Oneshots De Séries
77 34+35 - Normal Version - Calisa - NCIS Los Angeles
— Finalmente estou de férias! – Callen abriu a janela do quarto onde eles haviam acabado de fazer check-in. – Amor, olha que lindo!
— Sim. – Elisa sorriu, colocando uma embalagem embaixo de uma de suas roupas na mala. – É uma pena que a gente mal vai sair do quarto.
— Ah, eu planejei algumas atividades. – Callen puxou Elisa para ele. – A primeira é beijar por seis minutos.
— Seis minutos? – Elisa sorriu. – Que tal uma hora.?
— Você vai me tentar aqui em Porto Rico também? – Callen viu Elisa se abaixar para pegar uma roupa na mala. – Ah, foda-se esse roteiro.
— Agora a gente vai nadar. – Elisa mostrou o biquíni verde esmeralda que ela havia comprado para as férias. – A gente não pode nadar pelado igual em casa.
— É uma pena. – Callen babou na esposa enquanto ela colocava a calcinha.
Ele se sentou. Aquela mulher era uma megera sexy. Ele deveria ficar com ciúmes dela, mas ele queria mais era exibir algo que os outros homens não teriam.
— Bem, eu acho que tem uma pequena vantagem nesse biquíni. – Callen deu um pequeno puxão no sutiã dela e expos um de seus seios. – Opa, defeito de fabricação.
— Vamos, rapaz. – Elisa arrumou o sutiã.
Entrando no mar, os dois se beijaram e depois deitaram na areia. Callen pegou um pouco de protetor solar e passou no corpo da namorada. Dois meses que eles estavam juntos.
Ele já tinha uma aliança e ele a trouxe com ele para a viagem. Ele decidiu que aquele dia era o dia finalmente. Hetty havia dado a ele o anel de sua mãe. Ele sorriu, sabendo que era algo perfeito para sua Elisa.
— Eu adoraria viver o resto dos meus dias. – Elisa sorriu enquanto eles estavam navegando com um pequeno barco a motor. – Criar minha família aqui, você e eu nus em uma dessas ilhas...
— O que eu faria? – Callen sorriu. – Bem, talvez a gente possa vender tudo em Los Angeles e vir morar aqui. Posso ganhar dinheiro sendo modelo de salvamento.
— Ah, não mesmo. – Elisa brincou e o jogou no mar. – Você é só meu!
— Com certeza, rainha. – Callen a puxou para o mar com ele e a beijou. – Acho que a gente realmente deveria fazer uma brincadeira bem indecente aqui.
— Eu tenho certeza. – Elisa deu uma risadinha fofa e os dois ficaram um tempo apenas tendo um bom tempo pessoal juntos.
A noite logo chegou e Callen havia apostado todas as fichas no jantar. Ele decorou a pequena cabana privativa com flores que caiam do teto ao chão. A mesa tinha uma toalha branca com rendas na borda.
Velas, pratos perolados e champanhe. Ele estava pronto para imprevistos, ladrões e um possível ataque de umas de suas ex namoradas ciumentas.
— Bem-vinda. – Callen pegou a mão de Elisa e sorriu, arrastando a cadeia e depois a colocando de volta quando a namorada se sentou. – Isso aqui é para você.
— Callen, elas são lindas. – Elisa cheirou as rosas e sorriu, as deixando em um lugar onde ela podia ver. – E eu adorei nosso pequeno encontro.
— Não é apenas um encontro. – Callen engoliu em seco. – Eu tenho uma pequena proposta.
— Ok. – Elisa deixou a taça de novo na mesa. – Minha atenção é toda sua.
— Desde que eu te conheci uma parte minha que eu achei que eu havia perdido finalmente apareceu. Eu era desregrado, maluco e não me importava se voltaria vivo para casa. Agora, tudo que consigo pensar é em voltar para casa e para seus braços. – Callen pegou a mão dela e sorriu. – Então, apesar de estarmos juntos há dois meses eu quero te perguntar. – Se ajoelhando, ele abriu a caixinha do anel. – Elisa McGee Pride, aceita ser minha esposa a mãe dos meus futuros bebês?
— É claro que eu aceito. – Elisa se levantou e o beijou. – Se você tivesse um padre eu casaria agora mesmo.
— Bem, eu conheço um padre aqui. – Callen a viu sorrir. – Só precisamos comprar um vestido de noiva, algumas flores e então, podemos nos casarmos.
— Deixe tudo pronto para amanhã. – Elisa sorriu e saiu com o cartão de crédito dele. – Eu vou pagar de volta.
— Nem pense nisso, docinho. – Callen a viu saindo e pegou o celular para agendar uma hora com seu amigo.
O cenário escolhido foi a praia de Porto Rico. Ele desceu para a loja do hotel e encontrou uma coroa de flores para enfeitar os cabelos de Elisa.
Elisa encontrou o vestido perfeito para a cerimônia. O corpete era perigosamente transparente, mas ela nem se importou. Pagando, ela saiu e foi para a loja de sapatos. Ela comprou uma rasteirinha dourada para usar.
Apesar de amar usar saltos, ela sabia o quão difícil era andar na areia.
Callen sorriu ao esperar pela futura senhora Callen. Ele não ficou decepcionado quando ela apareceu no horizonte, toda trabalhada na beleza.
— Fechamos um pedaço da praia. – O segurança seria a testemunha deles. – Não estranhem se eles pararem e olharem.
— Eu nem ligo. – Callen estava salivando na beleza da noiva.
— Vamos começar? – O amigo cerimonialista de Callen disse. – Estamos aqui reunidos em frente ao mar para unir G Callen e Elisa McGee Pride. Duas almas que se juntaram como imãs atraídos por um mesmo polo. Callen, gostaria de dizer algo para sua noiva?
— Lise, quando eu te conheci eu sabia que estava condenado. Você é a beleza da minha vida e com certeza sabe como me tirar da cadeia quando eu acabo preso. – Ele riu da última parte. – Mas sério, compartilhar minha vida com você é incrível.
— Grisha, eu sou muito feliz por ter você em minha vida. Mesmo tendo que tirar você da cadeia a cada dois meses. – Elisa sorriu. – Com certeza as melhores coisas serão as que virão, meu marido.
— Nem preciso perguntar se vocês aceitam, não é? – Ele viu um aceno de ambos. – Então, com o poder concedido a mim por Porto Rico, eu os declaro marido e mulher.
Callen deslizou a aliança antes de puxar Elisa para seus braços e a beijar com toda a paixão. Muitos turistas ficaram interessados no que estava acontecendo.
Callen pegou Elisa nos braços. Eles passaram a porta do quarto e Callen lambeu os lábios vendo a esposa ali completamente vestida de noiva. Ele começou a abrir o vestido, mas teve que parar quando percebeu o que ela tinha na barriga.
Uma trilha de diamantes, prata e ouro descansavam sobre o ventre dela e havia um coração dourado.
— Lise... – Callen sorriu ao entender a mensagem. – Isso está acontecendo mesmo?
— Com certeza, querido. – Elisa se levantou. – Levou tempo grande para colar direito, mas acho que ficou bem, já que eu passei o casamento todo com elas.
Callen se distraiu um pouco, mas foi trazido de volta quando Anyone começou a tocar
“You are the only one I’ll ever love.
(I gotta tell you, gotta tell you.)
Yeah, you, it’s not it’s not Anyone.
(I gotta tell you, gotta tell you).
Lookin’ back on my life,
You’re the only good I ’ve ever done (ever done)
Yeah, you, if it’s not you, it’s Anyone
(Anyone), not Anyone”
Callen sabia que agora essa seria a música deles e ele não estava reclamando. Agora era a hora da melhor comemoração da vida deles.
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