Oneshots Criminal minds Parte 4
118 Halloween Morcia
Era a festa de halloween da agencia. Rossi havia feito um acordo com todos e resolveu cediar a festa desse ano. Afinal de contas, ele poderia ir a uma festa sem sair de casa.
Penelope havia alugado o bufe e as mesas, comidas e essas coisas. Ele nunca poderia agradecer a jovem analista por isso. Era como se tudo o que ele precisasse fazer era sacar o cartão de crédito e pagar.
— Então teremos uma mesa com maçãs em um tipo de barril. – Penelope indicou com a mão. – Nós vamos estar situados pela casa toda. Mas você não precisa se preocupar.
— Espero não ter que chamar nossos colegas. – Rossi brincou. – E a sua fantasia?
— Eu vou fazer surpresa para Derek. – Penelope pegou a bolsa dela e foi para a porta. – Apenas deixe uma equipe médica pronta para Derek.
Ela dirigiu até a loja de fantasias e pegou a caixa com a fantasia que ela havia escolhido. Ela sabia que iria cair duro no chão ao ver a roupa ousada que ela havia escolhido.
Mas o mais secreto estava sob toda aquela renda azul e par de asas que ela tinha que vestir para a fantasia.
— Tem certeza que não quer que eu fique aqui? – Derek tentou barganhar com Pen. – Você sabe, eu adoraria ver o que você comprou.
— Derek, eu quero fazer uma surpresa. – Penelope o empurrou para longe. – Além disso, eu sei que a sua fantasia de galinha é mais pesada.
— Não é uma galinha, Penelope Morgan. – Ele a beijou com carinho. – É um galo de briga bom, bonito e todo seu.
— Bem, hoje à noite, eu vou testar isso. – Ela fechou a porta com a chave.
Derek se sentiu mal ao ver Penelope sozinha em casa. Ele confiava no bairro, mas seu lado super protetor apitou de novo e de novo.
Penelope desamarrou a caixa e retirou peça por peça da fantasia. O corselete transparente mostrava apenas suas curvas e o decote profundo valorizava o par de seios dela.
Ela fechou as costas com ajuda do espelho e colocou os sapatos de salto. A aureola foi arrumada em sua cabeça e valorizou seus cachos perfeitos e macios. Ela vestiu as asas, mas resolveu retirar no momento que viu que elas não caberiam no carro com ela as vestindo.
Derek já havia chegado a festa e estava ansioso por ver sua bela esposa. Eles ainda não tinham um bebê, mas se Derek tivesse alguma coisa a pensar sobre isso, eles logo teriam.
— Você viu aquela linda esposa minha? – Derek perguntou a um pirata Hotch. – Ela já não deveria estar aqui?
— Paciência é uma virtude. – Hotch sorriu e puxou Emily para seus braços. – E além do mais, eu acho que ela chegou.
Derek se virou para a entrada e viu sua esposa passar pela porta com um sobretudo. Ele estava muito querendo saber o que ela tinha por debaixo dele.
Quando ela sorriu para Derek, ela fez um pequeno movimento e abriu o sobretudo.
Derek precisou se sentar. Havia um pequeno problema ao sul naquele momento. Derek olhou sua esposa de baixo a cima e sorriu para ela, sabendo que ela provavelmente saberia o que ele estava passando naquele momento.
— Onde está o belo galo Derek? – Penelope olhou para Derek. – Está tudo bem, querido?
— Pen, você parece diferente. – Derek não conseguia formar palavras. – Você está linda!
— Não ficou muito excessivo? – Penelope perguntou. – É que ele é... Uau.
— Penelope, você está perfeita demais. – Derek sorriu. – Você é o anjo que eu pedi a Deus.
— Ah, faltou uma coisa. – Ela abriu as asas e todos pararam para olhar para ela. – Gostou?
— Eu realmente preciso deixar o sangue fluir para as extremidades. – Derek a segurou em seus braços. – Gente, eu acho que sou o galo mais sortudo de todos.
— Pen, você está maravilhosa. – Emily, que estava vestida de princesa falou. – E Derek, você é realmente um galo de sorte.
Derek pegou Penelope em seus braços e a levou para um dos quartos de Rossi. Ele a inclinou sobre ele e deu alguns tapas na bunda dela.
— Se eu conseguisse retirar essa fantasia de galo, eu juro que eu faria com você o que o galo faz com a galinha. – Derek a beijou. – Mas enquanto eu não posso fazer isso... – Ele tirou do bolso interno da fantasia um pequeno vibrador e colocou dentro dela a beijando com paixão. – Venha em mim, sua safada.
Penelope se entregou, gemendo um pouco na boca de Derek e logo depois houve uma pequena batida na porta.
— Derek, Penelope. – Era Rossi, que viera em busca de resolveu uma dúvida. – Escutem bem, seus apaixonados, se sujar algum lençol eu vou mandar a conta para vocês dois.
— Não se preocupe, Dave, o mafioso. – Derek brincou. – Eu vou lhe dar um cheque amanhã.
— Santo Deus, esses dois são como animais no cio. – Rossi saiu e Derek e Pen deram risadas.
— Eu sabia que ele nos amava. – Penelope sorriu e se olhou no espelho. – Você gostou mesmo dessa fantasia? Não parece um pouco exagerada?
— Não sei se você percebeu que todos os homens, até mesmo Anderson te olhavam cheios de desejo. – Derek a colocou sobre a cômoda. – Ei, como eu vou ser ciumento se você é uma mulher linda? É como o dia ter ciúmes do sol.
— Você é lindo, Derek. – Penelope o beijou. – Agora, eu sei que sou linda e você me diz isso toda hora, mas infelizmente essa fantasia precisa voltar para a loja.
— E se algum acidente acontecer? – Derek perguntou, bolando um plano. – Qual é a multa?
— Ela custa quase 500 dólares. – Penelope olhou para ela. – Por que?
— Porque eu tenho dinheiro suficiente para comprar essa fantasia. – Derek sorriu e a pegou pela mão. – Vamos?
— Claro. – Penelope sorriu para o marido, beijando ele com todo o carinho que conseguia. – Ah, mais uma coisa. Se Rossi perguntar o que a gente fazia aqui, diga que a gente estava tirando o pó.
— Acha que ele vai acreditar em nós? – Derek perguntou quase retoricamente.
— Não sei, mas talvez você possa oferecer seu serviço de limpeza de lençóis para ele ficar feliz. – Penelope o beijou. – Agora vamos. Acho que tem uma festa para a gente participar.
Derek olhou incrédulo para sua esposa, balançando o bumbum enquanto caminhava e sorriu pela felicidade em saber que ela era toda dele.
— Pessoal, achamos que vocês tinham ido embora. – JJ que estava com uma fantasia de Minnie mouse chegou perto deles. – Hotch achou que vocês estavam em casa ou que estavam fazendo algo.
— A gente estava conversando lá em cima. – Penelope olhou para Derek. – Sobre a minha gravidez.
Derek olhou para Penelope, quase em choque. Ele não sabia se ela realmente disse a verdade, mas de qualquer jeito, ele sorriu. Se aquilo fosse verdade ele seria o galo mais feliz do galinheiro.
Era um belo começo de Halloween.
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