— O que você fez para ela? – JJ estava definitivamente curiosa. – Então Luke.

Ele não respondeu. Ainda esperando a verificação que Penelope deveria mandar para eles, Luke viajou na própria mente até o momento mais quente de sua vida.

Dois dias antes...

— Ei Penelope. – Ele a viu concentrada no computador. – Garcia?

— Novato. – Ela jogou pelo ombro. – Um segundo por favor. Terminei. – Ela girou diretamente para ele. – Então?

— Eu gostaria de levar você para jantar. – Ele esperou ela rir dele. – Sabe, eu acho que começamos em um tom de gelo.

— Tem certeza Luke? – Ela parecia surpresa. – Sabe que as pessoas vão achar que é apenas pena.

— Acredite em mim, Garcia. – Luke a pegou pela mão, levantando-a da cadeira. – Você nunca será um encontro de pena.

— Devo me trocar? – Ela apontou para o vestido. – Provavelmente o lugar deve ser fino e chique.

— E você está vestida brilhantemente bem. – Ele esperou ela pegar a bolsa. – Além do mais depois de falar com Spencer e Rossi sobre o que você gosta, eu decidi levar para um restaurante que serve mais do que salada para vegetarianos.

— Você é fofo, Luke. – Ela sorriu. – Vamos comer algo bom.

Ele a ajudou entrar no carro. Durante o jantar eles brincaram e Luke sabia que era mais que apenas o vinho falando. Ela realmente era uma pessoa agradável e ele estava totalmente caído por ela.

Na porta do prédio dela, Luke a acompanhou até seu apartamento sem segundas intenções. Mas na hora que seus lábios se encontraram por acidente, algo mágico explodiu e ela apenas o puxou para ela ainda mais perto.

Ele sabia que ela preferia algo melhor que sexo no primeiro encontro, mas Deus, ele a queria tanto naquele momento.

— Apartamento. – Ela murmurou ainda com a boca colada na dele. – Minha cama.

— Tem certeza? – Ele se arrependeu da pergunta. – Não quero se se arrependa.

— Cale a boca. – Ela apenas o beijou. – E me beije.

Isso foi tudo que foi dito. Ele passou os braços por baixo do fecho nas costas agora aberto, sentindo cada pedaço de pele, enquanto o hálito de menta dela, fazia cocegas em seu pescoço.

— MMM. – Ela gemeu quando a mão dele foi para seu traseiro. – Oh, Luke.

— Shii. – Ele a beijou. – Se você continuar a falar, eu vou explodir antes da hora.

Ela riu e Luke rezou aos seus para ouvir isso outra e outra vez.

Ela puxou sua camisa e deixou seu peito peludo aparecendo. Ela passou a mão dela por ele. Ela brincou com os mamilos dele e ele gemeu. Santa mulher, ele parecia um adolescente do ensino médio com Penelope.

Tirando as mangas do vestido para baixo, ele expos seus seios com renda preta.

— Você usa isso para trabalhar? – Luke adorou saber. – Maldito mulher, o tanto de vezes que eu quis curvar você na mesa do escritório.

— Seria um escândalo. – Penelope tinha imagens mentais. – Mataria Reid do coração.

— Você é apenas minha a partir de agora. – Não era um pedido. – Não posso aceitar outros homens tocando essas partes.

— Faz um bom tempo que eu não tenho ninguém. – Ela confessou. – Ai, Luke!

Ela gritou quando ele desceu as mãos para as roupas intimas de renda. Ele adorou o som de ela gemendo e chamando por ele.

— Humm. – Ela gemeu quando ele começou a acariciar o clitóris dela. – Oh, meu deus.

— Não é Deus, Penelope. – Ele riu. – Sou apenas Luke.

Ela ainda estava subindo quando sentiu que era inevitável aguentar por mais tempo. Ele era habilidoso.

— Luke... – Penelope não formava uma frase inteira. – Eu vou... Eu vou... Luke!

Ela sentiu suas pernas caírem e ela posou na cama, sem folego, descendo do clímax mais louco que já teve.

Ele estava beijando seus pés e logo subiu para a perna e mais e mais alto.

— Eu também quero te dar prazer. – Ela disse inocente. – Retribuir o favor.

Ele liberou sua ereção e ela suprimiu um grito de surpresa.

— Fuck. – Ela soltou. – Tão grande... Tão linda.

Ela envolveu a mão pelo membro dele e começou a bombear devagar.

— Penelope. – Ele gemeu. – Garota, você nasceu para isso.

Ela perdeu a noção do tempo que ficou bombeando até ele chegar ao próprio clímax.

— Penelope! – Luke gritou, deixando sua semente sair. – Acho que é hora de eu entrar em você.

— Tão necessitada. – Ela gemeu. – Vá devagar, ok?

Ele puxou um preservativo da gaveta e envolveu em seu membro.

Ele olhou para ela em espera e ela acenou. Era bom demais para estar acontecendo com ele. Com eles.

Ela choramingou quando ele entrou nela e ele se sentiu um brutamontes.

— Desculpe Penelope. – Ele a trouxe para seu colo. – Eu me empolguei.

Ela o abraçou ainda intimamente ligados. Ela o abraçou e esperou que ela pudesse se acostumar com o tamanho dele.

Quando Luke começou a se mexer, ela sentiu que seu mundo nunca mais seria o mesmo. Luke a possuía tão habilmente que nenhum outro home poderia fazer isso.

— Deus, Penelope. – Ele sussurrou. – Quando eu te imaginei assim, não era nem cinco por cento.

— Não pare Luke. – Ela pediu. – Estou perto demais.

— Venha para mim meu amor. – Ele a persuadiu. – Apenas venha.

— Oh... – Ela sentiu seu mundo balançar. – Luke!

Ele veio logo em seguida agradecido pelo preservativo. Era demais com Penelope e ele não podia fazer isso com nenhuma outra garota mais.

Ele a colocou suavemente na cama e ela se deitou perto dele. Luke e ela ainda estavam nus, mas ambos refeitos da experiência anterior.

— Acha que devemos contar a equipe? – Luke perguntou. – Eu aceito se você quiser um relacionamento secreto por enquanto.

— Seria perfeito. – Ela se aconchegou ao lado dele. – Eu não posso simplesmente ir de novato a namorado sem alguma progressão.

— Tenho certeza que você vai pensar em algo. – Ele passou a mão entre as pernas dela. – Deus, Penelope. Eu já estou duro outra vez.

— Eu preciso descansar. – Ela falou. – Podemos esperar antes de irmos ao céu de novo?

— Claro chica. – Ele a trouxe ainda mais perto. – Parece um sonho você estar aqui.

— Que bom. –Ela murmurou. – Porque para mim também.

— Durma princesa. – Ele beijou sua têmpora. – Vou estar aqui quando acordar.

— Obrigado. – Ela dormiu calmamente. – Eu te amo, Luke.

— Eu também te amo, Penelope Grace. – Luke sabia que diria outra vez quando ela acordasse. – Eu sempre vou te amar.

Ele dormiu logo em seguida. Infelizmente outro doente interrompeu seu sono, porém Penelope ainda dormia.

— Alvez. – Ele conferiu o telefone. – Estarei em quinze. Penelope? Não, eu não ouvi falar dela até agora. Com certeza ela vai ligar para você.

— Espero mesmo. – Emily poderia ter desconfiado. – Só espero que ela esteja lá. Você poderia ligar para ela?

— Claro. – Luke foi hábil o suficiente. – Até mais.

Agora...

— Luke? – JJ percebeu seu colega quieto. – Eu estou te chamando a dez minutos, mas parece que você fez meio que uma viagem.

— Desculpe JJ. – Luke olhou para a colega loira. – Eu só estava lembrando.

— Então? – JJ pressionou. – O que você fez para Garcia te chamar de Cool Hand Luke?

— Eu a levei para jantar. – Ele manteve a parte do sexo de fora. – Só isso.

JJ acenou, aceitando sua explicação, mas não pedido nada mais.

— Recebemos os arquivos. – Luke ligou o SUV. – Vamos para a cena de crime.

Ele conseguiu mandar uma mensagem em emoticons para Penelope. Por enquanto ele manteve o relacionamento de fora da equipe.