One and Only

8 Capítulo 8


Notas iniciais
Hey pessoas! Aqui estamos de novo! Esperamos que gostem desse capitulo, como concordamos, esse capitulo foi delicioso de escrever, ele fluiu naturalmente. A gata Lê esta dodói e manda bjs. Mandem pensamentos positivos para ela ^^ hey gata, melhore logo! Boa Leitura!!

Vários dias depois, Rose rolava na cama, totalmente exausta, outra noite em claro. Os dias seguintes após Alex voltar foram um verdadeiro inferno na vida da garota, 1º: ela não suportava a namorada do Alex. 2º: ela não teve a oportunidade de culpá-lo ou xinga-lo pelo motivo 1.

E pra piorar a situação, sua mãe já estava de pé em pleno sábado, fazendo barulho e garota só queria dormir por pelo menos uma semana sem nenhuma interrupção. Era pedir muito?

Infelizmente sua tão esperada folga seria adiada, a Meg tinha que encontrar um fornecedor naquele dia e havia pedido, ou melhor, implorado pra ela abrir o antiquário no período da tarde. O único da cidade só para constar. E ela, é claro não podia dizer não para sua chefa. Ou seja, ela tinha pelo menos algumas horas pra tentar dormir um pouco.

Ela faria isso imediatamente, mas como dizem por ai: felicidade de pobre dura pouco.
Sua mãe abriu a porta do quarto num supetão a assustando.
— filha você tá dormindo? – Mais a Sra. Dunne não esperou resposta e continuou.
— Porque você não me contou que o Alex vai ser pai? –Ela quase gritou sentando no espaço pequeno que a filha havia desocupado. – O que? Onde você ouviu isso mãe.
— Meu Deus! Estou horrorizada, sempre achei que vocês dois... Bom, que vocês tinham algo. Você sabe. – Ela olhou bem para Rosie que se sentiu desconfortável. Que ótimo! Sua mãe também pensava que eles eram um casal.
— E agora isso? Meu santo senhor, os pais dele vão ficar loucos! A Vivian veio agorinha me contar.
— Vivian? Mãe! A senhora acreditou na pessoa mais fofoqueira da rua? É óbvio que a Karen não está grávida! – gritou ela assustando-se pela reação exagerada.

A sra. Dunne estudava o semblante da filha, era visivelmente notável que a filha estava sensível nos últimos dias e que vinha se comportando estranha ultimamente.
— Desculpa mãe, eu não quis gritar ou ser ríspida. Eu só... É que... Esses

dias tem sido turbulentos. Só não acredite em tudo que a sra. Sullivan fala. Ela não é confiável.

Rose não entendeu o porquê do medo que sentia agora. Pensar em Alex sendo pai era impossível, e muito menos com uma garota que ele nem conhecia direito. E a ideia da Karen carregar um filho do Alex, arggh! A fez querer vomitar.

— Bem, se depender da torcida da vizinhança ou dos stewart’s não vai demorar muito para ter um casamento. Todo mundo ama a Karen.
Ontem mesmo estava conversando com a Sra. Stewart e ela me falou se gabando claro, que não poderia ter pedido uma nora melhor, eu até a entendo sabe querida, se você fosse um rapaz, eu também ficaria feliz... – Rosie revirou os olhos num gesto, como se dissesse que aquilo era um absurdo! Inacreditável, como isso estava acontecendo?

O que tinha de tão especial naquela garota? Ela era metida, mandona. E... Tinha algo estranho nela. Não era porque tinha aquele conflito envolvendo o Alex ou o que estava acontecendo ente eles naquele momento, mas aquela Karen era uma pessoa horrível. Pelo menos ela não era a única que via quem realmente ela era. Lily também a odiava. Mas, no entanto ela era uma criança e estava naquela fase de odiar e achar todos chatos.

—... Tenho que admitir que ela é realmente maravilhosa. tão atenciosa. – Continuou a Sra. Dunne. – Ontem a encontrei e nunca conheci uma garota tão simpática. E é tão linda, acredita que ela nem precisa fazer academia. A única coisa que ela faz pra manter o corpo é... Como se chama mesmo? – Rose olhou incrédula para a mãe. Aquilo não podia estar acontecendo. Até tu brutos? – ela queria dizer, mas se segurou.

— ... Ah lembrei, é yoga. Isso mesmo! Ela falou que vai da umas dicas pra você. Ela já te adora, seria ótimo você ter uma boa influência. Ela é tão chique.

—Okay mãe, já entendi. Karen Winters é perfeita, pode me deixar dormir agora? – pediu ela educadamente se cobrindo em seguida e assim encerrando a lista interminável, das perfeições que daquele anjo de candura chamada Karen perfeita winters.

Com muito custo Rose baixou o olhar para si própria, seu busto era uma "A", o que era ótimo, porque quando os anos e a gravidade desse o ar da graça, Eles estariam ali, firmes e fortes. A Karen podia ser loira, alta, elegante e avantajada. Mas estava na cara que era silicone.

~~~~~~

Se acordar cedo era um martírio e contribuía para a lista de desastres na vida daquela garota, acrescente uma mãe mandona e histérica por pães frescos às oito horas da manhã. A ideia de voltar a dormir foi totalmente frustrada pela mãe da garota, que a obrigou sair de casa protagonizando um zumbi, se os produtores de The Walking Dead a tivessem visto naquela manha, com certeza daria tudo por tê-la no elenco.

Ao chegar ao café, lanchonete, padaria dos Huston’s ela ate esqueceu-se dos seus infortúnios, havia no ar aquela fragrância deliciosa do melhor café do mundo.

Naquele horário havia pouca gente, o auge era mais tarde, porque alem de servir variáveis produtos, ali também era um point de encontro dos jovens. No segundo andar havia um espaço dedicado aos jovens que vinham estudar ou simplesmente passar um tempo lendo os livros da pequena coleção do Phill.

O Phill era um dos herdeiros do lugar que vinha seguindo a tradição da família, que era uns dos fundadores do povoado.E ele era a melhor pessoa que Rose conhecia. E ela o adorava desde criança e tinha que admitir que ele havia feito um belo trabalho naquele lugar.

Rose foi direto ao balcão e descobriu que demoraria uns minutos para a nova fornalha de pão, e bem, ela não poderia voltar para casa sem os malditos pães. Então ela resolveu se distrai um pouco. Ela ia para o freezer dos bolos, ela adorava vê-los rodando, aqueles cheios de coberturas lindas e artísticas. Ao se virar viu a sra. Sullivan e tarde demais tentou se esconder, ela começou a correr mas aquela senhorinha pequena era muito rápida.

— Hey Rose querida. Espere!

Rose a contra gosto se virou e a cumprimentou.

— Por onde você anda? Faz tempo que não vejo essa carinha linda. Você já sabe da novidade? Embora,fui pega totalmente de surpresa! Achei que veria o casamento de vocês dois. Mas enfim, qual foi a minha surpresa, O garoto viajou e já trouxe uma mulher lindíssima e grávida por sinal.

— Senhora sullivan acho que se enganou, ela não esta grávida.

— Como não grávida! Há dois dias a encontrei no supermercado e ela estava no corredor infantil, tinha sapatinhos de bebê nas mãos. Ai, eu me aproximei e perguntei se ela estava grávida, e ela confirmou.

— Como?! – Rose falou um pouco alto assustada chamando atenção das outras pessoas. – Ela disse com as próprias palavras? – Rose a questionou. A Sra. Sullivan parou por um momento tentando lembrar, e finalmente disse. – Não, ela só riu e se afastou. Mas é claro, que como sou observadora, notei que ela deu a entender. Mas, como sabe querida, odeio falatórios, então tenha cuidado. Eu tenho que ir, mande um beijo pra sua mãe.

Rose ficou ali, perplexa, o que aquela garota estava tramando, será que ela havia feito tudo de propósito? Ela própria causara o falso rumor? – Uma mão pousou em seu ombro direito, ela achou que a sra. Sullivan tinha voltado mas era o Phill.

— Hey, o que há de errado? – perguntou ele pondo um copo de café fumegante nas pequenas mãos da Rose.

— Nada de mais, obrigada pelo café! – Como anda a construção?

— Esta quase no fim, graças a Deus! – ele respondeu com aquele sorriso caloroso, que fazia parte dele. – Por que não vai lá da uma olhada? – disse ele acenando para as escadas.

Rose agradeceu mais uma vez e fez o que ele havia sugerido. No andar de cima ela se voltou e ficou olhando tudo aquilo.

O café dos Huston's nunca perdia aquele sentimento nostálgico, aquele de estar em casa, o cheiro que vinha do forno a lenha, o aroma do café recém-coado e do pão quentinho e fresco. Aquilo tudo fazia parte da vida da garota, que sempre ia lá quando queria pensar na vida.

Mas o lugar mágico era trás da porta “apenas funcionários” ali era onde acontecia a parte mais mágica daquele lugar. Era a toca do coelho, como ela o chamava. Era um estúdio, que o Phill havia construído, onde guardava seus preciosos livros, as fotos da família. E todo seu trabalho.

Ele foi um talentoso pintor em sua juventude, mas um acidente o deixara com varias sequelas e uma delas era uma mão atrofiada, o que o impossibilitou de continuar sua carreira promissora. Mas apesar de tudo ele nunca desistiu e passou a dar aulas de graça para as crianças, ela mesma fora uma aluna dele. Mas, como todos concordaram, ela não era boa o suficiente. E convenhamos, ela só entrou na turma por causa dos irmãos Stewart, Alex era o melhor da turma, ela sempre achou que ele continuaria. Mas aquela tragédia o abalou e ele não quis mais pintar, era demasiado doloroso.

Rose olhou para os lados se certificando de que ninguém a visse. Era tipo um segredo, só ela, Alex e o Sr. Phill compartilhavam. Aquele lugar foi descoberto por acaso, quando eles ainda eram crianças e Phill os deixou explorarem o lugar, parecia um sótão cheio de tesouros e coisas preciosas, ali era onde os jovens planejavam as aventuras e descobriram como era mágico o mundo dos livros.

Foi ali no chão, onde ela e Alex leram o livro “Vinte Mil Léguas Submarinas” Onde discutiram quem seria o dono do Náutilus ou quem seria o capitão Nemo. A garota riu enquanto passava pelas telas ainda empoeiradas do Phill.

Mas aquilo tudo iria mudar, porque o Phill resolveu abrir o estúdio para o publico, e logo seria inaugurado. Ela entrou e ficou olhando silenciosamente, aquilo nunca mais seria seu esconderijo, era tão triste. Mas em contrapartida, era maravilhoso! O mundo tinha que ver aquelas obras-primas.

O chão de madeira brilhante dava um toque de sofisticação e aconchego, as paredes eram pintadas de um azul céu vívido deixando espaço para grandes janelas, tinha uma parte cheia de fotos antigas, ainda em preto e branco, varias fotos dos atores mais antigos de Hollywood e toda historia do cinema, era um dos hobbs daquele senhor gentil e caloroso. Tinha também varias fotos da cidade, uma Ellicot City bem antiga. Era como estar em um museu cheio de relíquias.

Ela inda bebericava seu café quando foi atraída por uma parede, era um mural. Tinha algo desenhado. E era a primeira vez que ela a via. Se aproximando ela pode notar o desenho, tinha três crianças, um menino corria contra a brisa enquanto as duas a olhava com olhar melancólico, a menina segurava a mão do garoto ao lado. Tinha varias flores os cercando, e analisando bem o desenho, ela notou que era um pôr do sol, brilhante e de tirar o fôlego. O garoto que corria em direção do sol estendia sua pequena mão, era como se ele quisesse se fundir com o sol. Era melancólico, lindo e devastador.

Rose se surpreendeu quando sentiu seus olhos marejados, aquela cena, que eram borrões trabalhados em cores brilhantes havia tocado no fundo da sua alma. E o autor talvez quisesse isso, mostrar o melancólico, a tristeza. Ela foi tirada das suas indagações pelo barulho da porta sendo fechada.

— Phill, esse mural é maravilhoso! – disse ela sem virar. – Quem é o autor? Eu sei que não foi você, pois conheço suas pinceladas. – disse ela se virando.

— O que você gostou nele?

— Alex... – ela disse atordoada. – Oi – o cumprimentou envergonhada. Ela odiava mostrar suas lagrimas, será que ele havia visto?


O Garoto havia visto sim, fazia um tempo que ele havia entrado naquele lugar, só que ficou calado para não assusta-la. E fazia tempo que não ficava olhando para ela sem que ela percebesse, tipo era um hobby estranho, meio bizarro, que ele havia adquirido desde criança. Mas o que ele podia fazer, ela era como uma tela em branco que ia sendo pintada pelas suas emoções, era fascinante de se ver quando ela sorria, ou simplesmente ficava concentrada em algo. E vê-la se emocionar com a pintura foi um soco na boca do estomago. Ela era assim, sensível. E ele adorava esse seu lado.

E ele ficaria assim, olhando-a o dia todo se pudesse, mas sabia que havia pisado na bola, que deveria ter contado sobre a namorada, e todas as merdas dos últimos dias.
— Você esta bem? Algo errado? – Ele a conhecia bem demais, sabia que ali seria o primeiro lugar que ela iria quando estivesse tendo um dia difícil.

— Não, tudo bem. – Mentiu ela, desviando o olhar e ele também sabia quando ela estava mentindo. – Só esperando o pão e você esta tudo bem? – A garota também o conhecia bem, e notou as olheiras, ambos eram como zumbis naquele dia.

— Esta tudo bem, obrigado. – você soube que o a inauguração vai ser no próximo mês?

— Serio? Ele não me falou isso. Ele deve ter esquecido.

Ela notou que Alex estava vestido com sua camiseta do time de futebol americano que ela sempre dizia que iria roubar e segurava um copo de café, botando a mão livre no bolso, ele sempre fazia isso quando estava nervoso.


— Então vamos aproveitar os últimos momentos que nos resta, aquilo soou assustadoramente, e ela tentou se explicar melhor. – Quer dizer, a partir do próximo mês, esse lugar não será o mesmo.

— Você tem razão. – disse ele se sentando no chão, ela sentou-se ao seu lado segurando firmemente o copo de café, que agora estava meio frio.

Um silencio prolongado se instalou entre os dois.

—Hey – dispara ele. – Hoje é sua folga? – Ela olha pra ele surpresa pela mudança de assunto e por ele saber que ela estava trabalhando.

— Sua mãe me contou no outro dia.

— ah, quem dera, prometi a Meg que abriria a loja à tarde, ela teve que viajar pra encontrar um fornecedor.

Uma lufada de ar frio os atinge onde eles estão sentados, ai eles se dão conta que esta chovendo.
Da ultima vez que eles tinha estado ali o lugar esta totalmente uma bagunça, aquele tipo de bagunça encantadora. As paredes ainda eram brancas e nuas, agora de onde eles estavam dava para ver as telas e o mural. Rose ainda olhava fascinada para a pintura.

Aquele lugar era onde ele podia ser eles mesmos. Sem contar que havia aquela vista do centro da cidade e do parque municipal. Onde eles simplesmente ficavam sentados dividindo o fone e escutando uma balada dos anos 80. Sim eles eram desses.


Agora o lugar estava mudado, era até irônico, porque representava o que estava acontecendo entre eles, esse afastamento, os silencio prolongado, o desconforto, aquela sensação de estar pisando em ovos. Desde quando eles tinham que ter cuidado para falar um com o outro?


—Você gostou? – ele perguntou empurrando-a com o ombro enquanto acompanhava o olhar dela para o mural. Aquilo a fez despertar, se afastando rápido demais. Aqueles arrepios não acabavam. – Desculpa não te quis assustar– Ele se desculpou sem se virar. Dando a oportunidade dela o olhar de relance. Ele vira a cabeça e a pega de surpresa, ela desvia o olhar para o mural e responde.

— Não me assustou, e é lindo! Mágico... Da pra sentir a melancolia, a tristeza do garoto e da garota, a plenitude do garoto que corre atrás do sol. A emoção, eu não sei explicar. – Brotou um sorriso sapeca em seus lábios quando por um instante ela se imaginou na cena, a garota podia ser ela correndo atrás do sol também. Isso sempre acontecia quando gostava demais de alguma coisa, ela queria sentir na pele, a sensação, a emoção. –Aliás, quem é C.N? – nunca ouvi falar dele, ele é um ex-aluno do Phill? Rosie contornava lentamente o desenho com os dedos no ar.

—Não sei também, eu perguntei a Phill e ele disse que o autor quer permanecer anônimo – O garoto não conseguia tirar os olhos da garota, que tinha os olhos cravados no mural, como se tivesse reverenciando fascinada e isso o deixava perplexo.


—Não vejo razão nisso, o mundo deveria ver a sensibilidade desse pintor! O que se passa com esses artistas excêntricos hoje em dia? – disse ela se voltando com um sorriso.
— Bom, às vezes, ele deve ter uma boa razão. – Mas fico feliz que você gostou, acredito que ele ficaria encantado por você ser uma fã dele.

— O pior é que agora eu o quero conhecer! Vou tentar descobrir com Phill, nem que eu tenha que virar uma fã maluca, você sabe, que quando os fãs querem descobrir algo de um ídolo eles vão até os confins da terra!

— Nossa, agora estou com pena desse pobre pintor!

— Hey! – disse ela o empurrando e caindo em cima dele no processo, ele a pega pelo pulso e a mantém no lugar. Um calor irradia entre os dois, Rose engole a saliva dolorosamente nervosa. Ela tenta se libertar, mas ele a segura firme.

Alex tem uma expressão entre sentimentos feridos e desejo. – O que esta acontecendo com a gente? – ele se pergunta mentalmente.

Ela quer o olhar, mas não tem coragem. Ela encara o emblema da camisa que ele esta usando, como se fosse à coisa mais interessante do mundo. Ela começa a tremer, tudo que havia acontecido acumula junto com o medo de perdê-lo, do lugar deles estar mudando, ele com a Karen. Ela se deixa cair em cima dele num abraço, e quando se da conta esta chorando, pequenos soluços a fazem balançar. Ela sente a mão dele afagando sua cabeça e aquilo é tão bom, que ela poderia ficar chorando para sempre.

Mas ela se afasta e eles se sentam um de frente ao outro. Ele afasta alguns fios do cabelo grudado no rosto dela e sorri, ela retribui envergonhada pela perda de controle. E ele não faz perguntas, o que é bom naquele momento, mas a serenidade do local muda quando eles escutam a voz.


—Alex? Você está ai em cima? – PUTA QUE PARIU! Foi exatamente isso que o garoto teve vontade de gritar. Não que Karen seja chata, mas ela não desgruda dele nem por um segundo que seja. Ele sentiu a garota se afastar em um pulo vendo seus olhos ainda marejados e olhando para a entrada. E ela odeia a ideia daquela garota invadi o lugar secreto deles.

Mas é tarde demais e a Karen abre a porta e para estática ao vê-los bem próximos. Ela da uma risada forçada e olha com desprezo pra Rose.
— O que vocês estão fazendo aqui nesse lugar sujo? – Ela perguntou num tom acusatório e ri pra quebrar o clima que criou.
— Estávamos vendo o trabalho incrível que fizeram no mural. – diz Rose apontando para a parede.

A Karen se vira e olha clinicamente para o mural e ri cínica. – É tão... Medíocre, essas misturas de cores, esse conceito... Eu diria que foi feito por crianças. – Ela se vira para Rose a olhando de cima a baixo e fala. – Mas, ninguém tem gosto igual certo? Você achou incrível, eu achei bobo. Tem pessoas que tem conceitos inferiores. – ela diz isso e olha assustadoramente para Rose, que não desvia o olhar e retruca em seguida. – Você estar certa, tem pessoas que se acham muito criticas culturalmente, mas às vezes nem sabe do que falam.

A Karen ri aceitando o desafio e se vira para o namorado que estar naquele momento olhando alternamente para as duas garotas. – Baby. Achei que tinha fugido de mim. – Ela o empurrou e tasca um beijo no garoto que foi pego de surpresa.

Rose já tinha aguentado demais, ela se vira e os deixa, mas antes de se afastar ver o olhar da Karen, que diz: Eu venci, tenho o Alex! Ela estava de brincadeira? Aquela garota era maluca! E Rose estava cansada daquilo tudo, dos dramas do Alex e de suas bagagens.

Notas finais
Então gente? Gostaram? comentem, faça-nos felizes!! xoxo e até a próxima! :3