One Step Closer

4 Contato com a família Original.


Notas iniciais
Bom, aqui está mais um! ♥

Lowrayne Witchlook

- Hm... Nada. — desviou o olhar de mim.

- Bonnie. — chamei-a. — Eu sei que você é bruxa. — sussurrei. — E sei também que o pessoal todo é vampiro. — dei de ombros.

Ela arregalou os olhos surpresa, e todos que estavam na sala olharam para nós.

- Quem contou? — Elena gritou da sala.

- Hmm... Sem citar nomes. — falei.

- Damon! — Stefan tirou sua conclusão.

- O que você viu Bonnie? — Elena perguntou.

- Ela... Hmm... Tem uma energia diferente.

- Não pode ser hipnotizada, por isso descobriu nosso segredo. — Damon falou atrás de mim.

Dei um pulo por causa do susto e me virei com uma cara mortal para ele.

- Eu não estou entendendo nada. — pisquei e todos me encararam.

- Entre. — Bonnie pediu.

- Calma ai... Olha o tanto de seres sobrenaturais nessa sala. — apontei. — Posso confiar?

- Mentira que a durona está se tremendo de medo? — Damon falou sarcástico.

- Cala a boca! — encarei-o.

- Nós não vamos machucar você. — Elena falou.

- Não fale por mim. — Damon sussurrou no meu ouvido.

Levantei meu braço com a mão fechada, dando-lhe um murro na cara.

- O que? — ele gritou.

- Merecido. — Bonnie sorriu.

- Eu vou te pegar doidinha! — bufou.

- Só fala.

Entrei e tinham mais pessoas na sala, além das que eu havia conhecido na festa ontem.

- Er... A família de vampiros cresceu? — pisquei rapidamente.

- Nós somos a família original! — Rebekah falou.

Levantou Klaus, Rebekah e mais três homens. Eles três se pareciam, e eram um pouco diferentes dos outros dois.

- Quem são? — perguntei.

- Eu sou o Finn, as suas ordens, donzela. — ele falou e eu comecei a rir.

- De que século você veio? — falei.

- Hmmm... — ele pensou.

- Tá. — revirei os olhos. — E você? — apontei para outro deles.

- Sou o Kol. — falou e deu-me as costas.

- Mal humorado. — dei de ombros. — E você?

- Eu me chamo Elijah. — ele sorriu. — E você?

- Eu sou Lowrayne Witchlook. — sorri.

- Low, chegou bem em casa ontem? — Car me perguntou.

- Sim, — sorri. — graças ao Damon né?

- Low, você não faz ideia de quem são seus pais? — Bonnie perguntou.

- Não... — fiz bico.

- Sente-se aqui. — Bonnie pediu indicando o sofá e me sentei.

- O que foi?

- Fale mais sobre você. — Bonnie pediu.

- Ah, eu vivo com Larry desde menos de um ano de idade, e... — Damon interrompeu-me.

- Doenças... Teve alguma? — ele perguntou.

- Tive câncer do tipo maligno. — respondi e eles se entreolharam. — O que está acontecendo?

- Mas, o que aconteceu? Você fez fisioterapia? Alguma coisa? — Bonnie sondou.

- Descobriram em um dia. No outro, refizeram um exame, e por um milagre, eu não tinha mais nenhuma doença. Fiquei internada por uns dias, e os médicos tentaram descobrir o que havia acontecido, mas não dava resultado algum, eu estava realmente curada. — respondi.

- Isso é um pouco estranho. — Stefan falou.

- Eu não entendi também quando aconteceu... — dei de ombros.

- Isso é muito estranho... Não tem como nos descobrirmos nada Bonnie? — Elena perguntou.

- Vamos esperar mais um pouco, vou estudar isso tudo... — ela resmungou.

- Hey! — Jer abriu a porta e veio seguido de um loiro alto.

- Jer. — sorri e levantei-me para abraça-lo.

- Tudo bem Low? — ele perguntou. — Esse é o Matt.

- Oi. — sorri.

- Olá. — ele respondeu.

- Então... Nós já faltamos dois dias na escola... — Car falou.

- Amanha nós vamos! — Tyler saiu da cozinha.

- Na sexta nós vamos para o Grill! — alertou Damon.

- E depois, meninas todas para minha casa! Festa do pijama! — Elena gritou.

- E que tal, nós homens invadirmos e invés disso, brincamos de verdade ou desafio? — Stefan deu ideia.

- Isso é muito infantil. — dei de ombros.

- Vai ô adulta! — Jer zoou.

- Mas como vai ser? — Car perguntou.

- Então... Vamos em casais. — Bonnie sorriu.

- Ah, vou segurar vela! — bufei.

- De meninas, eu, Bonnie, Car, Low, Rebekah. — Elena falou. — E de meninos, Stefan, Jer, Klaus, Matt e Damon. — fez bico.

- Eu quero o Matt. — Rebekah avisou.

- Low, o Damon é seu.

- Obrigada, eu fico comigo mesma! — fiz cara de nojo.

- Combinado então. — Stefan deu um beijo na Elena.

- O que nós vamos fazer? — perguntei.

- Como você é a única humana daqui, poderia me ceder um pouquinho do seu sangue não acha? — Damon sorriu.

Senti um puxão e um dor imensa no pescoço. Estava tendo meu sangue sugado. Gemi com um pouco de dor e tentei afasta-lo de mim, mas ele estava com os braços em torno de mim, apertando-me contra si.

- Solta ela, assim você vai drenar o sangue dela! — ouvi Stefan gritar.

A dor parou e o idiota largou-se de mim, com a boca pingando meu sangue.

- Ai. — reclamei e passei a mão no pescoço.

- Desculpa. — ele sorriu sínico.

- Idiota. — bufei.

Passamos horas conversando e eu com aquela maldita dor no pescoço.

Olhei para o relógio já passavam de 20h. Tinha que voltar para casa.

- Gente, eu já vou indo. Foi ótimo passar a tarde com vocês. — sorri. Despedi-me de todos e assim sai pela porta. Entrei no carro e assim dei partida.

A estrada estava calma, de vez em nunca uns carros passavam por mim. Nenhum bicho se quer passava pela frente do carro. Abaixei um pouco a cabeça para escolher a musica e voltei a dirigir. Olhei para o velocímetro e eu estava a 150 km/h. Voltei os olhos na estrada e uma mulher estava na frente do carro. Freei de imediato. Com uns 5 segundos, o carro parou. Sai do carro e bati a porta.

- Elena? — gritei após vê-la na frente do carro. — Você é louca?

- Eu não sou a Elena. — ela falou sínica.

- Ah, conta outra! — bufei.

- Eu sou Katherine Pierce! — ela sorriu. — Elena é minha descendente Petrova.

- Não adianta me explicar. Eu não vou entender nada disso que envolva vampiros.

- Poderíamos conversar não acha? — ela falou.

- Nem te conheço! — dei de ombros.

- Esse seu jeitinho "arrogante", é um pouco parecido com o meu. — ela cerrou os olhos.

- Legal. — entrei no carro. — Sai da frente, ou vou te atropelar.

Ele sorriu sarcástica e deu-me passagem.

Notas finais
E o que me dizem? HAHA' *-*
Até segunda talvez! (: