One Love Unbroken - One Direction
13 Capítulo 11 - My secret revealed
Notas iniciais
Harry P.O.V
Não entendi essa, a garota correspondeu o meu beijo e depois me deu um tapa na minha cara? Ela é louca isso sim, só essa palavra pra definir a atitude dela. Ela podia fazer e dizer qualquer coisa, menos um tapa na cara. Eu sinceramente? Admito que estou apaixonado, por ela mas depois disso eu não quero nunca mais olhar na cara dela.
~//~
Acordei e tive dificuldades de abrir os olhos, minhas vistas estavam embaçadas e eu estava deitada, mas uma coisa eu sabia. Não estava na minha casa, pois estava escutando vozes estranhas. Minha vista voltou ao normal, e eu pude ver que realmente não estava na minha casa, estava em um hospital. Em volta de mim tinha vários aparelhos ligados e nos meus pulsos havia umas agulhas, grandes e pontudas. Quando olhei a minha direita pude notar Connor, me olhando.
-OQUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI? SAI DAQUI, GAROTO! ALGUÉM ME AJUDA!
-Ei, se acalma. Você não pode se exaltar.
-CALA A BOCA GAROTO, SAI DAQUI!
-Olha eu tenho consciência do que eu fiz mas...
-MAS NADA, SAI DA...
De repente chegou uma mulher baixa, dos cabelos ondulados e pretos, com uma roupa branca. Só podia ser a enfermeira, ela entrou sorriu e começou a mecher em um dos aparelhos e comentou:
-Seu namorado? Um fofo ele, né? Se...
-Tá louca? Eu não tenho namorado e nem quero ter.
Connor só observava.
-Nossa, desculpas mas se ele não é seu namorado ele te ama muito viu?
-Oque? Como assim? Ele que me deve desculpas.
-Uai, ele não te contou?
Olhei fixamente para o Connor, que logo abaixou a cabeça.
-Não, ele não me contou.
-Bom, ele entrou na sua casa e te encontrou desmaiada e chamou a ambulância, se não fosse ele você não estaria viva.
Disse a enfermeira, que logo saiu do quarto. Olhei pra Connor que levantou a sua cabeça.
-Connor...
-Não diz nada, eu sei que errei, mas eu estava bom não interessa como eu estava o importante é que você está viva.
-Obrigada, obrigada mesmo. Mas como entrou na minha casa?
-Eu só tenho 18 anos, mas sou vivido. Eu bati muito na sua porta, mas você não entendia, a única coisa que veio na minha cabeça foi que aconteceu algo com você e não errei, errei?
-Não. ~Abaxei a cabeça~
-Desculpas, por onten. Desculpas mesmo, eu...eu...esquece.
Assim, que Connor gaguejou ele saiu correndo do quarto correndo. Eu não entendi nada, apenas escorei a minha cabeça de volta aos travesseiros que havia naquela cama, dura. Porquê eu estava ali? Porquê há agulhas enfiada em mim? Oque houve? Eu devia ter perguntado a enfermeira, mas já era tarde. Só me restava dormir e depois conversar com a enfermeira ou um médico.
Acordei-me novamente, levei um susto, pois quem estava dessa vez no quarto era Gemma e Anne.
-Oi, Gemma, oi Anne.
-Oi ~Disse as duas em coro~
-Oque estão fazendo aqui?
-Se não quer a nossa presença, a gente sai. ~Disse Gemma~
-Eu não disse, isso eu só me assustei, porquê...
-Por que eu sou Irma e ela é mãe, do garoto que você deu um tapa na cara.
-Oque? Como você sabe?
-Ele nos contou. ~Disse Anne~
-Olha, me desculpa eu não sei oque deu em mim mas...
-Mas nada, fica quietinha nós já sabemos de tudo.
-Tudo oque?
-Que você tem bulimia e se cor...
-GEMMA, CALA A BOCA!
-Ui, escorregou!
-PERA AI, COMO VOCES SABEM QUE EU ME COR...EU NÃO ME CORTO, QUEM INVENTOU ISSO? DE ONDE EU TENHO BULIMIA? VOCES NÃO SABEM DE NADA.
Eu comecei a gritar e chorar mais do que o normal, até que os médicos e as enfermeiras entraram.
-Licença, mas vocês tem que sair. ~Disse um dos médicos~
Elas saíram e deixou só eu e os médicos.
-OQUE VOCÊS QUEREM? SAIAM, DAQUI! PORQUE EU ESTOU AQUI? ME TIREEEEEEEEEEEEEEEEEM, AGORAAAAAAAAAAAAAA!
-Por favor, senhora Sarnaglia. Fique calma!
-NÃO QUERO FICAR CALMA, ME EXPLIQUEM, ME EXPLIQUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM!
Uma das enfermeiras trouxe uma agulha enorme e deu pra um dos médicos. Aí eu entrei em desespero e comecei a tentar-me levantes, mas as outras enfermeiras me seguravam depois os médicos me amarraram, como se eu fosse um bicho de outro planeta. Até que senti, uma agulha se enfiando em meu braço e de repente eu me apaguei, completamente.
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