Notas iniciais
Aê ! ♥
Desculpem minha mega demora :/ estava sem ideia sem tempo, sem tudo, milhões de desculpas minhas divas leitoras!
Mas por favor, não se esqueçam de mim :c
Enfim, to aqui com mais um, espero que você gostem, e obrigado pelos comentários, espero que vocês continuem aqui comigo!
Vou me esforçar mais para conseguir postar com mais frequência ok?
Love u.
Boa leitura! x

Lowrayne Witchlook

Passava-se de 16h da tarde, quando a campainha tocou naquele chuvoso dia de Mystic Falls. Levantei sem nenhuma vontade e fui atender a porta. Dei de cara com Caroline e Klaus de mãos dadas me encarando. Pestaneei algumas vezes e finalmente acordei.

- Hmm, entrem. — dei espaço.

Eles entraram e eu os convidei a sentar-se.

- Beber alguma coisa? — perguntei.

- Não obrigada, viemos apenas para acertar as coisas Low. — Car sorriu para mim.

- Hmm, tudo bem... — falei.

Mordi o lábio um pouco aflita e assim eu senti o olhar dele queimando sobre mim.

- Então Lowrayne... — ele se pronunciou. — Me desculpe por ter sido tão estupido com você, eu não deveria. Mas naquele momento, eu fiquei sem reação... — ele me encarou dessa vez. — Não esperava por uma surpresa dessas...

- Sem problemas Nick... — falei. — Só queria saber porque fui abandonada com Larry.

- Eu não sabia da sua existência Low. — ele falou. — Tatia nunca me contou... Alias, nós encontramos uma única vez.

- Entendo. — falei. — Você não faz ideia de onde ela pode estar? — perguntei.

- Nao Low. — respondeu-me. — Mas se você quiser ajuda...

- Eu quero. — o interrompi.

- Bonnie pode tentar localiza-la. — Car falou.

- Depois eu falo com ela. — levantei e peguei um copo de uísque. — Eu sou uma hibrido.

- Como eu pensava. — Klaus se pronunciou. — Vampiro, lobisomem e humano?

- Na mosca! — sorri sem graça.

- Por isso você passa mal... — Car deduziu.

- Yeah! — sorri. — Mas já estou bem melhor. Damon vem me ajudando... Vem cuidando de mim.

- Quem diria o Damon cuidando de alguém... — Car falou chocada.

- Eu não gosto dele. — Klaus deu de ombros. — Não quero você com ele.

- Oi? — perguntei tentando entender o que ele havia falado.

- Damon não é uma boa pessoa! — Klaus falou. — Eu sou seu pai, e quero o melhor pra você querida!

- Fico feliz por me reconhecer como filha! — sorri. — Mas eu gosto do Damon, e eu e ele nos damos bem.

- Ah céus! — Klaus bufou.

- Meu nome? — Damon entrou pela porta com o sorriso mais perfeito que ele poderia dar. — Klaus! — ele roubou o copo de uísque de minhas mãos, deu-me um selinho e bebeu o liquido. Pude observar Klaus revirando os olhos e bufar com a cena.

- Tudo bem? — perguntei pra Damon.

- Tudo ótimo... — sorriu. — O que devo a sua ilustre visita na casa da minha garota? — perguntou Damon a Klaus.

- A "sua" garota, é minha filha! — Klaus esbravejou. — E eu não gosto nenhum pouco de vocês juntos!

- Mas quem tem que gostar de alguma coisa aqui, é ela e apenas ela! — Damon aumentou a voz.

- Ei, vocês dois! — os encarei. — Klaus... Alias, pai... Você chegou agora na minha vida e não pode simplesmente querer mandar em mim nem nas minhas atitudes. Eu gosto do Damon... E você tem que aceitar isso... — falei. — Me desculpe.

- Você tem razão! — ele falou um pouco nervoso.

- Klaus... — Car tentou.

- Vamos Caroline! Agora! — ele pegou a mão dela e assim eles saíram.

- Oi. — Damon olhou para mim e eu apenas sorri.

- Low? — a voz de Larry atingiu meus ouvidos. — Quem era o cara que saiu igual louco daqui? — ele estava na porta ainda com Kim.

- Klaus...

- Ok, mas quem? — ele semicerrou os olhos.

- Meu pai biológico, Larry. — falei e mordi o lábio.

- Ah, sim. — ele falou meio decepcionado.

- Larry... — chamei-o.

- Low, você tem direito de querer conhece-lo, viver com ele e tudo mais, mas eu que te criei, eu te dei amor... — ele falou magoado, podia sentir aquilo. — Não é justo você ir, me deixar assim, sem mais nem menos querida...

- Larry! — falei chocada. — Por favor, você está se precipitando. Eu não vou a lugar algum! Nunca vou abandonar você! Eu amo você papai! — o abracei. — Você não vai se livrar de mim tão fácil assim.

- Ah querida! — ele começou a chorar nos meus cabelos.

***

Cai ao lado de Damon depois de sexo louco e delicioso. Esse homem me levava a loucuras, me levava ao paraíso, ou ao inferno, não sei, é difícil explicar, eu só quero mais dele. Mais de nós dois juntos.

Olhei para o lado e ele parecia estar dormindo, ou simplesmente descansando. Mesmo com o corpo pesado, me levantei e sentei em sua barriga, abaixei e mordi o pescoço dele novamente.

- Hmm... — os dedos dele grudaram na minha cintura.

O sangue dele passava deliciosamente por minha garganta, e estava mais saboroso e mais convidativo a tomar cada gota dele. Desci mais um pouco e sentei em seu membro, que estava ereto novamente. Ainda com a boca bebendo seu sangue, me movimentei em cima dele, fazendo-o arfar a cada movimento. Ele chegou ao ápice juntamente comigo, então desprendi os dentes do seu pescoço e seus braços envolveram-me.

- Gostosa! — ele beijou meus cabelos.

- Pra quantas você falou isso essa semana? — semi-cerrei os olhos, talvez com um pouco e ciúme. Mas eu deveria saber que Damon é um dos vampiros mais safados ultimamente.

- Hmm... — ele pensou. — Realmente não me lembro, mas não sinta ciúme.

- Não estou com ciúme. — dei de ombros.

- Tudo bem...

- Não vai dizer? — insisti.

- O que? — perguntou.

- Quantas? — revirei os olhos.

- Bom, quando eu transo com varias, chamo todas de gostosa. — ele encarava o teto. — Mas ultimamente estou com apenas uma garota.

Surpreendente. Realmente surpreendente esta revelação. Essa garota sou eu! Ah, mais feliz eu não poderia ficar. Apenas eu, somente eu para ele. Apenas nós dois. Comecei sorrir como uma boba e ele me encarava um tanto quanto serio, surpreso talvez.

- Ah, — corei. — É bom saber que você não é mais o putão que costumava ser.

- Uau, — ele sorriu. — você me via assim?

- Teria como não ver? — perguntei. — Você praticamente transou com Rebekah na minha frente Damon.

- Ah, mas sou mais você! — ele falou convicto.

- Naquela noite era ela. — falei.

- Ciúme dona Lowrayne? — ele sorriu provocante.

- Um pouco talvez. — dei de ombros.

- Tenho a namorada mais perfeita desse mundo! — ele sorriu.

- Namorada? — perguntei sorrindo.

- Um titulo muito bonito para uma garota perfeita não acha? — ele falou.

- Gosto desse "titulo". Alias, eu amo. Espero que goste também, namorado. — sorri um tanto quanto contente.

- Vou ter que pedir permissão para Larry? — ele estreitou os olhos.

- Isso é clichê demais! Já foi tempos disso! — comecei a rir.

- Também acho clichê! — ele falou. — Para você nem preciso pedir, alias, você não diria que não!

- Convencido! — falei e sorri.

- Eu amo você. — ele deu-me um selinho carinhoso.

- Eu amo você. — repeti e dei outro selinho nele.

***

O dia amanheceu e quando acordei, pude ver que Damon me olhava apaixonadamente. Dei-lhe um selinho casto e colei nosso nariz um no outro.

- Bom dia. — falei.

- Dormiu bem? — perguntou e eu assenti.

- Vamos para a Bonnie? — ele assentiu.

- Quer o que dessa vez? — ele perguntou.

- Tatia. Quero encontra-la. — levantei da cama. — Vem tomar banho?

Em um segundo ele já estava me abraçando por trás e beijando meu pescoço.

Notas finais
E aê, o que acharam?
Comentem aê *-*
x
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.