Once upon a time
17 Entrando no Palácio
Notas iniciais
No outro dia,assim que todos os outros se reuniram no lugar onde Pakunoda havia achado, estavam sentados na sala que lá havia pensando no próximo passo.
— Então, vamos indo para lá. — Suspira Chrollo — Mas vamos manter os mesmo grupos, para não ficar muito suspeito. Há cinco caminhos que podem ser feitos para chegar ao lado dos Zoldyck, então cada grupo irá em um deles, certo?
Todos assentiram.
— Mas, como iremos entrar. Quero dizer, não achamos a pirralha. — Aponta Machi
— Isso é verdade. Mas Squala disse à nós que ela já havia partido para lá. Então quem sabe a encontramos por lá. — Diz Kurapika. — Deve haver alguma maneira de coletar alguma informação sobre o Killua...
— Então devemos ir rápido! — Diz Gon — A festa é hoje a noite, essa é a única oportunidade de conseguirmos coletar alguma informação do Killua, e talvez com sorte, arranjar um jeito de falar com ele.
— Essa última alternativa não é um pouco difícil? — Leorio fala ajeitando seus óculos.
— Talvez se encontrarmos a Neon Hime...
— Bem, não temos tempo para isso! — Exclama o menor. — Temos que ir!
Chrollo observa Gon com um sorriso de canto enquanto fecha seu livro e poem ele na mesinha que havia ao lado da poltrona aonde ele estava sentado.
— Claro. — Diz ele se levantando. — Vamos.
— Ei, chefe. — Phinks chama atenção de Chrollo — E os outros times, para que caminho nós devemos ir ?
— Isso vocês decidem entre sí. — Disse ele saindo pela porta.
— Eu realmente ODEIO os grupos. — Murmura Leorio, quando recebe um olhar ameaçador de Franklin. — Menos de você, claro...hehehehe.
Gon, Kurapika, Feitan e Pakunoda, vão seguindo Chrollo para fora da pousada que estavam ficando. E Kurapika podia jurar ouvir uns gritos de Leorio e discussões feitas lá em cima, sem contar o barulho de objetos sendo quebrados por lá.
Deixando isso de lado, os cinco foram em direção ao outro lado do Reino de Yorkshin que era dominado por nada mais e nada menos que o Zoldyck.
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A viagem não durou muito tempo, no máximo em torno de uma hora e pouco, já que eles haviam pego o caminho mais fácil e com mais atalhos. Ao chegarem lá, se dividiram novamente em grupos para coletar informações, que foram ; Feitan e Pakunoda, Chrollo e Kurapika e Gon sozinho. Claro que Kurapika tentou de toda maneira rejeitar a dupla dele, mas com consciência e aprovação de todo o resto do grupo, ele não pode fazer nada.
E agora eles estavam parados em frente ao um enorme...
Enorme Palácio.
— E...etto. — Diz Gon ficando tonto de tanto olhar para o enorme palácio a sua frente. — Então é aqui...?
— Claro, Gon. — Diz Kurapika cruzando os braços e suspirando. — Minha informações nunca estão erradas, e quem mais moraria nesse castelo enorme, considerado o maior de Yorkshin, sem ser os Zoldyck. — Kurapika termina de falar enquanto encara Gon de canto.
— Ehehehe. — Diz Gon rindo enquanto colocava a mão na nuca.
— Então, o que faremos agora. — Pergunta Kurapika observando o resto do grupo.
— Não é você o "chefe" "o rei das ideias" ? — Diz Chrollo encarando o castelo enquanto dizia isso.
— Eu nunca disse isso!
— Disse. — Fala Feitan
— Sim. — Afirma pakunoda lendo um jornal que havia pego há um tempo enquanto eles estavam à caminho do castelo.
— Ele tem razão, Kurapika. — Aponta Gon.
— Até você, Gon?! — Fala Kurapika surpresa, enquanto bufa. — Então não tem jeito. Eu vou lá!.
E um pouco apressado e com a cara emburrada ele foi até uma das entradas ver se conseguia algo falando com um dos guardas, mas claro que não deu em nada. E assim ele volta para aonde estavam os outros e senta no chão enquanto cobre sua cara com uma aura depressiva.
— Calma, calma. Kurapika. Você tentou, certo? — Pergunta Gon.
— Eu sou um idiota, que ideia foi aquela de perguntar algo tão tolo para um cívil qualquer — Dizia ele ainda cobrindo seu rosto. — Eu sou uma vergonha para todo clã Kuruta.
— Ara,ara. — Dizia Gon enquanto afagava o cabelo de Kurapika. — Não se preocupe, você foi um bom garoto.
— Lamentável. — Comenta Feita sentado do outro lado enquanto encarava a cena.
Antes que Kurapika pudesse rebater, a atenção de todos é voltado por um enorme barulho vindo do outro lado do castelo.
— O-oque foi isso? — Pergunta Gon olhando para o lado aonde vinha o barulho.
— Parece ser de outra entrada. — Comenta Pakunoda.
— Parece ser obra do Ubo. — Diz Feitan se levantando.
— Interessante, vão indo na frente. — Diz Chrollo tenho uns assuntos pedentes a fazer.
— Que tipo de assunto? — Encara Kurapika.
— Interessado?
— Tch, claro que não. — Ele responde. — Vamos, Gon. — E assim o loiro toma a frente para ver o que havia acontecido do outro lado.
Feitan vai andando normal enquanto Pakunoda mesmo que um pouco hesitante tomada por um pouco de preocupação de onde seu Chefe estava indo, acaba seguindo seu grupo.
Chegando lá, eles percebem que um pedaço do muro estava quebrado, quando olham pro outro lado, vêem Ubo tacando guardas qualquer para lá e para cá, como se fossem bolas.
— Idiota! — Grita Kurapika — O que pensa que estava fazendo?! — Ele vira para Nobunaga que estava jogando cartas com os outros enquanto tudo isso acontecia. — Porque não fez nada quanto à isso?
— Oras. Ele se irritou com o guarda, e deu-lhe um surra. Provavelmente está morto. Qual problema nisso?. — Ri Nobunaga enquanto olhava suas cartas.
— O guarda subestimou o Ubo. — Comenta Shizuko.
— Doque adiantaria parar ele? — Suspira Machi.
— Eu estou de acordo com isso para ver se chega os Guardas Reais dos Zoldyck, dizem que são fortes. — Diz Phinks rindo. — Quero ver se esses boatos são mesmo verdades.
— Ah, sim. — Fala Shizuku ajeitando os óculos. — Dizem que até os Mordomos são poderosos.
— Você. Perderam. O. Foco. Da. Missão. — Diz Kurapika sendo segurado por Gon para não espancar um deles.
— Porque você não cala a boca e aproveita a confusão para tentar entrar? — Encara Machi com desgosto para o loiro.
— Boa ideia! — Gon Solta Kurapika.
— "Boa ideia"... ah. — Kurapika Suspira.
— Oeeeeeeee! — A voz de Leorio é escutada por todos que estavam ali. — Pera, QUE MERDA QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?! Porque ta cheio de gente jogada por todo lado.
— Ubo! — Fala Shalnark. — De novo?
— Whahahahahaha — Ubo apenas ri enquanto ia atrás de mais que estavam chegando agora.
— Estou sentindo que vai vir mais gente. — Diz Kortopi. — Acho melhor vocês quatro fugirem enquanto dá tempo.
— Eeeh. — Diz Phinks se levantando. — Vamos ver se vai vir oponentes que sejam à altura de me enfrentar.
— Cala boca, Phinks. — Comenta Nobunaga tirando sua espada.
— Ainda nem acabamos o jogo... — Diz Shizuku desapontada.
— Leorio, Kurapika. — Gon chama atenção dos dois amigos. — Não podemos ser vistos aqui, temos que aproveitar e tentar entrar, mesmo que sejamos daqui uns cinco minutos enxotados ou até mesmo mortos temos que tentar. — Diz Gon apontado para o rombo no muro no qual Ubo havia feito.
— P-pera, você disse "Mortos"... — Antes que Leorio pudesse fugir, é puxado por Kurapika para dentro do castelo.
— Droga, droga. — Reclama o mais velho. — Que roubada, cara.
— Shh. Fique quieto, Leorio. — Diz o Kuruta.
— Aqui é enorme! — Choraminga Gon — Todo esse muro apenas "protege" esse grande jardim deles.
— Bom, talvez se nós...
— Hmmm, Nyarohodo~ — Os três viram para trás, só agora percebendo a sombra que havia atrás deles.
Antes que Leorio pudesse grita algo, Kurapika tapa a boca dele rapidamente, enquanto encara a pessoa à sua frente um pouco Boquiaberto.
— Então vocês são os intrusos que ouvi falar. — Dizia a mulher, um tanto alta, cabelo curto e branco, e por mais estranho, havia orelhas e um rabo.
Leorio se livra de Kurapika e aponta para ela.
— Pera! Você é a moça que... — Kurapika da um cascudo nele.
— Seja lá o que você for dizer, tome cuidado. — Kurapika Sussurra.
— Eu vim aqui ver o Killua. — Diz Gon se levantando e olhando de cara à cara com a mulher. Ela apenas poem a mão na cintura, parecia estar pensando no que o garoto dizia.
— Não. — Ela diz. — Eu tenho um ideia de quem você é. Mas não posso deixar que veja o senhor Killua, então serei legal e direi apenas uma vez; saiam daqui. — Dizia ela com um olhar ameaçador.
Kurapika sabendo da teimosia e insistência do amigo de longa data, não teve outra opção a não ser fazer ele desmaiar por hora, mesmo não conhecendo aquela mulher, o loiro sabia muito bem do que ela poderia ser capaz de fazer se eles não a obedecessem.
Leorio pega o menor no colo e da de costas a moça.
— Entendido. — Leorio diz. — Mas, apenas uma coisa antes de ir.
— O que seria? — Disse ela.
— Há uma grande diferença entre Proteção e Liberdade, a pessoa pode estar no bem e bom. Mas, já parou para pensar se o individuo está realmente feliz? — Leorio diz enquanto fazia seu caminho para ir embora. — Há vários sacrifícios nessa vida, às vezes não são as mais corretas, porém se nos fará feliz, ou se fará as pessoas que amamos felizes. Qual o problema de morrer por isso?
— Le-leorio! — O loiro um pouco espantado com a atitude do mais velho vai atrás dele. — Você é louco, o que foi aquilo?
— Nada demais. — Ele diz enquanto carregava Gon nas costas. — Apenas uma coisa que eu precisava dizer.
Muitas perguntas giravam em torno da cabeça de Kurapika, mas o mais importante no momento era sair de lá. Depois perguntava para Leorio o que havia sido aquilo.
Do outro lado, Neferpitou. Uma das Guardas Reais do Reino Zoldyck estava lá parada, enquanto cerrava os punhos e encarava a imagem dos três sumirem.
— Então veremos quem será o lado vencedor. — Neferpitou fala consigo mesma, enquanto vira de costas e vai para o lado contrário deles. — Não importa quantas palavras e atitudes bonitas você diga ou faça, tudo sempre será a mesma coisa. Sinto muito.
Após eles saírem por outro caminho, percebem que não há mais ninguém no ponto inicial aonde tava o resto da Genei Ryodan, deduziram que haviam evacuado por um tempo, e antes que viesse algum guarda pegar ele, rapidamente saem o mais longe possível do castelo.
— ... — Kurapika suspira enquanto senta num banco em uma praça da cidade. — Será que devemos ir embora ?
— O Gon não irá aceitar isso. — Fala Leorio — E agora que vi aquela mulher, minha vontade de procurar Killua aumento mais ainda.
— Falando nisso, Leorio. — Diz Kurapika enquanto encarava Leorio. — O que foi aquilo que aconteceu mais tarde ?
Leorio fita o loiro, o som das crianças brincando pela braça ecoava o lugar, o mais velho parecia estar procurando as palavras certas para começar a explicar, mas...
— Minna! — Eles olham para a voz feminina que chamava eles.
— Essa voz...Neon Hime? — Diz Kurapika levantando do banco.
— Shh! — Ela faz dando um chute no Kuruta. — Ninguém pode saber que sou eu, chamaria muita atenção, por isso o disfarçe.
— Aah,entendi, desculpe. — Diz o loiro. — Mas enfim,
— Hm, Neon-chan? — Diz Gon que até agora estava desacordado deitado do outro lado em um outro baco à frente aonde estava Leorio e Kurapika. — Neon-chan! — Gon da um pulo para chega bem à frente a garota, ele segura suas mãos e olhar bem nos olhos dela. — Eu preciso de sua ajuda! Na verdade, nós precisamos de sua ajuda.
Neon fita o chão um pouco pensativa e com uma expressão facial triste.
— Gon...
— Eu sei que é um pedido muito chato. Mas Killua sumiu, nos deixou. Nós já sabemos de tudo, mas eu queria muito...
— Gon. — Ela olha no fundo dos olhos do menor séria, e Gon percebendo isso fica em silêncio.
— Há algo de errado, Neon-chan? — O menor pergunta
— Eu até posso ajudar vocês, sem problema algum, mas. — Ela desvia o olhar por uns segundos dele. — Eu acho melhor vocês voltarem.
— Oe, oe. O que você quer dizer com voltar? — Diz Leorio enfrentando ela.
— Leorio! — Gon chama atenção dele. — Neon-chan, por favor, me diga o que foi...
— Me desculpa, Gon. — Agora ela volta a olhar para ele novamente. — O Killua está...
Os três olham para ela, principalmente Gon.
— O Killua está noivo. — Ela termina.
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