Notas iniciais
Minha primeira one-shot sobre o meu DIVO Patch Cipriano.
O deuso dos anjos.
Se eu tivesse que escolher entre ele e o Ed,eu ficaria numa duvida cruel.
ashsahsahashashhashas'
Espero que gostem,esse cap não esta betado,vou tentar arranjar uma beta ainda.
Divirtam-se.

Capítulo único


Nora estava a caminho de sua próxima aula e como sempre, passeando pelo campus da faculdade para se distrair enquanto a aula não começava quando o viu pela primeira vez, tão lindo, com seus cabelos negros e curtos, pele bronzeada como a de um espanhol, olhos negros e expressivos e boca carnuda e boa de beijar.

Ela não conseguia entender como um rapaz que ela mal botou os olhos podia lhe causar tal reação.

Nora sentia-se nas nuvens apenas ao vê-lo de longe, imaginava como seria quando chegasse perto, provavelmente teria um infarto antes mesmo de dizer um “oi”, e ela com certeza não queria isso, preferiria aproveitá-lo.

Ele era simplesmente perfeito, a seu ver, sempre com um sorriso brincando nos lábios. Ele era extremamente interessante e sedutor.

Porém, por mais que fossem da mesma sala de debate, ele nunca a notara e isso a deixava deprimida. Ele apenas sentava com seu grupinho de amigos e com as namoradas perfeitas, os mais populares. E ela, bom, não se encaixava nesse meio.

Com seus cabelos cacheados e desalinhados, sempre para cima, sua pele branca e seus olhos cinzas sem graça, que não haviam puxado aos de sua mãe, o que ela lamentava muito, os olhos verdes de sua mãe eram lindos e ela gostaria muito de ter olhos daquele jeito.

Desanimada por estar apaixonada por alguém que provavelmente nem sabe de sua existência, resolve aceitar o convite de sua melhor amiga e quase gêmea, Vee.

As duas só não podiam ser consideradas “separadas na maternidade”,justamente pela diferença nelas. Vee era uma loira de parar o trânsito, com curvas e olhos verdes. Já ela, a única coisa que tinha de bonito eram suas longas pernas.


(...)


Quando chegaram a tal boate que sua amiga Vee a obrigara a ir, perto do bar do Boo, Vee logo deu uma desculpa esfarrapada para conseguir sair de perto da amiga e ir ficar com um gatinho que ela havia acabado de ver passar.

Irritada, Nora resolve ir se divertir, já estava ali mesmo. Enquanto dançava, apenas sentindo o ritmo da música, ela sentia-se como se fosse outra pessoa. Não Nora Grey, a garota certinha e sem graça. Mas sim, uma mulher poderosa e que com certeza conseguiria tudo que desejasse, até mesmo, Patch.

Mas Patch não estava ali e ela não era tão poderosa assim, era apenas uma estudante de jornalismo, nos primeiros períodos, e que tinha um amor platônico por um dos garotos mais gatos do campus, o mundo era injusto e Nora sentia isso na pele.

Nora permaneceu naquela dança até que a música por fim, acabasse. Porém, durante toda a música, sentiu que estava sendo vigiada e aquilo já estava a deixando intrigada. Abriu os olhos lentamente e a primeira coisa que viu foram os belos olhos negros e intensos que ela tanto conhecia e admirava.

Era sim Patch que a observava sem piscar, era o mesmo colega de turma que se duvidar nem sabia seu nome. Era aquele que sempre tinha resposta para tudo e uma opinião formada para mais um pouco. Ela não compreendia o porquê dele a olhar tanto, mas não negou que estava gostando de toda essa atenção vinda dele.

Patch, notando que ela olhava-o, lançou um de seus sorrisos deslumbrantes e caminhou em sua direção, levando duas garrafas de ice.

_ Olá, Nora. _ disse, sorrindo. Nora encontrava-se em choque por ele saber seu nome. Como? Ele nem ao menos a olhava nos olhos para saber seu nome.

_ Oi, Patch. _ disse timidamente, o que fez com que ele abrisse um sorriso maior.

_ Não esperava te encontrar aqui, acho que esse não é o lugar certo para garotas como você. _ disse debochado.

_ Não é da sua conta o que faço aqui. Por que não é? Agora não posso vir a boates? _ indagou, irritada pela petulância do rapaz e não querendo ouvir mais nada da boca daquele idiota que ela amava, saiu rapidamente da boate sem olhar para trás e verificar se estava sendo seguida.

Assim que colocou os pés do lado de fora da boate, podendo assim respirar a brisa gelada que soprava ao seu redor, que vinha diretamente da praia que havia ali perto, ela pode raciocinar com clareza, querendo assim, colocar na cabeça que Patch não passava de um idiota que só saía com garotas tão populares quanto o próprio e que ela era ridícula por imaginar que um dia ele poderia se interessar por “a toda sem graça” Nora Grey. Por mais que Vee e sua mãe falassem que ela era uma garota bonita, ela não era capaz de acreditar, só se fosse bonita para elas, era o que Nora sempre pensava nesses momentos.

Antes de chegarem à boate, as duas amigas passaram na casa da loira para poderem se arrumar. Vee que a arrumou, obrigando-a a usar um vestido roxo com um decote comportado em V e todo soltinho em balone e um salto alto preto.

Ela sentia-se ridícula por estar usando uma roupa que ela geralmente não sonharia em vestir, sempre preferiu a sua tão amada calça jeans e a blusas simples, aquilo era demais para ela.

Enquanto caminhava pelo estacionamento vazio avistou três rapazes no canto do próprio, boa coisa eles não deveriam estar fazendo, já que a quantidade de garrafas alcoólicas aos seus pés não eram poucas.

Caminhou mais um pouco, em busca de um táxi. O que mais queria era ir para o conforto de sua casa.

Era o que mais desejava.

Porém, achando muito perigoso ficar sozinha esperando um táxi, resolveu retornar para esperar por ele perto da porta. Talvez os seguranças a ajudassem a pegar um.

Entretanto, seus planos de chegar à porta foram impedidos pelos rapazes bêbados.


(...)


Patch quando viu Nora correndo para fora da boate, fora atrás dela, porém, já na porta alguém o seguro. Uma loira que ele tinha pegado há uns dias atrás, que ele nem ao menos lembrava mais do nome.

Perdeu um bom tempo tentando se livrar da garota, mas finalmente pode ir atrás da que o interessava.

Nora o encantara, não tinha jeito, por mais que ela fosse tímida, ele gostava de seu jeitinho doce e discreto de ser. Esse era um dos motivos de não chegar nela, ele tinha medo de ser rejeitado, ele com certeza não fazia seu tipo e aos olhos de muitos, nem ela o dele.

Mas isso não impediu Patch de gostar dela.

Patch havia controlado por muito tempo o impulso de ir falar com ela, mas hoje, vendo-a sozinha, dançando a sua frente, tão entregue a música e de tão fácil acesso, o fez ir fazer o que tanto queria e assim, demonstrar um pouco de interesse.

Porém não dera muito certo, o que ele fez foi a irritar e agora ela estava sozinha em algum lugar lá fora e ele esperava que fosse em segurança.

Assim que colocou os pés do lado de fora, olhou para os lados a procura de Grey, mas nem um sinal da garota. Resolveu perguntar ao segurança.

_ Oi, você viu uma garota de vestido roxo e cabelos cacheados, passar por aqui? _ perguntou ao primeiro segurança que viu.

_ Sim, ela foi em direção ao estacionamento. _ respondeu o segurança rapidamente a Cipriano.

_ Obrigado. _ agradeceu e começou a andar na direção onde o segurança apontara.

Quando já estava na metade do estacionamento, ouviu vozes.

_ Será que você pode me soltar? _ gritava uma voz irritada, muito familiar por sinal.

Nora – pensou Patch, andando mais depressa.

_ Ah, boneca, nós bem que podíamos fazer uma festinha. _ disse uma voz masculina meio arrastada, provavelmente bêbada. _ A quatro. _ disse rindo histérico, sendo acompanhado.

_ Nunca! Largue-me, troglodita! _ gritou Grey, nervosa.

_ Não, benzinho, nós temos uma festa particular. _ disse outro, com a voz arrastada como o outro. Há essa altura, Patch já estava bem perto e já podia avistar os três caras cercando-a e um deles segurando-a pelo braço.

_ Solte-me! _ disse Nora, puxando o braço bruscamente, mas sem sucesso.

Ela não viu Patch aproximar-se, nem os outros, eles estavam distraídos, rindo da garota para notar a aproximação de alguém.

_ Não ouviram a moça, solte-a! _ disse Cipriano irritado, puxando Nora de perto dos rapazes, que devido à surpresa pelo súbito aparecimento do rapaz, largou-a.

Nora ficou atrás de Patch, sentindo-se segura, pois sabia que ele a protegeria, mas estava temerosa por ele, os homens bêbados eram três e ela tinha medo de que eles o machucassem.

_ Corra, Nora, peça ajuda. _ disse Patch à Nora, que o olhou assustada. _ Eu vou ficar bem. _ confortou-a.

_ Oh, mauricinho, você está querendo levar à nossa mina?! _ gritou o grandão que tinha agarrado o braço de Nora anteriormente.

_ E se eu quiser, o que irão fazer a respeito? _ indagou Patch petulante, dando um empurrão no homem.

E não demorou muito para os três pularem em cima do rapaz que protegia Nora, mas como o belo bad boy que era Patch, não negava briga a ninguém, nem se estivesse em desvantagem.

Vendo que Patch estava apanhando muito, pois os covardes não mediam esforços para machucá-lo, principalmente quando o próprio estava a atacar um dos bêbados, Nora tomada pelo desespero, começou a gritar por ajuda, correndo até um pouco mais à frente e avistando os seguranças da boate que notaram logo seu desespero e correram em sua direção.

Quando a garota lhes contou o que estava acontecendo, eles logo correram em direção à briga e apartaram.

Nora já quase não enxergava nada, devido a sua visão embaçada, devido às lágrimas que deslizavam pelo seu rosto, lágrimas de desespero e agora, de alívio por ver que Patch estava bem, só um pouco machucado.

Ela esfregou um pouco os olhos, tentando assim, conter um pouco das lágrimas e voltar a enxergar direito.

_ Você está bem? _ perguntou chorosa, ainda nervosa.

_ Sim, só alguns arranhões, nada demais. _ disse Patch, fazendo pouco caso, sorrindo.

Nora não se conteve e correu em sua direção, abraçando-o forte.

Patch reclamou um pouco quando a garota chocou-se contra seu corpo machucado, mas relaxou e apenas sentiu seu abraço e suas lágrimas que voltavam a cair por seu rosto.

_ Por que está chorando? _ perguntou, afastando-se um pouco para olhá-la melhor e com o polegar aparou algumas lágrimas.

_ Eu fiquei com tanto medo, pensei que eles fossem te matar e seria tudo culpa minha. _ disse exasperada, chorando mais ainda.

_ Não chore, Nora, eu faria qualquer coisa por você. _ confessou em um sussurro. _ E eu nunca deixaria aqueles idiotas lhe fazerem algum mal, nunca. _ disse com raiva, pois se não houvesse chegado a tempo, não podia nem imaginar o que teria acontecido à Nora.

Nora não conteve o sorriso com sua declaração, aonde, que não fosse em sonhos, que Patch Cipriano iria lhe declarar isso?!

_ Você está todo machucado. _ disse Nora, sem se conter, acariciando o rosto perfeito de Patch. _ Você precisa de cuidados. _ disse, preocupada.

_ O melhor cuidado que poderia ter, seria em suas mãos. _ disse ele, sorrindo presunçoso logo em seguida.

Nora se sentia tão boba naquela noite, cada palavra que Patch dizia a deixava mais encantada por ele.


(...)


Depois de passarem em uma farmácia que ficava aberta 24h, e ter sido cuidado, Patch e Nora caminhavam pelas ruas de sua cidade, próximos a praia, Patch parou-a.

_ O que foi? _ perguntou ela confusa, ele apenas sorriu maroto.

_ O que acha de um passeio pela praia? _ perguntou ele.

_ Há essa hora? _ indagou Nora, estava muito tarde, já se passava das 4h da manhã e em breve o sol nasceria, e ela ainda nem em casa estava, torcia para que sua mãe não estivesse preocupada, esperando-a.

_ Sim, vamos, Nora, estamos tão perto, não lhe custa nada. _ disse convincente, até demais, pois Grey topou na hora, apenas assentindo com a cabeça em concordância.

Como ela podia negar um pedido a Patch?


(...)


Caminharam pela praia, até pararem no meio da própria, onde já se podia ver o começo do nascer do sol.

_ Fiquei sabendo que o nascer do sol aqui é lindo. _ confidenciou com um sorriso nos lábios, Nora apenas assentiu, olhando para o horizonte e imaginando como seria.

Patch jogou-se na areia, sentando-se de qualquer jeito e olhou de soslaio para Nora, que continuava em pé, revirou os olhos e a puxou para baixo, fazendo-a sentar-se entre suas pernas.

Nora sentia-se um tanto desconfortável com a aproximação entre os dois. Eles nunca estiveram tão próximos, e ela gostava disso, pelo menos naquela noite estava vivendo um sonho.

Nora observava o horizonte concentrada, notando que o sol já começava a se levantar por lá, uma visão de tirar o fôlego.

_ Nora. _ sussurrou Patch, rente a sua orelha, fazendo com que a menina arrepiasse toda, e ele não deixara de notar, sentindo-se satisfeito por causar algum efeito sobre ela.

Ele que não fazia idéia dos efeitos que causava a ela.

Por Patch chamar seu nome, Nora, que estava encostada em seu peito, virou-se para ver o motivo dele estar chamando-a. E ao encarar aqueles olhos negros e intensos, sentiu-se mole, aquele olhar ainda acabaria com sua sanidade.

Patch não se conteve mais e inclinou-se para um pequeno selinho, que pegou a menina de surpresa.

Vendo que ela não tinha reação alguma, ele continuou a aprofundar o beijo. Logo ele estava pedindo passagem com a língua, que não demorou muito a conceder, fazendo assim com o beijo tornar-se mais profundo e intenso. Ela parecia em órbita, seu corpo que respondia a Patch, pois ela ainda estava em choque. Suas mãos por conta própria entrelaçaram-se nos cabelos do rapaz, fazendo com que o beijo se tornasse mais e mais intenso.

Os dois estavam amando a sensação de sentir o outro em seus braços, Patch segurava a cintura de Nora possessivamente, colocando-a mais ainda ao seu corpo.

_ Patch. _ murmurou Nora entre os beijos.

_ Hum? _ resmungou Patch, não querendo quebrar o beijo.

_ Estamos indo rápido demais. _ disse a garota, desvencilhado dos braços do rapaz.

Ele a olhou sem entender nada, franzindo a testa, vendo a levantar-se assustada e sair correndo.


(...)

Uma semana depois...

Mesmo depois de uma semana, o beijo ainda permanecia em seus pensamentos, Nora sempre se pegava pensando no beijo que trocou com Patch e na burrice que fez ao sair correndo.

Patch havia sumido desde aquele dia e ela não sabia por quê.

Ela encontrava-se totalmente frustrada pelo sumiço do rapaz.

Nora não parava de se perguntar se o motivo dele ter sumido, não era ela ter saído correndo naquela noite na praia.

Nora encontrava-se sentada em um dos bancos no pátio da faculdade, olhando melancólica para o nada, sua visão já havia até tornado-se turva devido ao tempo que estava parada daquele jeito, sem piscar.

Então que surge, meio desfocada, uma rosa vermelha à sua frente, ela piscou os olhos várias vezes, para poder ver direito a rosa e a pessoa que a estava entregando.

Quando notou que ela o olhava, abriu um sorriso e a cumprimentou.

_ Olá. _ disse, sorrindo torto. Nora nada disse, apenas ficou o encarado sem expressão alguma, mas feliz por dentro. Estava morrendo de saudades de vê-lo, principalmente de seus sorrisos. _ Sabe, é educado cumprimentar as pessoas quando essas por sua vez, cumprimentam-na. _ disse sorrindo debochado.

_ Não sei se devo cumprimentar alguém que some sem dar notícias por uma semana. _ disse desgostosa, encarando-o irritada, logo levantou e começou a caminhar pelo campus sem nem ao menos ligar por ele estar conversando com ela. Mas Patch não se intimidou com isso, ela estava com raiva, e com razão. Porém, não seria agora, que ele conseguiu tê-la, que iria desistir tão fácil, então começou a segui-la.

_ Ah, Nora, qual foi?! _ disse, enquanto a seguia. _ Espere-me, eu quero falar com você. _ gritou atrás dela, que diminuiu um pouco os passos, e logo ele se colocou a frente dela, não a deixando passar.

Nora ainda podia ver os machucados pelo seu rosto, os que não tinham cicatrizado ainda.

_ Diga logo, Patch, estou sem paciência. _ disse ela irritada, batendo os pés sem paciência e encarando-o.

Ele respirou fundo, como se tomasse coragem para algo.

Foi então que ele a segurou pelos braços e a puxou para o segundo beijo que eles já trocaram na vida.

Um beijo urgente, cheio de saudade e paixão. Através daquele beijo cheio de significados, ela notou o quanto o amava.

Quando o beijo acabou, os dois tentavam recuperar o fôlego, Nora encontrava-se aturdida com a atitude do rapaz.

_ Mas... _ ele não a deixou terminar de falar, colocou dois dedos em seus lábios, impedindo-a.

_ Por favor, não estrague o momento. _ disse ele sincero, olhando-a intensamente com seus olhos negros, que brilhavam mais que nunca. _ Melhor? _ perguntou presunçoso. Nora apenas o fulminou com o olhar, como ela gostaria de estrangulá-lo. _ Nora, eu sei que fui um idiota. _ disse Patch, suspirando pesadamente, arrependido de tê-la agarrado. Nora sentiu-se vitoriosa por fazer o irreverente Patch, render-se. _ Eu só não sei como dizer uma coisa, não sei como começar. _ confessou, desnorteado.

_ Que tal pelo começo? _ sugeriu Nora, sorrindo debochada, ela estava adorando isso.

_ Bom, adorei aquela noite e adoraria repeti-la. _ disse ele brincalhão, sorrindo torto.

_ Deixe-me ver se entendi; isso é um convite para sair? _ indagou Nora, arqueando uma de suas sobrancelhas, olhando-o intrigada.

_ Sim. _ confirmou ele sorrindo.

_ A que horas irá me buscar? _ perguntou, sorrindo, cedendo ao amor de sua vida.



Notas finais
O que acharam?Espero reviews e recomendações. XDashashashashhashsahashSe quiserem mais fics sobre sussurro,é só pedir que eu tento fazer.ashashashsahashhsahasBjosE POR FAVOR ME FAÇAM FELIZ,COMENTANDO MUITO.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!