Notas iniciais
Pipoquinhas, não demorei muito né ? Eu fico muito feliz em saber que estão gostando da história. Espero que gostem ! Obrigada por comentar: Mari Tinista myrella vargas castillo Lala Larissa lima Aninha leonetta forever Adrielly Cah Castillo Vargas Flowerssfc Vicky Blanco Nightingale Boa Leitura !

–Eventualmente eu costumaria testar sua paciência mas, agora...prefiro simplesmente lhe ignorar –Garantiu Violetta fazendo o mesmo que ele estava fazendo a tempos, revirando a mesma revista de moda de instantes atrás.

–Provavelmente será a primeira e única vez que lhe direi isso mas, concordo com você –Afirmou Leon.

O tempo aparentava não se passar, Leon observava os passageiros, as aeromoças, tentou dormir e até leu um pouco da revista da mimadinha, mas nada contribuía para o seu bem estar, por um instante ela calou-se e parou de reclamar, o que deixou óbvio que ela havia caído no sono. Após um tempo ele sentiu um peso em seu ombro, após observar, certificou-se que a mimadinha havia inconscientemente decidido relaxar em seu ombro mesmo tenso, Leon tentou fazer o mesmo, fechar os olhos e alcançou o seu objetivo, logo perdeu totalmente todos os seus sentidos.

***

–O branco ou o vermelho ? –Violetta indagou para a amiga a sua frente.

–Gosto do vermelho –Francesca afirmou jogando a cabeça para trás.

–Sabe quando Ludmila irá voltar de viagem ? –Violetta indagou observando o traje que a amiga havia optado para ela.

–Ela está no México, está na casa da prima mexicana dela, a Gery, lembra-se dela ?

–Sim, não costumo esquecer cobras como Gery Ferro –Afirmou trajando o vestido que a amiga havia dito-lhe que era o melhor –Mas não foi isso que eu lhe perguntei –Recordou Violetta.

–Ela volta no mês que vem –Esclareceu sanando a dúvida da amiga.

–Então durante um mês me contentarei apenas com você como amiga –Violetta provou Francesca que jogou uma almofada em direção a ela.

–Como se eu fosse de se jogar fora. Você que costuma ser a insuportável entre nós três –Francesca passou um batom rosa nos lábios enquanto fitava Violetta pelo canto do olho pelo espelho.

–Bem lembrando –Ambas riram –Clement não virá hoje, para variar –Afirmou chateada, ela era uma mulher e sentia carência de seu noivo que muitas vezes ou sempre fazia de tudo para fugir dela.

–Arranje outro par –Sugeriu Francesca imaginando que o problema da amiga seja estar sozinha nesse evento.

–Clement nunca vem mas, seu amigo Marco está aqui e além de te acompanhar ele está me vigiando em nome de meu noivo que as vezes aparenta sentir um ciúme irrefreável, as vezes chega a me assustar –Confessou sentindo olhar de pena da amiga sobre ela.

–Você o ama ? –Francesca indagou tocando o ombro nu da amiga.

–Ele é meu primeiro amor...-Murmurou tendo recordações de cada momento com Clement –Ele deu-me meu primeiro beijo, minha primeira vez, foi o primeiro e único homem que sussurrou que me amava –Revelou em meio a um suspiro frustrado –Fico dando em cima de diversos homens mas penas para ver se ele presta mais atenção em mim, se sente medo de me perder mas...ele não faz nada para ter-me foi como se ele me conquista-se e pedisse minha mão em casamento –Proferiu o que mais machucava seu coração.

–Mas, se eu fosse você eu me esqueceria nessa noite de todos os seus problemas, eu me esqueço deles com uma grande facilidade em festas, beba, divirta-se e esqueça todos os seus problemas, tome coragem para fazer algo que você sinta ganas de realizar, aproveite o momento sem sentir-se culpada, ache alguém para dar-lhe prazer nessa noite –Sugeriu Francesca e Violetta encarou a própria imagem no espelho –Use esse batom de tom vinho você está linda assim –Francesca afirmou estendendo aquele objeto pequeno para Violetta que prontamente o abriu e deslizou nos próprio lábios, enquanto se observava.

Ela estava trajando um vestido vermelho vibrante com o comprimento que ia até o meio de suas coxas, e um sapato de salto agulha no mesmo tom do vestido tomara que caia, ela não sentia ganas de utilizar sombra apenas rimil preto, mas a única coisa que se destaca eram seus lábios vinho.

–Meninas, não iram descer, os convidados já chegaram ? –Angeles indagou com um semblante de calma em sua face.

–Já iremos sim –Francesca afirmou por Violetta a mulher que é a figura materna mais próxima de Violetta se retirou do recinto.

Naquele noite ocorreria um jantar beneficente na mansão dos Castilho, dezenas de empregados, funcionários e sócios da C-Castilho iriam se reunir para discutir algo que Violetta não sabia o que era mas também não dava importância, afinal, eram apenas negócios de seu pai. O seu único problema naquela noite era o seu novo problema, o assistente pessoal de seu pai Leon Mattins, quem parecia ter odiado tanto Violetta. Ela não acreditava em amor a primeira vista mas após conhece Leon passou a acreditar em ódio a primeira vista.

***

–Não obrigada –Violetta recusou uma bebida oferecida por um dos garçons que estavam servindo naquele jantar beneficente que ela julgava aparentar ser mais uma festa beneficente. Ela deu um passo para trás, sentindo seu corpo chocar com outro que apenas o sentindo julgou ser um corpo masculino, ela não foi para o chão porque o mesmo rapidamente a segurou.

–Se eu soubesse que era você, teria deixado ir em encontro com o chão –Leon afirmou e Violetta revirou os olhos, ela não compreendia o porque com tantas pessoas no mundo ele fora traçar o seu caminho.

–E se eu soubesse que iria conhecê-lo teria ficado na França, lá as pessoas são menos desprezíveis –Comparou virando-se mas foi detida pela mão de Leon puxando-a.

–Mimadinha vamos esclarecer algo nos conhecemos há apenas dois meses e manteremos contato por muito tempo então seria bem mais fácil simplesmente ignorarmos a presença do outro –Leon sugeriu, por mais que a presença de Leon não a agradasse era sua nova diversão atrapalhar a vida daquele homem.

–Desculpa mas, tenho que ir –Violetta afirmou saindo de perto de Leon mas ainda conseguiu ouvi-lo soltar um suspiro frustrado.

–Esse é o tal de Leon ? –Violetta ouviu uma voz atrás de si que a mesma logo reconheceu, era Francesca.

–O próprio –Afirmou a constatação da amiga e viu um sorriso brotar nos lábios de Francesca.

–É lindo –A italiana afirmou –E...acho que já sei como resolver dois de seus problemas –Afirmou Francesca com um sorriso nos lábios ainda maior que o anterior.

–Como ? –Ela indagou certamente confusa o que Leon teria a ver com dois dos problemas dela.

–Vamos para seu quarto, e depois que eu lhe contar minha idéia irei adorar ouvir você me dizer que sou brilhante –Afirmou observando Leon com o canto do olho, enquanto puxava Violetta para o andar de cima as pressa.

***

Leon balançou a cabeça completamente atordoado, ele não compreendia a mimadinha ela afirmava querer o mesmo que ele: distancia mas simplesmente negava que ambos se ignorassem, certamente isso era uma maneira de torturá-lo e com certeza era a pior tortura que teria ao decorrer de sua vida, ele sentia-se completamente para baixo, aquela garota estava consumindo por completo todo o orgulho e ego que Leon um dia possuiu. Logo ele sentiu uma delicada mão pousar em seus largos ombros ele automaticamente se virou encontrando Lara com um semblante de satisfação.

–Aconteceu algo ? –Ele indagou ainda um pouco atordoado, porem estava curioso para entender o porque de Lara mudar tão rapidamente de humor, afinal no princípio daquela noite ela estava tensa e preocupada e de repente parecia aliviada, serena.

–Vi a Castilho subir com uma amiga, provavelmente não correrei riscos de cruzar com ela durante o decorrer da noite –Suspirou, aguçando a curiosidade de Leon sobre o motivo dela e da mimadinha se desprezarem tanto, certamente ele também desprezava Violetta mas, não via um porque da filha do chefe não gostar de Lara.

–Então teremos uma agradável noite –Constatou Leon sorrindo para Lara.

Leon começou a ouvir o soar de uma música clássica e automaticamente puxou Lara para si fazendo-a seguir os passos dele, só que ele apenas não esperava que Lara não soubesse dançar, ela estava totalmente desequilibrada e a cada novo passo ele percebia a companheira tropeçar nos próprios pés e pisar no de Leon – o que estava causando uma dor terrível nos pés dele – mas o mesmo assim como seus pais o ensinaram mantinha um cordial sorriso nos lábios tentando demonstrar que aquele torturante ato era prazeroso o que evidentemente não era verdade e a dor que aquele saltos plataformas – que Leon mesmo não entendendo de moda achou um péssima escolha para a ocasião – estavam causando no pé de Leon. Rapidamente a música parou.

–E então, o que achou ? –Lara indagou sorrindo e levantando os ombros, Leon riu sem graça.

–Foi incrível –Mentiu tentando proteger os sentimentos de Lara, afinal ela era uma mulher e com certeza não se agradaria em saber que dançava valsa ridiculamente mal.

–Que bom que achou –Afirmou Lara sorrindo e olhando em volta –Já vou indo –Despediu-se.

–Lara, por que ? Está cedo –Indagou e Lara suspirou frustrada.

–Não sou bem-vinda nessa casa, os Castilho apenas me toleram por ser uma antiga funcionária da empresa, eles ao menos sabem separar o pessoal do profissional –Dissimulou um sorriso que foi muito bem percebido por Leon e o mesmo deu um beijo na bochecha da companheira.

–Até –Murmurou em meio a um suspiro frustrado, agora estava sozinho em meio a tanta gente que nem ao menos sabia quem era, na realidade sabia mas apenas pela face os nomes somente recordava-se do de Nicolá Galan e Matias Laphontaine.

Leon encostou um de seus ombros em uma parede um pouco distante, suspirando e observando a presença dos outros seres ali presente, todos pareciam estar parecidos os homens com ternos parecidos com o do mesmo e mulheres com vestidos finos, saltos altos e madeixas presas em um coque ao contrário dos da mimadinha que estavam soltos mas certamente ela havia passado em um cabeleireiro, em meio a uma fixa visão na multidão a sua frente, Leon começou a ouvir o soar de uma música lenta e um toque em seu ombro, automaticamente virou-se encontrando a mimadinha com um estranho sorriso tímido nos lábios.

–Vamos dançar ? –Ela propôs entendendo a mão a Leon.

Quase uma hora atrás

–Isso está bem parecendo um seqüestro –Violetta comparou a cena de sua amiga trancando a porta do quarto de Violetta e empurrando-a para sentar-se na cama.

–Ele é lindo –Francesca afirmou com um sorriso provocativo nos lábios.

–Ele ? Ele quem ? –Violetta indagou estando ciente de que não estava a par do que a amiga estava afirmando.

–Leon Mattins –Esclareceu e Violetta arregalou os olhos.

–Ele ? O que tem ele ? –A como nomeada por Leon “mimadinha” indagou ficando apreensiva com a resposta enquanto somava 2+2 e tentava convencer a si mesma de que a amiga não falaria o que ela estava pensando que proferiria.

–Ué, vai para a cama com ele. Lara esta caidinha por ele e assim você a machuca, e quando chegar aos ouvidos de Clement que você está saindo com outro ele volta na mesma hora para assumir o lugar dele e quando seu pai descobrir que vocês estão tendo um caso amoroso irá despedir Leon. Três problemas simplesmente resolvidos de uma única vez –Esclareceu e Violetta fitou a amiga com o canto dos olhos.

–Não sei –Murmurou demonstrando o quando aquela situação estava a assustando –Eu só transei com Clement por toda minha vida, não acho uma boa idéia –Afirmou Violetta tentando tirar aquela idéia maluca que Francesca colocou em sua cabeça.

–Está bem...mas pense nisso, seria uma maneira rápida, eficaz e simples de quitar seus problemas já lhe falei isso –Francesca afirmou.

Violetta e Francesca ainda discutindo o assunto andaram até a sacada onde poderiam ter uma visão ampla de todos no local, a sala estava sem os móveis e eletrônico habituais estava apita para uma ocasião como a que se encontravam. Violetta enquanto observava os convidados de seu pai, presenciou uma cena consideravelmente divertida, Lara e Leon dançando e a cara de dor dele era evidente mesmo com a distancia em que eles se encontravam, Lara nunca fora uma boa dançarina então o que estava presenciando não a admirava mas pelo que via Leon tinha uma incrível agilidade nos pés.

–Ridícula –Murmurou Francesca observando a mesma cena que Violetta e tentando não serem notadas pelas pessoas que transitavam naquela área do andar de cima.

–Não entendo, ele dança muito bem –Violetta afirmou observando cada posso que Leon estava dando

–Aparenta ter classe...você não me disse que ele vinha de família humilde ? –Francesca indagou assim como Violetta ela estava atenta a cada passo de Leon e Lara.

–Ao menos foi o que ele afirmou –Proferiu Violetta brincando com a pulseira de rubi que continha no braço direito.

–Você não disse que iria procurar algo sobre ele na internet ? –Francesca perguntou agora desviando a atenção da talvez futura presa da amiga e buscando o próprio namorado, Marco.

–E procurei mas não achei nenhum Mattins com idade aproximada de 35 anos à 80, não existe com essa faixa etária nem falecido nem vivo e nenhum vestígio do acidente que matou os país dele é exatamente como se os dados que eu peguei sobre ele não existissem –Afirmou pensativa.

–Acha que ele esconde algo ? –Francesca indagou aproximando-se da amiga e deixando para lá o costume de não encontrar a presença de Marco nas multidões muito menos dançando uma singela valsa.

–Não, sei mas se ele esconder irei descobrir...ou não me chamo Violetta Castilho. E para descobrir tenho que me aproximar dele –Proferiu Violetta observando Francesca com o canto do olho.

–Vejo que se decidiu –Francesca esboçou um sorriso nos lábios.

–Em um ano Lara irá pagar pelo que me fez passar, Clement irá prestar atenção em mim e Leon nunca mais cruzará meu caminho -Afirmou com um olhar melancólico.

Atualmente

–Vamos ! Não tenho o dia todo quer dançar ou não ? –A mimadinha insistiu indagando a Leon o mesmo de dois minutos atrás em que ele encontravá-se perplexo com aquela indagação.

–Sim –Ele murmurou agarrando a pequena mão da mimadinha que ao contrário da dele encontrava-se gelada.

Leon conduziu Violetta para próximo aos outros casais –aos pares de dança– em meio a um suspiro frustrado Leon levou sua mão esquerda em direção a cintura de Violetta onde inconscientemente depositou uma leve carícia, conturbado com o próprio ato juntos as mãos de ambos se encontraram enquanto a sintonia da música preenchia o ambiente, o silêncio era vital naquele momento, apenas 7 pares incluindo Leon e a mimadinha rodavam pela extensão do local.

Enquanto uma musica desconhecido por Leon soava ele puxou Violetta –por extinto – para mais perto de si enquanto fitava os olhos dela, eram simples olhos castanhos mas demonstravam algo que ele não sabia explicar, ela parecia mal, ela parecia angustiada e ele pela primeira vez não a viu como a mimadinha e sim como uma simples garota que mesmo sem demonstrar estar mal, fisicamente parecia que tinha sarcasmo e qualquer respostas mas Leon estava enxergando apenas mais uma garota querendo encontrar seu lugar nesse mundo.

Leon imitando os outros homens que guiavam suas parceiras girou Violetta observando a parte de baixo do vestido dela que era rodado se destacar entre as demais damas ali presentes que assim como Violetta estavam inexpressivas. Leon assim como os demais cavalheiros naquele recinto girou em 180º graus sua parceira por acidente sentiu o aroma dela, um aroma que desprezou nos últimos dois meses mesmo sendo guiado pelo momento encostou seu nariz no pescoço de Violetta inalando com mais audácia o aroma dela e observando ela fechar os olhos, ele não sabia realmente ao certo o que estava fazendo mas, estava gostando do seu próprio ato. Leon acompanhando a dança novamente girou Violetta encontrando-se a poucos centímetros dela, e observando quem no momento não chamaria de mimadinha e que estava vulnerável.

Ele escutou o som parar e voltando para a realidade distanciou-se da filha de seu chefe e dando as costas completamente confuso e atordoado pelo momento que viverá se distanciou e se dirigiu para o jardim da casa do patrão, ele deitou-se no gramado que lá havia observando as estrelas que iluminam o céu. Por algum motivo desconhecido por Leon ele observou apenas uma estrela a que mais chamou sua atenção, ele mantinha a visão fixa nela.

–É Sirius –Uma voz que infelizmente ele havia reconhecido afirmou, uma voz que continha uma dona mimada e prepotente, era Violetta que logo ele observou deitar-se ao seu lado.

–Sabe algo de astrologia ? –Leon indagou sem observá-la assim como ela mantinha a mirada fixa naquela constelação.

–Esse é meu corpo celeste preferido –Contou Violetta –Quando eu tinha seis anos minha mãe me trouxe aqui no jardim, em uma noite parecida com esta as estrelas iluminavam o céu encobrindo o brilho da Lua elas tinham conseguido ser notadas. Mamãe apontou para Sirius e me disse exatamente assim “O dia em que estiver sentindo-se sozinha olhe para ela, peça a ela uma nova chance, algum dia quando eu não estiver aqui comunique-se comigo através dela" –Violetta suspirou pesadamente e Leon estava encantado com as palavras proferidas por Violetta –Mal sabia ela que aquela era sua ultima noite –Murmurou e Leon mesmo sabendo que não era o momento apropriado indagou:

–Mas, então Angeles não é...-Leon nem conseguiu terminar sua frase pois Violetta o cortou.

–Ela e papai casaram-se a quatro anos atrás, foi a única figura materna que eu já tive as outras esposas que papai tivera me queriam em um internato –Revelou –Mas eu sempre fiz o que mamãe me disse naquela noite, é minha única recordação dela –Confessou, Leon virou um pouco sua cabeça para fitá-la parecia realmente mal.

–Eu sinto muito –Ele afirmou tentando compreende-la.

–É, eu também sinto –Afirmou e Leon ainda pode observar lágrimas deslizando pela face de Violetta que naquele momento ele se sentiria muito mal em julgá-la como a mimadinha.

Notas finais
Pipoquinhas espero que tenham gostado. Me digam: estão gostando da história ? Alguma sugestão ? Alguma crítica construtiva ? Alguma ideia ? Opinião ? Sintam-se a vontade para se expressarem ! Comentem ! Recomendem ! Favoritem ! Acompanhem !