Quando Reid a viu pela primeira vez, ele não pode deixar de pensar que ela era linda. Talvez um pouco nova, mas seu coração apenas bateu e ela olhou para ele e sorriu.

Quando Max olhou para Reid a primeira, ela viu um homem cheio de paixão e um cabelo estranho, que com certeza ela iria adorar tocar.

Sentado à mesa do briefing naquele momento, Reid apenas sorria. O primeiro olhar foi para Garcia, que estava feliz com seu novo namorado, Luke. Eles finalmente deixaram de ser lerdos e ficaram juntos.

Emily parecia vibrante e feliz. Os cabelos pretos substituídos por um cabelo meio grisalho e curto. Ela parecia incrivelmente jovem e feliz e o anel em seu dedo dizia que ela estava noiva.

JJ apenas olhou para ele e desviou o olhar. Eles ainda não haviam falado sobre aquela revelação, mas ele imaginou que um dia eles finalmente falariam.

Rossi estava com uma expressão preocupada. Everett estava desaparecido há quase um ano e nada da equipe conseguir uma única pista que fosse. Mas ele estava com Krystall e estava feliz.

— Reid? – Penelope se sentou ao lado dele. – Você está bem?

— Estou pensando. – Reid deu um sorriso fofo. – Você está bem, Garcia?

— Nunca estive melhor. – Ela deixou seu olhar viajar para Luke. – Eu estou tendo os melhores dias da minha vida.

— Que bom. – Reid abraçou Penelope.

A equipe viajou para o caso, com Penelope beijando Luke nos lábios e Reid não parava de pensar na garota que conhecera. Ele moveu seus pauzinhos no FBI e descobriu que ela se chamava Max.

Max estava mordendo seu lápis, nunca conseguindo parar de pensar no lindo jovem que ela conheceu. Ela pegou um post-it e escreveu seu nome e telefone.

— Eu quero que você encontre aquele garoto, por favor. – Max pediu a um amigo pessoal. – Por favor?

— Claro, ele se chama Spencer Reid. – O garoto se sentou na frente dela. – É um agente federal do setor de analise comportamental.

— Oh, ele é um dos analistas. – Max sorriu. – Eu vou dar uma volta.

Pegando a bolsa, ela se viu de volta a sede do FBI. Olhando para o lugar onde geralmente estariam todos os agentes, ela viu apenas uma mulher que ela reconhecera ser uma das analistas.

— Oi. – Max a viu sorrir para ela. – Er... Estou procurando Reid.

— Oh, a equipe saiu para um caso. – Penelope fez sinal para a garota a seguir e entrou no escritório dela.

Rabiscando alguns números de telefone e um nome, Penelope deu um olhar fofo.

— Reid não parou de pensar em você. – Penelope entregou o número. – Se serve de alguma coisa, você é perfeita para o menino gênio.

Max olhou para o número de telefone e deu um grande sorriso para Penelope. Ela era gentil e se imaginou sendo uma boa amiga dela.

Olhando para o número, Max pegou o celular e discou os três primeiros, se perguntando se o jovem a reconheceria. Então, ela discou os próximos números e esperou tocar.

Reid estava voltando de uma cena criminal quando sentiu o telefone tocar. Mulheres loiras estavam sendo mortas e ele viu a dor no rosto de Luke ao perceber que elas eram parecidas com Penelope.

— Dr Spencer Reid. – Ele olhou para o celular.

— Oi, aqui é Max.- Ela se sentiu vacilante. – Eu, a gente se encontrou no FBI.

— Sim. – Reid sorriu e foi para uma outra sala. – Como conseguiu meu número?

— Sua amiga Penelope. – Max respondeu. – Não fique bravo com ela.

— Não estou bravo. – Reid sorriu. – Estou feliz com isso. Eu estava pensando em pedir a ela. Como você está?

— Bem, eu ando tendo pensamentos com você. – Ela riu. – Será que podíamos nos encontrar?

— Com certeza. – Reid sorriu e voltou para o caso.

Quando a equipe voltou do caso, Luke abraçou Penelope enquanto Reid observou a mulher esperando por ele.

— Max? – Reid a viu olhar para ele.

— Reid. – Ela sorriu. – Eu sinto muito se estou ansiosa o suficiente, mas eu não consigo te tirar da cabeça.

— Eu também não consigo te tirar da cabeça. – Reid sorriu. – Que tal fazermos um pequeno encontro no meu apartamento?

— Claro. – Max sorriu para Reid quando ele entregou a ela seu endereço. – Eu te encontro lá.

Reid olhou para a garota saindo e olhou para Garcia. Luke e ela estavam sorrindo o suficiente para ele sorrir.

A noite de sábado foi a noite escolhida para o primeiro encontro dos dois. Embora Reid dissesse que ele cozinharia, Max trouxe uma caixa de trufas de morango.

Reid havia pego o antigo livro de receitas de sua mãe e cozinhou um pouco de massa, uma salada verde e uma garrafa de vinho.

Velas decoravam o lugar e Reid se sentou.

Max tocou a campainha e foi recebida por Reid com um belo buque de rosas nas mãos. Agradecendo, ela entrou e sentiu o cheiro da comida.

— Parece que alguém caprichou. – Ela entrou e observou a pia com dois bancos. – Sem mesa?

— Fico mais perto das coisas. – Reid respondeu. – Vinho?

— Beijos. – Max deu uma risada e deixou o banco onde estava sentada. – Estou apaixonada por você, Spencer.

— Eu também. – Reid largou tudo e a abraçou. – Muito apaixonado.

Eles começaram a se beijar e Reid sorriu. Ele não queria apressar nada com ela.

— Você é muito bonita. – Reid deu um sorriso. – E é a primeira desde.... Desde Maeve.

— Pode me contar sobre ela. – Max pegou a mão dele e a levou para o sofá.

Eles passaram literalmente a noite toda conversando até pegarem no sono. Reid levou a moça até a casa dela. Eles se beijaram e prometeram se ver mais vezes.

A relação deles foi seguindo. Nem seis meses depois, os dois estavam noivos. Reid agora se preparava para subir ao altar. Apesar de Pen e Luke serem os primeiros diretos, eles cederam o lugar.

As portas da igreja se abriram. Reid estava sorrindo feito bobo e JJ e Will sorriram para ele. Eles haviam conversado e colocado todos os pingos nos “is” e agora eram amigos.

Max arrumou mais seu vestido. Penelope era uma das madrinhas. O vestido dela era completamente branco com algumas pedras de diamantes. O véu não era curto, mas não era longo e tinha uma tiara de pedras.

— Irmãos e irmãs estamos aqui para o casamento de Spencer Reid e Max. – O padre sorriu. – Um amor que nasceu de uma primeira vista. Spencer Reid, você aceita Max como sua legitima esposa, prometendo amar e respeita-la até o fim de sua vida?

— Aceito. – Reid respondeu.

— Max, aceita Spencer Reid como seu legitimo esposo, prometendo amar e respeita-lo até o último dia de suas vidas? – O padre perguntou.

— Aceito. – Max nem ao menos quis pensar.

— Se alguém tiver algo contra esse enlace, que fale agora ou cale-se para sempre. – Trinta segundos de silencio. – O que Deus uniu o homem não separa. Eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.

Reid beijou a sua esposa. Sorrindo, eles saíram da igreja. Max aproveitou o tempo e jogou o buque que Penelope pegou.

Algo dizia que eles eram os próximos a se casar.