Notas iniciais
ESSE PRIMEIRO CAPITULO È sobre Casey e Dawson. Se passa na primeira temporada. é um universo paralelo.

Já eram quase meia noite de sexta feira...Gabriela e Shay já haviam terminado seu plantão, e então, estavam arrumando suas coisas para irem embora.

— Hey, quer ir beber algo? um bar talvez? Pergunta Shay, com seus belos olhos esverdeados, sua pele clara, ee babelos loiros como se fossem foleados a ouro.

—Ah, acho que hoje não Shay...estou exausta, podemos deixar para outro dia? Pergunta Gabriela.

— Claro, Gabby sem problemas. Nesse caso vou para casa então tchau. Disse a loira se dirigindo a saída. Quando no mesmo instante Casey entra no local.

— Olá garotas. Diz ele mostrando todos os dentes de sua boca, num sorriso conquistador que só ele tinha. Shay passou rapidamente por ele. Eles não tinha um bom convívio desde que Shay era apaixonada secretamente por Gabriela, e tinha ciúmes de ver ela e Casey juntos.

— Tchau Casey. Disse ela e saiu.

Ele caminhou em direção a Gabriela, que continuava a arrumar suas coisas.

— O que faz aqui? perguntou a morena.

— Estou de plantão hoje, o capitão não me liberou depois do ocorrido com você sabe quem. Vou ficar de plantão duas vezes essa semana. Disse ele num suspiro longo.

— Boa sorte. Disse ela. Eles se encararam por alguns instantes, e logo a morena disse. — Eu tenho que ir. Disse ela com um leve sorriso. —Tchau.

—Tchau. Falou o loiro, retribuindo o sorriso e a surpreendendo com um beijo no rosto. Seu rosto corou ao sentir o toque suave dos lábios de Casey, ela não podia esconder o quanto ainda ficava balançada com ele. Ela sorriu um sorriso timido e sem graça para ele e indo em direção a saída.

— Hey, o Mills ainda está de licença?

— Sim ainda está.

— Quer uma carona para casa? Geralmente Gabriela pegava carona com Mills, quase toda noite, mas devido ao seus ferimentos causados no ultimo incêndio, ele tirou licença.

— Não, Obrigada, vou andando, preciso colocar alguns pensamentos em ordem, mas obrigada, e outra você está de plantão. Diz ela dando — lhe as costas e abrindo a porta. Novamente Casey a chamou:

—Ei, Dawson. Ela se virou para ele. — Cuide-se.

— Pode deixar. Ela acenou e saiu.

Era uma noite calma e tranquila o céu começava a trovejar indicava que uma forte chuva chegaria , as ruas pareciam desertas , era um silencio anormal para as ruas de Chicago. Já era tarde da noite, Gabriela caminhava a passos lentos por uma rua um tanto quanto deserta, no céu o brilho da lua cheia iluminava o caminho, a rua estava coberta de folhas secas, caídas das arvores, era outono em Chicago.

Estava esfriando, Gabriela apertou — se no casaco e continuou p seu caminho, e logo a chuva deu as caras, caindo em gotas finas e gélidas, escorriam pelas linhas de seu rosto moreno. Um barulho vindo do lado direito da rua a assusta, mas ela continuou andando, até prestar a atenção em dois homens muitos suspeitos estava aparentemente seguindo-a. Os sujeitos estavam de vestes pretas, com capuz, e ambos estavam com cigarros na boca. Gabriela começou a andar a passos mais largos e apresados, os homens também, no desespero ela começou a correr, e os homens foram atrás dela, sem pensar duas vezes, ela se meteu na mata de um bosque as margens do rio que banhava a cidade de Chicago: O Rio Chicago, que tem 156 milhas, e que atravessa o centro da cidade e desagua no gigantesco lago Michigan. Desesperada ela não pensa duas vezes e tenta ligar para a policia, mas seu celular não tinha sinal, e o único numero de emergência que tinha era o do Casey, ela ligou enquanto tentava se esconder entre as arvores.

—Alo. Atendeu Casey

— Casey...me ajuda, por favor, eles estão atrás de mim, me seguindo. Diz Gabriela nitidamente nervosa e chorando.

—Gabby..? é você..o que esta acontecendo...? não estou entendendo.

— Estou sendo perseguida, dois homens estão atrás de mim, eu corri para o mato em um bosque, próximo a ponte do rio, por favor me ajuda. Casey, fica apavorado.

—Calma, eu já estou indo. Nitidamente pode -se ouvir um grito, e a ligação se perdeu, Casey, saiu correndo feito louco.

Enquanto Gabriela corria entre os arbustos, os homens acabaram a cercando. Ela tentou escapar, lutou, se esforçou, mas tudo foi em vão, nesse momento já estava caindo um temporal, e relâmpagos clareavam a cidade, parecia que um buraco tinha se abrido no céu de Chicago. , Casey corria com toda sua força, o desespero batia, ele só pensava em ter Gabriela em seus braços,, faltava poucos metros até a ponte do rio, ele não conseguia nem imaginar algo acontecendo a sua amada.

Gabriela, não tinha mais forças para reagir, já havia corrido, brigado, e estava toda ferida, devido aos golpes e tombos, em seus pensamentos ela implorava para que alguém pudesse aparecer e ajuda-la, o medo e terror já tomava conta dela, ela estava esperando o pior, na sua cabeça, ela só vinha uma coisa, ou melhor uma pessoa: Casey.

Flash's vieram e passaram como um filme diante de seus olhos, em fração de segundos ela se entregou, fechando os olhos. Casey havia chegado na ponte, olhava de um lado a outro procurando qualquer vestido de onde ela poderia estar, até que ele achou seu casaco jogado na no acostamento próximo a mata, Casey gritou por seu nome, e entrou na mata correndo e olhando ao sua volta, gritando por ela.

Ao ouvi-lo gritar, um fio de esperança se formou, e toda força que lhe restava em seu corpo, ela usou em um grito de socorro. Casey a ouviu, e foi de encontro aonde o som vinha, ao chegar aonde ela estava, viu a caída, toda machucada, seus olhos castanhos caramelo emitiam sinais de alivio por vê-lo, Casey só sentia raiva daqueles homens, ele brigou com os dois, derrubou os dois, e correu até Gabriela.

— Eu estou aqui, vai ficar tudo bem. Diz ele tentando acalma-la. Ele a levantou e apoiou os braços dela em suas costas. Mas um dos homens, os empurrou, fazendo lhe que Gabriela se desequilibrar as nargens do barranco, ela caiu no rio. — GABRIELA. Gritou Casey, que socou o homem até desacordá-lo e em seguida se atirou no rio para tirar ela da agua

Nadando contra a correnteza, Casey tentava alcançar Gabriela, mas o rio estava violento, as ondas vinham fortes, diferente do normal, onde as ondas sempre foram suaves e serenas, além de se chocar contra as pedras, e rochas que ali haviam. Mas ele não desistir e conseguiu com muito custo e força alcançá-la , ela estava desacordada, pois engoliu muita agua, e com a cabeça sangrando devido a queda.

Com todo o seu treinamento e experiência, Casey sabia que tinha que agir rápido,, ou perderia Gabriela para sempre. Ele se agarrou em um tronco de árvore e a colocou sobre suas costas, e nadou de volta até a margem, tirou Gabriela da agua, carregando-a em seus braços, e a colocou no chão, Fazendo lhe massagem cardíaca,, tentando traze-la de volta á vida.

—Vamos Gabby volte. Fazendo massagem nela, ele gritava. — Vamos, volte, Respire, respire. Ele tentava de tudo, a chuva continuava forte e impiedosa, Gabriela ainda estava desacordada.

— Vamos Gabby, não faça isso comigo, vamos respire. O tempo passava e o desespero batia. Casey segurou seu rosto com as duas mãos e em lagrimas, ele falava — Fique comigo, Volte para mim. Ele tentou mais uma vez a massagem cardíaca, mas nada funcionava, ela já estava perdendo as esperanças, com o rosto sobre o coração de Gabriela viu que ela nem se mexia, então com desespero e raiva ele socava o chão com força, em sua ultima tentava, ele fez respiração boca boca, ela respondeu movendo as mãos, então mais uma massagem foi feita , e ela finalmente soltou toda agua do pulmão, e voltou.

—Tudo bem, tá tudo bem, respire devagar, devagar. A sensação de alivio bateu em Casey, e ele só conseguia abraça-la. Gabby ainda em estado de choque, só conseguia chorar. — Vou chamar uma ambulância. Disse o Bombeiro.

— Não, por favor, me leva pra casa, não liga, só quero ir pra casa.

— Você precisa de ir para o hospital.

— Só quero ir para casa.

— Tudo bem. Ele a levou para casa, no colo.

Eles pegaram um taxi, que levaram lhes até o apartamento de Gabriela, ela ainda um pouco fraca, foi carregada no colo até o seu quarto, Casey a colocou deitada em sua cama, buscou toalhas para se secaram. O relógio já marcava quase duas da madrugada, Gabriela tomou um banho quente, um pouco demorado.

Vestiu um roupão branco com detalhes em rosa, perceberá que Casey ainda estava ali, não consegui evita um sorriso por vê lo ali. Eles estava ali para ter total certeza de que ela estava bem. e isso a deixava muito segura, nenhuma outra pessoa jamais lhe causara tanto efeito assim como ele. quando Casey á viu, ficou paralisado, mesmo depois de tudo que havia passado, ela estava Radiantemente linda, com aquela pele morena caramelo

— O que foi? perguntou ela.

— Como? perguntou ele confuso.

— você fica me encarando.

—Ah, Desculpe. Disse ele todo sem jeito. —Se sente melhor ?

—Sim, com certeza. Quero te agradecer pelo que fez, se arriscou pra salvar minha vida.

— É o meu trabelho, salvar vidas. Comentou ele com um sorriso.

— É verdade. concordou ela.

Ela acabou se queixando de dores na cabeça, devido a batida.

— Tem primeiros socorros aqui?

— tem, está no banheiro. Por que?

— Sente -se vou cuidar dos seus ferimentos.

— Esqueceu que a paramédica aqui sou eu? Perguntou ela sorrindo

— Não me esqueci, mas hoje eu sou o seu paramédico, e quero cuidar de você.

Ao cuidar dos ferimentos de Gabriela, acabou que rolando um clima, entre os dois.

Um trovão, acabou assustando ambos, fez com que se distraíssem.

— Pronto, esta curada, nova em folha. Disse Casey, terminando os curativos.

— Obrigada, você se saiu muito bem como paramédico. Ele sorriu.

— Obrigado, antes de ser Bombeiro, eu era paramédico também.

— tá explicado. A chuva ainda estava forte. e os Trovoes só pioravam. — Não está chovendo, parece que esta caindo o mundo lá fora. Comentou ela.

— Concordo. Casey não conseguia parar de olha-la. Para tentar querer o clima, Gabriela, pergunta a Casey sobre Brenda, sua namorada.

— Como vai você a Brenda?

— Eu e Brenda acabamos.

— O que? Mas vocês estavam tão bem, tinham tudo para serem felizes.

— É tínhamos, mas não deu certo. Só brigávamos, ela não entendia a importância do meu trabalho. então acabamos. Penso que foi um erro termos namorado, aliais tenho certeza.

—Do que você está falando Casey? você amam.

— Será Gabby? Já não sei mais, Talvez...

— O que? Pergunta ela.

— Nada, esquece. Ele se levanta e foi embora. — Tenho que ir.

— Espera Casey.

Os Dois estavam parados em frente o apartamento dela, do lado de fora.

É perigoso se apaixonar

Mas eu quero queimar

com você essa noite

Machuque-me Há dois de nós

Estamos repletos de desejo

A dor do prazer e fogo Me queime

— Talvez eu não devesse ter ficado com a Brenda, talvez quando você foi na minha casa dizer que sentia minha falta, eu deveria ter dito que sentia a sua também. devia ter sido mais homem e ter admitido que te amava, e que ainda amo Gabriela Dawson. Disse Casey com os olhos cheios de lagrimas.

Então vamos lá

Vou levá-lo, vou levá-lo

Eu sofro por amor, sofro por nós

Por que você não vem

Você não vem um pouco mais perto

Então vamos agora

Faça a combinação,

faça a combinação agora

Somos uma combinação perfeita,

perfeita de alguma maneira

Fomos feitos para o outro

Venha um pouco mais perto

Gabriela apenas ficou o olhando, surpresa com a declaração, ele foi lentamente se aproximando, chegando perto de seus lábios, ela recuou um pouco, mas acabou cedendo, seus lábios se colaram, o beijo suave de Casey pedia passagem, e Gabriela não conseguia evitar o efeito que ele tinha sobre ela. e de ama-lo.

Era um beijo calmo, mas com muita vontade, as mãos dele alisava cada parte do corpo dela, as mãos dela iam na nuca dela, passando por aqueles macios fios de cabelo dele.

— Eu te amo, sempre te amei Matthew Casey.

Chama que veio de mim

Fogo conheça gasolina

Fogo conheça gasolina

Estou queimando vivo

Mal posso respirar

Quando você está aqui me amando

Fogo conheça gasolina

Fogo conheça gasolina

Tenho tudo que preciso

Quando você veio atrás de mim

Fogo conheça gasolina

Queime comigo esta noite

Entre sorrisos e beijos, o momento calmo e romântico deu lugar a louca vontade de colaram seus corpos, queriam sentir um ao outro, quando dera por si, já estavam na sala navalmente, Casey joga Gabby no sofá, e ficou por cima dela, a enchendo de beijos, o clima esquentava cada vez mais, ela sentia o prazer e o calafrio percorrerem todo o seu corpo.

Chama que veio de mim

Fogo conheça gasolina

Fogo conheça gasolina

Estou queimando vivo

Mal posso respirar

Ele a pegou no colo, sem perder o contato visual, a levou para o quarto e a colocou na cama, tirando a camisa, ela deitada, podeia sentir seu corpo latejando de prazer, tirou o seu roupão, e ficou nua na cama, mordendo seus lábios, vendo-o tirar as calças e ficar nu também, com o seu pênis grande, grosso e ereto, ele se deitou com cuidado sobre a morena, dando lhe beijos por todo seu belo e esculpido corpo, ela sentia as mãos do loiro puxando delicadamente seus cabelos negros, logo Casey veio a penetrar seu membro na morena, que soltou um delicioso gemido, de prazer, ela foi as nuvens, viu estrelas, com movimentos suaves e fundos ele se mexia, ela envolveu os braços sobre o corpo lado dele, e isso foi feito por horas, mudando de posições mas sempre com muito prazer, um dando prazer ao outro, até que Gabriela teve uma explosão de prazer, e teve um orgasmo ,acompanhado de um belo gemido, depois que ele ejaculou de prazer dentro dela, depois de horas fazendo amor, os dois pegaram no sono pesado, e assim o dia havia acabado, assim como os dois estavam totalmente desidratados e cansados após uma noite quente de amor.

Notas finais
E ai pessoal gostaram? Criticas construtivas são bem vindas. Esse capitulo já havia escrito em 2015. Só agora tive coragem de postar. Espero de coração que gostem e que queiram outros. Abraços O
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.