One Piece Galaxy Generation

2 Capítulo 2 - Fuga rumo ao sonho.


Ano 2.754 no novo calendário solar, as colônias terrestres estão em processo de adaptação aos planetas, desde o lançamento do projeto da empresa Raycom vários planetas estão sofrendo modificações climáticas favoráveis a vida humana, começando pela colônia em Marte (a colônia vermelha) e assim por diante, várias colônias terrestres foram se intensificando o mais novo projeto agora chegava em Júpiter ( a colônia laranja), com bases espaciais em cada uma de suas luas e comemorado com grande empolgação. A colônia em Júpiter foi uma das mais trabalhosas, seus ventos de 500 km por hora e suas grandes tempestades não ajudaram muito de início mas felizmente essas barreiras finalmente tinham sido vencidas e a humanidade tinha mais um lar e porto espaciais.

A festa dos marinheiros espaciais, os chamados patrulheiros, se iniciava na colônia de prata, no planeta Saturno, oportunidade perfeita para estrear também os novos warp’s (pequenas aeronaves em formato esférico com duas antenas laterais, naves auxiliares, espécies de botes futurísticos) que levariam os novos moradores a júpiter e no momento de uma garota de 15 anos ser finalmente adotada... pela vigésima quinta vez depois de tantas tentativas.


*batidas na porta*



?? – com licença...



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Dona do orfanato – ah, vocês devem ser o casal que aguardávamos.



?? – sim isso mesmo, eu sou Munir e esta é minha esposa Juno.



Dona – é um prazer senhor e senhora, entrem, fiquem a vontade.



A moça colocava o casal pra dentro de uma sala onde ia acertar com eles uns documentos dentre outros detalhes da adoção, sem saber que do andar de cima a jovem garota, corria de um lado pro outro do quarto ajeitando seus pertences, de todos os quartos das crianças que lá viviam, dentre elas alguns jovens, o quarto de Lenna era o mais terráqueo de todos, rede ao invéz de cama, papel de parede que lembrava madeira e as cortinas digitais dela sempre eram programadas com a paisagem de praia, realmente, ela tinha saudades da boa e velha Terra, antes de tudo ir para os ares devido as explosões da guerra nuclear.



Nick – *6 anos* nee... Lenna-donno…



Lenna – nani? *ainda correndo arrumando as coisas dela*



Nick – vc vai mesmo embora?



Lenna – ah Nick, sabe que não posso ficar, se eu for adotada por um patrulheiro jamais poderei ser uma pirata.



Nick – mas Lenna-donno... vamos sentir muito a sua falta.



Crianças – ééé... *saindo detrás da porta*



Lenna – ah minna, eu também vou sentir falta de vocês, mas eu prometo que quando eu me torna rainha dos piratas eu vou vê-los novamente, eu sei que vou. –A garota sorri confiante olhando o infinito, nessa hora a imagem de Luffy com esse mesmo sorriso parecia se refletir junto com ela, logo depois passa a olhar as crianças novamente com o sorriso bem largo e a voz bem animada e um tanto alta. – agora crianças, conseguiram terminar o que pedi a vocês outro dia?



Crianças – haaaaaaaaai!!!!



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Dona — *subindo as escadas com o casal* muito bem senhores, o quarto da Lenna é por aqui – A mulher abre a porta.



Munir – com licença senhora, mas... Não tem ninguém aqui.



Dona -como assim? Tenho certeza que...



Ela se dá conta do estado do quarto e corre até a janela onde havia uma corda de lençóis brancos até o chão de pedra que dava rua abaixo (a casa ficava numa coluna e o porto espacial ficava abaixo juntamente com as festividades).



No festival haviam muitas pessoas alegres tirando fotos , crianças brincando e patrulheiros galácticos marchando no desfile oficial, fora vários papéis picados flutuando e naves passando, música e todas as coisas típicas de um grande festival futurístico, inclusive fogos de artifício feitos com lasers.



De longe encostada numa das Wap’s com os braços abertos e vigiando os lados a garota tentava entrar furtivamente na nave até bater com um dos oficiais que guardava a entrada da nave.



Patrulheiro 1 – hey mocinha, o que pensa que está fazendo?



Patrulheiro 2 — *chegando depois* esta é uma área restrita.



Lenna – eu... am... ern... bem... *olha pra um canto aleatório atrás deles como se estivesse muito interessada* olha só... Quem põe um piano num lugar daqueles gente?



Os dois – o que? *olham*



Lenna – HÁ!!



Com um chute certeiro no estômago ela consegue fazer os dois caírem no chão e se dirige pra a plataforma que dava acesso a nave de cabine única até ser parada por um terceiro patrulheiro, estava encurralada, eram dois atrás de si e mais um a sua frente, todos mais altos que ela.



Patrulheiro 1 – muito bem mocinha, agora fique quieta, você está cercada, será presa por tentativa de furto de propriedade intergaláctica.



Lenna – eu acho que não rapazes... gomu...



Eles — é o que?!



Lenna – gomu ... no... MUCHI!!!



A garota estica uma de suas pernas chutando com toda força os patrulheiros, os juntando numa parede mais próxima e logo depois dando a língua e rindo enquanto entrava na Warp, recolhendo a plataforma e fechando a porta automática.



Lenna — *se sentando na frente nos monitores na poltrona confortável* ufa... que bom que uso shorts e meia calça agora...



Um alerta vermelho toca ao fundo vários patrulheiros iam se dirigindo cada qual as suas Warp’s, do lado de dentro da nave de Lenna, agora já flutuando, a garota tenta adivinhar quais botões para cada função, totalmente desorientada, vai puxando e apertando todos os botões que pode.



Lenna – tá legal, agora, acelerar, acelerar... — clica num botão que faz a warp girar sem controle no mesmo lugar e fica tonta, depois para a nave no ar — *tonta* tá legal... com certeza não é esse... *clica em outro* *nave acelera e ainda apresenta um volante* ah... agora sim...



[[ ALERTA, ALERTA, LADRÃO DE NAVES NO ANGAR 3]]



Várias naves começam a se aproximar rapidamente dela.



Lenna – droga...



A garota acelera tentando desviar dos tiros de laser. No festival um garotinho apontava pra a warp de Lenna que se aproximava causando grande ventania, as pessoas de início acharam que era parte do show até a nave ficar perto demais e elas começarem a gritar, agachar e correr dos tiros e das naves.



No meio da multidão um loiro se infiltra com facilidade no museu da cidade abrindo uma caixa dourada no “salão de antiguidades raras marítimas”, era uma parte do diário de Gold D Roger, ainda intacto.



?? – hum... o que não faz a tecnologia desses patrulheiros, nas mãos de uma pessoa pode valer uma fortuna ou... Menos um obstáculo para a new grand line *sorri malicioso*



Segurança – HEY VOCÊ!!!



Sem aviso prévio o desconhecido desfere uma corrente de fogo da palma de sua mão e antes que o segurança pudesse reagir ele se vê cercado por um Enjomo ( um círculo de fogo) enquanto vê o desconhecido saindo com o pequeno baú jogando pra cima e pra baixo nas suas mãos e para bem ao lado do homem preso.



?? -escute homem, deixarei você vivo por hora por que quero que leve um recado pro chefe dos patrulheiros... diga a ele que quando for me prender...



Assume a aparência de um homem ruivo todo de preto com um capuz da mesma cor e uma máscara preta e vermelha.



Segurança – capitão Drei, O MASCARADO!!!



Drei -diga a ele que da próxima vez ele me prenda direito.



Na mesma hora uma explosão vem do teto juntamente com uma corda na qual o capitão sobe pendurado com um braço só.



Drei – au revoir ma chère sécurité imbécile (até a vista meu caro segurança idiota)



Segurança – VOCÊ NÃO VAI SAIR TÃO FÁCIL DESSA MASCARADO!!



Horas depois na sala de reuniões do chefe dos patrulheiros, todos os patrulheiros que não conseguiram capturar Lenna estavam lá reunidos juntamente com os seguranças do museu, um grande estrondo pôde ser ouvido quando o chefe bateu com tudo na mesa de metal.



Chefe — UM GRANDE ESTRAGO NO FESTIVAL, DEZENAS DE MORADORES EM PERIGO IMINENTE, UMA NAVE E UM OBJETO INESTIMÁVEL DO MUSEU ROUBADO... E OUTRAS CENTENAS DE NAVES ARRUINADAS POR CAUSA DA INCOMPETÊNCIA DE VOCÊS AGORA ME DIGAM... .... ... COMO ISSO FOI ACONTECER?!



Patrulheiros – NOS DESCULPE SENHOR!!!



Chefe -que isto não se repita novamente... SENÃO EU REALMENTE TEREI QUE...



Segurança – senhor...



Chefe – O QUE QUER?! EU TERMINEI DE FALAR SOLDADO? PARECEU QUE EU HAVIA TERMINADO DE FALAR?!



Segurança – é que... bem... um telegrama chegou e é urgente...



O chefe passa os olhos no telegrama, cada linha parecia ficar mais nervoso com o que lia, especialmente pela assinatura final como dita do capitão Drei, cuja alcunha era mascarado.



Chefe — *rasga a carta ao meio com muita raiva* SETOR 2 VASCULHE AS ÁREAS AO REDOR DAS LUAS, SETOR 7 VASCULHEM AS ÁREAS AO REDOR DE SATURNO, SETOR 3 AS CASAS E PESSOAS DO FESTIVAL E O RESTO DE VOCÊS VASCULHEM OS PLANETAS VIZINHOS, ELE NÃO PODE ESCAPAR.



Patrulheiros – SIM SENHOR!!! — marcham pra longe da sala com pressa, de longe altos gritos poderiam ser ouvidos anunciando que o temível mascarado e sua tripulação estavam de volta à ativa no espaço.



Segurança – senhor...



Chefe – se o mascarado estiver mesmo a solta novamente todo cuidado é insuficiente, ele é astuto, usa de qualquer método pra chegar ao seu objetivo, tremendamente escorregadio e ainda tem o poder da Mera Mera no mi em mãos.



Patrulheiro — *chega correndo com uma ficha em mãos* SENHOR, ACHO QUE IDENTIFICAMOS A LADRA!!!



Chefe – Lenna D. Mokey, então começou de novo...



Segurança – de novo?



Chefe – só espero que este macaco não nos cause problemas como todos os outros...



De longe Lenna já estava fora dos anéis de Saturno galáxia adentro, havia conseguido despistar os outros warp’s graças as pedras de gelo e poeira cósmica que havia nos anéis de seu planeta, seu segundo objetivo agora era arrumar um cruzador (navio futurista com escudos de defesa pra manter o ar e também defender a nave) e uma tripulação.



Lenna – bem... Vênus, aí vamos nós, e por favor que a energia da nave não acabe...



Lenna*confiante e animada* e Drei *sério* -“preparem-se piratas de todas as colônias, em breve vocês estarão sobre nova direção... a minha!!”



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Nome: Lenna D. Monkey(em japonês seria Rina, uma versão alternativa )

モンキー.D.リナ (Monkī D.Rīna)



Idade: 15 anos (por enquanto)


Aniversário: 01 de janeiro (ano novo japonês)

pai: Mokey D. Ruu

mãe: desconhecida

akuma no mi: — não precisou comer, já tem por genética, o que é totalmente estranho mas não impossível-

personalidade: animada, persistente, inocente (pra não dizer burra), confiante e atrapalhada.

nasceu: em South Blue assim como a maioria de seus parentes (homens) mas depois foi levada as pressas pra a colônia em Saturno quando a Terra fora arrasada devido a uma grande guerra nuclear) ainda sente falta de South Blue as vezes o que é deixado claro no modo antigo que se veste e no próprio quarto (bem praiano).

Comida favorita: qualquer pescado (o que é extremamente raro nessa época e que ela não come faz muito tempo)

Altura: 1,52 (o que a faz ser motivo de piadas principalmente pros outros piratas, isso depois dela ser uma pirata mulher e garotinha)