Notas iniciais
E aí galera!
Enfim, finalmente cheguei ! HAHAHA'
Me desculpem pela MEGA demora. Eu estava sem ideia e também estou ocupada com uma promô no twitter, então fiquei meia sem tempo para escrever e hoje finalmente resolvi dar uma escrevida.
Minhas aulas voltaram, então eu acho que vai ficar mais facil de postar... eu acho. HAHA'
Mas é isso aê, espero que gostem do capítulo, e obrigada pelos comentários *-*

- Se você quiser descobrir coisas do seu passado... — ela começou. — Você vai ter que ir até New Orleans. Não sei por quê. Mas as bruxas apenas me indicaram isso, Low. Você vai procurar por Katrina Well. É uma bruxa também. — ela terminou.

- Entendi... Mas só isso Bonnie? – perguntei desanimada.

- Sim, por enquanto sim Low. Elas não me indicaram mais nada. — falou.

- Ah tá. — sorri.

- Oi. — Car entrou com Klaus na sala.

- Olá... — respondemos.

- Barbie! — Damon saudou-a e sorriu.

- Temos uma novidade! — falou animada. — Eu e Klaus vamos passar alguns dias na Itália.

- Uau... — sorri. — Boa viagem, e que voltem logo.

- Vamos partir amanha... Creio que no próximo final de semana estaremos de volta!

Olhei para Damon e ele fez um sinal bem discreto para irmos embora.

- Bom gente... Está tudo ótimo e legal, vou embora e vou pensar com o que eu faço para ir para New Orleans.

- Voce vai para... New Orleans? — Klaus perguntou.

- Sim... Preciso saber mais sobre mim mesma. — falei.

- Boa sorte! — ele falou. — Espero que consiga...

- Vamos Damon? — ele encarou Car e assentiu.

Saímos da casa de Bonnie e estávamos indo para algum lugar que ainda Damon não falou.

- Aonde nós vamos? – perguntei.

- New Orleans. – ele sorriu sarcástico.

- Eu tenho que falar com Larry ainda Dam! – falei um pouco alto.

- Despois ligamos para ele!

- Não! Ele jamais me deixaria sozinha com você! – falei. – E, além disso, eu tenho medo de você!

- Isso é ótimo... – sorriu.

- Damon...

- Apenas relaxe Lowrayne! Eu não vou matar você! – ele falou. – Tudo bem que eu sou mal e faminto... Mas não teria coragem de nada disso... – sorriu.

- Besta! – reclamei. – Larry vai querer matar você! E além do mais, eu estou sem nenhuma roupa!

- Eu sou um vampiro mal, esqueceu?

Dei de ombros e tombei a cabeça para o lado, talvez para dormir. Mas ao invés disso, vários pensamentos vieram a minha cabeça, tornando uma confusão daquelas.

De onde eu vim? Quem são meus pais? Será que eles ainda são vivos? E o mais importante... Será que eles nunca quiseram saber de mim?

Será que eu conseguiria perdoa-los por me abandonar na porta de um estranho?

Tantas perguntas... Porque eles me deixaram? Eles não me amavam? Qual foi o motivo? Eu preciso realmente saber!

Vivi dezessete anos longe deles, então não sei qual vai ser a reação deles ao me ver. Se eles lembrarem de mim, claro.

- Psiu... – ouvi a voz de Damon.

- Hm? – resmunguei.

- Tá pensando no que? – ele perguntou.

- Ah, nada de mais... – sussurrei.

- Nos seus pais... – ele tirou a própria conclusão.

- Como sabe? – perguntei.

- Não sei... Apenas... Hmm... Pensei. – falou pausadamente. – Mas qual a sua duvida?

- Damon, e se eles não se lembrarem de mim, ou até mesmo não me aceitarem? – perguntei.

- Ei Low, não fica assim... Pensa positivo... – ele falou. – Que troxa eu... Dando conselhos...

- Sério, por mais que seja troxa, obrigada! – sorri.

Continuamos a viagem e eu acabei dormindo... Como sempre, dorminhoca de plantão.

***

Abri os olhos e o carro estava parado. Olhei para fora do carro e o céu já estava escuro.

Saí de dentro do carro e pude observar uma lojinha de conveniências. Assim que abri a porta, o sino tocou e assim, ganhei a atenção de vários caras que bebiam cerveja lá dentro.

Fui pra geladeira onde tinham varias latas de refrigerante. Peguei uma Coca-Cola e quando fui me virar, levei um susto com Damon. Reprimi o grito e bati em seu peito de leve.

- Idiota! – falei. – Levei um belo susto.

- Eu sou mal, mas nem tanto né? – sorriu de canto.

- Aí... – ouvi a voz de um cara. – Deixa a menina em paz ou sou capaz de chamar a polícia.

- Não... – Damon falou.

- Sai de perto da garota agora! – o homem mandou.

- Calma, senhor... – arregalei os olhos. – Ele é meu amigo!

- Tem certeza? – o cara perguntou.

- Claro que sim! – revirei os olhos. – Paga pra mim BadBoy. – falei para Damon.

- Folgadinha! – deu um tapa na minha bunda.

Encarei-o seria e saí em direção ao carro, tomando meu refrigerante. Por dois minutos, senti falta de Deeck. Realmente, não deveria ter feito tudo aquilo, ter aceitado aquele beijo maravilhoso do Damon. Peguei meu celular, e nenhum sms dele. Coisa que a cada cinco minutinhos tinha para eu ler.

- O que houve? – Damon perguntou.

- Nada... – falei.

- Sente falta dele? – ele perguntou.

- Você... Lê mentes? – perguntei cerrando os olhos.

Ele sorriu e abriu a porta pra mim, fechando-a logo em seguida. Deu a volta pela frente do carro e abriu a porta, acomodando-se em seu lugar.

- Não, eu não leio mentes. Apenas... Sinto o que as pessoas sentem.

- Tudo bem... Eu sinto falta dele sim. – admiti. – Penso que não deveria ter deixado aquele beijo acontecer daquela forma.

- E porque não? Era apenas um jogo! – Damon deu de ombros.

- Por ser apenas um jogo, pegamos pesado demais. Ainda mais na frente do Deeck. – respondi.

Ele levantou levemente as sobrancelhas, e pude perceber que para ele, o assunto estava encerrado.

Virei para o outro lado da janela e ele deu a partida no carro.

Comecei observar as estrelas, e elas pareciam brilhar mais do que o normal.

***

- Chegamos! – Damon falou.

Abri a porta do carro e desci. Observei uma loja de roupas de longe.

- Que tal, fossemos comprar algumas roupas? – perguntei. – Vamos precisar.

- Comprar? – ele riu sarcástico. – Tudo bem!

Entramos na loja depois de atravessar a rua e eu comecei provar algumas roupas. Pretas, mas é claro. Eu adoro cor preta.

Depois da 2ª ou 3ª peça, saí do provador e girei na frente de Damon.

- Como estou? – perguntei.

- Incrivelmente linda, mas já podemos ir embora né? – ele falou. – Já foram várias.

- Não tantas! – falei. – Mas sim, vamos.

Voltei para o provador e tirei a roupa, colocando a minha.

Saí com as sacolas e ele saiu logo atrás de mim, depois de ter pagado, sei lá.

Ele puxou minha mão e logo estávamos dentro de um hall de hotel.

- Suíte presidencial, por favor. – ele pediu.

- Separadas Damon! – resmunguei.

- Tem dois quartos. É como se fosse um apartamento. Relaxe!

Relaxe, relaxar meu dedo no teu...

Espantei as palavras da minha cabeça e voltei o olhar para o espaço de recepção.

Assim que ele pegou as chaves, às 23h30min, chamamos o elevador e subimos para o quarto.

Ele abriu a porta e deixou-me entrar em sua frente.

- Eu quero uma coisinha... – ele mostrou seus dentes.

- Tombei um pouco a cabeça para o lado para ele se aproveitar do meu sangue. Senti seus dentes sendo cravados em meu pescoço e seguido de uma simples ardência. Depois de satisfeito ele soltou meu pescoço e lambeu, fazendo parar de escorrer o sangue e também causando arrepios em minha pele.

- Quer? – ele sussurrou no meu ouvido, indicando-me seu pulso.

- Não... – falei.

- Mas... A gente sempre faz troca... – ele sussurrou.

- Eu sei... Mas eu não quero mais.

Tirei suas mãos de mim e me joguei na cama de barriga para baixo.

Notas finais
E aí? Bom, comentem, favoritem e recomendem *-*
E ah, LEITORES FANTASMAS, apareçam, porque a opinião de vocês também vale e muito!
Beijo beijo pra vocês, e até mais ;*