One-Shots, de Tudo, Não Importa O Que, Aqui Tem.
39 Chase Randall x Riley Griffin - Série | Power Rangers
Notas iniciais
Chase Randall x Riley Griffin
Power Rangers Dino Charge
“Chiley, melhor combinação.”
O ranger preto corria em direção ao centro da cidade, indo até onde o ranger verde informara que havia um dos monstros de Sledge que tentara atacar-lhe, em frente ao banco da cidade.
Ao Chase chegar em frente ao estabelecimento, logo pôde avistar Riley, que não havia ‘morfado’ e que estava virando-se, já que estava de costas, para ele. Então o ranger preto confirmou o que segundos atrás passou em sua cabeça, Riley estava sobre algum feitiço do monstro coberto de uma manta preta, com os olhos brilhando de um dourado intenso, mesma cor que brilhavam os olhos do ranger verde, escondido atrás de um carrinho de cachorro-quente.
Enquanto Riley corria em sua direção com a face em raiva sem explicação, Chase percebeu já conhecer aquele ser na manta, era Spellbinder, o mesmo maldito mandado que o havia deixado contra seus companheiros, o que era estranho, considerando que haviam acabado com ele.
Quando voltou a si, Riley estava em sua frente, levando o punho em sua direção, Chase somente pegou o punho do mesmo, e desviou, colocando o braço do garoto mais baixo atrás das próprias costas, juntamente com o outro braço, deixando-o incapacitado e deixando-o de costas para si, aproximando o corpo do outro para mais perto. Chase encostou o rosto no ombro direito do mais baixo, colando os lábios no lóbulo do mesmo, falando:
“Ei, tudo que tem que fazer é lembrar, lembre-se quem é e que você é o único que pode se controlar.” – Falou o skatista, com esperança de que funcionasse.
“A única coisa que tenho que lembrar, é que devo acabar com você.” – Confirmou, virando-se e com um pé, chutando o outro, mandando para longe. Enquanto caia, Chase transformava-se em ranger, caindo de joelhos e correndo em direção do loiro que brilhava, entrando em ‘modo’ ranger. Um barulho vinha atrás dos dois rangers, revelando que os outros haviam chegado.
*
Enquanto entravam na “ranger caverna”, como às vezes chamavam, e iam sentando nos lugares disponíveis, Chase percebia o olhar tristonho de Riley. Depois de alguns minutos conversando com Dra. Kendall sobre o renascer do Spellbinder, e saindo da caverna para ir cuidar do restaurante no museu acima, Riley continuou ali, olhando através dos painéis, fingindo não estar triste e fechado, distante. Chase também não havia subido, planejando ficar ali e tentar conversar com o loiro.
“Hey.” – Chamou o de roupas pretas.
“Hey...” – Respondeu o menor de camisa verde, com o olhar ainda abaixado para os painéis.
“Está tudo bem?” – Perguntou o ranger preto.
“Por que não estaria?” – Respondeu o louro mais baixo.
“Talvez seja por que você está com essa carinha triste e nem olha para mim, o que aconteceu lá com o Spellbinder?” – Chase foi direto, vendo o outro olhar para ele.
“Quando eu percebi que estava tendo um ataque próximo a mim, já que eu estava andando no centro, para espairecer, foi tarde demais, nem pude lutar. Ele chegou de sorrateira e disparou algo em mim, quando vi, estava parado e com aquele monstro na minha cabeça, me controlando. Feri você, meus outros amigos e se continuasse, iria ferir todos ao meu redor.” – Os olhos raivosos do menor estavam cheios de água, e quando uma lágrima teimosa cismou em cair, a mão direita de Chase foi em direção ao rosto de Riley, limpando a lágrima. – “Desculpe, por tentar machucar você.”.
“Desculpo e digo, não me machucou, foi uma luta divertida. E é sério que você ainda está pensando nisso?” – Zombou Chase, vendo o outro sorrir. – “Pois, eu não estou pensando nisso.”.
“É? E no que está pensando então?” – Perguntou Riley, sorrindo com o mistério no ar.
“Talvez no momento em que nossos corpos ficaram colados e sussurrei em seu lóbulo, o que por sinal, é um ponto para Spellbinder ter aparecido novamente.” – Sussurrou de leve, levando os lábios em direção do lóbulo do menor, mordendo-o. – “E você, no que pensa?”.
“Em quando meus braços grudados atrás das costas me impediam de mover, e seu quadril pressionando minha bunda.” – Admitiu o de topete.
“É...? Seria deste modo?” – Perguntou Chase, repetindo o gesto, fazendo o menor suspirar.
“Sim...” – Concordou o menor, sorrindo.
“Que tal se nós melhorarmos isso?” – Mal Chase pôde completar a frase, sentindo o menor se virar e tascar um beijo seu, as línguas se movimentando em desejo, o hálito quente de ambos se confundindo ali, e a paixão pulsando no ar.
“É uma boa ideia.” – Afirmou o de verde arfante e com os lábios vermelhos, voltando a beijar o maior, que somente puxou o menor pela cintura e levantou a camisa do mesmo, sem tirar, acariciando as costas. Quando os lábios de Chase começaram a se moverem para o lóbulo de Riley, o mesmo o brecou.
“Porque essa obsessão com meu lóbulo? Eu sou sensível com ele.” – Confirmou a suspeita de Chase.
“Eu já sabia, e por isso gosto. É bom sentir você se arrepiando enquanto fico mordiscando seu lóbulo.” – Sorriu sacana, Chase, vendo o outro olhar para ele incrédulo.
“Hot shot, isso é algo que não se faz. E por isso, você irá pagar.” – Sorriu malicioso o menor, subindo a camiseta do de cabelos escuros, passando a mão de leve no tanquinho do mesmo, sentindo-o arrepiar e beijar os cabelos do parceiro, apoiando o queijo na sua cabeça.
“Baby Raptor, isso é golpe baixo, mas até que poderia abaixar mais.” – Disse Chase, pegando uma das mãos do parceiro e levando-a até seu membro coberto pela calça jeans preta, apertando o local, fazendo o outro sentir seu membro pulsar. O de vestes verdes gargalhou, ao perceber o quão safado podia ser seu parceiro.
“Você não cansa de ser o mais pervertido não é?” – O outro sorriu, tirando a camisa que o menor usava, deixando o corpo do mesmo à vista com a emergem brilhando. – “Já percebeu, ou eu terei que te avisar que estamos no meio da nossa base, e provavelmente alguém pode nos ver?”.
“Já percebi.” – Respondeu simplesmente o outro, voltando a beijar o pescoço de Riley.
“E...?” – O nervosismo de Riley já era evidente.
“Acalme-se pequeno safadinho. Se lembra daquela cama de casal que eu trouxe e todo mundo me chamou de louco por achar que viria a calhar? Então, eu falei que serviria para alguma coisa.” – Riley somente se deu ao trabalho de revirar os olhos, pronunciando-se: “É, ao menos de alguma coisa, você tinha de acertar.” – “Ei!” – Reclamou Chase.
“Okay, nós estamos enrolando demais para continuar e fazer acontecer. Só acho que você está com medo.” – Afirmou Chase, vendo o outro olhar para ele incrédulo, defendendo-se: “Acho que você está com medo também.”.
“Meio difícil não ficar, certo? É minha primeira vez com um garoto, e eu gosto de você, muito. Na verdade, como nunca senti com nenhuma garota.” – Assumiu o ranger preto, vendo o outro ficar comovido. – “E não dá para eu ir arrancando sua roupa e pá.” – Riley revirou os olhos enquanto ria, empurrando Chase contra a parede, tirando a camiseta de manga comprida dele, beijando o torso do mesmo, a barriga; o peito; próximo à virilha e o pescoço, enquanto ia desabotoando a calça jeans do quase namorado.
“Estou impressionado, e boquiaberto.” – Se permitiu zombar, sem maldade, Chase.
“Cala a boca.” – Mandou Riley, mesmo que tentando segurar, sorriu.
Enquanto abaixava a calça do maior, Riley foi puxado pelo mesmo, para cima, ficando de pé, enquanto sentia sair do chão, decidiu questionar o quase namorado.
“O que diabos tu tá fazendo?” – Perguntou o menor.
“Levando a gente pro ‘quarto’.” – Falou Chase, enquanto entregava a camisetas para o de topete loiro.
Quando chegaram na parte da base em que parecia um quarto, tirando que não tinha porta e que era uma caverna (com não muita luz), Riley foi colocado na cama, enquanto Chase tirava a calça, mostrando a boxer branca bem marcada, jogando as camisetas que tinha levado para lá em algum canto perto da cama enquanto subia na cama, se aproximando do Riley, que agora estava sentado, vendo o companheiro se aproximando e sentindo a barriga gelar, com as borboletas no estômago, a mil por hora, mordendo o lábio para ver se diminuía o estresse.
“Agora não tem como fugirmos... Você tem certeza?” – Perguntou Chase, vendo o louro assentir, perguntando sem som se ele também tinha certeza. – “Tenho.”.
Com um dedo no queijo do louro, o moreno puxou o menor para um beijo calmo, apaixonado e sem pressa alguma. Os lábios se movendo e o ar ao redor esquentando, os dois já sentindo ambas as peles esquentando e suas energems brilhando em seus pescoços, um tocando o corpo do outro, sentindo cada espaço do torso, sem ainda tirarem suas roupas de baixo. Quando sentiram que podiam progredir, abandonando a insegurança, Chase deitou o loiro, desabotoando a calça do mesmo, tirando-a, para em seguida abaixar somente um pouco da boxer preta do loirinho, beijando sua virilha, fazendo-o suspirar e gemer, conforme os lábios do ranger preto abaixavam mais e mais em direção ao seu membro mais que desperto. Quando os lábios do de fios pretos enfim alcançaram o membro do de fios loiros, fazendo o menor gemer, a insegurança que ainda, mesmo que mínima, sumisse, dando lugar para um prazer jamais sentido por ambos.
Logo a cueca era uma peça de roupa jogada na cama, enquanto o instrumento de Riley era sugado por uma boca sorridente de um muito feliz Chase. Assim que Riley avisou que já vinha chegando o seu ápice, Chase parou instantaneamente, ajoelhando-se, vendo Riley repetir o gesto, encurvando-se e pondo-se a beijar o torso de Chase, até chegar na cueca branca e abaixa-la com agressividade, pegando o pênis de Chase com força e botando-se a masturba-lo, para logo em seguida, lamber a glande do da black energem. O gemido rouco de Chase somente fez com que o ranger verde ficasse mais instigado a continuar, fazendo com que o outro gozasse em sua boca, fazendo com que vazasse um pouco da boca do louro, que Chase fez questão de lamber ali, compartilhando um beijo com o amado.
Chase deitou novamente Riley, virando-o contra a cama, de barriga para baixo, enquanto beijava a bunda para em seguida subir para as costas do mesmo, penetrava devagar, beijando a nuca do menor, para relaxa-lo.
Não demorou muito, e já estavam se movendo em extrema rapidez, sendo que suas energems já começavam a agir, atiçando seus espíritos dinossauros. Ao gozarem, o que não demorou tanto, tentaram achar suas camisetas e suas boxers, vestindo-as e se deitando.
Deram um beijo, antes de ficarem em conchinha e tentarem dormirem, esperando que o amanhã, fosse ainda melhor que o hoje.
“Ei, antes que nós tentemos dormir, isso é um namoro?” – Perguntou Chase.
“Isso é um pedido de namoro?” – Perguntou Riley.
“Sim.”.
“Então sim, isso é um namoro.” – Afirmou Riley, sorrindo, vendo sua energem verde brilhar mais forte do que nunca, assumindo uma cor verde escura, muita escura, exatamente a energem de Chase.
“É impressão minha ou sua energem e a minha estão ficando verdes escuras combinadas?” – Perguntou Chase, vendo o namorado assentir, dormindo nos seus braços.
*
Shelby entrava no ‘quarto caverna’, mexendo no celular e tentando achar Riley e Chase, que sumiram por horas e todos da equipe tentaram achar eles, esperando poder contar sobre o ataque de monstros que tivera na cidade.
E quando viu que a cama que ali tinha os dois rapazes, sorriu, pulando de alegria com o que sempre quisera ter acontecido. Tirou uma foto e enviou para todos da equipe, enquanto corria de volta para a parte central da base.
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