Notas iniciais
"verdade ou verdade" Hey girls and boys como vocês estão? Estou aqui um mês depois postando, gente que vergonha me perdoem mesmo, eu passei por tanta coisa esses tempos que até minha criatividade acabou, eu jamais vou desistir das minhas fics ou de vocês ok? Apenas posso me desculpar sorry :( Good reading! Xoxo

POV:FREDDIE BENSON

Ódio, é a palavra que resume o que eu estou sentindo agora, eu e Sam estamos indo até o shopping, ela vai realmente me fazer vestir roupas estilo badboy, ela só vai me ajudar se eu fizer isso.

— que saco, não podemos demorar que eu tenho coisas a fazer.- ela disse séria enquanto mechia em algo no pear phone. Estamos no táxi e praticamente chegando no shopping.

— o que você vai fazer hoje?- perguntei curioso e ela me olhou com desprezo.

— Não te interessa.- respondeu grossa e eu resolvi não revidar porém não perguntei mais nada até o fim do trajeto.

— valeu cara.- ela pagou o taxista e assim fomos em direção a entrada do shopping.

— que tipo de roupas você vai me fazer usar?- eu perguntei sério, afinal eu tenho o direito de saber, não quero parecer um rockeiro ou um rapper sem sucesso.

— vamos ver uma roupa que combina com você e que não seja Nerd, mais primeiro vamos comer alguma coisa, onde você costuma comer aqui?- ela perguntou olhando ao redor.

— bom, eu gosto de comer no Kentucky Fried Chicken ou no McDonald's.- falei pensando em algum outro lugar, porém esses realmente são os melhores.

— adoro comer no Mc mais tambem adoro o Kentucky Fried Chicken o frango de lá é realmente incrível.- ela disse completamente sonhadora como se aquilo fosse a coisa mais importante do mundo.

— Então vamos lá, tem um no Último andar, o Andar mais vazio que só tem esse restaurante e nenhuma outra loja.- apontei para cima e assim passamos por pessoas aleatórias até chegar na frente das portas dos três elevadores.

— melhor do que escada rolante.- ela sorriu e eu apertei os três botões dos elevadores.

Adentramos um vazio que foi o segundo a se abrir e assim entramos.
Apertei o botão para o terceiro andar assim começou a subir, porém eu não sei por qual motivo, razão ou circunstância o elevador parou e se apagou completamente.
— ai meu Deus! — Sam disse de repente como se tivesse com medo.

— calma, eu vou acender a lanterna do meu pear phone deve ser que a energia caiu.- falei tentando tranquiliza-lá.

— eu não tenho medo de escuro, eu apenas não gosto de ficar em lugares pequenos com nerds.- ela respondeu rindo e eu revirei os olhos colocando meu celular com a lanterna no chão entre nós e ela logo se pôs a sentar.

— senta tambem, não gosto de ficar sentada sozinha.- ela pediu e assim eu fiz sem protestar pois era isso que eu ia fazer.

— então, quer conversar ou brincar de algo? você sabe que isso pode demorar.- sugeri, afinal eu queria fazer alguma coisa para passar o tempo.

— Está um calor infernal, mais vamos brincar de verdade ou verdade, não tem como fazer desafios aqui.- ela sugeriu.

— Não temos garrafa.- falei frustrado e ela tirou uma tesoura do bolso.

— Podemos usar essa tesoura, em quem a ponta da tesoura parar responde e o cabo da tesoura é a pessoa que pergunta.- sugeriu e eu assenti rodando a tesoura ali perto ao meu celular que estava com a lanterna ligada iluminando o local.

— eu pergunto e você responde.- ela riu e pareceu pensar em algo.

— olha o que vai perguntar ein.- brinquei e ela continuou pensando.

— Você já nadou pelado? — ela me perguntou e eu não acreditei, com tanta coisa ela me pergunta isso.

— pode ser engraçado mais já nadei pelado em um rio quando fui em um acampamento, porém quando eu fui sair o pessoal de lá tinha feito gracinha e pegado minha roupa.- falei contando e rimos disso, mais foi um dia constrangedor.

— agora roda.- ela pediu e assim eu fiz parando em eu fazer a pergunta para ela.

— Você passaria a noite com alguém por 1 milhão de reais?- perguntei e ela se espantou e logo se pôs a falar.

— Não passaria, para mim esse tipo de coisa tem que ser feita com a pessoa certa, o dinheiro não resolve todos os problemas dessa vida e nem se compra amor, felicidade e dignidade. — Sam respondeu de uma forma bonita e eu também concordo apesar de não esperar esse tipo de resposta vinda dela.

— vamos parar de rodar isso, apenas um pergunta para o outro.- sugeri e ela assentiu.

—Se hoje fosse o seu último dia de vida, o que você faria?- me perguntou e dessa vez eu me coloquei a pensar.

— primeiro eu ia me despedir de toda a minha família e as pessoas que eu gosto, depois eu ia pedir muitas pizzas de calabresa e me sentaria no sofá e ficaria escutando musicas, a primeira seria Coldplay- the scientist a segunda seria One Direction — Little things e depois eu ficaria escutando toda a playlist da banda Guns N' Roses porque eles são demais, e claro pensando em tudo o que eu fiz, tanto as coisas ruins como as boas e nos sonhos que eu tinha e que não foram realizados.- falei a mais pura verdade, pois seria exatamente isso o que eu faria.

— nossa, eu acho que faria quase exatamente a mesma coisa, porém eu pediria pizzas de queijo também.- ela sorriu pra mim e eu retribui gentilmente.

— agora eu pergunto certo?- apenas quis confirmar e ela assentiu tirando a jaqueta.

— Se o mundo fosse acabar e você pudesse salvar apenas uma pessoa para sobreviver, quem seria?- perguntei e ela nem êxitou em responder.

— o Owen, ele é a única pessoa que me ama e se importa comigo.- ela respondeu séria.

— e sua mãe?- perguntei com receio de que ela me respondesse mal.

— minha mãe nunca gostou de mim desde que eu era pequena, quando eu sofri Bullying ela não me ajudou, em todos os momentos que eu mais precisei, ela estava naquele maldito trabalho ou vadiando com homens me deixando com uma babá que não estava nem ai pra mim.- ela desabafou jogando o sentimentos ruins pra fora.

— e onde o Owen estava?- perguntei curioso sacutindo a minha blusa no meu próprio corpo, esta fazendo muito calor.

— para a sorte dele, morou com meu tio até os 11, e quando nosso tio morreu ele voltou a morar comigo e com minha mãe, então prometemos ser sempre um pelo outro.- explicou.

— entendi agora porque seria ele que você salvaria.- falei lamentando, eu não sabia que a Sam tinha sofrido Bullying e ficou praticamente sozinha no mundo com a ausência da mãe quando criança.

—Qual foi o sonho mais estranho que você já teve?- me perguntou já querendo mudar o assunto.

— eu aparecia sozinho em uma sala totalmente branca e vazia onde de longe aparecia uma garota que eu não consigo identificar, ela estendia a mão para mim porém eu nunca consegui alcançar a mão dela e começava a cair em um buraco que se formava no chão dessa sala toda branca, e quando ia me chocar contra o chão eu acordava assustado e totalmente suado, eu sonho isso sempre e acho super estranho.- falei e ela pareceu tentar entender o meu sonho.

— sinistro, e você sonha isso toda noite?- ela perguntou e eu assenti Limpando suor da minha testa.

— teve uma época que eu sempre sonhava com um monstro horrível comendo minha sopa, porém eu tinha o costume de comer sopa de verdade durante a noite, e depois que eu deixei o negócio de comer sopa antes de dormi, eu parei de ter esse sonho com o monstro da sopa, isso parece estranho mais é sério, enquanto ao seu sonho, tenta conversar ou ver quem é a menina, antes do buraco começar a se formar debaixo dos seus pés, talvez isso possa te fazer parar de ter esse sonho.- falou séria e eu assenti da mesma forma.

— calor infernal, não estou aguentando. — ela falou tirando a blusa e ficando apenas de sutiã preto com renda na borda, eu engoli em seco desviando o olhar de seu corpo rapidamente.

Esta realmente muito calor, por isso eu também tirei minha blusa e me levantei.

— ei, me ajuda, vamos ver se conseguimos abrir a porta, o elevador parou com meio na porta do quarto andar.- eu disse conferindo e ela se levantou rapidamente.

— no três.- ela disse se preparando de um lado da porta e eu me preparei do outro.

— um...- falei começando a forçar devagar.

— dois...- ela fez o mesmo que eu.

— Três!- falamos juntos e puxamos a porta conseguindo abrir as portas.
O problema é que o elevador está mais abaixo do lugar de sair então tem um espaço em cima, que a Sam passaria mais eu não sei se eu passaria.

— Vamos, Você passa primeiro e eu vou depois.- falei e ela assentiu vestindo a blusa rapidamente.
Fiz "pezinho" e a ajudei a subir e ela passou com facilidade.
Me apoiei e consegui impulso para subir, porém o meu corpo parou na metade e eu fiquei preso.

— Você Está preso!- ela falou e eu olhei ao redor mais não tem ninguém aqui nesse andar, o terceiro andar ja é vazio, e ainda acabou a luz, por isso todo mundo saiu.

— me parece que...- eu não acreditei quando vi as luzes se acender e o elevador fazer barulho, a luz voltou e o elevador vai cortar o meu corpo no meio.

— vem Freddie eu te ajudo!- ela estava estendendo a mão pra mim, ela não vai conseguir me ajudar, eu sei disso.

— Não, eu vou tentar voltar pra dentro!- afirmei tentando ao máximo me esforçar para tal coisa, porém sem conseguir.

— confia em mim!- ela gritou segurando na minha mão e eu fitei seus olhos e assenti, ela me puxou com toda força e eu fiz o máximo de forca possível e consegui sair dali vendo o elevador descer rapidamente em seguida.
Eu deitei no chão aliviado e ela fez o mesmo ao meu lado.

— Obrigada Sam.- agradeci ainda de olhos fechados, eu acabei de escapar da morte.

— de nada Freddie, e eu acho melhor ninguém saber dessa história e deixarmos para comprar roupas outro dia.- ela falou se levantando e eu fiz o mesmo suspirando, ela ainda está respirando forte pelo esforço.

— sim eu concordo, escada rolante?- questionei e ela fez sinal de beleza com a mão e assim seguimos até as escadas rolantes para irmos pra casa, nada de tocar no assunto sobre o que aconteceu hoje.


Notas finais
E ai o que acharam? Comentem. E a parada do elevador, vocês acham que a Sam no final teve alguma coisa a ver com a garota do sonho do Freddie? A loira sofreu muito com a mãe :( Não se esqueçam de comentar e até o próximo. Xoxo!