Oneshots Criminal Minds
5 Real Snake
Notas iniciais
Penelope acordou em sua cama. Pedaços da noite anterior voltavam e deus, ela não queria lembrar de tudo.
Depois da briga com Kevin, ela estava desesperada por um amigo então sobrou para Derek a missão de ajudar a amiga. Ele veio, entrou e se deitou na cama com ela. Já tinha ido meia garrafa de vinho apenas com ela e ela já tinha jogado fora a metade vomitando. Mas Derek não precisava saber dessa parte.
— Deixa eu te ajudar. – Derek percebeu que ela estava alterada. – Vamos Penelope.
— Não, não quero. – Ela protestou. – Eu quero vinho.
— O que aconteceu entre Kevin e você? – Derek perguntou. – Vem aqui.
Se enrolando no abraço de Derek ela fechou os olhos e deixou pegar seu cheiro doce.
— Eu te amo. – Ela disse. – Por favor Derek.
Ele não sabia o que fazer. Eles estavam nesse jogo entre eles. Ele a queria há bons anos e ela demonstrava a mesma coisa. Em um minuto eles estavam conversando e no seguinte, eles estavam se beijando tão frenéticos que nenhum dos dois queria parar.
Penelope subiu em cima de Derek e ele gemeu de prazer. Suas fantasias não faziam justiça a sensação real.
As mãos de Derek vagavam pelo corpo de Penelope e encontraram a barra de sua blusa florida. Ele encontrou um par perfeito de seios envoltos em renda roxa. Era melhor do que ele pensou. As camisas e vestidos não faziam justiça.
Ele olhou para ela, parado por um tempo. Se eles cruzassem esse limite ela estaria mal com o namorado e ele estaria na merda sem ela.
— Pen. – Ele a olhou. – Você tem certeza? Você sabe as consequências.
— Eu preciso de você. – Era como um pedido. – Eu preciso tanto Derek.
— Proteção? – Ele perguntou pegando a carteira. – Ou você está na pílula?
— Estou na pílula. – Ela sussurrou baixo. – Eu preciso sentir você.
Ele colocou a carteira ao lado da cama junto com os óculos dela. Passando os braços pela cintura dela, ele parecia ter achado uma casa segura. Em um movimento ele desfez o sutiã liberando seus seios brancos e fartos.
— Você é tão linda, Baby Girl. – Derek disse. – Eu preciso sentir.
Tomando como incentivo, ela passou as mãos por baixo de camisa dele. Ele estava brincando com os mamilos dela, tirando pequenos gemidos.
— Você é tão linda. – Ele começou a beijar entre seus seios e descendo. – Quero ver você.
As calças do pijama desapareceram em segundos. Apenas uma calcinha casta de renda rosa estava entre ele e ela. Gentilmente ele puxou para baixo, fazendo com que seu sexo aparecesse. Ele dedicou tempo lá e depois subiu, retirando suas próprias roupas. Sua ereção apareceu.
Eles fizeram amor loucos e apaixonado naquela noite. Quando acabou, Penelope estava adormecida. Derek começou a ter uma crise de consciência e a vestiu. Se ela não lembrasse pelo menos ele poderia mentir.
Ele apenas não sabia que ela não estava tão bêbada assim. Ela sentiu quando ele freneticamente a vestiu, parecendo com culpa, mas algo estava diferente. Ela continuou dormindo.
Então as horas foram passando e Derek levantou pronto para tomar banho. Ela ainda dormia, linda como o inferno e quente como o sol. Ele foi para o chuveiro tentar lavar as lembranças daquela noite.
Quando ele ouviu o telefone ele soube que ela estava acordada, então a campainha tocou e a porta foi aberta. Kevin estava lá.
Ele se esqueceu desse fato e ficou o mais quieto possível. Ela fechou a porta, nervosa por ter dormido com seu melhor amigo, mas ao mesmo tempo satisfeita. Se a relação com Kevin não estava bem, agora não tinha volta.
Usando o pouco do controle que ela tinha, ela saiu em disparada. Quando chegou no lobby do prédio, ela deixou tudo em pratos limpos.
— Eu quero terminar. – Ela anunciou. – Eu preciso terminar.
— Penelope. – Kevin tentou. – Por que?
— Porque eu simplesmente não te amo mais. – Ela disse. – Todos esses anos foram incríveis e eu me diverti, mas a cor acabou.
— É por causa dele? – Kevin deduziu. – É por causa de Derek/
— Por que acha isso? – Ela se sentiu mal. – Não! Derek não tem nada a ver. Eu só sinto que a química acabou.
— Você estava planejando isso ontem? – Ele estava se sentindo ofendido. – Você estava planejando me dispensar antes de chamar seu amigo de foda?
Kevin conheceu a resposta quando um tapa foi dado nele. Penelope estava nervosa com ele.
— Amigo de foda minha bunda! – Ela gritou. – Você nunca teve respeito pela minha amizade com Derek. Sempre teve ciúmes. Eu terminei com você talvez há quatro semanas quando minha amiga foi sequestrada e você não estava lá para me apoiar.
Kevin largou as flores no meio do saguão e foi embora. Uma relação acabada, uma amizade que não tinha esperança e quem sabe Derek quisesse deixar tudo o que aconteceu na noite anterior para trás. Ela precisava de um lugar na lua.
Eles foram para o caso e ela tento evitar Derek como se ele fosse gripe. Até que ela soubesse o que fazer, ela o evitaria.
Não tão bem, aparentemente. Ele entrou no covil dela, sem bater, sabendo que ela não o deixaria se fizesse.
— Precisamos conversar. – Derek pegou a cadeira e se sentou. – Precisamos falar sobre aquela noite e agora.
Ela não se virou. Considerando todas as opções ela apenas respirou fundo.
— Eu disse. – Ele virou a cadeira dela. – Precisamos conversar.
— Mas eu não posso. – Ela estava ansiosa. – Eu pensei que você queria deixar a noite para trás.
— E por que eu faria isso? – Derek arqueou uma sobrancelha. – Se eu queria a muito tempo.
— Cruzamos um limite. Ela falou. – Um que não deveríamos. Agora onde estamos? Eu sem ninguém, nossa amizade em pedaços quebrados e nem conseguimos conversar.
— Ei. – Derek a parou. – Pisa no freio. Não falei nada sobre aquilo porque achei que você não se lembrava. Você havia bebido demais.
— Na verdade. – Ela precisava dizer. – Eu estava mais sóbria.
— Você tomou uma garrafa de vinho. – Derek tentou não sorrir no momento. – Você tinha que estar bêbada.
— Claro. – Ela apenas olhou para o chão. – Eu sinto muito. Não vai acontecer de novo.
Ele a levantou quando ele se levantou. Olhando diretamente para os lábios dela ele só tinha que fazer uma coisa. E ele fez. Colocando sua boca colada na dela, ele a beijou fundo.
— Estamos no escritório. – Ela sussurrou. – Temos que manter a ética.
— Minha casa ou a sua? – Ele a pegou nos braços. – Você decide.
— A sua? – Ela perguntou. – A minha já foi.
— Eu achei que você não se lembrava. – Ele sussurrou. – Agora posso fazer sem culpa.
— Eu espero que sim. – Ela o beijou e desceu dele. – Ainda estamos no prédio e podemos deixar a equipe sem saber por algum tempo ainda.
— Seu desejo é uma ordem. – Ele sussurrou. – Você quer uma repetição Baby girl?
— Quero. – Ela sorriu e o beijou. – Vamos.
Eles foram para casa e fizeram amor quente, suado e apaixonado. Quanto a Kevin, bem, ele teria que se contentar. Penelope sempre pertenceu a Derek no final das contas.
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