One Shot - Vidro Fumê.

1 Capitulo Único - Inverno quente.


Notas iniciais
Olá meus amores!!!
Minha primeira One Paul e Leah ♥
Espero que vocês gostem do shipper!
A história é contada pela Leah!

Beijinhos amores...
Nos vemos lá embaixo, logo depois das notas enormes kkk da minha diva Katy!

Boa Leitura!

Pov. — Leah.

A chuva caia violentamente feroz sobre Forks, uma cidade demasiadamente fria e gélida, quando Jacob e eu chegamos de San Diego, Califórnia. A lua já se encontrava alta quando chegamos e o ar noturno em conjunto com a escuridão da noite assombrava aquele lugar. O vento uivante balançava as grandes árvores negras nos arredores da estrada, fazendo-as balançarem as suas folhas como se dançassem em uma eterna sincronia com ele, fazendo-as se moverem naquela dança sem canção em uma noite sombria, nublosa e sem estrelas.

Eu observava de dentro do carro as gotas grossas da chuva batendo e deslizando sobre o vidro da janela, sentindo a frieza do lugar tomando o meu corpo e sentindo o mesmo se congelar. Era mais uma noite de inverno e a neve forrava o chão como uma enorme colcha branca, cobrindo a terra e a relva verde. Não havia cor naquela cidade, tudo era obscuro, sombrio e cinza e por incrível que pudesse parecer eu me sentia parte dela, como se aquela cidade fosse o mundo sombrio que vivia dentro de mim, assim como o meu vazio.

Eu, por alguma razão que ainda desconhecia, aceitei o convite, não formal, de Jacob Black para vir a sua cidade natal visitar a sua irmã caçula. Ela havia casado e que há pouco tempo descobriu que estava esperando o seu primeiro filho. Sem pensar duas vezes eu aceitei o seu convite duas semanas atrás e aqui estou eu. Sabia que aquilo não estava certo, já que eu era uma mulher solteira e Jacob estava noivo de Renesmee Cullen, minha amiga de infância. Eu poderia ser difamada por sair com um homem comprometido, entretanto, Jake não passava de um querido amigo e minha honra já havia caído em desgraça quando eu me entreguei ao meu ex-noivo, Sam Uley.

Um gosto amargo tomou meus lábios quando o seu nome soou gritante em minha cabeça e por um breve momento; antes que a voz de Jacob pudesse chegar a meus ouvidos; meu coração doeu. Porém a dor já estava mais fraca quase transparente e imperceptível.

Jacob abriu um sorriso para mim após avisar que havíamos chegado ao nosso destino final, e descendo do carro abriu o guarda-chuva e estendeu-me a sua mão para que eu pudesse sair. Somente depois de descer do carro que visualizei a casa de madeira de dois andares pintada em vermelho que estava a nossa frente. Na varanda da casa havia duas pessoas, um homem e uma mulher, que no exato momento eu deduzi ser Paul Lahote e Rachel Black. Eles ainda estavam distantes e eu não conseguia visualizar os seus rostos com nitidez. Aproximamo-nos da casa chegando à pequena varanda, e então, o homem que deveria ser Paul Lahote veio até nossa direção para ajudar Jacob com as malas.

– Finalmente vocês chegaram! – Falou roubando os braços de Jacob dos meus, abraçando-o. – Eu não aguentava mais a Rachel perguntando por vocês. – Ele falou para Jacob, e pelo timbre de sua voz, deduzi que estava rindo. Eu ainda não conseguia ver seu rosto com exatidão.

– Paul. – Jacob disse olhando para seu cunhado e depois para mim. – Deixe-me apresenta-lo a minha amiga Leah. Ela veio no lugar de minha noiva Nessie. – Falou me apresentando.

– Um prazer conhecê-la. – Paul falou segurando minha mão, beijando-a. Sua voz saiu rouca e uma corrente elétrica percorreu meu corpo quando senti o toque de suas mãos e de seus lábios quentes em contato com a minha pele. Não sabia explicar, mas por um breve segundo eu me perdi.

Quando voltei a raciocinar como deveria, percebi que nosso cumprimento havia sido demasiadamente longo. Ele também percebeu que havia demorado tempo demais segurando minha mão, levantou de seu cumprimento encarando-me. Assim que ele levantou, ainda com os olhos fixos em mim, um filete de luz que vinha de dentro da casa atingiu um lado de seu rosto. Só então pude ver o seu olhar sombrio como aquela noite acima de nossas cabeças, a sua pele morena e seus lábios que se abriam em um sorriso torto e um tanto malicioso. Eu corei. Não sabia por qual razão, mas corei ao ver o seu olhar sombrio e sedutor.

– O prazer é todo meu. – Disse por fim respondendo o seu cumprimento antes de caminharmos quase apressadamente para a parte coberta da varanda.

Jacob me apresentou a sua irmã Rachel que esperava aflita para dar um abraço nele, já que não se viam há muito tempo, e depois de todos os cumprimentos e apresentações adentramos a casa não muito grande, porém aconchegante. Já estava tarde e naquela noite nos poupamos das conversas demoradas. Rachel e Paul nos levaram até nossos aposentos. A viajem de San Diego até Forks foi demorada, e eu naquela hora só queria tomar um banho quente e descansar.

Deitei na cama olhando para o teto, sentindo o sono e o cansaço dominando o meu corpo lentamente, ouvindo o barulho da chuva que caia violenta ao lado de fora da casa. Eu não sabia exatamente por quanto tempo nós ficaríamos naquela cidade, porém no fundo, não me importava com o dia do meu retorno. Nada me esperava em San Diego para que eu tivesse pressa para retornar, eu não tinha nada que me prendesse a lugar algum. Pensando na viagem, no que ela iria trazer para a minha vida, e ouvindo o barulho das gotas da chuva batendo com fúria na janela, adormeci.

*****

Abri meus olhos quando a luz da manhã veio ao encontro de meu rosto e levantei da cama lutando contra o meu corpo que queria permanecer ali deitado. Enrolei meu corpo no tecido branco e fino do roupão da camisola branca de seda, lavei meu rosto e desci. Desci as escadas até a sala lentamente, não escutando nenhum barulho se quer dentro da casa. Chamei por Jacob e depois por Rachel quando cheguei à sala, porém a voz que soou respondendo a meu chamado, fazendo-me estremecer, foi a de Paul.

– Eles não estão em casa. – Sua voz soou calma e fria atrás de mim, fazendo-me estremecer. – Eles saíram bem cedo para resolverem as papeladas sobre a casa de Billy.

Virei-me para ele e o vi em pé encostado à porta me observando de forma estranha enquanto bebia lentamente o café de sua xícara. Ele me observava com seus olhos negros misteriosos; ainda parado no mesmo lugar como se estivesse me examinando cautelosamente. Senti-me incomodada com seus olhos em cima de mim. Entretanto eu o olhava da mesma maneira e por algum motivo, que eu desconhecia, me sentia presa, magnetizada por seu olhar negro e até um pouco assustador.

– Será que eles irão demorar? – Perguntei quebrando o silencio que havia pairado sobre o cômodo.

– Se eu conheço bem a minha mulher e o meu cunhado, creio que sim. – Falou sorrindo. – Hoje pelo jeito seremos só eu e você. – Ele me olhou novamente de maneira estranha, olhando-me dos pés a cabeça, mordendo os seus lábios e abrindo o mesmo sorriso sombrio e malicioso que havia me dado quando nos cumprimentamos há dois dias.

Uma onda de calor percorreu sobre o meu corpo e minha respiração ficou acelerada quando o assisti dar um passo a minha direção. Não sabia o que estava acontecendo comigo e com meu corpo, mas uma onda elétrica percorria sobre mim fazendo-me ficar perdida toda vez que olhava para aquele homem que deveria ter no máximo trinta anos, moreno, alto e de olhar um tanto quanto sombrio e sedutor.

– Venha comigo para a vidraçaria. – Falou baixo rente ao meu ouvido, arrepiando-me. – Não tem muita coisa para fazer aqui e Rachel me mataria se eu deixasse a nossa convidada sozinha. – Sorriu. – Estarei te esperando no carro. – Falou se retirando.

Fiquei parada no mesmo lugar, enquanto minha respiração voltava ao normal, vendo-o sumir pela porta da frente.

*****

Arrumei-me, colocando um vestido creme de linho, penteei meu cabelo deixando-o solto, fiz minha maquiagem e desci as escadas. Cheguei ao lado de fora da casa e ele me esperava recostado ao carro com as mãos no bolso de sua calça e o olhar perdido. Ele me viu e abriu um sorriso fazendo o meu coração se assediar, era estranho, mas ninguém nunca havia sorrido para mim daquela forma.

Entrei em seu carro e o observei enquanto dava partida.

Paul parou o carro em frente a um galpão grande de madeira branco que se encontrava em uma parte ainda mais isolada da cidade, quase no meio da floresta. Quando chegamos ao galpão da vidraçaria a chuva de inverno começou a cair deixando o ar ainda mais frio. Adentramos ao grande galpão da vidraçaria e eu fiquei admirada com a quantidade de jarras de vidro que se encontravam nas prateleiras. Paul por alguns segundos sumiu e eu me perdi observando cada peça de vidro que havia naquele lugar, vendo como elas eram transparentes e frágeis, assim como eu.

– Gostou? – Tomei um susto quando ouvi sua voz vibrante atrás de mim e sem querer, com o susto, esbarrei em uma jarra de vidro fumê deixando-a cair ao chão.

– Desculpe-me! – Exclamei envergonhada e assustada.

– Não tem problema Leah, tem varias jarras iguais a essa aqui. – Falou abrindo o seu sorriso torto novamente. – Só tome cuidado para não se cortar. – Assenti suas palavras com a cabeça ainda envergonhada com o que tinha acontecido.

Sentei-me em uma cadeira que havia longe das prateleiras para não causar-lhe mais nenhum estrago e agora observava calada vendo-o tirar a sua blusa social azul, ficando apenas com uma regata branca que deixavam a mostra os seus braços nus, expondo os músculos definidos e másculos de seu corpo. Eu corei e novamente uma corrente elétrica percorreu meu corpo, simplesmente me perdi observando aquele homem másculo mexendo em suas ferramentas. Não sabia o que estava acontecendo comigo, não sabia que sensações eram aquelas que eu sentia quando estava perto dele, ou melhor, eu sabia. Só que eram surreais demais, pecaminosas demais para que pudesse admitir para mim mesma.

Ele deixou as ferramentas que mexia para trás e caminhou em minha direção com os olhos semicerrados e uma expressão um pouco estranha em seu rosto.

– Você aceita? – Perguntou estendendo-me um cigarro.

– Obrigada. – O agradeci, pegando o cigarro de sua mão.

– Rachel não me deixa fumar perto dela, e agora com o bebê a caminho... – Desviei meu olhar de seu corpo, uma mulher que se presava não olhava para um homem com os braços expostos. – Desculpe-me Leah. – Ele pediu depois de perceber o meu constrangimento. – Aqui é quente demais por causa dos fornos e das maquinas. Você não precisa ficar constrangida, ninguém saberá que você me viu assim. – Falou colocando sua mão em meu queixo, puxando meu rosto para encara-lo.

Quando meus olhos encontraram os seus olhos negros e arrebatadores me perdi novamente naqueles olhar obscuro e transparente como os vidros fumês que se encontravam naquele galpão. Estava eu ali sentada de frente para ele, novamente perdida em deleite, sentindo-me magnetizada por aqueles olhos obscuros que me intrigavam. Desprendendo-me de seus olhos, levantei da cadeira afastando-me dele, sentindo os seus olhos guiando em minha direção. Por que ele me olhava daquele jeito? Por que eu estava me sentindo tão estranha?

Olhei para os cacos de vidro fumê que ainda se encontravam ao chão e abaixei-me para recolhê-los involuntariamente, sentindo-me nervosa, pois ainda sentia os seus olhos sobre mim.

– Leah cuidado para...

– Ai! – Me queixei de dor vendo o sangue escorrer sobre minha mão.

Antes que eu pudesse levantar ele já estava abaixado a minha frente segurando a minha mão e com um só movimento levantou tirando a regata branca de seu corpo colocando-a em minha mão para conter o sangue. Meu rosto corou, ardeu em brasas quando o vi sem blusa a minha frente, eu observava os contornos de seu corpo enquanto ele ainda mantinha-se concentrado no sangue de minha mão.

– Desculpe-me. – O pedi desculpa, mesmo sem saber pelo quê.

– Está me pedindo desculpas por estar sangrando? – Perguntou me fitando. – Ou por estar me olhando?

Levantei do chão ficando de pé e ele sentindo o meu movimento, levantou-se também ainda me olhando e segurando minha mão.

– Por que seus olhos são tão tristes? – Perguntou acariciando meu rosto.

O toque de seus dedos em contato com minha face fez-me fechar os olhos involuntariamente. Meu tato ficou mais apurado, fazendo com que o toque sutil de sua mão tomasse uma nova forma, outro ponto de vista. Minha pulsação ficou acelerada, minha respiração desregular, enquanto sentia mais uma vez o toque quase em chamas de suas mãos sobre o meu rosto.

– Uma mulher tão bonita como você não poderia ter um olhar tão triste, isso acaba com a sua virtude.

– Você não vê minha virtude porque ela não existe mais. – Olhei para ele friamente.

– Por que você não se casou Leah? – Perguntou curioso.

– Porque não sou mais digna de nenhum homem, mas se não se importa eu não quero falar sobre isso. – Falei sentindo um gosto amargo em meus lábios e tentando me afastar dele em vão.

– Desculpe-me pela pergunta Leah, eu não queria lhe causar sofrimento. – Sua voz saiu como um sussurro, meu coração se assediou e novamente ele acariciou meu rosto. – O homem que fez isso com você merecia a morte. – Disse com raiva. – Não se desonra uma linda dama assim.

– Está tudo bem Paul, já me conformei com o fato de que nenhum homem nunca irá me querer. – Disse amarga.

– Não diga isso. – Colocou um dedo sobre meus lábios. – Eu adoraria ter você se pudesse. – Estremeci.

– Eu não posso ser nada mais do que uma amante. – Falei com a respiração falhada sentindo-o se aproximar.

Senti-o aproximar-se de mim colando o seu corpo no meu, seu olhar sedutor e malicioso estampado em seus olhos, seu hálito quente e fresco em meu rosto... Novamente minha respiração ficou desregular, a pulsação de meu peito acelerada, enquanto meu corpo se arrepiava ao sentir o toque de suas mãos em minha nuca, me levando ao encontro de seus lábios sedentos.

– Eu não sei o que está acontecendo comigo Leah. – Sua voz saiu rouca, me inebriando. – Mas eu quero tê-la para mim e fazê-la minha. Seja minha amante? – Pediu.

O seu pedido era tentador e uma torrente de sentimentos estranhos dominou meu corpo e meus pensamentos ao ouvir sua voz rouca e maliciosa em meus ouvidos. Sentindo o toque quente de seus lábios aos meus uma corrente elétrica percorreu meu corpo com fúria me fazendo ficar perdida no que era realmente real. Os seus beijos eram ferozes, intensos e desesperados, como se ele estivesse se segurando muito para não fazer aquilo, e agora que fizera, estava se entregando completamente aos seus desejos. Suas mãos apertavam meu quadril, quase dolorosamente, e mesmo com seus gestos sendo violentos eu não me sentia usada como havia me sentido com Sam. Pela primeira vez eu sentia que era realmente desejada e amada por alguém e não me sentia mais como um vidro quebrado.

Nossas caricias trocadas a cada segundo que passava ficavam gradativamente mais intensas e calorosas, e nossos corpos se chocavam em chamas naquele dia frio de inverno. Minhas mãos percorriam soltas pelo seu peitoral, sentindo a temperatura febril de seu corpo, enquanto as suas mãos pressionavam meus quadris ao encontro do seu, fazendo-me sentir sua virilidade entre as minhas pernas. Entregava-me em luxuria e deleite a seus braços, magnetizada e energizada pelo seu olhar, seu sorriso, seu corpo e seu cheiro de homem feroz.

Paul desabotoou meu vestido creme de linho após eu me desfazer de meu casaco marrom de pele, deixando-me somente com meus trajes íntimos que deixavam a mostra as silhuetas de meu corpo. Livrando-se dos últimos tecidos de roupa que cobriam o meu corpo, Paul olhou-me nua mostrando em seus olhos um desejo proibido, libido. Meu rosto corou ao sentir os seus olhos sobre o meu corpo, e mesmo não sendo mais inocente, mesmo depois de ter tido a minha inocência roubada, ainda sentia-me constrangida ao ficar completamente nua perante a um homem. Desviei meus olhos do seu quando me senti envergonhada demais para encara-lo e ele percebendo o meu gesto deu um passo a minha direção e segurou meu rosto com suas mãos quentes.

– Olhe para mim Leah. – Pediu baixo, sua voz saindo ainda mais calma e fraca que um sussurro. – Não sinta vergonha de mim e nem do seu corpo, ele é lindo. – Falou com o olhar perdido em chamas. – Eu te desejo e quero você para mim, se entregue.

Sentindo-me inebriada com suas palavras que fizeram o meu coração acelerar mais uma vez, eu me entreguei a seus braços, perdida em vertigem deixando que o desejo dominasse o meu corpo. Paul deitou-me no chão sobre um lençol branco, que eu não tinha notado ali, e aninhou seu corpo ao meu tomando os meus lábios para si deixando que nossos gostos se misturassem. Suas mãos percorriam sobre o meu corpo quente, e seus movimentos que estavam violentos se tornaram suaves e depois violentos novamente, só que não mais ferozes. Ele controlava o seu corpo para não me machucar, porém as suas mãos revelavam seu total descontrole. Meus seios foram dominados pelos seus lábios quentes, fazendo-me delirar e me perder nos desejos proibidos, no calor que proporcionávamos dentro daquele galpão, naquele dia frio de inverno. Meus seios eram lambidos, chupados e mordiscados me levando ao delírio de mente e corpo, fazendo com que eu vibrasse abaixo de seu corpo, enquanto ele esfregava o seu corpo no meu em movimentos inebriantes de vai e vem.

Olhei para as grandes janelas de vidro embaçadas, e através delas eu via os flocos de neve descendo dos céus, ruflantes no ar e observava aquela imagem para guardar em memoria aquele dia que nunca esqueceria em minha vida. Paul penetrou-me, fazendo com que um gemido agudo saísse de meus lábios, e ao ouvir o som que foi extraído de meus lábios ele abriu o seu sorriso lindo, sedutor e malicioso de satisfação. Seus movimentos repetitivos de vai e vem tomaram uma nova forma, um ponto de vista maravilhoso e surreal. Entregava-me a ele, ao seu corpo, sentindo as vibrações de meu corpo ficarem mais violentas e intensas e me perdia em deleite. Aquela chama calorosa, aquele desejo, aquela paixão... Tudo consumia nossos corpos como o fogo consome a lenha na fogueira. Inebriados, transformados e energizados, estávamos magnetizados pelo desejo proibido.

*****

Os flocos de neve caiam dia após dia sobre a grande colcha de neve que devastava o chão. Enquanto os dias passavam nós dois continuávamos nos perdendo em paixão dentro daquele galpão de madeira da vidraçaria, deixando que nossos corpos se fundissem, se preenchessem e se completassem.

As semanas de inverno vivenciadas em La Push haviam chegado ao fim. Era hora de partir, hora de deixar para trás o caloroso galpão da vidraçaria, os cacos quebrados do vidro fumê, e o desejo proibido daquela torrente paixão. O galpão da vidraçaria naquelas semanas havia sido cúmplice, havia mantido em segredo a entrega de dois corpos em chamas. De um homem que tinha amor para dar e uma mulher que precisava ser amada.


Entrei no carro junto com Jacob após nos despedimos de Paul e Rachel e enquanto o motorista dava partida no carro eu olhava para Paul. Parti somente com um breve adeus. Nenhum contato físico, nenhum beijo, abraço... Nenhuma chama calorosa de seu corpo no meu. As noites frias de inverno nunca mais foram tão quentes quanto à daquele ano. Nos braços de Paul não fui somente uma rachadura no castelo de vidro, eu fui sua amante... E não precisava ser nada além.

Notas finais
N/B: Gente, aqui quem vos fala é o espírito da beta. Ela morreu quando o Paul perguntou Seja minha amante? Mas pediu encarecidamente para eu terminar de betar a fic antes de ir para o outro lado. Hahahaha
Agora parando de graça, porque a Milleyd faz isso comigo? Acabou o amor! Como pode uma fic dessas capítulo único? Eles nunca mais se viram? COMO ASSIMMM??? Amoras, to de relações cortadas com a Myh até ganhar um P do Paul de muitos capítulos rsrsrs. Sim, eu sou super chantagista mesmo. E agora vamos começar na chantagem com as leitoras! Quero reviews! Um monte deles. Isso não é negociável rsrsr. É para comentar e não é para xingar a autora por ter terminado a fic, mesmo que ela mereça --.
Então amoras, boa leitura. Pode comentar, pode recomendar, ninguém está impedindo vocês rsrsrs. Milleyd eu quero outra fic para betar. Ninguém mandou me deixar mau acostumada hahahaha.
P.S: Paul eu quero ser sua amante e prometo que te visito uma vez por ano para gente ter recaídas infinitas *.* 666~
Bjks, Katy Clearwater

N/A: Meu deus a Katy falou tudo! Não me matem meninas por ter escrito um capitulo só! kkk Irei fazer outras, podem deixar! E eu queria também ser amante do Paul somente uma vez, quem não queria? 666
Espero que vocês tenham gostado amores...
Comentários? Recomendações? Mandem! Não sejam leitoras fantasmas!!

Beijinhos...
By: Mih ♥
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