se importaram em fazer amor ali mesmo. Eles deram o nome de sexo elástico, mas isso não seria revelado a ninguém.
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