One Step Closer
9 Às vezes eu acho o mesmo...
Notas iniciais
Bom, eu vou postar quando der agora galera. Porque ultimamente eu ando muito sem criatividade, e acreditem ou não, estou escrevendo 4 fics ao mesmo tempo, então fica meio dificil né? Mas enfim, toda semana vai ter capítulo novo, não sei dizer ao certo quantos por semana, mas entendam-me rs
Então, voltando ao assunto da Fic, o que vocês acham que a Low tem? Será que ela é algum ser sobrenatural ou não? Estranho né? Mistério? E ela e o Damon? Será que é de verdade? Quem shippa DaLow? brincadeira isso gente. Mas enfim. Muito obrigada pelos comentários de vocês, que me fazem muito felizes. E se vocês tem amigas que gostam de TVD, pô, convida eles para lerem também a Fic HAHA'
Chega de papo e bora ler !
Boa leitura!
Lowrayne Witchlook
Acordei com um vento um tanto quanto forte arrastando-se sob a minha pele.
Olhei para o lado e peguei meu celular com a intenção de ver se tinha algum sms de Deeck. E infelizmente nenhum. Eu não estou conseguindo aceitar por total o nosso termino. No primeiro dia, eu me achei no direito. Mas depois parei para pensar, e não foi legal o que aconteceu. Eu me sentiria traída.
Sinto uma dor leve no meu estomago, fazendo-me demorar alguns minutos para me recuperar. Vejo Damon abrindo a porta e sorrindo malicioso para mim.
- Coloca uma roupa, que nos estamos indo pro bar principal de New Orleans, procurar pela tal bruxa. — ele falou sorrindo.
- Roupa? — perguntei.
Ele indicou com o dedo para meu corpo, que estava apenas de roupas intimas vermelhas.
- Ah... — falei com vergonha. — Ok, agora, poderia me dar licença?
- Claro! — ele sorriu e fechou a porta.
Fui para frente do espelho do jeito que eu estava mesmo. Observei aquela tatuagem no pé da barriga, escondida pela calcinha.
Sorri e comecei a me vestir. Toda de preta é obvio. Não gostava de outras cores, a não ser preto. Usava vermelho e branco raramente, porque eram cores neutras.
Saí de dentro do quarto e Damon estava sentado no sofá com uma garrafa de uísque na mão e assim que me viu arregalou os olhos e sorriu.
- Vamos procurar a tal bruxa? — falei.
Em um movimento rápido, ele estava na minha frente, acariciando a minha nuca e olhando fundo nos meus olhos. Pude sentir sua respiração gostosa se misturando com a minha e assim começamos um beijo quente. Levantei as mãos até seus cabelos, bagunçando-os mais do que já estavam. Pulei em seu colo e envolvi minhas pernas em seu quadril. Ele apertou minha coxa e desceu a mão para minha bunda, apertando-a levemente.
- Eu quero saber o que você tem com bundas... — sussurrei em seu ouvido.
- Com bundas eu não sei... Mas a sua me chama atenção! — ele falou com a voz rouca e desejosa.
Em dois minutos, senti seus lindos dentinhos, perfurando a pele do meu ombro e meu sangue sendo sugado. Apertei minha pélvis em direção à dele e pude sentir um volume um tanto quanto grande ali, deixando-me pulsando de desejo.
- Agora? — ele perguntou assim que se satisfez do meu sangue.
- Não... — desci do colo dele.
- Você me deixa assim, e foge? — ele apontou para seu membro.
- Dam... Quem manda aqui sou eu querido. — falei. — Você é um vampiro e consegue dar um jeito no seu amiguinho.
- Quando nós voltarmos, você vai ver o que é "dar um jeito". — ele falou e saiu pela porta antes de mim.
Escorei a porta do hotel e entrei no elevador com ele. Dava para vê-lo virado no canto do elevador, de costas para mim, com a mão dentro das calças e eu podia ouvir alguns gemidos dele abafados e a boca aberta com puro tesão no que ele pensava. Vi também ele jogando a cabeça um pouco para trás, absorvendo o alivio quando parou com a mão. Vou falar uma coisa... Ver ele se masturbando, me deixou excitada demais.
Saímos de dentro do elevador e ele agarrou minha mão e deu um beijo no meu pescoço, fazendo-me arrepiar por completo e para terminar com sua sedução, sorriu de lado para mim, completamente sexy.
Entramos no carro e logo estávamos no fluxo da cidade, a procura daquele bar. Aliás, eu o procurava, porque Dam parecia saber onde ficava.
Em alguns minutos, ele parou na frente de um bar, escrito New Grill (N.T = inventado gente u.u), e logo descemos do carro. Observei tudo a volta e pude perceber que o movimento ali não era frenético.
Ele pegou minha mãe e me puxou para dentro do bar. O design era simplesmente lindo. Por dentro era tudo, cada peça, feita em ébano (N.T = madeira preta). O cheiro era doce, não sei exatamente de que, mas era incrivelmente bom.
Puxou uma banqueta pra mim no balcão e eu sorri agradecendo-o e me sentando. Ele logo se sentou ao meu lado e pediu para a garçonete nos servir uma boa dose de Bourbon, seu uísque predileto.
- E cadê a tal? — sussurrei.
Ele limpou um pouco a garganta e deu um assovio em direção à garçonete. Ele chamou-a com o dedo indicador, extremamente sexy, e logo ela abriu um big sorriso em sua direção, vindo até a nós.
- Hm, pois não? — ela falou sexy, o que me incomodou por algum motivo, não sei qual.
- Katerina Well, ela está? — ele perguntou.
No mesmo instante a garçonete ficou pálida. Alguma coisa de errado? Ela engoliu seco e limpou a garganta. Chegou mais próximo de nós dois e sussurrou.
- Como vocês sabem dela? — perguntou.
- Fontes de outras bruxas. — respondi rápido.
Ela assentiu e chamou-nos com a mão para segui-la. Fomos entrando em uma sala falsa atrás do bar, e o caminho era escuro. Segurei a mão do Damon, e pude sentir que a mesma suava.
- Shiu, fique calma. — ele sussurrou. — Nada vai acontecer com você. Não quando estivermos juntos. — ele depositou um selinho carinhoso nos meus lábios e sorriu.
Assenti e retribui o sorriso. Chegamos a sala e a tal garçonete indicou para que nós sentássemos. Logo ouvi alguns baralhos de salto sendo distribuídos pelo chão. Ouvi também alguns sussurros, e aposto que Damon podia ouvir perfeitamente o que falavam.
- Que foi? — perguntei após ele apertar minha mão.
- Nada. — ele sussurrou.
- Te conheço há pouco tempo, mas sei que não é “nada” Damon. — insisti.
- Ela... Está vindo daqui alguns minutos. — ele sussurrou.
- E se ela não tiver nada para nós Dam? E se sei lá, ela não quiser falar? Ou então meus pais estiverem mortos? Talvez não me quieram, o que eu faço? Não sei se sou capaz de suportar. — comecei a me desesperar.
- Ei, calma! Fique calma! Tudo vai dar certo... — ele sussurrou e começou acariciar meu rosto. — Não se desespere. Independente do que aconteça,
- Damon... Às vezes eu acho que eu gosto de você. — sussurrei.
- Às vezes eu acho o mesmo... — ele me encarou.
Notas finais
Comentem, favoritem, recomendem, me façam feliz, que a história tá começando a ficar boa, e vocês vão ver.
Até o próximo capítulo.
Se liguem, quem tiver twitter e quiser dar um "alô" chama lá no @swagnegritude. Sempre tô lá ;)
Até mais, x
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