(One-Shot) Valentine's day
4 Boletim (aluna/professor)
Notas iniciais
— Calma mãe, não é o fim do mundo. Eu vou conseguir recuperar! — Eu digo exasperada.
Minha mãe recebeu o boletim bimestral e surtou ao ver uma média B+ em Biologia.
O que ela não está levando em consideração é que é um C+ num programa avançado de Biologia. A etapa mais alta que pode haver no High School. Ou que eu tirei A e A+ em todas as outras disciplinas. Mas para Renée é sempre insuficiente tudo que eu fizer se não condizer com todas as suas metas.
— Segunda feira eu vou conversar com o sr Binns sobre isso, ver o que podemos fazer. — Ele diz pensativa.
— Mãe, o sr Binns saiu hoje da escola, eu te falei. Foi transferido para Ohio. Segunda conheceremos o professor substituto ainda.
— Então falarei com ele. — Ela diz sentando o sofá.
— Não mãe. É um professor novo, por que não deixa que eu resolvo isso com ele? — Eu digo – Eu pedirei um trabalho extra para tentar subir a nota. — Eu digo e ela parece pensar por um instante. Por fim, ela assente.
— É, afinal é o primeiro dia do coitado. — Minha mãe diz e me entrega o boletim. — Mas trate de correr atrás disso mocinha. Quem quer entrar em Harvard não pode ter um B+. — Ela conclui e vai para cozinha terminar o jantar.
Eu reviro os olhos e subo para o meu quarto. Essa história de Harvard me cansa. Sim, eu quero ser uma grande médica e pesquisadora. Mas, particularmente, eu não faço questão de ir para Harvard. Há muitas universidades de medicina boas e eu posso ir para qualquer uma. Mas minha querida mãe tem essa fissura por Harvard, pois meu pai estudou lá.
Meu pai era médico e foi dele que herdei esta vontade pela medicina. Ele era um pai maravilhoso e um marido gentil. Infelizmente, o câncer de pâncreas o levou cedo demais. E rápido demais também. Foram 4 meses entre o diagnóstico e sua partida. Já faz 4 anos isso.
Desde então, a vida da minha mãe é viver a minha vida. Ela nunca saiu com alguém depois da morte do meu pai. Para compensar a sua falta de vida própria, ela se debruça sobre a minha. E hoje, com 18 anos, eu me sinto completamente sufocada por ela. Eu a amo, muito, mas preciso que ela entenda que eu preciso viver as minhas experiências e aprender o que é certo por mim mesma.
Quando a segunda feira chega, eu estou ansiosa para conhecer o novo professor. Pena que a minha aula com ele é a última. O burburinho na escola é grande por causa dele. Ouvi boatos de que ele é jovem e bonito. O que deixou todas as garotas empolgadas nele.
Quando, enfim, a última aula chega, eu me encaminho para a sala de biologia controlando a pressa. Afinal, eu não sou uma vadia no cio, como metade da escola, eu só estou curiosa e nervosa por ter que conversar com ele sobre minhas médias.
Depois de entrar na sala e me sentar, levanto o meu olhar e o vejo.
PORRA!
Ele está de cabeça baixa, concentrado na leitura de algo em suas mãos. Seu rosto é sério, másculo e sexy. Cabelos loiro escuros, espessos e bagunçados. Uma fina camada de barba cobre parcialmente o seu rosto. Sua boca é carnuda e parece macia. Ele levanta olhar quando o sinal bate e dá um meio sorriso ao olhar ao redor e ver os alunos se organizando. Ele se levanta e fecha o livro em sua mão. Ele tem um porte forte, mas não é musculoso. Sua pele parece ser firme e seu corpo meio atlético. A camisa branca de botões abraça seu peitoral perfeitamente e a calça escura faz minha imaginação crescer. Ele passa a mão em seu cabelo, bagunçando-os ainda mais. Por fim, ele olha para frente e seu olhar cai sobre mim, que estou exatamente no meio da sala. Seus olhos são perfeitamente verdes claros. Ele fixa seu olhar no meu e eu coro com esta conexão inesperada. Ele sorri torto para mim.
Para mim!
Porra!
Eu esfrego minhas pernas por baixo da mesa e solto um suspiro baixo.
Que homem!
— Boa tarde seniores. — Ele nos cumprimenta com animação. Eu não consigo me desconectar dele. Acho que nem pisco. — Sou professor Edward Cullen e é um prazer lecionar para vocês.
— Sejam bem vindo, professor Cullen! — Todos dizemos juntos. Nesta hora, eu consigo desviar o olhar dele e me recuperar um pouco.
— Obrigado. Espero que possamos criar um bom relacionamento nestes poucos meses que teremos juntos. Saibam que estou aqui como um amigo, para ajudá-los no que for preciso. — Ele diz e anda um pouco para fechar a porta da sala. — Esta turma é do último nível do High School e quero parabenizá-los por chegarem tão longe. Acredito que vocês queiram estudar no campo das Ciências Biológicas — Ele diz e todos assentem. — Ótimo. Como somos poucos, gostaria que se apresentassem rapidamente enquanto faço a chamada, certo?
E assim ele inicia a chamada da nossa pequena turma de 7 alunos. Eu sou a penúltima. Ele pergunta a idade e o curso que o aluno pretende fazer.
— Swan, Isabella. — Ele diz.
— É Bella! — Angela, Ben, Eric e Jasper dizem em uníssono e todo mundo ri, eu coro levemente.
— Me chame de Bella, por favor! — Eu peço tímida e ele me fita. Aquela conexão novamente.
— Certo... Bella. Se apresente. — Ele diz.
— Bom, pretendo fazer medicina. — Eu digo baixo.
— Idade? — Ele pergunta já que eu esqueci.
— Ah... 18 anos. — Eu respondo e ele assente.
A aula segue tranquila e eu vou até sua mesa quando a aula acaba.
— Bella, né isso? — Ele pergunta e eu assinto. — O que deseja?
Não me pergunta isso não...
— É... é sobre minha média no boletim passado. Eu sei que, de certa forma, você não tem nada a ver com isso. Mas gostaria de saber se há algo que eu possa fazer para melhora a nota.
— Entendo. — Ele diz – Qual a nota?
— B+ — Eu digo baixo.
— Hum... e isso é tão ruim assim? — Ele pondera. — Eu vou dar uma olhada no seu desempenho nos últimos exames e vejo o que posso fazer por você. — Ele finaliza com um meio sorriso.
— Obrigada professor Cullen. — Eu digo animada. — Até amanhã!
— Até amanhã Bella! — Ele responde e eu vou embora.
Na sexta feira eu acordo de mal humor. Minha mãe queria ir no colégio para falar pessoalmente com o meu novo professor de biologia. Nós discutimos ontem à noite durante o jantar e eu falei algumas coisas que eu não devia ter dito. Ou talvez devia mesmo.
Eu disse que ela tinha que começar a viver a vida dela. Que desde que o Charlie morreu ela passou a me sufocar dentro de minha própria vida a ponto de eu precisar esconder algumas coisas sobre as minhas vontades próprias para não aborrece-la. Claro que ela ficou chocada, mas também disse um monte de coisas, falando sobre o quanto eu sou ingrata por ela fazer tudo por mim.
Eu suspiro ao passar pela porta. O clima está tão pesado desde então que eu quase não consegui comer nada no café da manhã. Mas pelo menos agora eu me sinto aliviada de ter dito o que estava engasgado. Eu pego a minha bicicleta e pedalo rumo à escola. Não, eu não tenho carro. Porque a minha mãe sempre achou desnecessário, já que ela podia me levar a qualquer lugar a qualquer hora. É, vocês entendem agora o que eu quero dizer com sufocamento?
— Bom dia gatinha? — Jacob Black se aproxima de mim assim que eu entro na escola. Eu reviro os olhos, o ignoro e caminho para o meu armário. — Ei, Bella! Estou falando contigo! — O maldito me alcança quando eu destranco meu armário.
— Caramba, Bella. Me ouve. — Ele diz ofegante – Eu quero você de volta! Faço o que tiver que ser feito para você me perdoar.
— Black, você devia era não ter feito certa coisa e então não teria me perdido. — Eu digo ácida. — Me deixe em paz!
Eu fecho o armário com força e me viro para sair de perto dele. Ele, porém, agarra meu braço e me puxa de volta. Confesso que na hora eu senti mais raiva por ele se atrever a me machucar do que dor. Meu queixo cai de surpresa.
— Solte-a imediatamente Jacob Black! — A voz grave e imponente do professor Cullen silencia o corredor repleto de adolescente com o efeito de um trovão numa noite de tempestade. Eu me arrepio inteira. Jacob solta.
— Professor... é só uma DR de casal. — Ele diz e dá um sorriso amarelo tentando explicar a situação. Eu fico puta.
— Casal é o caralho! Não temos absolutamente nada, seu infeliz. — Vejo o Cullen se colocar ao nosso lado. Ele dá um olhar de nojo para Jacob.
— Nunca mais toque em uma mulher deste jeito. Só não te dou uma bela lição porque você não aguentaria apanhar de um homem de verdade. — O Cullen rosna. Ele está possesso. E ainda mais excitante. — Você vai imediatamente para a diretoria. — Ele diz feroz e Jacob sai com cara de poucos amigos. O professor se vira para mim e eu sinto o olhar da escola inteira sobre nós. — Seu braço, como está?
Onde está a minha voz?
— É...hum... acho que... — Eu tento raciocinar.
— Vou levá-la para enfermaria. Venha comigo. — Ela diz gentil e me abraça de lado enquanto andamos pelo corredor. Seu cheiro me atinge e, porra! É perfeito.
Lá ele dá uma olhada no meu braço e verifica que não há nada mais grave além das marcas fracas dos dedos de Jacob. Filho da puta!
— Quer algo para dor? — Ele pergunta e eu nego.
— Está suportável. — Eu digo baixo. — Obrigada... é... por tudo, eu acho.
— De nada. — ele me olha gentil. — Mas se a dor piorar retorne aqui para tomar algo. Até lá a srta Finn deverá ter chegado.
— Está bem! — Eu digo me levantando da cadeira.
— O Black é realmente o seu...hum...
— Não mesmo! — Eu respondo rápido — Nós namoramos ano passado, porém depois que ele achou divertido se meter no meio das pernas da minha ex-amiga, eu chutei a bunda dele.
— Oh, eu sinto muito por você — Ele diz, mas me dá um sorriso animado. — Hum, Bella!? Depois da última aula, eu gostaria de falar sobre aquele pedido que me fez. — ele diz e eu assinto, saindo em seguida.
Foi difícil não surtar até a hora do fim da aula. Eu estava nervosa por ficar mais um tempo a sós com o professor Cullen e por querer saber se ele vai atender o meu pedido. Quando meus colegas saem da sala, eu encaro o professor que termina de arrumar seu material.
— Bella – Ele diz baixo. — Preciso te explicar o que aconteceu, mas a sua nota estava errada no boletim. A verdadeira nota é A+. — Ele diz pegando a sua pasta – Mas não posso explicar ou falar disso aqui na escola. Podemos ir a outro lugar? — ele pergunta. Eu assinto sem nem pensar. Ele sorri.
Nós saímos da escola no momento em que um verdadeiro dilúvio cai sobre Jacksonville. Em segundos estamos ensopados. Ele segura a minha mão e me leva para o seu carro correndo. Ele abre a porta do carona para mim e eu me aconchego no banco, jogando minha mochila aos meus pés. Merda, que mudança de tempo do nada foi essa? Eu encaro minha roupa, jeans e camiseta, agora grudados em meu corpo.
Edward dá partida no carro e eu o olho, seu estado está igual ao meu. Ele percebe que eu o estou olhando.
— Me desculpe, não imaginei que o mundo fosse acabar nesta tarde. — Ele diz – Quer que eu te deixe em casa? — Eu ia assentir, mas então eu lembro que estou sem a minha chave de casa, já que na pressa de deixar Renée para trás eu a deixei em casa. Justo hoje, Renée demoraria a chegar em casa.
— Eu estou sem a chave e minha mãe vai demorar hoje. Vou ter que ficar do lado de fora tomando chuva. — Eu digo nervosa.
— Te levo à minha casa então. — Ele diz fazendo uma curva e tomando outra direção.
Em 10 minutos, nós chegamos ao seu apartamento. É um lugar simples, aconchegante e bonito. Nada muito sofisticado, mas muito arrumado. Edward volta do corredor por onde entrou com duas toalhas grossas, uma em sus ombros e outra ele me oferece. Eu fico estática de surpresa. Não pelo seu gesto, mas por ele ter retirado a camisa molhada e está com seu glorioso peitoral exposto.
Porra!
— Bella, você está muito molhada, porque não toma um banho? Posso te emprestar um moletom...
— Acho que vou aceitar...
— Venha! — Ele estende a sua mão para mim.
Ele me leva para a primeira porta do corredor. Ele entra na segunda e volta com uma muda de moletom preto. Eu entro no banheiro e logo me livro da roupa encharcada. A água quente envolve minha pele e eu abafo um gemido de satisfação. Quando eu saio do banheiro, um cheiro gostoso me invade. Eu encontro Edward na cozinha preparando algo.
— Fiz um chá de frutas cítricas. Vai evitar um resfriado. — Ele diz colocando uma caneca em minha frente na bancada. — Deixa que eu vou colocar isto para secar. — Ele diz pegando o bolo de roupa molhada de minhas mãos.
— Obrigada! — Eu digo me sentando e pegando a caneca. Eu bebo um pequeno gole e a bebida aquece tudo em meu interior.
Edward some por um instante e volta para mexer algo na panela que está no fogão. Ele trocou de roupa, agora está também com um conjunto de moletom, este preto com detalhes brancos.
— Fiz um chocolate quente, tudo bem? — Ele diz.
— Eu amo. Obrigada! — Eu digo tomando mais um gole do chá. Está delicioso.
Com a bebida doce pronta, nós sentamos no sofá, cada um com sua caneca e um pacote de cookies.
— Sua casa é legal! — Eu digo – E este chocolate está perfeito, professor.
— Obrigado, mas me chame de Edward, por favor. — Ele diz me olhando. Eu me pego pensando em o quanto é surreal esta situação.
— Certo... Edward. — Eu digo – E afinal, o que houve com a minha nota?
— Bom, o seu antigo professor fez uma tremenda confusão com a nota de 3 alunos da turma. — Edward diz sério — Isso é grave e ninguém desconfiou. Não queria falar isso lá porque não queria que alguém escutasse, mas acho que não foi só na sua turma não. — Ele suspira. — Vai dar um puta trabalho corrigir isso e pode trazer problemas para a escola se algum pai resolver reclamar.
— Nossa, que tenso! — Eu digo e ele me olha sorrindo fraco.
— Você é uma garota muito dedicada. Eu vi seu histórico... impecável.
— É... culpa da minha mãe. — Eu digo amargurada e dou outro gole.
— Como assim? — Ele pergunta curioso. Ele se vira mais em minha direção.
— Bom, perdi o meu pai faz 4 anos. Depois disso, minha mãe acho que tinha que viver a minha vida em meu lugar. — Eu digo irônica — Só porque eu estou seguindo a profissão do meu pai, ela que que eu refaça os passos dele. Ela quer que eu vá para Harvard! — Eu digo derrotada.
— Oh... sinto muito. Eu sei bem o que é ter alguém ditando o que você tem que fazer. — Ele diz e toma um gole de uma bebida – Se dependesse do meu pai, eu estaria numa sala de cirurgia agora. — Eu arqueio a sobrancelha. — Sim, meus pais são médicos.
— Wow! — Eu digo
— E eu também sou. Sou pediatra. — Ele revela e eu arfo.
— Sério? Mas...
— Eu desisti de clinicar ano passado e fiz uma licenciatura rápida. Sou melhor ensinando. Esta foi a minha primeira vocação. Mas meus pais nunca me deixaram ser professor.
Um breve silêncio.
— Qual a sua idade, Edward? — Eu pergunto de repente.
— Eu tenho 26 anos. — Ele diz e sorri torto.
Aquele maldito sorriso!
— Escute o que eu vou lhe dizer, Bella. Não se deixe levar pelo que a sua mãe ou qualquer outra pessoa queira te obrigar a fazer. Você, e só você dever comandar o seu destino. — Ele diz sério e se aproxima um pouco mais. Nossos joelhos se encostam e uma vibração passa entre nós.
— Eu farei isso! — Eu digo.
Estamos perigosamente perto. Eu fito sua boca e ele fita a minha. Muito perto...
Meu corpo vibra quando nossos lábios se tocam. Ele suga levemente o meu lábio inferior um gemido baixo me escapa. Um rosnado sai de sua garganta e ele enlaça meu corpo, me puxando para si. Eu me deixo levar e logo estou em seu colo. Seus lábios escorregam dos meus mais não deixam a minha pele. Ele desce em linha pelo meu pescoço. Eu arfo.
— Quero te beijar desde o primeiro momento que pus os olhos em você. — Ele sussurra ao meu ouvido e eu me arrepio.
— Sério... Pois eu fiquei excitada só com o seu olhar naquele dia. — Eu digo e coro por admitir minha fraqueza.
— Oh! — Ele exclama – E será que eu ainda te deixo excitada como no primeiro dia? — Ele pergunta rouco de desejo.
— Você terá que descobrir...
Um rosnado feroz sai de sua boca quando ele volta a me beijar furiosamente. Ele se levanta comigo em seu colo e se movimenta. Sinto minhas costas baterem na parede. Suas mãos se infiltram pelo moletom e tocam minha pele nua sob o tecido. Eu gemo abafado e mordo o lábio quando sua mão se fecha sobre meu seio esquerdo.
— Oh sim... tão perfeitos quanto eu imaginei! — Ele diz e me encara.
Pura intensidade em um segundo.
— Eu venho te desejando, Bella, desde a segunda feira. E venho me sentido um baita pervertido por ter pensamentos e sonhos nada inocentes com você. — Ele diz rouco e sério — Isto é fodidamente errado, mas eu mando tudo para o inferno se você me disser que também quer isso tanto quanto eu.
— Ah... mas eu quero! Quero saber agora cada um destes sonhos... ou melhor. Quero realizá-los! — Eu digo ousada e ele me dá aquela porra de sorriso pecaminoso que me faria encharcar a calcinha se eu estivesse com ela! Oh céus!
— Seu desejo é uma ordem! — Ele diz e me leva para o seu quarto.
Ao me deitar na cama, ele retira o seu moletom e eu retiro o meu, chutando a calça em seguida. Ele se estica para a mesinha ao lado da cama e pega um preservativo. Porra, eu vou realmente transar com ele! Eu já estava nua, já que minha roupa íntima também estava molhada. Ele sorri ao me ver totalmente nua diante dele. Ele retira sua calça e veste seu membro. Que pau é aquele, senhor?!
— Que merda eu estou fazendo? — Quando eu encontro com seus olhos, há um sentimento de culpa nele. Ah não Edward, não faz isso comigo! — Eu sou um fodido, você é uma
— Não me chame de criança! — Eu grito e ele senta na cama. — Eu tenho 18 anos, Edward. E não é a primeira vez que vou fazer isso, se quer saber.
— Ser maior de idade não faz isso ser menos pior. Eu sou o seu professor. — Ele diz e trinca os dentes.
— Lá na escola. Aqui eu vejo apenas um homem lindo e maravilhoso. — Eu digo firme. Ele me fita em silêncio. Eu me aproximo dele.
— Mas...
— Sem essa, Edward! Pare de me ver como a porra de uma criança inocente. — Eu digo e me ajoelho diante dele com uma perna de cada lado. Ele engole seco. — Eu quero fazer isso tanto quanto você quer. — Eu digo pegando sua mão e colocando seus dedos em minhas dobras completamente encharcadas. — Eu sou uma mulher, Edward. — Eu me inclino para o seu ouvido – Que neste momento quer ser a sua mulher!
Bingo! Bella 1x0 Edward!
— Porra, Bella! — Ele ruge e enfia 3 dedos inteiros na minha boceta enquanto toma a minha boca com violência. Eu solto um gemido de prazer e meu corpo inteiro se arrepia. Rápido demais, ele retira seus dedos de mim e posiciona o seu membro em minha entrada.
Eu olho em seus olhos nublados de prazer e me sento nele de uma vez só.
Dois gritos ecoam pelo quarto. O meu e o dele.
O incomodo de tê-lo me esticando por dentro é real. Eu simplesmente esqueci que ele é muito grande. Meus olhos lacrimejam.
— Wow... — Eu arfo.
— Eu te machuquei? — Ele pergunta tenso. — Você é muito apertada.
— Digamos que você realmente tem tamanho e largura... — Eu digo e suspiro – Mas estou bem.
— Certeza?
— Me fode, Edward, por favor! — Eu digo para sanar suas dúvidas e provocá-lo.
Edward agarra as duas bandas de minha bunda e lidera meus movimentos sobre o seu pau. Minha boceta desliza sobre seu mastro com certa resistência causando um prazer inimaginável a ambos. Sua boca não larga a minha pele e entre beijos, chupões e mordidas, meu corpo treme sobre o seu e eu perco as forças momentaneamente.
Caralho! É a porra do paraíso!
— Oh Bella! — Ele exclama, chagando na borda logo em seguida e preenchendo o latéx entre nós.
Ficamos uns minutos assim, respirando a pele do ombro um do outro. Poderia ser nojento, visto que ambos estamos levemente suados, mas não é. É incrivelmente aconchegante e terno. Eu ergo o rosto pra encará-lo e vejo o seu sorriso de satisfação. Eu sorrio também.
— É... realmente... você é uma mulher. A minha mulher!
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