One Piece - Corrida contra o Tempo

2 Capítulo 1 - Marame Goush


Marame Goush.

Tritão, 2,25m de altura, 120Kg. Tem uma aparencia mais levado para o lado e um Tubarão branco, conta com uma dentição nada padrão, dentes pontiagudos e amendrotadores,tem cor azul e uma pequenos fios de pelagem branca na posição em que seria o bigode.

A Vida de um Tritão não era nada fácil, ainda mais sozinho. O Preconceita era muito, parece que nenhuma alma viva tem consideração por Tritões, a maioria deles se escondem em florestas, sozinhos, abandonados e tristes. Outros já formar grupos para atacar cidades inteiras, não podeos negar a força que um Tritão tem e nem a sua superioridade, em relação a força fisica, em cima dos Humanos, mas ao fazer isso a descriminação racial só aumenta.

Entretanto, Marame até que se deu bem. Fora expulso novamente de uma ilha, já nã sabia o que fazer, só queria ter alguma razão para viver, não queria viver aqula vida de perseguição. Não é que nem o Tritões radicais, mas as vezes fica impossivel de se controlar na frente de seres tão abaixo de sua escala racial.

Estava em sua jangada, construida rapidamente estava a cair aos pedaços. Ao Longe é visto emabarcação de tamanho média, com uma bandeira que tinha uma caveira com uma gaita em sua boca. Um som feliz e calmante saia do barco passando direto por seus ouvidos, fazendo-o relaxar. Então decide ouvir de mais perto, e fica bem próximo à embarcação.

Linda era a mulher que tocava aquela musica que fazia bater seu coração mais forte. Humana, mas Marame não pensara naquilo no momento apenas queria saber de ouvir. Nesse meio tempo outros tripulantes veem Marame, e não se assustam, chegam mais perto e tocam a musica mais uma vez para dar boas vindas ao diferente visitante. Logo, a mulher o percebe e para com a musica, fazendo-o sair daquele estado de \"viagem\". Marame, que sem perceber já estava dentro a embarcação, acorda e leva um susto em ver aquele tanto de humanos e nenhum deles parecia querer atacar o Tritão. Assustado e envergonhado, Marame não sabe o que fazer. Enxerga um homem que se destaca parecia ser o capitão. Cabelos vermelhos e lisos, jogados para trás em forma de rabo de cavalo, tocava um violão no ritmo da musica, logo se levanta.

Ziu — Olá Visistante! Venha, beba da cerveja mais bem feita aqui do East Blue. E Curta o nosso belissimo som, porque é isso que fazemos. LEVAMOS O SOM PARA O QUE OUVEM!!!! — Um alto urro é ouvido, todos vibram com as palavras do capitão.

A Mulher se Aproxima de Marame, e o toca no rosto passando os dedos delicados pela sua pele ja machucada e aspera, um calafrio passa por todo seu corpo no exato momento do toque.

Zigma — Zigma é o meu nome, estranho visitante. Gostou da musica? Boa não? Todos aqui gostam dela.

A voz de Zigma parecia canção em seus ouvidos, era diferente aquilo uma pessoa falando amorosamente com Marame era diferente. A festa continua por muitos dias, e Marame fica por ali, junto de Zigma e aqueles outros companheiros. Nesse meio tempo aprende a musica que Zigma tocou aquele dia, e a tocar diversas outras musicas. Gostou e portanto ficou por ali mais alguns anos, enfim conseguira algo que possa fazer para que seu coração nã sofra mais tanto, ficava ali, ao lado de Zigma e cantando belas canções.

2 Anos se passaram desde a chegada de Marame a aquela tripulação. Batalhas eram inevitaveis, e mortes de companheiros também, isso inclui a de Zigma.

Parecia estar tudo muito calmo, som e bebida como de prache. Um Navio enorme que de lá vinha um som do fio da espada contra o vento, piratas e parecia ser um dos fortes, em sua bandeira um crânio rachado o maio por um dio vermelho. Foram atacados, eram muito fortes. Marame lutava bravamente, chegoua a derrubar diversos adversários. Seu bando não ageuntara a força e todos chegaram a morte. Marame o único sobrevivente é abordado pela suposto capitão do Navio, uma sombra escondia a sua indentidade.

??? -- Você, tritão de merda, deixerei vivo, para sofrer com a perda de seus companheiros, tenho certeza que não sera nada bom. — O Homem sai de volta a sua embarcação soltando altas gargalhadas.

Marame desiludido e sem sua amada, Zigma. Decide, por fim, fazer com que o sonho de Zigma seja concluido, o de levar o som para os que possam ouvir, não só o som e sim sua felicidade que vem junto. Alguns dias depois, para em uma ilha e fica por ali, longe dos outros habitantes, estava tudo calmo ao seu redor. Apenas uma pequena embarcação que vinha ao longe, mas parecia tr capacidade para no maximo 10 pessoas, nada com que se tenha de preocupar. Enfim, começa a tocar sua música prefirida, com sua gaita, na verdade a gaita de seu ex-capitão que acabou achando no meio dos escrmbos de sua ultima batalha.

O som era bom, dava uma calmaria a quem escutasse e muita confiança. Crinaças se aproximam do Tritão, nã se importando com aparencia nem nada, acabam se sentando ao lado de Marame e balançando junto a música. Marame começa a acelerar a musica, fazendo uma euforia enorme entre as crianças. Em puco tempo, uma das mães se aproxima para ver o que estava contecendo e ve o tritão, assustada grita:

Mulher — Pare agora, seu pervertido, está a tocar para iludir minhas crinaças e leva-las com você. — Outras pessoas acabam ouvindo os gritos da mulher e ja vendo ser um problema co um tritão trazem com elas armas de fogo e armas brancas.

A embarcação se aproxima e fica ali por perto, apenas um homem dentro da embarcação, pele branca com algumas sardas espalahadas pelo rosto, que dava a ele um pouco de charme. TInha os cabelos lisos e nergos jogados por trás da orelha que tinham m comprimento até a altura da nuca. Sem camisa mostrando seu fisico atlético e uma bermuda preta com adornos laranjas, obsevava a cena.

Um tiro é disparado contra o Tritão, que causa um hematoma na mesma hora, a ferida não foi pior por causa de sua pele resistente, concerteza não ageuntaria o segundo tiro. O Homem de dentro da embarcação diz:

- Vamos, entre e fuja desse bando de selvagens, que não trazem um pingo de humildade em seus corações. Então, vem ou morre ai...?

Marame não pensa duas vezes, pula dentro da embarcação do homem que em pouco tempo sai da vista daquela gente.