(One-Shot) Valentine's day
2 Álgebra (nerd/popular)
Notas iniciais
— Bella! — Uma voz me chama e eu nem preciso virar para saber quem é.
— Não precisa gritar Rose, eu estou aqui do seu lado. — Eu digo e fecho a porta do meu armário.
— Seu corpo está, porque sua cabeça tá no colo do Cullen. — Ela diz e eu arfo, corando em seguida.
— Rose, fala isso baixo! — Eu digo olhado ao nosso redor. — Você não pode falar essas coisas assim! E eu não estava pensando nele.
— Bella, você corou. É claro que tava! — Rose diz e eu baixo o olhar. — Já disse para esquecer ele.
— Não é como se eu controlasse, Rose. Estudamos na mesma escola. Eu o vejo todo dia. — Eu digo e nós começamos a nos encaminhar para a primeira aula do dia.
— Que seja! Vamos logo para a Sra Jones não se irritar conosco. — Ela diz e nós seguimos para a nossa aula de Biologia.
Meu nome é Isabella Swan, mas gosto que me chamem de Bella. Tenho 17 anos e sou Júnior na Preston High School. Eu sou a típica garota nerd e sem graça de uma escola. Estou nas turmas avançadas de Álgebra, Biologia e Física. Ou seja, essas disciplinas eu pego com os alunos que estão no ano Sênior.
Por falar em ano Sênior, Rose, minha melhor (e única) amiga faz parte dele. O que significa que no meu último ano, eu estarei sozinha no inferno. No sênior também temos Edward Cullen, o capítão do time de futebol americano, o galã da escola. O cara que é crush de pelo menos metade das garotas de todos os anos. Inclusive eu.
Ele tem 18 anos, é viril, alto, sexy e absurdamente lindo. Seu defeito é ser arrogante e mulherengo. Mas ele é o capitão, né? As garotas se atiram para ele. E o status que ele tem dentro e fora do colégio influenciam suas atitudes estúpidas. O pai de Edward é o diretor geral do maior hospital da cidade e eles são ricos. Sua mãe também é médica e ele é filho único.
Eu não consigo parar de pensar nele desde a festa de halloween. Ele provavelmente não se lembra, mas eu me lembro nitidamente de todos os beijos que trocamos naquela noite. Uma única noite e eu me apaixonei por ele. Perdidamente. Só que ele não sabe que a misteriosa mulher gato daquela noite era eu. Isso se ele lembra da intensidade daquela noite.
Eu tinha resolvido ir à festa de última hora, tanto que nem tinha fantasia. Rose me emprestou a que ela tinha usado no ano anterior, que ficou ótima em mim. Porém a máscara cobriu boa parte de meu rosto e com a pouca luz que havia na festa, ninguém me reconheceu. A fantasia de Edward, um pirata, não tinha máscara, então eu sabia que era ele. Apesar dele tentar algumas vezes, eu não deixei que ele tirasse a minha máscara. Nós ficamos nos pegando boa parte d noite, até que meu pai me ligou e eu tive que ir embora.
— Vamos, Bella! Acabou a aula. — Rose me tira dos meus desvaneios e eu sigo para minha próxima aula.
Minha manhã segue tranquila. E ao final da última aula da manhã, Álgebra, o Professor Biers pede para que eu permaneça na sala. Eu e o Edward. O que será?
— Bom, senhor Cullen. Eu conversei com sua mãe e o treinador sobre as suas notas deste semestre. — Ele começa quando nós nos aproximamos de sua mesa. — Eu prometi que encontraria uma solução para você neste semestre. Bom, eu acho que achei. — Ele diz e aponta para mim. Eu coro levemente.
— Eu?
— Ela?
— Sim. Bella é a melhor da turma, poderia dar as aulas em meu lugar. — Ele brinca e eu abaixo a cabeça envergonhada. — Minha proposta é que Bella seja a sua monitora neste semestre. Vou te passar uma atividade compensatória para tentar subir sua média anterior. — Ele diz por fim – Claro, se Bella aceitar.
Edward se vira para mim e me dá um sorriso nervoso. Tirando aquele dia atípico de halloween, nós nunca trocamos mais do que poucas palavras em aulas que pegamos juntos.
— Eu preciso da sua ajuda. Você pode me ajudar? — Ele diz – Por favor!
Edward Cullen pedindo por favor para mim?! Céus!
— É claro que eu posso ajudá-lo, Edward. — Eu digo quase que automaticamente.
— Obrigada Bella! — Ele diz aliviado e faz algo inacreditável. Ele me abraça.
O choque não me deixa corresponder ao gesto como eu gostaria. E logo o momento é perdido.
— Bom, vocês acertam direitinho então. Obrigada Bella, sabia que podia contar com você. Isso contará como crédito extra para você. Até breve, crianças.
— Bom, como faremos isso? — Eu digo vendo o professor deixar a sala.
— Você diz quando e onde. Passar nesta matéria é muito importante para mim no momento. — Ele diz bagunçando os cabelos. Affs como ele é charmoso fazendo coisas tão simples! — Sério, muito obrigada por isso!
— Tudo bem, Edward. Será um prazer te ajudar. Hum... quando são os seus treinos?
— Segundas, quartas e sextas depois das aulas. Até as 17h.
— Terças e quintas eu tenho um compromisso depois das aulas... — Eu digo suspirando. O sorriso dele morre.
— À noite, final de semana....? — Ele diz meio desesperado.
— Sábados a tarde eu tô livre. Nas terças e sextas... meu compromisso termina às 16h. Daí podemos estudar até as 18h. O que me diz?
— Perfeito. — Ele diz e quando estamos próximos da porta ele vê algo e se abaixa. Um grupo de animadoras de torcidas, que faz parte do círculo dele passa pela porta.
Claro, ele não quer ser visto andando comigo né?
Sou tomada de um sentimento forte de raiva e frustração.
— Então nos vemos por aí. Tchau! — Eu digo e saio porta afora sem nem olhar para trás.
Eu sou muito idiota mesmo!
O grande problema é que o dia seguinte é um sábado. E eu teria que estar com ele, na minha casa. Ele me mandou uma mensagem pela manhã avisando se ele podia ir depois do almoço e eu tive que manter a minha palavra e concordar.
Com minha mãe fazendo umas coisas para o aniversário do meu pai na sala de estar, eu não vou ter outra opção a não ser levá-lo para o meu quarto. Ah que nervoso. Às 14h15 ele toca a campainha da minha humilde casa.
— Oi Bella! — Ele diz sorrindo. Numa calça jeans, uma camisa verde musgo e um sueter escuro.
— Oi Edward, seja bem vindo! — Eu digo dando espaço para ele entrar. — Por favor, ignore a bagunça da minha mãe.
— Tudo bem. — Ele diz e eu o flagro me encarando. Avaliando o meu corpo. Eu estou com um vestido meio rodado azul claro, de mangas curtas, um pouco acima do joelho. Ele tem um decote em v porém comportado.
— Mãe, este é o Edward Cullen. — Eu digo chamando a atenção de dona Renée. — Estaremos lá em cima viu?! — Eu digo pegando a mão de Edward e o levando para a escada.
Minha mãe olha de mim para ele e eu posso ver o cérebro dela trabalhando para falar alguma coisa que vai me deixar morta de vergonha.
— Deixem a porta aberta, sim? Não quero netos! — Minha mãe diz e fico sem ter onde meter a minha cara. Evito o olhar de Edward que ri nervoso.
— Não se preocupe, sra Swan. É só Álgebra. — Ele diz. Claro, porque ele jamais cogitaria ter algo comigo!
— Sei... sinta-se em casa! — Minha mãe diz e nós subimos ao meu quarto.
Meu quarto é simples. Tenho uma cama de solteiro de um modelo bem espaçoso. Um guarda roupas, uma escrivaninha e uma cômoda. E muitas prateleiras cheias de livros.
— Bom... você quer alguma coisa antes de começarmos? — Eu pergunto
— Não, estou tranquilo. Nossa você já leu todos? — Ele diz colocando sua mochila na cadeira e olhando alguns livros.
— Grande parte. — Eu digo — Então vamos começar por onde? Qual a sua maior dificuldade?
— Hum... tudo? — Ele diz sorrindo nervoso e eu reviro os olhos.
Passamos a tarde debruçados em Trigonometria, Funções e Matrizes. Edward, na verdade, tem dificuldade em assimilar as regras que envolve cada tipo de cálculo. Um a um eu fui descomplicando as dúvidas dele. Ele é inteligente e prático, e pega logo tudo o que eu explico. Lá pro final da tarde, minha mãe nos traz um lanche e nós fazemos uma pausa.
— Filha, estou inda para a casa de sua tia Sue, teremos uma noite das garotas. — Ela diz.
— Vê se não volta tarde mãe, é perigoso. — Eu digo e ela revira os olhos – Manda um beijo para tia Sue. — Eu digo pegando um dos sanduiches para mim.
— Tem mais lá embaixo se sentirem fome mais tarde. Volte sempre que quiser Edward! — Ela diz e sai.
— Nossa, a sua mãe é...
— Exato. Ela é a adolescente e eu sou a velha. Meu pai viajou ontem e deixou nas minhas mãos a responsabilidade de cuidar da esposa dele. — Eu reviro os olhos.
— É engraçado e diferente. — Ele diz saboreando o suco feito pela minha mãe.
Nós ficamos lanchando e conversando por um tempo.
— Acabei com o seu sábado né? Te fiz ficar estudando sem necessidade. — Edward diz. Estamos sentados na minha cama.
— De forma alguma, eu passaria minha tarde estudando de qualquer forma. Ou lendo. Foi bom que conseguimos sanar várias dúvidas suas. — Eu digo sorrindo.
— Verdade. — Um breve silêncio. — Sabe, Bella. Eu tenho uma dúvida muito cruel e queria saber se você pode me ajudar a resolver. — Ele diz e me encara.
— Sério? De qual cálculo? — Eu pergunto me levantando para pegar o livro da matéria.
— Não tem a ver com cálculo. Mas tem a ver com lógica. — Ele diz se levantando e ficando bem em minha frente.
— Diga então. — Eu pergunto curiosa. Não sei porquê, mas sinto que a atmosfera mudou.
— Na última festa de halloween, eu conheci e fiquei com uma garota. Eu nunca a tinha visto e depois daquele dia eu nunca mais a vi. Porém ela estuda na nossa escola.
— E você quer que eu te ajude a encontrá-la? — Eu desvio o meu olhar do dele.
— Na verdade não. Eu já a encontrei. — Ele diz calmo e pela surpresa eu o encaro novamente. O olhar dele me perscruta.
— Oh! Então pra quê você quer a minha ajuda?
— Para entender porque ela nunca me contou quem é ou porque não voltou a me procurar. — Ele diz. Nós não desviamos o olhar.
— Hum... talvez ela não saiba que você se lembra dela ou daquele dia.
— Ah... mas eu lembro. Foi inesquecível, sabe. Um momento único que eu quero que se torne rotina. — Ele diz e eu arfo. — Mas como eu nunca tinha visto o rosto dela por inteiro, eu fiquei perdido.
— Mas você a encontrou.
— Sim. Como eu disse, tudo foi inesquecível naquele dia. Eu nunca esqueci aquele olhar. Foi assim que eu a encontrei. — Ele diz e me enlaça pela cintura. — Eu te encontrei, mulher gato!
Eu arfo e ele sorri. Aquele maldito sorriso torto perfeito.
— Edward...
— Não negue. Eu sei que é você desde o primeiro dia de aula depois da festa. — Ele diz e eu me afasto chocada.
— Como?
— Depois que você sumiu, ninguém sabia dizer quem era você. Até disseram que podia ser alguém de outra escola, mas eu tina certeza que já tinha visto aqueles olhos. Na segunda feira, quando te vi na sala de aula, eu fitei seus olhos e tive a certeza que era você.
— Então porque não falou comigo? — Eu pergunto me recostando na cômoda.
— Porque você estava me evitando. — Ele pontua. — Achei que não quisesse nada comigo e então eu tentei esquecer. — Ele fala e se aproxima. — Mas não consegui. A lembrança daquele dia era cada vez mais nítida em minha mente. Então eu resolvi me aproximar de alguma forma. E por isso estamos aqui.
— Peraê? O que você está dizendo?
— Que eu levei um C- de propósito para poder ficar mais perto de você — Ele confessa e minha boca se abre. — Eu não sou um expert como você, mas sempre consigo um B. Porém com a nota baixa eu tinha a desculpa perfeita. Fiz minha mãe pedir ao professor que algum aluno me ajudasse e eu sabia que ele ia escolher você porque é a melhor da turma.
— Edward, isso é loucura! Era só você conversar comigo. — Eu digo exasperada.
— Mas eu tive medo. Medo de você fugir de mim quando eu tentasse me aproximar. — Ele diz.
— Tem certeza? Ou será que era avergonha de que tivessem visto você comigo? — Eu digo lembrando do dia anterior. Ele me encara confuso. — Tipo ontem no intervalo.
— Aquilo?
— Sim, aquilo.
— Eu não estava com vergonha de você. Só não queria que a Tânia me visse ali. Ela vive no meu pé querendo voltar. Já faz meses que terminamos, mas ela insiste. — Ele diz dando de ombro. — Eu nunca teria inveja de você, você é fantástica!
— Não viaja, Edward! — Eu digo e ele sorri.
— Deixa eu te mostrar então. — Ele diz e então me beija.
Apaixonadamente.
Nossas línguas brincam entre si numa intimidade perfeita. Arrepios cobrem o meu corpo quando sua mão aperta levemente a minha cintura. Ele me empurra com seu corpo fazendo eu me sentar na escrivaninha. Ele se encaixa entre minhas pernas e aprofunda ainda mais o beijo. Quando o ar fica escasso, ele desce os beijos pelo meu pescoço e minha respiração fica ofegante. Suas mãos deslizam pelas minhas coxas e eu gemo alto. Isso faz ele parar seu movimento.
— Bella, é melhor pararmos.
— Por quê? — Eu o encaro. — Você não quer... ficar comigo? — ele põe seu indicador em meus lábios para me calar.
— É claro que eu quero. Mas não quero que você pense que é só isso que eu quero com você. — Ele respira fundo. — Eu realmente gosto de você, Bella. E quero que seja a minha namorada. — Ele diz e afaga o meu rosto com carinho. Meus olhos lacrimejam. É um sonho virando realidade.
— Eu aceito o seu pedido, namorado. — Eu digo e ele sorri. — E eu sei que não sou mais uma para você. Caramba, você arriscou sua vaga no time só para se aproximar de mim. Eu também gosto muito de você!
Ele volta a me beijar intensamente e o desejo volta a nos consumir. Num impulso de ousadia que nunca me pertenceu, eu tiro o seu sueter. Depois tento tirar a sua camisa.
— Bella... — Ele sussurra — ão precisa fazer isso se não quiser.
— Mas é exatamente isso que eu quero, Edward. Você! — Eu digo olhando-o profundamente.
Ele solta um rosnado baixo e me beija ferozmente. Ele sobe o meu vestido pela barra e o tira de meu corpo ao passo que ele tira a sua camisa e chuta os sapatos fora. Eu coro ao me perceber de lingerie na frente dele, mas seu olhar de adoração me deixa confiante. Nosso olhar se encontra. Ele me carrega e me coloca sobre a minha cama.
— Você já fez isso antes, minha linda? — ele pergunta de forma carinhosa. Eu engulo seco antes de negar.
— Não. Mas estou pronta. — Eu digo com uma segurança absurda.
— Tem certeza? Podemos esperar.
— Tenho esperado desde aquela festa, Edward. Eu quero agora! — Eu digo e ele sorri lindamente cobrindo minha boca com a sua.
Ele volta a depositar beijos em meu pescoço, porém estes são mais fortes e vem acompanhados de chupões e mordidas. Eu ficarei toda roxa nesta região, mas eu estou adorando tudo isto. Eu puxo seu cabelo com força, mesmo sabendo que deve estar causando muita dor, mas é incontrolável. Logo eu estou sem sutiã e sem minha calcinha.
— Você é tão deliciosa... tão cheirosa.... — Ele murmura enquanto desce seus chupões pelo meu corpo após alternar entre os meus mamilos por um tempo. Sinto suas mãos tocando a minha intimidade com gentileza enquanto ele beija minha virilha — Eu te prometo que serei cuidadoso — Ele fala e eu o fito corando antes dele enterrar sua cabeça entre minhas pernas.
Ele alterna entre delicados beijos e chupões obscenos, sugando meu clitóris entre seus dentes com paixão. Eu passo a gritar enlouquecidamente agarrando os lençóis de minha cama agradecendo a Deus por estarmos sozinhos. Minha intimidade está sendo marcada com posse e eu estou à beira da loucura. Tanto que basta apenas alguns instantes para que meu corpo se contraia e por inteiro e eu seja levada ao abismo do prazer. Grito o seu nome arrastando a voz enquanto gozo pela primeira vez na vida. É a melhor sensação do mundo
Edward, porém, não para ao me ver delirar. Enquanto eu estou ainda dominada pelo prazer ele introduz três dedos deu uma só vez em minha intimidade e os força em mim num movimento frenético de vai e vem. Eu sinto leves fisgadas, mas nada doloroso. Depois de alguns instantes, seu movimento foi ficando bom, muito bom. Ele roda e pressiona seus dedos na minha entrada encharcada e eu só consigo gritar.
— Edward... Edward... — Eu exclamo alucinada, sentindo o meu corpo se cobrir de uma camada de suor.
— Eu sei, minha linda! Eu sei... aproveita vai... goza para mim!
Eu não sei bem o que me leva ao abismo pela segunda vez. Pode ser o fato de eu já ter tido um orgasmo anterior, pode ser pela destreza de seus dedos maravilhosos em minha boceta ou o chupão que ele crava no meu seio direito. Ou é tudo junto. É inexplicável!
Enquanto me recupero do segundo orgasmo, sinto Edward se mexer e depois vir por cima de mim depositando beijos doces em minha pele suada.
— Minha linda, eu vou te fazer minha agora e quero que você tenha a melhor memória deste momento. Vem cá — Ele diz se levantando. Ee retira sua calça e cueca, revelando seu membro duro e rosado. Ele se senta na cama apoiado na cabeceira. E me chama para perto dele. — Acho que assim, será melhor para você, pois você vai poder controlar a entrada e o ritmo no seu tempo. — Ele fala me sentando em seu colo. Eu ainda estava meio trêmula do prazer que já havia recebido. — Eu nunca fui o primeiro de ninguém, não quero te machucar. — Ele sussurra me fitando.
— Você não vai me machucar. Mas me guie, por favor! — Eu digo ofegante ficando de joelho sobre o seu colo. Sua glande raspa de leve no meu clitóris e eu arfo. — Oh!
— Eu vou colocar – Ele diz me mostrando um preservativo em uma de suas mãos. Eu assisto ele vestir seu pênis com rapidez. Ele me fita docemente e eu mordo o lábio. É agora!
— Quando você quiser minha linda. — Ele diz e eu sorrio nervosa.
Seguro em seu pênis e o massageio levemente. Ele é lindo, grande e grosso. Respiro fundo e o guio para a minha entrada. Sua glande penetra-me devagar e nossos olhares se encontram. Minha carne o empurra para fora, mas o meu desejo me faz sentar um pouco mais. Sinto uma fisgada forte e gemo baixo. Ele afaga meu rosto com carinho me incentivando. Tiro minha mão de seu pênis e coloco as duas em seus ombros para ter mais apoio. Suas mãos vão para a minha cintura e nossos olhos continuam conectados.
— Eu vou te segurar, mas é você que está no controle, meu bem. — Ele fala tenso de desejo. Pelo seu semblante eu posso perceber o quanto está sendo torturante para ele também. — Respire e vá no seu tempo. — Eu assinto e sem aviso desço mais o meu corpo. Nós dois gememos juntos.
Sinto algo rasgar dentro de mim e escorrer entre nós. Meus olhos marejam, mais pelo momento em si do que pela dor. Na verdade, não é bem uma dor, é mais uma mistura de ardência e desconforto. Edward sorri para mim. Fecho os meus olhos e desço ainda mais em seu pênis até chegar no meu limite. Ouço Edward gemer abafado e abro meus olhos sentindo uma lágrima escorrer. De fato, a ardência é intensa agora que ele está completamente dentro de mim. Vejo em seu olhar algo novo, diferente.
— Bella! Você está bem? — Ele pergunta enxugando minha lágrima — Quer parar?
— Não! — Sussurro – Acho que só preciso de um tempinho...
Ele então me beija apaixonadamente. E vai descendo beijos pelo meu pescoço me deixando mais acesa e confiante. Rebolo de leve em seu colo e gemo. A sensação de tê-lo dentro de mim é indescritível. Fico rebolando em seu colo mais um pouco e percebo que vai ficando cada vez mais confortável tê-lo dentro de mim.
— Quero me movimentar... — Eu digo em seu ouvido e ele me ajuda a subir um pouco e depois descer. Repetimos isso por um tempo até que eu pego o jeito e começo a conduzir os movimentos, agora ainda mais confortável.
— Isso linda... ah... isso! — Ele murmura para mim entre meus movimentos e eu sorrio por estar dando o prazer que ele merece. Ele me fita a afaga meu rosto – E você, está gostando? — Assinto com a cabeça. Eu estava ofegante demais para falar. — Quer tentar outra posição, agora que você já está mais confortável?
— Acho que sim... — Ele sorri para mim e nos vira na cama, saindo completamente de mim. Meu corpo sente falta do seu imediatamente.
Ele me deita de costas na cama e fica entre as minhas pernas. Ele me penetra devagar e eu ainda sinto boa parte daquele incômodo. Porém logo passa.
— Ah, você é muito gostosa, Bella! — Ele geme em meu ouvido enquanto começa a se movimentar num ritmo regular em minha boceta. Eu contorno minhas pernas em sua cintura e ele tem mais facilidade de acesso para investir em mim.
— Ah... Edward... isso é.... tãaaaao bom! — Eu gemo enquanto sinto a ardência ser substituída por um prazer novo para minhas entranhas. Eu posso sentir que minha intimidade começa a se contrair ao redor do membro dele.
— Ah Bella... diga que você vai gozar para mim, diga... Nossa, como você é apertada! — Ele fala para mim – Nem acredito que você é minha, só minha...
— Edward... eu não vou aguentar mais... por favor! — Eu começo a gritar alucinada ao mesmo tempo que ele passa a estocar mais fundo, mais forte e mais rápido dentro de mim. — Mais Edward! Mais! Por favor!
— Isso Bella! Isso minha linda! Goza para mim vai! — Ele sussurra para mim e eu me permito ir para o abismo novamente. Eu não sei o que esperar deste orgasmo. Agora é por dentro.
E eu realmente nunca poderia imaginar como é mil vezes melhor gozar assim, totalmente preenchida por ele. Enquanto eu grito e deliro, Edward continua investindo em mim sem parar. Logo eu ouço seu grito arrastado enquanto ele alcança o seu prazer máximo também.
— Minha nossa! — Dizemos juntos ainda arfantes.
Edward tomba a cabeça sobre meu ombro e ficamos um tempo nos recuperando. Ele deita ao meu lado e se movimenta um pouco enquanto tira a camisinha. Eu sorrio feito boba e só consigo pensar no quão maravilhosa eu estou me sentindo.
— Bella... você está bem? — Ele pergunta alisando minha bochecha. Eu sei que ele está virado para mim, mas continuo olhando para o teto e sorrindo.
— Maravilhosamente bem! — Respondo rouca e o ouço sorrir – Eu não consigo descrever... foi tão...
— Inexplicável. Eu sei – Ele diz e eu o encaro.
Edward já esteve com outras garotas, é um cara experiente. De repente, sou tomada pelo medo de não ter sido tão bom para ele.
— Você... hum... foi bom? — Eu pergunto receosa.
— Bella, foi perfeito. Como nunca foi. — Ele afaga meu rosto. — Não fique insegura minha linda. Você é a garota mais incrível que eu já tive. E com você eu acabei de ter a minha melhor experiência. Eu tenho muita sorte de ter sido o seu primeiro. Tanto que agora, eu quero ser o único. — Ele diz intenso e sincero. Eu sorrio.
— Eu estou apaixonada por você, Edward! — Eu digo.
— E eu por você, Bella. O que é muito assustador porque eu nem acreditava que este tipo de sentimento realmente existisse. — Ele diz e eu sorrio emocionada. Ele me beija docemente.
A segunda-feira chegou com o tempo ameno. É março, fim do inverno. Eu acordo com um bendito sorriso no rosto, o mesmo que Edward colocou em meus lábios na noite de sábado.
O meu namorado!
Eu sorrio ao lembrar da nossa conversa e do nosso momento incrível naquela noite. No domingo, ele me levou para almoçar em sua casa e me apresentou para os seus pais, tios e primo, Emmett. Depois foi a vez dele vir jantar comigo e meus pais quando ele veio me trazer. Meu pai tinha chegado da viagem e correu tudo bem. Gora eu estou aqui procurando uma roupa bonita para ir ao colégio, pois Edward vem me buscar para irmos juntos.
Por fim eu escolho o que há de mais básico: jeans, allstar e camiseta branca. Escolho um sueter bordô bonito, que geralmente uso mais para sair. Passo um lápis e delineador me sentindo boba por usar maquiagem para ir para escola. Mas agora você é a namorada do capitão, tem que estar à altura, eu digo para o meu reflexo no espelho.
Quando Edward chega, eu já estou pronta, terminando o meu café. Eu me despeço de meus pais e vou ao seu encontro. Ele sai de seu Volvo prata e vem abrir a porta para mim. Eu sorrio quando me aproximo dele. Ele me enlaça pela cintura e me beija de forma gentil e intensa.
— Você está maravilhosa, minha linda! — Ele exclama.
— Tentei ficar a altura do seu padrão. Você é capitão! — Eu digo envergonhada.
— Meu padrão é você. Do jeitinho que você é, gatinha! — Ele diz e me dá um selinho na pontinha do nariz. — Não quero que mude nada. Não por mim.
— Está bem, mas eu quis me arrumar para você — Eu digo e pisco. Ele sabre um sorriso torto. O meu favorito.
— Eu ainda não sei se mereço tudo isso, mas estou adorando. — Ele diz apaixonado. — Vamos?
O caminho é regado a conversas e risadas sobre o almoço e jantar do dia anterior. Quando chegamos ao colégio muita gente nos encara ainda dentro do carro. Eu sinto um frio na barriga, afinal, é o ensino médio né?
Edward abre a porta para mim e carrega a minha mochila. Ele rodeia seu braço em minhas costas e repousa a sua mão no bolso traseiro do meu jeans. É, isso mesmo. Bem ‘Gatinhas e Gatões’. A quantidade de olhares e viradas de pescoço que acontecem é surreal. Até mesmo Edward, acostumado com atenção, sente a intensidade da coisa. Afinal, somos o casal mais improvável da escola.
E por isso o mais perfeito.
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