One Chance For Love
3 Capitulo III - Um Novo Lar
Notas iniciais
"Hahi só sei que vou divertir muito aqui, agora vou explorar o resto do espaço, onde vou viver, desu".
A mochila jogada no canto do corredor principal com acesso a porta, essa era a hora do reconhecimento do local no qual vai residir e logo começava a ver as diferenças da arquitetura do Japão e daqui, da Itália. Uma cor forte, cor salmão no corredor enquanto na sua terra natal cores neutras predominavam. Uns segundos de reflexão sobre esse tema e deixou de ver as diferenças e logo foi na primeira porta à esquerda.
E até tinha uns detalhes na maçaneta, estranhou um pouco, mas logo girou. No cômodo que entrou viu logo que era uma sala; dois sofás, um pequeno e um grande, uma estante e simplesmente era isso que tinha. Seguiu para o próximo, era a cozinha. Totalmente branca, como sua mãe adorava, único diferencial que tinha utensílios, moveis e designe em geral comum de qualquer outra cozinha do oriente – e bem escondido existia uma pequena área de serviço.
Passando para o outro lado, com as portas à direita. A primeira existia um banheiro bem simples, toda em um ladrilho em branco e preto; com box de vidro, pia de mármore e um vaso sanitário branco. Nada de impressionante até agora, mas pressentiu que a próxima ia deixa-la de boca aberta com um “o” perfeito.
Por incrível que pareça parece que não se deixou engana a si mesma, era até mais do que imaginava. O quarto; tinha uma cama “gigante” com aquelas com armação para cima, o que cobria esta cama era a seda mais fina em tom dourada, além do que sobre tudo era uma seda transparente especialmente feita para se encaixar perfeitamente na cama com as suas duas aberturas (para conseguir entrar na cama). Haru logo tratou de experimentar a cama e apesar de ser um pouco velha era extremante confortável.
Não resistiu à tentação, acabou dormindo um pouco. Acordou meio manhosa depois de sua mini soneca, não queria sair dali, até porque aquela cama era mil vezes mais confortável que sua antiga. Mas a vida tem que continua: saiu da cama e foi bisbilhotar o que parecia ser uma espécie de choset, e com ROUPAS. Provavelmente de sua falecida mãe, que aparamente serviam para si.
– Estou tão contente! Nunca imaginei que estou do porte físico e tamanho da okaasan. Ela deve estar contente que esteja aqui.
Olhos sonhadores e um sorriso caloroso eram claramente vistos. Ao pensar sobre sua mãe, lhes trazia um pouco felicidade e uma pontada de eterna saudade no seu pequeno coração. Mesmo da tristeza de não ter ficado muito tempo com sua mãe, ela sabia que sempre estaria a te observar.
“Rroonk”
Esse som ela conhecia bem, ela pode ter conseguido enganar a fome antes de manhã. Mas agora não, e terá que sair de casa para conseguir comida para cozinhar ou até mesmo comer um restaurante qualquer, nos arredores da região. Aproveitaria ver e conhecer mais da cidade, e provavelmente pensar sobre uma futura matricula na escola para continuar os estudos.
Quando terminou de se arrumar, vai chegando cada vez mais perto da porta de entrada, e logo escutou vozes discutindo algo que tem a ver com a casa da herança da sua mãe.
Voz 1 – Um de meus companheiros viu uma mulher jovem entrar nessa casa. É o que estou dizendo! Tão complicado entender uma informação tão simples?
Voz 2 – A questão não é que não entenda, – falou a voz um pouco irritada – É que não é visto os donos a mais de 10 anos aqui! E nem conta de devem ser pelo menos adultos, não uma jovem. Eles estão vendo coisas, além do mais eles ficam o dia todo relaxados em sua sala.
Voz 1 – Meus companheiros não se enganariam com uma jovem bonita, eles podem ser descuidados, mas nunca cegos. Você deve repensa, e ir logo nessa casa comigo. Falar com tal moça.
Um corado ligeiramente veio ao rosto, pela menção de falar “bonita” com ela e um triste pensamento adquirido em sua terra natal, que logo tirou de seus pensamentos, pois sua curiosidade era maior. Assim, logo intrigada com a história da casa e saiu para falar com aquelas vozes.
– O que querem falar comigo? E o por que estão falando da casa da Haru?
Eu só vi a cara de surpresa dos dois quando me virão, só que a de um logo se transformou num sorrisinho de vitória. Só quero respostas, não “por que” há desse trama, também. Haru está confusa! Aqueles dois rapazes a sua frente teriam que explicar muito bem à ela.
Voz 1 – Olá jovem dama, eu me chamo Gamma e esse aqui ao meu lado é Byakuran. Somos donos do prédio ao lado da sua casa e precisamos tratar com certos assuntos com vossa senhoria. E claro, vamos para um lugar mais reservado e aproveitemos um pequeno lanche que com certeza irá apreciar.
Analisei essa questão que me foi proposta em alguns segundos mentalmente, e me decidir: eu iria. Aqueles dois rapazes — um de preto sendo loiro e o outro de branco e com cabelo estranhamente também branco — com certeza me despertaram a curiosidade, sem contar pelo lanche de graça.
– Haru aceita, com muito prazer. E realmente estou muito curiosa para o que vós senhores querem tratar comigo.
Então vamos – se pronuncio pela primeira vez aquele rapaz de um uniforme branco, denominado Byakuran – Me acompanhem, vamos a nosso quartel.
Em outro lugar no Japão...
Tudo estava pacífico, nenhuma preocupação tinha ousado atrapalhar aquele dia calmo entre os Vongola. Nem sequer um misero treino, confusão, ataque. Entretanto a calmaria demais sempre é o pior furacão que pode atacar.
– Décimo! Décimo! – chamou de longe Gokudera nervoso. Logo I-pin e Lambo apareceram logo atrás nas suas costas, com lágrimas nos olhos. Os presentes na sala ficaram chocados com aquilo.
– O que aconteceu? – essa foi a última frase antes de desencadear uma grande confusão entre os Vongola, e com certeza nunca fora uma tão difícil.
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