One Face, Two Evils.

1 Prologo:One face, two evils.


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Nevada, 1998

O Ford Fiesta parecia voar de tão rápido que ia. A pista levantava poeira, enquanto, dentro do carro, um homem alto, de cabelos negros, barba, óculos negros e camisa branca escutava Hound Dog de Elvis Presley. O crucifixo era jogado de um lado para o outro, amarrado em uma Desert Eagle .50, em cima do banco de carona. No banco de trás, quase toda escondida por uma capa negra, uma mulher, de cabelos negros, olhos verdes, pele branca, e tão bela quanto o sol. Eles estavam quase chegando na fronteira com a Califórnia. Policiais atiraram em direção ao céu, sinalizando para eles pararem. O homem parou o carro, e abaixou o vidro.Um policial chegou perto.

-Senhor, não sabe da notícia? — Falou ele, simpaticamente.

-Qual? — Ele respondeu prontamente.

-Não se pode sair de um estado e ir para o outro, por causa da infecção em Raccoon City. Agora a proibição foi geral, pois todos tem medo que um infectado possa fugir de um estado — Respondeu.

-Bem, eu não estou. Estou apenas levando minha filha — Apontou para a moça — Para uma colônia de férias.

-OK — Ia deixá-lo passar, mais viu a arma no banco de carona — Parado aí! — Sacou uma pistola e mirou na sua testa. O homem olhou-o com desprezo. Os outros dez policiais foram correndo até o carro. Ele abriu a porta e saiu do carro. Todas as Glock's miradas nele.

Olhou para baixo, e soltou um leve riso.

-Você tem licença para porte de armas?

-Não — Respondeu, até com certa alegria.

-Chequem a moça — Dois policiais foram até o corpo coberto. Tiraram um pouco da capa. A mulher tinha um tiro na cabeça, e por todo o rosto, havia miolos — Prendam-no!

Os policias foram se aproximando. O que estava do lado do homem, que fora o mesmo que o abordará, já ia preparando para tirar as algemas. Então, rapidamente, o homem se equilibrou na perna esquerda, e com a direita, acertou um chute na órbita de seu olho, que saltou para fora, e caiu no meio da estrada. Ele caiu gritando de dor, e tampando a órbita. Ele agarrou o segundo mais próximo pelo pulso, e o puxou com tanta força que seu braço saiu, e voou longe. O homem acertou um soco no peito desse, perfurou-o e destruiu seu coração, ele caiu já sem vida no chão. O homem deu um chute no cano da arma, ela voou até sua mão, e saltando e rodopiando no ar, atirando diversas vezes, matou todos, com tiros no peito, nuca, garganta. Eles caíram ao mesmo tempo. O homem caiu de pé no chão, o sol iluminando seu rosto. Então chegou perto do homem sem olho, que ainda gemia de dor. Levantou a mão, reta, e bateu-lhe na cabeça, cortando ela ao meio. O policial caiu de bruços, morto, como os outro. O homem moveu-se até o corpo da garota, e agarrando-a, arrastou até uma parte da estrada que havia um buraco, gigante, no meio da areia que ficava do lado da rua. Jogou-lhe-a ali, e andou até o lado do carro, hesitando antes de entrar.

-Parece que estes policiais foram fracos — Disse ele — E eu vou te ver mais rápido do que eu imagino, irmão.

Então acelerou o carro. Há algo a ser feito.