Notas iniciais
Capitulo atrasado mas chegou! Coisas importantes acontecem nesse capitulo, leiam para ver! ;)

Anteriormente em Once Upon a Time...

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— Vamos abrir essa sua caixa e ver o que ela pode fazer! – Regina diz para Jefferson e um portal é aberto pelo chapéu.

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— Não estou aqui para reviver o passado, estou aqui pela minha filha. O número de pessoas que vai é o mesmo número que deve voltar, é a regra do chapéu. – Jefferson explica no mundo das portas.

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— Considere isso como um sistema de segurança. Se algo der errado simplesmente abra, e seus poderes ficaram contidos, e os reinos estarão a salvo. – Rumple explica sobre o vaso para Ingrid.

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— Já estava preocupada que você não acordava. – Mérida diz para Belle que dormia no barco.

— Para onde você está me levando? – Belle questiona avançando contra Mérida.

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— Aqui em Storybrooke nós ditaremos as regras! Nós reescreveremos nossas histórias! Nós começaremos um novo livro em branco! – Hyde grita para todos daquela terra.

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— Brilhante a ideia de alterar as lembranças da Regina. Agora ela vai ter grandes problemas com aqueles heróis. – Hyde ri conversando com a Rainha Má.

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— Você despertou Jafar, o Gênio! Você tem direito a três desejos, meu mestre! – Jafar explica.

— Eu desejo que a Belle desperte da maldição do sono! – Rumple pede e Belle desaparece do lugar.

— O que você fez? – Rumple grunhe

— Toda magia tem um preço! – Jafar diz.

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— Belle? – Mérida sentada ao trono se espanta ao perceber a presença da amiga em seu reino.

=Reino de DunBroch=

— Belle? – Mérida corre ao encontro da amiga – Guardas, dispensados!

Os guardas do reino trocam olhares e se afastam. Mérida mesmo como rainha, mantinha suas roupas tradicionais.

— O que você faz aqui? – Mérida questiona.

— Eu não sei. Não me lembro de nada desde que eu me coloquei na maldição do sono. – Belle comenta.

— Você se colocou na maldição do sono? Você está bem da cabeça? – Mérida pergunta.

— Hades queria o meu filho. E a única madeira de impedir que ele o conseguisse seria se eu impedisse que ele nascesse com uma maldição do sono. Então eu me coloquei sobre a maldição, para o Rumple me levar para o meu pai me acordar. Mas então eu acordei aqui. – Belle conta.

— Então você não faz ideia do que aconteceu depois de que todos saíram do Submundo? – Mérida pergunta.

— Saíram todos bem? – Belle questiona.

— Todos que foram ao Submundo voltaram inclusive o Hook. Porém o Hades veio para Storybrooke. – Mérida responde.

— Hades? Como? – Belle fica confusa.

— A Bruxa do Oeste, acho que é esse o nome... – Mérida começa.

— Zelena. – Belle corrige.

— Sim, essa mesmo. Ela quebrou a maldição do Hades com um beijo de amor verdadeiro e libertou o Hades. E isso acabou na morte tanto do Hades, tanto do Robin e tanto do Arthur.

— O Robin está morto? – Belle fica chocada.

— Olha, vou arranjar um quarto para você ficar, pra você processar isso tudo. Depois vamos descobrir como voltar para Storybrooke.

=Storybrooke=

Dr. Jekyll derrama mais um frasco de poção em meio aos ingredientes, o que faz que haja uma reação química no experimento do doutor.

— Está pronta a poção localizadora! Basta pingar três gotas dessa poção na varinha da Sininho e vamos poder ir diretamente para a localização deles. – Jekyll explica.

— Para isso precisamos ficar fora da barreira. – Repara Emma.

— Vamos nós todos? – Charming questiona.

— Não sabemos se podemos enfrentar algum problema na hora de fazer o Jack voltar à forma humana. Se não formos rápidos ele pode tentar matar um de nós. Quanto mais, melhor. – Emma responde.

— Vamos todos então. – Henry diz.

— Na verdade, quero que você, Henry, e a Violet fiquem aqui. Você é o ponto fraco da Regina, e você é o alvo do Hyde e da Rainha Má, não estarão seguros lá fora. – Emma diz.

— Eu quero ajudar! – Henry diz.

— Você ajudará mais ficando aqui, acredite. O resto, vamos. – Todos saem do apartamento.

— Não se irrite com sua mãe, ela só quer o melhor. – Violet diz para Henry, e o autor confirma com a cabeça.

Do lado de fora do apartamento, Jekyll entrega a poção para Sininho em um conta gotas. Ela pinga três gotas em sua varinha.

— É o suficiente! Você basicamente deve apontar para a última localização conhecida que tivemos deles. Deve ser o suficiente. – Dr. Jekyll explicou. Sininho concordou com a cabeça e se preparou.

— Quando eu lançar o feitiço e ele se mostrar ativo, a Emma vai usar magia para nos levar até eles. Ao chegarmos, a Emma vai lançar a magia que reverte o efeito do pó de fada e a Zelena vai prender o Jack com o bracelete. Caso algo dê errado, Charming, Snow e Hook vão encurrala-lo com mais pó magico e o prenderão em um pote na forma de inseto! – Sininho repassou o plano.

— Vamos começar! – Emma afirma.

Sininho lança três bolas de luz na direção da última localização do trio de dragões. Ao atingirem o lugar correto, as bolas se expandem e alcançam o tamanho dos dragões e explodem em luz.

— Preparem-se! – Emma diz e todos são envolvidos por uma fumaça branca. Quando a fumaça dissipa, todos estão em frente a uma grande teia de aranha, onde uma formiga estava presa pelas mãos de duas aranhas.

— Tal mãe, tal filha. – Hook exclama ao perceber o plano armado por Malévola e Lily insetos para prender Jack. As aranhas caminhavam pela teia calmamente.

— Estão prontos para o resto? – Emma pergunta, mas antes de qualquer um concordar, dois corvos descem em rasante na direção da teia – Sem mais tempo! – Emma lança uma feixe de luz branca na direção dos animais, e do grupo de cinco animais emergem cinco humanos, Aladdin, Jasmine, Jack, Malévola e Lily.

— Zelena, sua vez! – Emma diz. Zelena faz com que uma fumaça verde surja no pulso de Jack.

— Conseguimos! – Snow comemora.

— Mas acho que trouxemos mais gente à forma humana do que esperávamos. – Hook comenta e olha para Aladdin e Jasmine.

— E eu acho que sei exatamente quem eles são. – Emma afirma.

=Mansão do Jefferson=

Will entra rapidamente na casa do Chapeleiro. Aos passos largos ele anuncia sua chegada rapidamente.

— Will, o que faz aqui? – Grace, a filha do Chapeleiro, aparece.

— Vim falar com o seu pai, onde ele está? – Will pergunta.

— Estou aqui, Valete. – O Chapeleiro se anuncia.

— Não te vejo há tempos, Chapeleiro. – Will cumprimenta.

— Filha, vai pro seu quarto um pouco, ok? – Jefferson pede e Grace corre para seu quarto – O que faz aqui, Will Scarlett?

— Quando eu vim para cá, achei que podia ser um bom refugio para minha situação com a Rainha Branca. Mas uma pessoa chegou à cidade, e acredito que nem eu, nem você, gostaríamos de ficar pra ver essa pessoa em ação.

— E quem seria essa pessoa? – Jefferson questiona.

— Jafar. Ele causou diversos problemas no País das Maravilhas, antes de cometer o erro de roubar a Guardiã do Poço. Ele acabou sendo aprisionado em forma de gênio, mas aparentemente o Senhor das Trevas encontrou a lâmpada dele e tenho certeza que essa não será uma batalha bonita de se ver. – Will explica.

— Então o que sugere?

— Sob governo da Rainha Branca o País das Maravilhas voltou a ser um lugar de paz. E a única maneira de voltarmos seria com o chapéu que eu sei que você fez nesse período da volta da magia. – Will afirma e Jefferson desvia o olhar.

— Eu precisava de uma rota de fuga. – Jefferson diz rispidamente.

— Fez bem! E precisamos dessa rota de fuga agora! Espero esse chapéu funcionando em breve. – Will se retira da casa, deixando Jefferson sozinho.

=Apartamento dos Encantados=

— Aladdin e Jasmine! – Emma anuncia – Bem que essa dupla demorou a aparecer.

— O que você quer dizer com isso? – Aladdin pergunta.

— Esquece. O que fez com que vocês se tornassem corvos? – Emma questiona.

— A Rainha. – Jasmine responde.

— Rainha Má. – Zelena e Emma supõem em coro.

— Ela e o Mr. Hyde estão aliados. – Jasmine conta.

— Eles têm o plano de alterar as histórias no livro, para que todos da Terra Das Histórias Não Contadas tenham enfim suas histórias sobressaltadas as demais. – Aladdin completa.

— Mas nós não queremos que nada mude. Sabemos o quanto isso pode ser um problema. – Jasmine diz.

— Então como nós podemos impedi-los? – Charming pergunta.

— Apenas derrotando Mr. Hyde e a Rainha. É a única maneira de enfraquecer o exercito deles. Eles foram arduamente manipulados para quererem seguir as ordens do Hyde. Ele os ofereceu moradia, acolhimento. E agora lhes oferece um lugar no topo, a custa de outras pessoas. Eles não vão ceder se o líder não cair. – Aladdin explicou.

— Para derrotarmos a Rainha e o Hyde, precisamos das suas partes boas. – Zelena afirma.

— Então teremos que resgatar Regina! – Emma completa.

=Loja do Mr. Gold=

— Então aqui é Storybrooke? Um velho conhecido meu morou por aqui algum tempo. – Jafar comenta.

— E quem seria esse conhecido? Não temos muitas pessoas de Agrabah por aqui, e o último que tivemos fugiu da cidade como um fraco. – Rumple pergunta.

— Esse alguém não é de Agrabah! Você sabe da minha história, eu nem sempre vivi em Agrabah. Esse conhecido é o Valete, Will Scarlett. Meus planos foram arruinados por ele e pela amiguinha dele, a Alice. – Jafar responde.

— Então nós temos um inimigo em comum.

— Mas não vamos falar do passado. Falemos do presente. O que você fará com seu segundo desejo? – Jafar estende a mão, oferecendo um pequeno cristal vermelho para Rumple.

Rumple pega o cristal.

— Vamos guardar esse desejo por enquanto. Podemos gasta-lo posteriormente com algo mais útil. – Rumple afirma.

=DunBroch=

Belle acorda durante a noite em seu quarto. Sua barriga de grávida começara a aparecer, e ela sentia um pouco de enjoo. Ela pega uma pequena bolsa que havia ganhado de Mérida para guardar seus pertences e sai às escondidas do castelo.

Ela anda um tempo do lado de fora, quando repara em uma pequena casinha de pedra. Belle se aproxima e bate na porta. Sem resposta alguma, Belle entra na casa e encontra uma pequena bruxa de cabelos brancos a esperando.

— Sabia que chegaria logo. – A bruxa se levanta e vai mexer em alguns ingredientes em seu caldeirão.

— Espera, você sabe quem sou eu? – Belle questiona.

— Claro que conheço. Esperei por você por anos. – Ela responde.

— Como assim?

— Antes de morrer, Merlin confiou suas profecias a bruxos e bruxas de todos os reinos. De certa maneira, Merlin ainda não morreu. Ele está vivo em todos nós. E ele queria que essa profecia fosse deixada a você, Belle. – A bruxa deposita um frasco borbulhante com um liquido roxo no caldeirão, que emitiu em alto e bom som a voz de Merlin:

— Uma única coisa será capaz de um dia destruir as trevas que foram criadas. A criança gerada da luz em meio às trevas. Ela escolherá um lado. E as consequências desse ato darão o fim ao outro lado. A criança será A Salvadora.

— Eu conheço essa profecia. A Salvadora é a Emma. Ela nasceu do amor verdadeiro, porém em sua gestação seus pais fizeram o ato terrível de enviar o ovo de Malévola para outro reino para evitarem a maldade que poderia nascer nela. Essa é a luz em meio às trevas. – Belle diz.

— Cada um com suas interpretações, querida. – A velha diz e lança um feitiço que joga Belle para longe da casa.

Belle se levanta e percebe que a casa não estava mais lá.

=Storybrooke=

— O plano não é simples! Precisamos que todos se esforcem ao máximo! Teremos que enganar a Regina, e isso não será uma tarefa fácil! Henry, você sabe o que fazer? – Emma pergunta.

— Sim, eu sei. – Henry confirma.

— Pegue o colar. – Zelena entrega o colar que ela havia ganhado da irmã – Ele foi enfeitiçado com o feitiço de localização. Com isso ela irá parar exatamente onde esperamos.

— Está pronto, filho? – Emma questiona preocupada e o filho confirma com a cabeça – Vá!

Henry aparece em frente à mansão de Regina. Ele entra com sua chave e sobe os andares rapidamente, clamando pela mãe. Regina ouve os passos e se prepara para atacar. Henry entra no quarto da mãe e a encontra em posição de ataque.

— Eu me lembro de tudo! Eu sei do plano de vocês! – Regina grita – Nem mais um passo!

— Mãe, sou eu, Henry! – O garoto gritou – E eu vou te provar! – O garoto retira a caneta do autor do bolso e pega o livro de histórias – Essa é a caneta real, e se eu fosse um deles não a teria! – Henry escreve na folha final do livro: “A caneta do autor aparecerá na mão da parte boa de Regina”. As palavras são envolvidas em fumaça, assim como a caneta, que aparece nas mãos de Regina.

— Henry! É você! – Os dois correm e se abraçam – É tão bom te ver aqui! – Ela beija o garoto na testa, criando uma onda arco-íris – Henry, obrigada por me salvar!

— Eu sabia que íamos conseguir! – Henry exclama – Mas agora precisamos sair daqui! – O garoto pega o colar de Zelena e entrega para Regina – Use-o para nos tirar daqui! Iremos para um lugar seguro, longe da Rainha Má.

Ambos desaparecem dentro de fumaça rosa choque e aparecem em frente ao apartamento de Snow.

— O apartamento foi encantado. Não pode ser utilizada magia dentro dele e não se pode rastrear objetos mágicos e pessoas que estiverem nele. – Explicou Henry.

Os dois entraram no apartamento. Regina correu e abraçou Zelena e Emma, as agradecendo. Em seguida Regina notou a presença de Sininho no local, e correu para abraça-la.

— Sininho, que bom que está aqui! – Regina sorri.

— Eu tinha que ajudar vocês. Todos vocês foram muito importantes pra mim, se não fosse por vocês eu não teria mais isso! – Sininho invocou sua varinha – E Regina, meus pêsames pelo Robin. Você não merecia ter passado por aquilo.

— Obrigada, Sininho. Mas sabe, eu já lhe disse isso uma vez e voltarei a dizer agora. Não é uma tatuagem de leão que dirá quem é o homem da minha vida, e se foi ele, aproveitei ao máximo. – Regina conta.

— Estou feliz em ouvir isso. – Sininho sorri.

Regina cumprimenta Hook, Charming e Jekyll com o olhar e em seguida segue para cumprimentar Snow com um longo abraço.

— Estou feliz em te ter aqui de volta. – Snow diz.

Regina termina cumprimentando Malévola e Lily, estranhando a presença de Aladdin e Jasmine no lugar.

— Snow, Emma? – Aurora entra e é recepcionada por todos ali até que percebe a presença de Malévola – Ela não! O que ela está fazendo aqui?

— Aurora, eu mudei! – Malévola diz.

— Eu já ouvi muitas mentiras, e essa foi a maior de todas! – Aurora gritou – Snow, eu não posso ficar aqui se for pra ficar perto dela, eu tenho meus limites. – Aurora sai do apartamento correndo.

— Parece que ainda tenho reputação. – Malévola revira os olhos.

— O que faremos agora? – Charming pergunta para Snow.

— Eu sou ótima com crianças. – Jasmine se candidata – Eu posso ficar com elas se vocês saírem.

— Ela tem minha aprovação. – Emma diz.

— Sei que é cedo, mas vocês podem confiar. Eu não estou sob influencia de ninguém, estou dentro da proteção magica. E eu não sou louca de sair daqui com Hyde e a Rainha lá fora. – Jasmine explica.

Zelena e Snow trocam olhares, mas enfim confirmam.

— Sem mais problemas. – Snow diz – Muito obrigada.

— Nós temos que impedir que o Hyde e a Rainha continuem agindo. – Hook diz – E vocês perceberam que não há como mata-la, assim como não é possível matar o Hyde.

— E se nós não precisássemos mata-los? – Emma pergunta.

— E como faríamos isso, amor? – Hook questiona.

— Podemos aprisiona-los em um lugar de onde eles não poderiam sair até descobrirmos como juntar ambos novamente. E eu sei de um bom lugar. – Regina responde.

— E onde seria? – Charming questiona.

— A prisão da Rainha da Neve. – Regina responde, quando é interrompida por um bater de portas.

— Deve ser a Aurora. Pode abrir. – Snow diz, e Regina abre a porta do apartamento. Ao contrario do pensado, a pessoa que lá estava não era Aurora. Era Jefferson.

— Sra. Mills. Prazer em revê-la. – Jefferson cumprimenta a prefeita – Vim avisa-la que irei me retirar de Storybrooke. Voltarei ao País das Maravilhas.

— Você estaria disposto a fazer uma parada antes? – Regina pergunta.

=DunBroch=

Mérida e Belle saíram juntas para dar uma volta pelo castelo.

— Mérida, você conhece alguma maneira de voltar para casa? – Belle questiona.

— Eu não conheço nenhuma maneira de viajar entre reinos sem uma magia muito poderosa. Porém eu sei onde encontrar magia poderosa suficiente para abrir um portal. – Mérida afirma.

— Onde? – Belle pergunta.

— Um lugar que você conhece bem. Camelot. Merlin viveu anos preso por lá, acredito que não deve ser difícil conseguir magia. E eu tenho um amigo por lá, acredito que é ele quem está governando.

— Quem seria? – Belle questiona.

— Lancelot. No tempo que ficamos em Storybrooke conversamos um pouco. Ele salvou a amada com um beijo de amor verdadeiro, que fez com que ela se desencantasse do feitiço que Arthur havia lançado. Agora os dois conseguiram ir pra lá, e tenho certeza que teremos ajuda. – Mérida diz.

— Teremos? – Belle pergunta.

— Sim, você veio ao meu reino, é minha responsabilidade. Eu vou te ajudar a voltar para casa. Partiremos amanhã de manhã. Não se atrase. – Mérida diz com olhar brincalhão.

— Muito obrigada! – Belle agradece.

— Vamos voltando para o castelo, antes do banquete real. Você está convidada! – Mérida diz.

=Storybrooke=

— Então é aqui que o Hyde se esconde? – Rumple questiona, andando pelo acampamento. As pessoas que o viam saiam correndo, amedrontadas.

A Rainha e Mr. Hyde aparecem em meio à fumaça roxa.

— Então aqui está o Monstro. Ficou bastante tempo escondido na toca do Hades, por que não sabia honrar com seus compromissos. Pelo menos, suas ações fez com que eu estivesse aqui agora. – A Rainha diz com sarcasmo.

— Conseguiu o que queria Senhor das Trevas? – Hyde questiona.

— Em partes! – Rumple faz sua pose – Mas isso não é importante no momento.

— Bom, nós queremos propor um acordo para o Senhor dos Acordos. E acredito que esse você não gostaria de recusar. – Hyde introduz o assunto – O nosso plano é reescrever as histórias dos contos de fada. E o nosso acordo é uma aliança. Se você se aliar a nós, terá sua história contada do seu jeito no livro. Caso o contrario, você sabe o que pode acontecer.

— Não me desafie, Hyde! – Rumple enforca Hyde em um movimento com a mão – Não ouse me desafiar. Nenhum de vocês! – Ele faz a mesma com a Rainha – Acho que eu estou pronto para um segundo desejo, Jafar. – O gênio sai de sua lâmpada.

— Olá, mestre! – Jafar emite um sorriso malicioso.

— Eu desejo o Mr. Hyde e a Rainha Má tenham que obedecer aos meus comandos. – Rumple deseja.

— Seu desejo é ordem! – Jafar cria dois anéis que param nas mãos de Rumple. Havia dentro deles o encaixe de duas joias, porém ele estava vazio. Então os corações de Hyde e da Rainha saltaram para fora do corpo e se tornaram joias, o da Rainha uma joia roxa e a de Hyde uma joia negra. Ambas as joias flutuaram até os anéis nos dedos de Rumple.

— Eu realmente acho melhor vocês não me desafiarem, ou se não eu posso fazer alguma coisa muito ruim a vocês. – Rumple grunhe e desaparece em fumaça, assim como Jafar.

=Prefeitura=

— Esse é o lugar perfeito para abrirmos o portal. – Jefferson coloca o chapéu no chão – Se lembrem, o mesmo número de pessoas que entram, saem. Nenhuma a mais.

Ao redor do chapéu, estavam Emma, Regina, Henry, Hook, Snow, Charming, Zelena, Lily, Malévola, Will, Jefferson e Grace. Emma vai até Hook e lhe beija.

— Eu sentirei sua falta, voltarei em breve. – Os dois olham um para o outro apaixonados, o que faz Regina revirar os olhos.

— Irmã, leve com você. – Zelena entrega um colar verde para Regina – Volte. É tudo que eu peço.

— Eu vou voltar. Eu irei derrotar a Rainha, acredite! – As duas se abraçam.

— Pais, fiquem seguros! A Rainha vai querer ir atrás de vocês, preciso saber que estarão bem! – Emma pede.

— Fique tranquila! Nós já enfrentamos coisas piores que dois vilões. Nós enfrentamos o Senhor da Morte, e ganhamos! – Snow diz para a filha e a beija na testa.

Emma e Regina vão até Henry e o abraçam.

— Fiquem seguras. – Henry pede.

— Nós iremos. – Ambas respondem.

— Hora de abrir o portal! – Jefferson gira o chapéu rapidamente, o que faz com que um grande buraco de forme no chão em formato de portal. Henry e Grace trocam um olhar de despedida, quando o quinteto (Jefferson, Will, Grace, Regina e Emma) pula para dentro do portal.

Ao aterrissarem, todos se veem em uma sala repleta de portas. Jefferson retira o chapéu que usava e entrega para Emma e Regina.

— Com isso vocês poderão acessar a magia do chapéu e poderão voltar para a casa. A porta para Arandelle é aquela. – Jefferson aponta para uma porta azul clara coberta por uma fina camada de gelo – Boa sorte.

Jefferson, Grace e Will seguem pela porta de vidro, olhando uma última vez para trás para se despedir.

— Vamos nessa! – Emma diz, segurando na mão de Regina. Ambas seguem para a porta azul clara.

Ao entrarem no reino elas notam vários fogos de artificio explodindo no céu da noite.

— Chegamos a tempo de festa. – Regina diz, com um sorriso, correspondido por Emma.

Em Wonderland, ao entrarem no portal, o trio é recepcionado pelo Coelho Branco.

— O Chapeleiro retornou para a Terra do País das Maravilhas? – O Coelho diz, sorrindo, até que ele percebe a presença de Will – Saudações, Rei Branco.

O Coelho se curva, deixando o Chapeleiro confuso.

=Acampamento do Mr. Hyde=

— Eu sempre odiei Rumpelstilskin! – A Rainha gritava, quando atirou seu espelho na parede de sua cabana que mais parecia um apartamento devido a alguns feitiços. O espelho se quebrou, porém o rosto de Sidney apareceu estampado.

— Acho que a Rainha gostaria de saber que a Salvadora deixou Storybrooke. – Sidney conta.

— Interessante! Muito interessante! – A Rainha repara o espelho com magia e o pega – E que a guerra comece!

Notas finais
O que acharam? Comentem, estou com saudade de comentarios :/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.