One More Night

1 Capítulo 1


Notas iniciais
História baseada na série Glee, real life Huntbastian. Espero que gostem.

Várias vezes se perguntou qual o verdadeiro significado da palavra felicidade. Muitas vezes pensou que soubesse, mas acabou se surpreendendo. Parece que essa palavra é uma palavra sem limites e sem explicações. Quando se pensa que já é feliz o bastante, e não tem como sentir algo maior, eis que surge uma pessoa para mudar todo o nosso conceito de "felicidade". Parece até uma ironia que o próprio destino nos impõe.
Eu achava que estava feliz saindo pra noitada com as/os amigas/os, bebendo, curtindo um futebol no final de semana. Ter casinhos aqui e ali, não se apegar a ninguém, preferia ficar solteiro pois achava que não valia a pena entregar seu coração na mão de outra pessoa, pois já se decepcionou algumas vezes... Mas aí vem o ponto principal: você vai pra night, fica com aquela garota que achou uma gata, e depois vê que tudo aquilo era momentâneo. Vocês não vão sair de novo, ela ficou com você, mas logo depois estava ali na frente chegando em outra pessoa. Chegava em casa depois cansado, sozinho, sem ter ninguém do seu lado pra dormir abraçado e dar aquele beijo de boa noite. Ter milhões de "amigos" quando quiser, zuar e curtir, mas no dia que tiver doente em casa, sem poder sair, não vai ter ninguém com você, afinal, as pessoas já compraram o ingresso do show que iria rolar no final de semana, e com certeza não poderiam perdê-lo. Chegará cansado da escola/faculdade, e não vai ter ninguém pra fazer um jantar e depois um carinho até você dormir. Não vai ter no celular uma mensagem de "bom dia" e nem alguém pra dividir emoções, conquistas e perdas. Aí se percebe que o que sentia, quando era solteiro, não era bem felicidade... era solidão.
O destino então resolveu dar-lhe uma chance para conhecer realmente a palavra felicidade. Colocou então uma pessoa em seu caminho, na verdade ela já estava ali, só bastou uma forcinha para notá-la da forma que merecia. No começo era tudo muito estranho, não estava acostumado a sair acompanhado, a ligar e avisar onde estava e precisava se adaptar a várias coisas que antes não faziam parte da sua vida. Não era possível ter a mesma postura de antes, as mesmas atitudes, os mesmos pensamentos... Sua vida não era mais a mesma, pois metade dela é composta por outra pessoa. E aí vai vendo se realmente valia a pena mudar tudo por causa da pessoa, ou se aquilo não era bem o que queria ou se voltar pra sua vidinha medíocre de antes seria a melhor opção. Muitas vezes, diante de diversas situações, pensou que voltar pra a vidinha de antes fosse a melhor solução, mas quer saber?! Depois que viveu realmente e começou a descobrir tudo que o amor pode o oferecer, não ficou mais com essa dúvida. Não existia sensação melhor do que estar com alguém que gostava. Compartilhar todos os momentos da sua vida, chorar e rir de felicidade e de tristeza também, mas saber que no final sempre teria alguém segurando a sua mão, em qualquer situação. O amor é o sentimento mais bonito que já conheceu. Ele não se mistura com nenhum sentimento ruim. É puro e verdadeiro. Sentir amor por alguém e saber que esse alguém também sente por você é descobrir o que questionava antes: a palavra felicidade. Não importa o que você fará para chegar até o topo, quantos tombos você vai tomar, quantas vezes você vai errar e quantas vezes vai se decepcionar. Tudo isso é muito pequeno comparado a alegria que é ter alguém especial ao seu lado. Tudo isso é muito mínimo. Algumas pessoas passam anos e anos procurando alguém para amar, outras temem que isso aconteça, mas na verdade nunca devem ter sentido isso por ninguém. O amor você não procura. Ele bate na sua porta quando você menos espera... É o único sentimento que não tem como lutar contra, e Hunter Clarington é prova viva disso. Tentou lutar tanto contra esse sentimento, mas quanto mais tentava esquecer, mais lembrava e se envolvia.
Hoje afirma, com convicção, que tudo em prol do amor vale a pena. Vale a pena passar noites em claro chorando, vale a pena sentir ciúmes, vale a pena largar prazeres momentâneos, vale a pena dar a vida para sentir isso, pois é a única coisa na vida que nos completa por inteiro. É a única sensação que só se vive se estiver disposto a se entregar por inteiro a um outro alguém. Se ontem se decepcionou com alguma coisa, hoje é feliz pois sabe o que tem, uma pessoa maravilhosa ao seu lado. A pessoa que não só lhe torna mais homem, mas também que faz com que consiga ser feliz. E essa felicidade... não tem preço. Essa felicidade... não tem explicação... não tem limites.

Alô? Pai? Sim, eu já estou em NY. Sim, pai. Acabei de sair do aeroporto estou indo para o hotel. Ok, tudo bem. Sim, eu não vou sujar o nome da família. Estou no taxi assim que chegar ao hotel eu retorno a ligação. - Chegou ao hotel com um alívio, apesar da viagem cansativa onde do seu lado havia um sujeito insignificante que não parava de espirrar, teve que apenas ignorar o acontecido. Mas precisava de um banho para tirar todos os germes antes que adoecesse. Tirou a roupa e foi em direção ao chuveiro não havia nada melhor naquele instante do que sentir a água do chuveiro cair sobre seu corpo cansado, isso o acalmava... bastante. Terminou o banho, enrolou uma toalha na cintura e se jogou na cama... dura, prometeu ao pai que retornaria a ligação, mas estava exausto ao ponto de cair no sono mesmo na horrível cama, se aquilo deveria ser um hotel cinco estrelas estava bem longe disso. Eram 05h30min da manhã, quando levantou da cama, foi em direção à janela do quarto que era em um dos últimos andares do prédio. Encostou-se nela de braços cruzados observando o grande movimento que acontecia na rua. Estava frio, e ainda se encontrava com a toalha na cintura. Perdeu-se em meus pensamentos e a única coisa que veio na cabeça foi o que o pai havia dito por telefone:“Não ouse sujar o nome da família Clarington, Hunter. Você só me decepciona a cada instante. E eu não quero nem sonhar com a vergonha que, com certeza, você irá me causar. Orgulhe-me pelo menos uma vez nessa tua vida!”. Já tinha ouvido coisas piores do pai. Por mais que tentasse fazer de tudo para agrada-lo ele, sempre, conseguia jogar suas palavras de “otimismo” na cara ou encontrava algum defeito⁄erro no que fazia deixando sua autoestima lá embaixo mesmo que isso fosse algo difícil de acontecer, o pai conseguia. Não desfez as malas afinal, não pretendia ficar naquele hotelzinho triste, que mal tinha um bom serviço de quarto. Lembrou-se de bons tempos quando tinha sido chamado para substituir um garoto que era capitão dos Warblers, não se admirava dele ter feito alguma idiotice por lá. Bom eles fizeram a escolha certa, pois fez seu trabalho melhor que o incompetente daquele garoto. Foi interrompido em seus pensamentos por Mr. Pussy que miou em cima da cama. Aproximou-se do mesmo. – Hey amigão, está com fome? – É lógico que Mr. Pussy não ia responder e se respondesse seria um problema, pois contava tudo para ele, pra falar a verdade confiava mais nele do que as pessoas que conhecia por aí. Nunca se sabe o que elas irão aprontar contra você no dia seguinte. – Espero que sim, pois tenho uma lata de atum pra você. – disse enquanto o pegou e colocou no chão. Foi em direção a mala e pegou uma pequena lata de atum, abriu-a colocando no chão, rapidamente Mr. Pussy foi na direção do atum. Mais um banho. Assim que acabou vestiu-se com uma camisa azul e uma calça jeans escura. Certificou-se de que não estava esquecendo nada, pegou a lata vazia e jogou na lixeira. Arrumou a mala, colocou Mr. Pussy na casa móvel dele – para não chamar de jaula, porque ele não fica preso. – segurou a mala na mão esquerda e a casa móvel na mão direita. Pegou um táxi e deixou o hotel. Seu destino naquele instante, um dos bairros nobres de NY, ali com certeza encontraria algum lugar decente para ficar. Desceu do taxi pagando o senhor que dirigia, olhou em volta as cores, o movimento, as pessoas, sorriu aliviado de estar ali e seguiu, por entre as pessoas. NY estava realmente movimentada e ele já estava cansado de andar a procura de um lugar descente, quando finalmente estava a ponto de desistir e voltar ao maldito hotel cinco estrelas, Hunter virou-se abruptamente e acabou trombando de frente com uma pessoa. – Mais que droga, você não olha pra... Hunter! — Já ia xingar porém quando ouviu seu nome ergueu a cabeça novamente seguindo toda a figura esguia a sua frente e é claro que ele reconheceu aquele formato e tamanho de imediato, seu antigo colega de colégio, o garoto ao qual ele havia sido chamado para substituir no coral. – Olha só se não é o Smythe. – Hunter endireitou-se colocando Pussy no chão por um momento. – Há, quanto tempo. O que faz em NY? — O maior tratou de perguntar-lhe, é claro que seria estranho vê-lo parado em meio a cidade e com malas na mão, uma cena nada agradável ainda mais para ele. – Então, resolvi mudar de ambiente. Estava em hotel cinco estrelas que eu devo falar, é uma porcaria, eu daria duas estrelas no máximo. Não consegui ficar lá e estou procurando algum lugar descente nesse instante, a propósito conhece algum? É temporário até eu comprar um lugar definitivo, mas enfim. – Ele deu de ombros observando o outro levar a mão ao queixo pensativo, então depois de alguns minutos ele soltou e enfiou ambas nos bolsos da calça. – Sinceramente, se não for uma casa, não existem lugares realmente bons. Mas como é temporário se quiser pode ficar no meu flat, como nos velhos tempos. – Por um momento ele suspirou frustrado com a resposta porém depois de um tempo ele pensou no assunto, morar com Sebastian não poderia ser tão ruim. — Se não houver problemas, eu realmente aceito a oferta. – Assim que ambos saíram rumo ao flat até Puss pareceu aliviado com a nova situação. Quando chegou ao lugar, que era maior do que esperava sorriu aliviado. Antes mesmo de ser indicado um lugar para ele ficar, Hunter soltou Puss que saiu se esticando e caminhando cuidadosamente pelo lugar. – Você pode ficar com o quarto a direita, eu não fico muito por aqui, então não se incomode de ficar um tanto sem companhia. – Ele assentiu, claro que ele sabia como era a rotina de Sebastian, o pegador e festeiro sempre procurava os lugares mais badalados para curtir, ainda mais em NY que quase nunca dorme. Hunter desfez as malas arrumando suas coisas e logo em seguida tomando um belo banho, quando saiu do chuveiro, vestiu uma calça mais larga e uma camiseta branca. Secava os cabelos com a toalha quando se esbarrou com o maior pelo corredor. – Você pode pedir alguma coisa para comer se quiser, eu estou de saída. Sabe a noite aqui é uma criança. – Smythe piscou para ele deixando mais que clara sua intenção fazendo o menor revirar os olhos com a idéia. – Não traga nenhum garoto para cá, não sou obrigado a ouvir suas “festinhas”. – Mesmo que estivesse ali de “favor” ele ousou pedir, seria bem ruim dormir ouvindo os gemidos e ruídos de Sebastian na cama e só de imaginar sentiu seu estômago se revirar. – Contanto que não traga garotas, bonitão. – Assentiu com um riso baixo, certo eles tinham um acordo o que era bom. Passou todo o dia brincando com Pussy e uma parte pesquisando alguma faculdade que lhe interessasse, recusou algumas ligações de seu pai, não estava nem um pouco afim de ouvir seus sermões e ele provavelmente já havia visto que a conta do hotel havia sido fechada e não queria dar-lhe quaisquer satisfações. Quando Sebastian finalmente retornou, Hunter já estava dormindo todo espalhado em sua cama. Os dias se seguiram e a rotina era quase sempre a mesma, o garoto sempre saia de casa para as festas e voltava tarde, isso quando ele voltava. – Você devia sair comigo qualquer dia desses, tem que se divertir e relaxar um pouco. – Sebastian falava enquanto balançava seu corpo de café sobre a mesa. – Eu saio, você que nunca vê. – Ele riu arqueando uma das sobrancelhas insinuando as situações. – Aaah qual é, anda nas baladas gays da vida e nem me contou. – Clarington socou devagar o braço do garoto que o provocava. – Não vou em bares gay, eu sou hétero sabia. – Falou convicto o que fez Sebastian revirar os olhos descordando. – Não dá pra saber se é hétero, se nunca provou os dois lados. – O sorriso no rosto do maior era encantador e provocativo, o que fez o menor tombar a cabeça para trás e suspirar indignado. – Eu vou fingir que não ouvi essa porcaria. — Após bater o copo de café vazio sobre a mesa Sebastian observou-o mais sério. – Por favor, tão mais interessante do que essa vida de garotinhas sem graça. O que elas fazem? Chupam você? Dançam pra você? Dão? — O loiro arregalou os olhos e seu queixo caiu em uma gargalhada sem noção, enquanto o outro apenas o encarava com as sobrancelhas unidas. – Vai me dizer que faz melhor? – Hunter continuou zombeteiro e provocativo. – Eu faço! – Dessa vez sua risada cessou e o moreno rodeou a mesa parando de frente ao outro que o encarava sem reação, suas mãos foram para o encosto da cadeira prendendo-o ali enquanto se aproximava fazendo-o engolir em seco. – Com medo Clarington? — Negou com a cabeça, mas seus olhos incrivelmente não conseguiam deixar os do outro, não entendia bem o porque daquelas reações, jamais se sentiu tão nervoso daquela forma. Podia sentir a respiração do garoto soprar contra sua face e Sebastian viu naquele vacilo uma oportunidade. Seus lábios tocaram os de Hunter com uma precisão ainda desconhecida, e ele travou. Hunter era apenas uma estátua congelada sobre seus braços, mas conforme seus lábios se moviam e se moldavam ele foi se deixando fechar os olhos antes arregalados e alguns minutos depois ele finalmente retribuía ao beijo. O maior sentou-se sobre seu corpo e enlaçou-o pelo pescoço, enquanto Hunter deslizou seus dedos por entre os finos cabelos de sua nuca e sua outra mão desceu até a base de sua coluna certificando-se de que o mantivesse ali em seus braços. Ouviu um som baixo ecoar de Sebastian e aquilo soou como um afrodisíaco que atiçou cada terminação nervosa de seu corpo, a sensação de descoberta, de ter algo novo para si era como uma adrenalina em suas veias. Seu coração batia descompassadamente e o beijo que antes seguia um ritmo agora era frenético, exigente. Sebastian comprimia o corpo de Hunter forçando o seu sobre o dele em um gesto extremamente sexy, como um instinto Hunter tomou-o nos braços e se levantou caminhando com ele por ali até chegar ao quarto onde jogou-o sobre a cama, um breve momento para que ambos tomassem fôlego. – Eu pensei que fosse hétero. – Sebastian ainda conseguia provocar mesmo com a respiração descompassada. – Eu pensei que tivesse que experimentar todos os lados. – Sorriu em resposta mordendo o próprio lábio antes de se abaixar e voltar a beija-lo com vontade, suas mãos desvendando o corpo masculino, tocando-o sobre as roupas e logo por baixo delas. Se livrava de cada peça com facilidade e logo estavam ambos apenas com a roupa íntima. Hunter admirava as pequenas pintinhas que Sebastian tinha, estas que seguiam de seu rosto para o pescoço e desciam por seus ombros, aquilo era realmente sexy. – Gosta do que vê? – O outro perguntou após ser cobiçado em silêncio. – Mais do que eu esperava. – Admitiu e era realmente verdade, não esperava que se sentisse atraído de tal forma, porém ele estava excitado, por Sebastian. O garoto então levou sua mão sobre a cueca de Hunter, acariciando-o por cima e depois abaixando-a liberando o seu membro ereto. – Wow! Isso é pra mim? – Hunter não conseguia falar, de sua boca só saiam gemidos de prazer, ele então alcançou o membro de Sebastian que não estava diferente do seu o que o deixou feliz, ainda mais quando recebeu gemidos excitados em resposta às caricias que ambos trocavam, logo o garoto se desvencilhou de seus braços ficando de quatro sobre a cama e lhe empinando o traseiro. – Vamos, me fode bem gostoso Clarington. – Poderiam aquelas palavras ter tanto poder sobre si, ele simplesmente não conseguia não deseja-lo, não querer senti-lo. O restante da noite foi totalmente encoberto por gemidos e grunhidos de prazer, ficaram sabe-se lá por quantas horas naquele emaranhado de sexo. Quando finalmente terminaram estavam descabelados e ainda assim ele parecia deliciosamente gostoso. – Ainda convicto? – Pensou naquilo por alguns instantes, não sabia ao certo o que pensar, nem o que estava sentindo em relação a tudo aquilo. – Eu não sei, não sei o que houve. – Sebastian se virou na cama encarando-o de frente, o cenho franzido. – Nós transamos. — assentiu, e então suspirou colocando uma das mãos embaixo da cabeça. – Foi mais do que isso. Eu não esperava ficar tão excitado. – Aquilo fez o maior sorrir, sabia bem o que aquela noite havia significado para Sebastian, apenas mais um na sua enorme lista de conquistas. Os dias que vieram a seguir pareciam normais, vez ou outra eles se pegavam em um cômodo ou outro e aquilo não era simplesmente um lance, estava ficando mais sério e ainda mais para Hunter que ainda não sabia definir aquilo. Na outra noite quando Sebastian chegou, Hunter já o esperava na sala. – Hey grandão, o que tá fazendo acordado ainda? – Questionou olhando-o de cima a baixo, ele vestia apenas uma calça de moletom, os pés descalços andavam de um lado para o outro do cômodo. – Eu gosto de garotas, sempre fui apaixonado por elas. Eu iria me apaixonar, me casar, ter filhos, uma casa, esse era o plano. Eu não gosto de garotos Sebastian. – Ele falou mais sério que antes parando seus passos e retomando agora na direção do garoto. – Eu não sei o que está acontecendo, não sei o que é isso mais você... é diferente. Você me excita, me enlouquece, me irrita, não o quero com outros garotos, mas eu também não posso exigir isso, eu não consigo desejar ninguém, eu posso estar com a pessoa mais linda do mundo, mas é seu rosto que eu vejo, é você quem eu quero. – Hunter passou as mãos sobre os cabelos quase em puro desespero e então continuou. – Eu acho que estou cometendo a pior burrada da minha vida. Eu estou me apaixonando por você Smythe. – Aquilo realmente pegou Sebastian de surpresa, tanto que ele recuou alguns passos, porém, minutos depois ele abaixou a cabeça e suspirou pesadamente. – Hunter, eu provoquei isso, mas, eu nunca repeti uma transa. Tem idéia de quantas vezes já transamos, de quantas vezes eu sai de uma festa e vim correndo porque queria estar com você, me senti um completo imbecil porque eu nunca me vi fazendo isso por ninguém. – Aquelas palavras fizeram com que vibrasse tamanha felicidade que sentia. Agarrou-o em seus braços chegando a tira-lo do chão e então o beijou com tamanha vontade que seus lábios doíam. Sebastian não era o que ele imaginava, não era o garoto que ele tinha certeza que ele era. Havia mais, muito mais por trás dele, por trás daquele sorriso ousado ou daquele estilo de playboy. Eles ainda estavam sobre a cama quando Puss subiu em cima da mesma e rodou em volta de si mesmo até deitar entre eles. – Acho que Puss está com ciúmes de você. – O maior bufou e riu do gato acariciando-o de leve sobre os pelos perfeitamente brancos. – Eu vou cuidar bem dele Puss pode deixar.