One Night

1 Última Noite.


Notas iniciais
Olá pudins ! Aqui uma fanfic PWP ou seja, história é o cacete, a parada aqui é Putaria mesmo. q AHEAUHEHUa BDSM, se não gosta não leia e se não sabe o que é pesquisa no google. q

Não importa quantas vezes você disse que iria partir... Nenhuma despedida foi dita. Nenhuma palavra de Adeus foi dita no dia em que te perdi. Não importa quantos anos se passaram desde a última vez que vi a cor de seus olhos, não estava pronto para vê-lo outra vez, "velho amigo".

- Há quanto tempo velho amigo... — Disse-me ao som de seu sussurro trêmulo. Era notável a hesitação em sua voz. Seus olhos violeta me olhavam tristonhos.

Era mesmo um grande desafio. De ante de mim, estava o mais profundo dos segredos, a mais grave das falhas. O caso proíbido, a história secreta, companheiro de batalha, amigo de todas as epocas, de todas as eras, o traidor, o mestre, o amante... A armadura dourada que antes combinava tão bem com sua pele alva, tão fácil de marcar, estava corrompida pelo negro de Hades.

Ele merecia ser punido...

A visão parnasiana da perfeição... Madeixas loiras espalhadas pelo tórax alvo já avermelhado. As mãos puxavam delicadamente as correntes tentando soltar-se como um pássaro em cativeiro. Os olhos violetas tão belos, estavam vendados, os lábios amordaçados. Tão bela, esta imagem... Shion em minha cama, seu rosto avermelhado, o peito que subia e descia, puxava com força o ar.

Levei a coleira até o pescoço do ariano prendendo-o. Uma corrente foi presa à coleira, para que pudesse dominá-lo ainda mais, esta noite, eu o faria se deitar ao som da chuva venenosa. Passei a mão pelo interior de sua coxa esquerda, sentindo a pele macia se arrepiar com o meu atrevimento. Não pude deixar de contornar o volume que se formava entre as pernas do menor já submisso à meus caprichos, deslizando a mão pelo torax desnudo até seu pescoço, onde passei os dedos pela sua coleira, encaixando a mão pelo seu maxilar e forçando-o a virar o rosto para o lado com um pouco de força.

Shion ofegava bastante, visívelmente excitado com meus toques nada gentís. Lentamente, passei a chibata de couro negro por entre seu corpo até o meio de seu peito, testando seus sentidos, contorceu seu corpo delicadamente, permitindo-se gemer baixinho. Seus mamilos ja estavam rígidos com meus toques. Deslisei novamente a chibata, dessa vez contornando os mamílos rosados do lemuriano que ofegava e se contorcia de excitação, em meio a tanto prazer, eu o castiguei com a dor. Permiti-me morder com força seu ventre, marcando aquele homem como meu, em resposta, um urro de dor pode ser ouvido.

Abaixei-me o suficiente para finalmente, tocar a carne que eu desejava tão intensamente. Havia um fogo neste coração e uma revolta prestes a explodir em chamas, e eu o queimaria vivo se fosse preciso. Os dias passarão, mas esta noite, nos queimará até que não haja mais carne sobre nossos ossos.

Com a ponta dos dedos contornei o volume entre suas pernas, instantaneamente Shion as abriu deixando-me livre para percorrer o resto do caminho. Toquei-o intimamente, e como resposta o lemuriano arquiou suas costas tremendo da cabeça aos pés, mas me detive ali. Após a pequena permição de prazer, era hora de castiga-lo... Uma forte chibatada foi dada em sua coxa direita, marcando-o com um tom avermelhado. Shion novamente, urrou de dor.

Passei a mão pela sua nova marca, apertando-lhe a coixa e arrancando novos ofegos do ariano. Caminhei tranquilamente até o criado mudo, servindo-me com um pouco de vinho e bebiricando-o em seguida observando com tesão a perfeição que era o lemuriano ofegante em minha cama. As pernas abertas estavam levemente incomodadas. Era hora de brincar...

Retirei da gaveta um brinquedo para apimentar ainda mais esta noite em companhia de meu velho amigo, em seguida, um frasco de lubrificante também foi retirado do criado mudo. Caminhei com calma até o ariano, deixando os utensilhos que seriam aproveitados de lado, enquanto voltei minha atenção ao meu escravo, vulgo, companheiro. Minha destra alcançou a corrente de sua coleira, puxando-o brutamente. O encarei dominador, mesmo que ele não pudesse ver.

- E agora Shion? Me diga, você mataria para salvar uma vida? Me diga, você mataria para provar que você está certo? — Perguntei sarcástico. Trair a Deusa, para uma noite vivo? Então que nossos corações queimem esta noite.

A destra foi deslizando pela coleira até seu maxilar onde passei o polegar pelo seu rosto, tocando-o em um gesto opressor, logo, alcansei as madeixas loiras puxando-as com força até força-lo a arquiar o pescoço para trás. Mordi a junção do pescoço com os ombros deixando-lhe um hematoma do qual este santo ariano jamais se esqueceria.

Novamente voltei minha atenção para os utensilhos que usaria para brincar com os sentidos de shion. Espalhei lubrificante pelas bolinhas tailandesas, após o ato, comecei a introduzir uma por uma no santo que gemia e se contorcia de dor. Esta dor... Era muito merecida a ele.

Movimentei as bolinhas dentro do santo, que contorceu-se levemente. As bolinhas chocavam-se entre si dentro do lemuriano que não poderia ter expressões mais perfeitas. Em meus devaneios analisando suas expressões notei que o mesmo mordia constantemente as mordaças tentando conter seu próprio corpo. Soltei uma baixa risada.

Shion rebolava levemente contra as bolas, já sentindo um pouco de prazer com o "brinquedo" à qual foi submetido. Já era hora de puni-lo. Deslizei meus dedos pelas coxas do homem à minha frente, em seguida deixando um forte tapa contra a coxa esquerda, arrancando-lhe um urru insandecido de prazer e dor. Não pude deixa de notar o quanto ele ficava adorável com aquela feição tão meiga e tão sexy.

Lentamente, retirei as bolinhas de dentro do santo ouvindo um pequeno gemido de reprovação do mesmo, não pude deixar de sorrir. Abaixei-me o suficiente para toca-lo, lambendo delicadamente sua glande e provando de seu pré-gozo. Shion era incrivelmente doce e leve. Era a perfeição proibida que sempre sonhei... Era o meu parceiro, o meu companheiro e o meu amante desde eras e décadas atrás.

Parei meu ato somente para retirar minha armadura pesada, que a esse ponto pesava e doía em meu baixo ventre, após me ver livre deste "karma" finalmente estava pronto para castigar o meu amado traidor. Levei minha canhota até os cabelos loiros do santo, segurando-os com força e forçando-o a virar de bruços pelos cabelos. Shion gemeu de dor mas obedeceu sem pestanejar, já empinando as nadegas para mim ficando semi de quatro, ahh... Uma delícia.

Deslizei as mãos pelas suas nadegas, sentindo a pele macia e mediante a isso, só pude suspirar e fechar os olhos contendo minha excitação. Abri as nadegas do santo deixando sua pequena entrada a mostra, com força o penetrei o mais fundo que me foi permitido arrancando novamente um urro de dor do santo, que logo depois me fez quase falecer de prazer com a gostosa rebolada que deu em meu membro. Ahh Shion, se os Deuses permitissem...

Comecei a estoca-lo com força ofegando toda vez que o corpo do mais baixo se encontrava com o meu, deixei-lhe alguns tapas sobre suas nadegas o que arrancava de Shion gemidos cada vez mais altos. Ainda com a canhota agarrei-lhe as madeixas loiras puxando-as com vontade até que suas costas se encontrassem com meu torax. As correntes se estiram fazendo o santo esticar os braços na direção do elo que o prendia à cabiceira da cama. O segurei com força pela cintura e com a mão livre forcei seu pescoço para traz, o suficiente para que eu pudesse morder sua orelha.

- Que saudade... — Sussurrei enquanto contornava sua orelha com pequenas mordidas. A única coisa que recebi foi um delicioso gemido de Shion.

Voltei a estoca-lo com força, chocando-me insandecidamente contra o corpo menor que se retraia, contorcia e pedia pelo meu em gemidos, gritos e urros de prazer, não demorou muito até que o lemuriano se entregou ao prazer quando em um grinto se desfez.

Voltei a afundar a cabeça de Shion na cama, estocando-o repetidas vezes até que finalmente, me desfiz dentro do ariano, inundando-o com meu prazer. Permiti um momento de carinho e cuidado para com meu submisso, quando tirei sua venda e sua mordaça.

- Prometa-me... que nunca mais irá trair Athena... — O fitei diretamente em seus olhos, perdendo-me em saudades daquela bela constelação de Áries.

- Tudo o que fiz, foi por você Dohko... E eu faria tudo de novo, para ser seu esta única noite.

E no fim, nos perdemos em devaneios, conversas, e beijos durante a noite. Última noite de nosso amor. E assim como sua fé inabalável pela justiça, Shion e eu perecemos naquela mesma noite, em nome da Guerra Santa.

Notas finais
Desculpem os eventuais erros, capítulo sem beta, e sem Word pra correções de errinhos, perdoem a tia q. Beijos me liguem. q
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!