Notas iniciais
Me perdoem qualquer erro ortográfico rs.
Boa leitura, galera!

POV Jacob Black
Eu sou um homem reservado, caseiro, estudo direito, sou solteiro e de poucas mulheres. Não tenho vergonha de dizer que aos 27 anos ainda moro com minha mãe. Ela é uma viúva que vive de pensões magnatas, e de uma ocupação que para ela é um lazer, é como uma professora de etiqueta, não entendo muito bem, mas aqui em casa vive cheio de mulheres querendo alcançar o comportamento perfeito para uma princesa, e etc.. Eram muitas bobagens que eu ouvia em fragmentos de conversas cada vez que havia uma reunião. Admito as damas eram jovens e bonitas, nunca reparei em muitas, mas eram de aparência fisica agradavel, e também nunca me envolvi, mas com ela foi bem diferente.


A pouco menos de um ano, minha vida mudou, era uma terça-feira, por volta das 10:00hs da manhã, ao descer as escadas da nossa grande casa, me deparei com longas madeixas escuras levemente cacheadas de costas para mim sentada corretamente no sofá da grande sala ao lado da minha mãe, sua postura eu observei que era perfeita, tentei me desvencilhar, mas a garota virou-se para mim. Com um sorriso estonteante nos pequenos lábios, oscilei, ela me olhava de forma enigmática, o que pensara? Eu era um homem antiquado e nerd perfeito. De camisa branca, colete e gravata, livros na mão e a barba por fazer, a bela moça de olhos hipnotizadores, não desviava seus olhos de mim, eu estava parado a dois degraus do andar, mas não me movia, tentava ler sua expressão, sentia que me analisava, só não sabia o porque. Cogitei mais uma vez que seria minha aparência de monge moderno, mas minha mãe interrompeu meus pensamentos.


– Jacob, venha até aqui meu amor, quero lhe apresentar a minha mais nova auxiliar e amiga. – Minha mãe disse como um sussurro com um sorriso singelo nos lábios.


Então acanhado aproximei-me das moças.


– Filho essa é Renesmee Cullen, a melhor aluna da minha ultima turma. – Minha mãe disse enquanto eu ainda nervoso, buscava a mão da moça segura e elegante a minha frente, que agora eu sabia se chamava Renesmee. Ela então sorriu tímida, me fazendo oscilar mais uma vez, selei meus lábios levemente nas costas da mão delicada da morena, e então ouvi sua linda e doce voz pela primeira vez.


– Muito prazer. – era fina, e graciosa a voz de Renesmee assim como ela no todo.


Estava perfeita, sem roupas refinadas e clássicas como a maioria das moças vinham, estava de uma calça jeans esverdeada e muito justa, alinhando-se perfeitamente a suas lindas e torneadas pernas, sabia identificar roupas femininas por estar acostumado a ver tais peças desde garoto. Sua blusa era de uma seda fina, na cor azul turquesa, realçava seus olhos e acentuava em sua pele branca. Seu cheiro me deixou inebriado, flores do campo e frutas afrodisíacas, era assim que ela cheirava,mas eu não podia me deixar desmascarar, logo me despedi da minha mãe e da linda Renesmee. Estava perturbado de tanta beleza, que ela possuía, não parecia real.


No dia seguinte ao sair do quarto e descer as escadas, me deparei com a mesma cena, meu coração descompassou, o que se passava comigo? Fiquei bobo, tamanha sua beleza, maior ainda ao dia anterior. Dessa vez seus lindos fios chocolates estavam perfeitamente retos, ela estava com uma fita rosa de cetim no cabelo, e um vestido simples de mesma cor e tecido, mas seus olhos se entraram com o meu mais uma vez, não era tão angelical como sua aparência, era vívido, carnal e entorpecente, me senti tonto ao fitá-los tão fixamente, então ela me sorriu, e eu alarmado, com seu poder de magnetismo sobre mim, saí de casa o mais rápido que pude.


Os dias se passaram e ela sempre estava lá a cada dia tornava-se mais linda, mais intrigante,mais encantadora e eu cada dia mais patético. Com poucos amigos que tinha soube mais sobre ela. A cidade era pequena e Renesmee extraordinariamente bela, não era difícil um homem não tê-la conhecido. Aliás, todos fariam qualquer coisa pra tê-la, para conquistá-la, mas a bela moça não era fácil, seus relacionamentos eram nada duradouros, era com homens mais velhos e distantes, de outra cidade. Não houve comentário de Renesmee envolvida com alguém a longo prazo ou que morasse na redondeza. Ela estava em um relacionamento de pouco tempo, ela oos trocava com freqüência.
Nenhum homem para ela, a completava, a conquistava, ela nunca teve amor por homem algum, dizem por aí. Isso para mim soava cruel mas ao mesmo tempo de forma complexa era excitante.
Eu poderia pensar que Renesmee era uma leviana de coração, mas seu olhar doce, mesmo provocante, tinha um toque de ternura, não me deixavam completar a conclusão negativa sobre Renesmee.

O fim de semana chegou, haveria mais uma reunião de senhoritas, como de costume eu sairia com alguns amigos, e depois voltaria para casa, ressonar como se não houvesse ninguem no andar de baixo.
Ao chegar em casa, lá estava ela, com m vestido branco de cetim fosco, estendido até o joelho, um sapato salto alto branco e seu cabelo preso em presilhas, reparei que tinha uma maquiagem leve mais seus olhos estavam coberto de um tom escuro os fazendo escurecer e se tornarem para mim mais enigmáticos. Admito que o almejo que tinha por ela era fora do comum e estava em meus olhos, ela ainda de frente para mim, mesmo que distante, sorriu tímida em forma de comprimento, ela portava uma taça com dois dedos de champanhe, e logo tragou um gole, eu apenas retribuir e subi para o quarto ainda com meu coração descompassado, o corpo tremulo e excitado. Sentia o estomago tremer, era uma sensação estranha, senti meu corpo queimar, minha garganta arder, desabotoei os primeiros botões da camisa preta social q usava, e fui até a janela, o céu estava estrelado, e eu pensava nela, em sua beleza, e comecei a ter pensamentos desvirtuados, anormais para mim, não fazia isso com mulher alguma. Sobressaltei-me ao ouvir batidas na porta. Virei-me para ela, e permiti que quem quer que fosse entrasse.
Era ela, entrou vagarosamente, agora além de meu coração, minha respiração era totalmente acelerada, comecei a suar nas mãos e ela se aproximou de mim, a luz do quarto era fraca, apenas iluminado pelas luzes do jardimlá fora, mas eu via seu rosto de almejo doentio, alarmei-me, nunca a vi assim ou imaginei a vê-la dessa forma. Mas meu corpo estava quente, minha carne eletrizava como se eu estivesse ligado a algum fio condutor de energia.


– Não me cumprimenta Black? – e pela segunda vez eu ouvi aquela doce voz, mas dessa vez completamente ao contrário da primeira era provocante demais, me causou arrepios,senti uma fisgada entre as pernas, eu achei que sufocaria. Cheguei para traz, como se fugisse e me encostei na janela, sem saída ela aproximou-se ainda mais de mim.
– O que... Senhorita, er.. – eu estava nervoso e procurava palavras, não queria de jeito algum olhar para ela, aquele olhar me causava sensações de natureza lasciva,o que me assustava. Mas ela me fitava intensamente e sem pudor – O que faz aqui? – criei coragem para fitá-la mais desviei, minha voz era tremula, ela percebeu meu encabulo, se afastou e sentou-se no sofá branco que havia no quarto no pé da cama, cruzou as penas e minha garganta secou, passei a língua entre meus lábios, e me desencostei da janela.


– O observei por algumas vezes entrar aqui e resolvi vir conversar com voê, estou curiosa. – novamente seu tom era provocante, e seu olhar me especulava.


– Sobre, sobre o quê? – minha voz ainda era tremula, gaguejei, e devagar sentei-me na cama.


– Prque é tão misterioso? E porquê está nervoso, eu lhe incomodo? – ela perguntou com o tom que ouvi no primeiro dia, virou-se para mim fitando-me.
– Não, é que é estranho a senhorita aqui em meu quarto – ainda tentava me desviar de seus olhar – E...
Minha respiração abruptamente parou, ela sentou-se do meu lado, e pos a mão em minha coxa, o que pretendia? Sei que não deveria pensar assim já estive com outras mulheres, mas nunca desejei uma com tanto fervor e luxúria, isso me assutava.


– Porque não me olhas? – ela perguntou agora em um tom angelical, pos a outra mão em meu rosto pela primeira vez e eu fechei os olhos, sentindo aquele toque suave e macio, estremeci.


– Porque faz isso senhorita? — eu a fitei, mas não fui rápido o sufuciente para conseguir me desviar daquele olhar negro de desejo.


– Não quero que pense mal de mim. — Ela defendeu-se quebrando o contato físico que tinhamos até agora.- Só quero que nos conheçamos melhor – embora seu rosto fosse terno, sua voz era ambígua e seu sorriso aparentemente angelical esquentava minha face.


– Por.. Por quê? – levantei-me lentamente.


Ela então sorriu sarcástica e eu me virei de costas para ela, mas Renesmee também se levantou, e ficou de frente para mim.


– Ora, Jacob Black, sei de seu desejo por mim – ela puxou-me pelo colarinho, para mais perto dela. – Porque me evitas? Está em seus olhos que me quer – então enlaçou seus braços em meu pescoço, e beijou-me no queixo.


Senti o chão faltar a tempos eu não tinha contato assim com alguma mulher, essa, Deus, que mulher era essa? Engoli uma grande quantidade de saliva, ainda tremulo, senti meu membro pulsar preso nas calças. Pus a mão em sua face macia, ela fechou os olhos e gemeu, não entendi o motivo, mas ouricei-me sem querer mais uma vez, lhe acariciei os lábios com o polegar, cerrei meus olhos podia sentir o perfume que emanava dela, estava me deixando embriagado, então ela abriu os olhos, e sorriu maliciosa para mim e sussurrou:


– Viu como me deseja . – ela sorriu vitoriosa a milímetros de meus lábios.
Minha respiração falhou naquele momento, ela sorriu mais uma vez e selou seus lábios no meu. Senti novamente meus estomago borbulhar, seus lábios eram macios e doces, minha boca estava estática, não havia línguas, apenas a sua boca colada a minha, um sentindo o principio do gosto do outro, com minhas mãos levemente em sua cintura, abri meus olhos e me afastei cuidadosamente.


– Nunca nenhum homem, agiu assim comigo. – ela disse em um tom suave normal, sentando-se novamente no sofá, com uma expressão de admiração. Minha vontade era agarrá-la e lhe beijar novamente, não seria meu estilo admito, mas era meu instinto naquele momento, Renesmee despertava em mim os meus mais obscuros desejos. Porém, franzi o cenho e sentei-me ao seu lado, estava curioso.


– Todos, querem me ter, me agarrar, me beijar, me levar para a cama- ela dizia com certa lastima e fitou-me. – Mas você é diferente- ela enrrugou a testa- O que há de errado comigo, não sou atraente? – ela perguntou- me angustiada, vi em seus olhos e sua voz denunciava.


– Não, você é perfeita. – disse espoontâneo em um tom terno, acariciei sua face, e ela depositou sua mão na minha.


– Acho que eu sou um completo idiota. – sorri nervoso, e retirei minha mão de seu rosto desviando meu olhar dos de Renesmee.


– Não, você é perfeito. – ela me disse com sinceridade, analisando minha expressão, o que ela via ali? – Você é encantador, charmoso e misterioso tudo o que uma mulher presisa, e me respeita mesmo me desejando. – ela relatou, fitando-me.


– O que queres de mim? – perguntei inocente.


Renesmee lançou-me um olhar que me arrependi de minha pergunta. Seu olhar libertino pairou descaradamente em meus lábios, suas mãos igualmente atrevidas repousou em meu peitoral e seus dedos brincaram em meus botões, arfei, senti Renesmee aproximar-se mais e então fitar meus olhos e encostar sua boca na minha.


– O que eu quero? — Ela indagou me fazendo sentir seu halito fresco e seus lábios levemente roçar nos meus.


Suas mãos escorregaram do meu abdomem para minhas coxas, seus lábios da minha boca correram ao meu ouvido:


– Quero que me ame. — Sua voz lascivia novamente me fez tremer e excitar-me.
Desvencilhando-se de mim, desviou seu olhar.


– Porquê? — Deixei meu pensamente extrair em uma voz baixa, nem tinha certeza se ela havia ouvido,por um momento desejei que não, pensei no quão patético estava sendo.


Ela sorriu, desanimada, suspirou e respondeu:
– Sabe amor a primeira vista? — Ela buscou uma expressão em meu rosto, mas eu apenas assenti.


– Estou apaixonada. – ela sussurrou, próxima de mim, me olhou ansiosa por alguma reação, eu estava tonto demais para pensar em mais alguma coisa. A única reação que tive e talvez a mais sensata desde que Renesmee entrara em meu quarto foi passar minha mão em sua nuca e toma-lhe os lábios, doces, macios e quentes, invadi sua a boca com a língua, foi recíproca a ação, ela enlaçou suas mãos em meus pescoço e me puxou ainda mais pra perto, minha outra mão acariciava sua cintura, era tão delicada, eu tinha medo de pegá-la mais forte. Nos beijamos não sei quanto tempo, poderia dizer que horas, não era cansativo, era gostoso, não tinha vontade de pará-lo. Mas precisávamos fazê-lo, não era certo, nos separamos devagar e nos olhamos.

– Não posso fazer isso. – Levantei-me, carrancudo, senti que a deixei perplexa.


– Não pode o que Jacob Black? Se deixar levar por um sentimento que você tem, por seus desejos? – Renesmee exasperou-se.


– Não é isso, é porque não é certo, eu e você, Renesmee você é comprometida. – Tentei ser o mais claro possível, mas ela pareceu não entender.


– Já entendi –ela ficou carrancuda – e dirigiu-se até a porta – Você é perfeito demais pra mim, não te mereço. – ela tinha dor em sua voz.


A ouvi descer, minha vontade era gritá-la, beijá-la até o ar faltar, e amá-la até não aguentar. Mas eu tinha um caráter, não o deixaria manchar por ela, isso foi algo que passou pela minha cabeça, não algo que aconteceria.


O tempo passou. Renesmee trocou de namorado mais uma vez. Havia quase dois meses, desde o ocorrido, ela não demonstrava nenhum respaldo de ressentimento, mas eu sim, embora não transparecesse, estava agoniado, a queria para mim, estava louco por seu corpo e por sua forma leviana em meus braços, mas meu orgulho e timidez não deixavam eu correr para meus anseios.
Ela sempre simpática me cumprimentava formalmente como sempre, mas eu sentia seu olhar triste, minha vontade era conversar com ela, dizer que estava apaixonado, mas possuía princípios. E mais dias se passaram, era uma sexta a noite, entrei a casa estava silenciosa para meu assombro, entrei em meu quarto e acendi a luz, meu coração acelerou, minha respiração tornou-se lenta e minhas pernas amoleceram.
Ela estava lá, em minha janela, fitando o jardim. Ao sentir minha presença virou-se para mim e sorriu estonteante e provocante. Seu vestido era de seda púrpura, provavelmente importado, e o modelo com certeza, tinha sido feito sob medida, estava perfeito nela.Era impossível não reparar, Renesmee era excedida de etiqueta e estilo, mas nada comparado ao encanto natural que possuía. Afrouxei minha gravata, fui cumprimentá-la, como na primeira vez, peguei em suas delicadas mãos, e beijei-as. Renesmee sorriu apaixonada, eu me pus confuso, o que estava fazendo?


– O que está fazendo aqui, Senhorita Cullen? – perguntei abstruso.


–Não consigo ficar longe de você, Jacob – ela prendeu suas mãos em minha face, tinha um tom desesperador. E me deu uma dor vê-la assim, então a abracei.


– Renesmee, porque faz isso comigo, sabe que estou louco por você... – disse em mesmo tom ao ouvido dela.
Ela se soltou do abraço e me disse, fitando meus olhos:


– Jacob, eu nunca fiquei tão viciada em alguém assim, ninguém nunca me tratou com tanto respeito e carinho como você , nunca havia me atraído assim por alguem, por favor, Jacob... – os olhos de Renesmee brilhavam, eu via a sinceridade neles.


Na verdade ela era só uma jovem mulher de 20 anos, surpreendida por um homem patético, e antiquado, estava acostumada a homens brutos e buliçosos. Eu era pra ela um ser extraordinário, assim como ela era para mim.
O silêncio tomou conta do quarto, o céu estava estrelado, estava um calor insuportável, era dezembro, ouvia-se o vento de verão passar entre as arvores que faziam sombra a minha janela, Renesmee talvez cansada de esperar minha resposta, sentou-se a beira da lateral de minha cama.


– Renesmee, meu anjo o que há com você? – perguntei ajoelhado em frente a ela.


– Eu só quero um homem que me respeite Jacob, eu quero você, eu posso ter vários outros homem a meu dispor, mas eu quero você, muito. – ela disse baixo fitando em meus olhos, eu entendi a necessidade dela. Talvez seria só necessidade de sexo, uma curiosidade que não passaria daquela noite, ou haveria sentimento? Eu não sabia responder e com sinceridade eu não tinha preferência na resposta, pelo menos não aquela hora.
Vagarosamente ergui-me e fiquei com testa colada a ela, ela sorriu e cariciou minha face.


– Eu preciso me sentir amada. – ela sussurrou em meus lábios e eu os abri, lentamente a beijei, depositando minha língua devagar em sua boca quente . Ela tinha a respiração forte, estava agarrada a meu colete, o beijo quente, molhado e lento foi finalizado, com um selinho demorado. Então a deitei em minha cama, ela sorriu como um agradecimento, mas para mim não era um favor, aquele momento era o que eu mais esperava desde que a conheci. Afundei minha cabeça em seu pescoço e aspirei seu aroma doce, senti-me excitado, lhe sorri e lhe beijei com volúpia, a senti repleta de desejo por debaixo de mim, suas pequenas mãos passeavam sedentas em minhas costas, por fim ela encontrou o fecho do colete na frente e o arrancou. Passei minhas mãos tremulas e vagarosas pelo corpo escultural dela, senti-me um garoto de 17 tendo sua preimeira transa, mas deixei meus instintos e principios guerrearem entre si, enquanto eu aproveitava a sensação de ter Renesmee entregue a mim.

Beijei todo seu pescoço desci para a clavícula, a ergui pelas costas para abri o vestido, feito isso, admirei-lhe o corpo seminu. Senti seu corpo ruborizar, ao me perceber lhe admirando. Levantei-me, apaguei a luz e tranquei a porta, ainda podia ver seu corpo por conta da iluminação da lua, ela puxou minha gravata com força a retirando de mim e eu apertei-lhe a coxa, Renesmee abriu as pernas para eu me acomodar entre elas, o fiz e eu mesmo retirei minha camisa branca, deitei-me novamente em cima dela, encostei-me no ouvido dela e sussurrei:


– Faço isso por nós dois, meu anjo. – mordi a orelha dela, e senti o corpo dela estremecer, e ela soltar um suspiro mais alto, excitei-me ainda mais, fui beijando-lhe a clavícula, e logo o sutiã meia taça branco de renda foi retirado. Seus seios eram perfeitos, desenhados, duros, primeiro os acaricieium de caada vez, depois os massageei com minha propia boca, senti Renesmee oscilar em baixo de mim e gemer meu nome. A fitei, tinha olhos cerrados e expressão de prazer, suas mãos acarinhando meus cabelos delicadamente. Abaixei-me mais, estava descobrindo seu corpo as poucos, beijei toda a sua barriga, era lisa, perfeita, mordisquei toda a extensão dela e desci cada vez mais e sentia que ela ansiava por mim. Levantei-me e retirei minha calça, admito que me senti um pouco encabulado por tê-la me olhando tão curiosamente, me pus em seu lugar a minutos atrás, e apenas de boxer, deitei-me novamente.


Dei-lhe um beijo molhado voluptuoso espremendo meus lábios no dela. Então lhe apertava as coxas, e ela passava as unhas fortemente em minhas costas, cada vez que passava minhas mãos em seu centro ensopado e ainda coberto pela pequena calcinha. A senti tatear meus musculos timidamente, estranhei, lentamente escorregou suas mãos para minha bunda, e apertou com vontade, sorri maroto para ela, e logo ela me beijou. Sua forma provocante e doce de beijar, me deixava louco de desejo, escorreguei minha boca novamente para seus seios de lá, fui a seu abdômen e logo desci sua calcinha de renda branca, e mais uma vez ela ruborizou.


Beijei suas pernas do tornozelo a virilha, uma de cada vez, ela se contorceu ao sentir meus beijos tão próximos a intimidade, estávamos cáusticos, de tão grande que era o calor que emanava de nossos corpos, nem o ar condicionado poderia acalmar aquele fogo que saia de meu corpo e se concentrava entre minhas pernas, fazendo meu membro se espremer na cueca. Renesmee permanecia a me acariciar, conehcendo cada parte de meu corpo e eu a explorar cada pedaço daquele corpo escultural, a cada segundo pudia ouvir gemidos baixos de Renesmee em meus ouvidos, isso por si só já estava me dando prazer, não precisava que ela fizesse mais nada.


Seu cheiro era mais intenso para mim agora, meu falo estava enrijecido, era impossível adiar o que estávamos esperando desde que nos vimos. Levantei-me retirei minha boxer, os olhos chocolates intensos de Renesmee tornaram-se alarmados, hesitei em continuar, mas ela sorriu, pude sentir sua ansiedade através do sorriso, porém algo estava errado. Lentamente me deitei novamente sobre ela, ajeitei suas pernas ao redor de meu quadril, o contato de nossos sexos nos fez gemer mais alto. Eu a fitei mais uma vez, seus olhos eram um liquido castanho, inundado de desejo e amor. A beijei propositalmente devagar, senti suas maãos apertando meus braços, enquanto rebolava sob mim, fazendo uma fricção gostosa entre nossos sexos.


– Renesmee estou tentando prolongar nosso momento, assim dificulta. — Brinquei com uma voz rouca em seu ouvido, a sentir oscilar.


– Desculpe — ouvir seu tom tremulo, me fez franzi o cenho e lhe olhar nos olhos, eles estavam tão... anciosos. Sorri, estava um tanto confuso, tornei a beijá-la e escorregando até seu centro exarcado, Renesmee ergueu o quadril e gemeu ao meu contato. Dei um beijo suave no exterior de sua intimidade, Renesmee arfou e segurou em meus cabelos, tornei a repetir os beijos por toda a extensão daquela região a sentindo rebolar e tremer por debaixo de mim. Troquei meus lábios por minha mão e tornei a acariciá-la em seu centro inundado por sua excitação. Por um momento ergui a cabeça e pude fitar seus olhos, tão entregue como nenhuma outra mulher esteve em meus braços. Voltei minha atenção total para o seu centro, agarrei minhas mãos em seu quadril e passei a acariciar sua fenda com minha lingua. Céus, seu gosto era maravilhosamente extraordinário, tão doce e viciante. Os gemidos murmurados do meu anjo agora estavam altos, ela tentava rebolar mas eu com minhas mãos a segura forte a impedindo. Mordi seu clitoris afim de estimulá-la mais, seu quadril ergeu-se com força contra mim, eu sorri ainda com os lábios em sua intimidade, não demoraria e eu poderia provar de sua explosão de pprazer direto da fonte. me preparei para penetrá-la com meus dedos, mas algo me impediu e eu travei no mesmo instante e sentei na cama.
Naquele momento era como se algo caísse na minha cabeça, como se alguém me jogasse água fria. Não podia fazer isso, Renesmee era virgem e eu não tinha o direito de tirar isso dela.


– Jacob? – ela me chamou me tirando do transe ao mesmo tempo que sentava de frente pra mim e puxava uma porção de lençol para cobrir seus corpo desnudo. Sua voz doce e seu tom frustante quase me fizeram cair de novo, mas não podia.


– Meu Anjo – acariciei sua face, tinha consciência que meus olhos estavam agoniados em vê-la tão vulnerável naquele momento. – Não posso fazer isso.

– Porquê? – ela me perguntou em um fio de voz, na orbe de seus olhos a tristeza tomou conta do desejo.


– Meu Anjo, não tenho o direito de tirar isso de você. – sussurrei.


– Eu te dou esse direito, eu quero, eu preciso que seja você, só você tem o direito de fazer. – ela foi firme em suas palavras e mais uma vez seus olhos hipnóticos e seu magnetismo tomaram conta de mim.


– Meu anjo, porque eu? – perguntei verdadeiramente abstruso.


– Porque você foi a melhor coisa que me aconteceu, o melhor homem que já conheci, o único que sonhei, que desejei e o único que amo, por favor, não me decepcione. — Seu olhar fixo ao meu me fizeram sentir a verdade em suas palavras.


Alegrei-me naquelas palavras, Renesmee não tinha só um desejo louco por mim ela me amava. Mesmo sendo estranho e repentino pra mim, tive certeza, eu amava aquela mulher, estava loucamente envolvido e apaixonado por aquele rosto de anjo, aquela menina dentro de uma mulher sensual. Tinha vontade de protegê-la e preveni-la de qualquer magoa. Não podia decepcioná-la, seria capaz de me condenar eternamente por isso. Beijei devagar os seus lábios tão convidativos, mas ela me segurou pela nunca, e intensificou nosso beijo.


Não era necessário preliminares naquele momento, os beijos velozes e intensos que dávamos, trazia todo desejo e êxtase que precisávamos.
Mas era a primeira vez dela, a nossa primeira vez, teria que controlar o meu animal interior e ir com mais calma.
Ao termino do beijo por falta de ar, fitei seus olhos, o rio de desejo havia voltado ainda mais ardente e com mais amor, afaguei seu rosto, mirando seus olhos retirei o lençol que me impedia de ver tamanha perfeição.


– Te amo. — Falei em seus lábios.


Renesme sorriu, um sorriso tão largo que foi impossivel eu não sorri também. A pequena me beijou mais uma vez dessa vez com mais calma, nossas linguas estavam enrroscadas. Suavemente desci minhas mãos de sua nuca, ecorregando por suas costas e coloquei suas pernas sobre as minhas e fui deitando-a novamente, logo passei meus lábios por seu maxilar e cheguei aos seus seios ao qual me deleitei mais uma vez. Renesmee gemia meu nome a cada mordida leve que eu dava em suas aureólas rosadas. Ainda tecendo beijos em seu corpo cheguei ao praato principal. A fitei brevemente, ela tinha seus olhos anciosos, então tornei a beijar seu centro como beijaria seus lábios e a chupá-la com intensidade agarrado em suas coxas. Poderia prová-la a noite toda, senti os gemidos aumentarem ainda mais. Palavras sem sentido junto ao meu nome saía de seus lábios. Enquanto massageava seu clitoris com meu polegar senti Renesme ter pequenos espasmos e seu suco chegar a minha boca. Eu estava em um frenesi sentindo todo o gosto do primeiro orgasmo de Renesmee enquanto ela gritava meu nome em desespero.

– JAAAAAKEE.


Senti o meu anjo amolecer embaixo de mim, subi até encontrar sua face, que apreseentada um sorriso satisfeito e os olhos cerrados. Sua respiração estava tremendamente irregular, podia sentir seu peito subindo e descendo. Beijei sua face bem lentamente acariciando seus cabelos em seguida.


Renesmee abriu os olhos, eu vi sua alma neles, beijei-lhe a face mais uma vez. Ela ainda tremula acariciou meu rosto, tombei a cabeça para o lado me aconchegando mais em suas mãos. Mas ela foi arrantando suas mãos por meus lábios, queixo e desceu por meu pescoço, minha pele arrepiava por aquele toque macio e quente. Renesmee acariciou cada musculo em meu abdomen, não deixou de passar a mão por nenhum. Senti meu corpo arder de desejo quando Renesme timidamente passou a mão por meu membro que já estava rigido pronto para penetrá-la. Em nenhum momento nossos olhos desviaram-se, passei a acariciar seu corpo, descendo de seus seios, passando por sua barriga, quadril apertando a lateral de suas nadégas e terminando em suas coxas fazendo o caminho de volta.


Aquele anjo de olhos famintos por mim, estava me pondo louco acariciando vagarosamente conhecendo meu membro.


– Ness... — Gemi em seu ouvido ao sentir suas mãos mais fortes em volta de meu membro.


– Fiz algo errado Jake? — Ela perguntou-me retirando suas mãos. Eu desesperado as coloquei em mim novamente e sussurrei:


– Não... Continua... — Cerrei os olhos enquanto sentia Renesmee me tocar novameente. Ela parecia se divertir fazendo um vai e vem gostoso.


Renesmee podia não ser experiente, mas seu toque inovencivo estava me levando ao ápice de meu desejo. Tamanho tesão que eu estava, envolvi minhas mãos em cima das suas, percebi Renesmee me olhando sem entender, mas não dei tempo para ela formular qualquer pergunta, passei a guiar o ritmo de suas mãos em meu membro e ela logo compreendeu continuando a me tocar com mais força e velocidade.


Afim de abafar meus gemidos a beijei com luxuria, Renesmee rebolou gostoso embaixo fazendo nossos sexos latejantes de desejo se tocarem, isso quase me fez gozar, eu já estava perto, mas eu queria queria explodir dentro dela, da minha amada.


Carinhosamente tirei suas mãos de mim e levantei-me sobre os olhares curiosos de Renesmee. Rapidamente caçei uma camisinha em minha gaveita, pus em meu mebro e voltei a deitar-me sobre ela que me sorriu e me envolveu com suas pernas. Ambos gemeram com o roçar de nossos sexos pronto para ser unidos.


– Amor, tem certeza que é isso que você quer? – sussurrei fitando seus olhos.


– Tanta certeza, quanto do meu amor por você. – ela me respondeu com o desespero e o almejo por mim em sua voz.


A beijei doce nos lábios e me posicionei. Apesar de parecer relaxada, certifiquei-me que ela estava pronta. Céus, ela estava enxarcada, gemi de antecipação.
Ajeitei suas pernas e me acomodei entre elas. Empurrei-me contra ela lentamente, ela gemeu bem baixinho de dor, eu fitei seu rosto e ela sorriu me encorajando a continuar. E eu me empurrei contra ela mais uma vez, era um prazer para mim, mas dor para ela. Olhei seus olhos acumulavam-se pequenas lágrimas, vi seus olhos mareados, mas ela estava sorrindo me insentivando a proseguir. Continuei a penetrá-la devagar até chegar em sua barreira, sempre a fitando. Forcei mais meu membro ao seu interior e senti sua carne sendo rompida, apertei os olhos com o grito breve de dor que Rensmee deu e voltei a fitá-la.


Em seus olhos apesar da pequena lágrima que caía eu via a satisfação. Acariciei seu rosto, ela aconchegou-se em minhas mãos e eu beijei onde sua lágrima descia a impedindo de prossegui. Esperei uns segundo, enquanto espalhava beijos por seu rosto, seu corpo acostumar com o meu. Senti Renesmee lentamente erguendo os quadris buscando mais contato.
Fui me movimentando lentamente, as lágrimas cessaram, os gemidos de dor diminuiam a cada entrada e saida vagarosa, estava controlando o animal dentro de mim que queria socá-la com força.


Sentir Renesmee rebolar e se apertar mais em mim, passei a me movimentar mais rapido e a empurrar meu mebro com mais força. Os gemidos de dor já não existiam e agora era uma imensidão de deleite para nós dois.
Com o tempo aumentei meus movimentos, e ela os seguia, podia dizer que ficamos uma hora assim, nos amando sempre nos olhando nos olhos, sem presa, sem mundo lá fora, só existia nós dois naquele quarto iluminado pela lua.
Quando nos aproximamos do ápice acelerei ainda mais meus movimentos, e ela perdeu a respiração ao fim, ela gritou meu nome e desfaleceu em baixo do meu corpo e eu a segui em um suspiro longo e alto de prazer, sentindo-me extasiado e lânguido, deitei-me por cima de seu corpo, sem por peso algum. Acariciei sua face e retirei mechas de cabelo molhadas devido ao suor que estavam sobre sua pele. Nessie abriu os olhos devagar e sorriu. Retirei-me lentamente e logo cai para o lado e a puxei para cima de mim. Ela deitou em meu peito, e após minutos em silencio nossas respirações estavam calmas, ela ergueu sua cabeça e disse baixo:


– Eu te amo – ela selou seus lábios no meu, estava fraca, fechou os olhos e deitou-se novamente em meu peito.


– Eu também te amo meu anjo. – sussurrei em seu ouvido e beijei-lhe a cabeça.


Ela sorriu ao me ouvir e logo adormeceu com esse sorriso nos lábios.
E aquela foi a primeira de muitas noites que passamos juntos. Aquele foi o primeiro amor que fizemos aquela noite. Sempre quando chego em casa, um sorriso apaixonado se abri em meus lábios, a esperança de Renesmee está me esperando faz meu coração descompassar. Aquela nossa primeira noite me fez ter certeza, de que por mais que Renesmee conquistasse muitos corações, eu fui o único que conquistei o seu, por mais que muitos homens quisessem tê-la. Fico feliz que tudo o que Renesmee tinha guardado para mim aquela noite fosse um amor puro. E mesmo que eu tenha tentado resistir a ela, eu sou o único que a têm por completo, eu sou o único que a amo de verdade, sou o único que tem o coração dela, sou o único a quem ela pertence.

FIM

Notas finais
Gente eu peço que comentem sim, sei que é uma one e vocês não esperam proximo capitulo, mas eu preciso saber o que acharam, então por favor comentem!
Eu agradeço e espero que tenham gostado.
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Tenho uma nova historia, é uma long se puderem ir lá da uma conferida, agradeço. ;)
http://fanfiction.com.br/historia/329006/Os_Acordes_Do_Amor
beijoos
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!